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28/05/20
Lateral do Náutico opinou sobre o retorno do futebol. Foto: Caio Falcão/CNC
Lateral do Náutico opinou sobre o retorno do futebol. Foto: Caio Falcão/CNC

Lateral do Náutico lamenta possibilidade de jogos sem a presença da torcida

28 / maio
Publicado por Fernando Castro em Náutico às 8:16

Com mais de dois meses de paralisação, o calendário do futebol brasileiro segue com situação indefinida devido a pandemia do novo coronavírus. Assim como vem acontecendo com os campeonatos que estão retornando na Europa, no entanto, a ausência de público nos jogos também deve ser seguida no Brasil. Enquanto o Náutico estudo maneiras de viabilizar a volta, seguindo as recomendações dos órgãos de saúde, o lateral-direito Bryan lamentou a possibilidade de jogar sem a presença da torcida.

“Sem dúvidas vai ser muito ruim, vai ser diferente. A gente é acostumado a jogar com os Aflitos lotado, com a torcida vibrando, e chegar lá e não ter ninguém é chato, é ruim. Mas temos que ter foco e ter fé que as coisas vão melhorar e, logo mais, vamos estar todos nós no estádio com os torcedores nos apoiando. Mesmo eles não estando lá, é importante que eles nos apoiem e estarão apoiando para que a gente consiga alcançar nossos objetivos no decorrer da temporada”, comentou o jogador.

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CENÁRIO

Enquanto ainda aguarda uma sinalização da diretoria do Náutico com relação ao retorno dos treinamentos, Bryan reforçou a importância das medidas de prevenções para evitar o contágio do vírus. De acordo com o lateral alvirrubro, o clube tem ajudado a orientar os jogadores e demais funcionários. Até esta quarta-feira (27), Pernambuco registrou mais de 2.300 mortes causadas pela covid-19 e mais de 28.800 pessoas infectadas.

“A gente tem muitos casos aí, inclusive em Recife que a situação está muito séria. A gente torce e tem muita fé para as coisas melhorarem e a gente possa voltar à rotina. A situação está bem complicada e a gente tem noção disso. Procuramos nos cuidar, tomar os cuidados devidos para não vir acontecer conosco. A gente tem se prevenido, inclusive o pessoal do clube passa sempre as orientações para nós, mas é uma situação muito complicada”, avaliou Bryan.


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