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13/08/20
Dal Pozzo comandou o Náutico por um ano e quatro meses. Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem
Dal Pozzo comandou o Náutico por um ano e quatro meses. Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

Náutico não tem como pagar rescisão de Dal Pozzo, que pode seguir em outra função no clube

13 / ago
Publicado por Blog do Torcedor em Náutico às 19:17

Com informações do repórter Antônio Gabriel, da Rádio Jornal – A bronca no Náutico para rescindir o contrato com o técnico Gilmar Dal Pozzo é maior do que se esperava. O treinador já vinha balançando no comando do Alvirrubro e após o empate em casa, diante do Operário-PR, a direção alvirrubra optou por não contar mais com os trabalhos do catarinense. Porém, o clube não conseguiu ainda demiti-lo de vez por conta da multa rescisória, que gira em torno de R$ 500 mil. Valor que o Timbu não tem condições de arcar, no momento.

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Com isso, um impasse acaba sendo criado pelo Náutico. Isso porque Gilmar Dal Pozzo, mesmo não tendo o contrato rescindido, não comanda mais a equipe e fica afastado dos trabalhos. Desde a tarde da última quarta-feira, a direção tem se reunido com o treinador para tentar chegar a um acordo na forma do pagamento da multa rescisória e do restante dos salários que ele e sua comissão técnica – formada pelo auxiliar Lucianinho e o preparador físico Walter Grassman -, pois o contrato se encerra no fim de novembro. Outra possibilidade trabalhada é a de Gilmar seguir no alvirrubro assumindo outra função. Enquanto não chega ao nome de um novo comandante e a situação de Dal Pozzo não tem um desfecho, o auxiliar técnico fixo do Náutico, Dudu Capixaba, assume a equipe.

Trajetória no Náutico

No clube desde maio de 2019, Gilmar comandou a equipe timbu em 42 jogos, obtendo 21 vitórias, 13 empates e 8 derrotas. Como principal feito nessa sua segunda passagem pelo Náutico, sem dúvida, está a conquista do acesso à Série B no ano passado, junto ao título da Terceira Divisão.

A primeira passagem de Gilmar Dal Pozzo no Náutico ocorreu entre 2015 e 2016. Na época, o treinador chegou na reta final da Série B e chegou perto de conquistar o acesso para a Série A com o Timbu, terminando a competição no 5º lugar. Com o bom desempenho, permaneceu para o ano seguinte. Porém, o desempenho ruim no Pernambucano, culminando com a queda na primeira fase da Copa do Brasil e a eliminação nas semifinais do Estadual, deram um ponto final na passagem do treinador. Naquela ocasião, disputou 28 jogos, 15 vitórias, sete empates e seis derrotas, com aproveitamento de 61,9%.

No total em duas passagens no comando técnico do Náutico, o catarinense acumulou 70 jogos, 36 vitórias, 20 empates e 14 derrotas, gerando um aproveitamento de 60,9%.


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