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18/02/20
Jefferson está confiante na classificação do Náutico. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem
Jefferson está confiante na classificação do Náutico. Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

“Camisa não vence futebol”, garante goleiro do Náutico sobre rival na Copa do Brasil

18 / fev
Publicado por Gabriela Máxima em Náutico às 9:56

O goleiro do Náutico Jefferson não acredita em favoritismo do Botafogo no confronto pela segunda fase da Copa do Brasil, na próxima quarta-feira, no estádio dos Aflitos. O atleta disse que todos os rivais são tratados da mesma forma, independente da série que ele dispute. O Timbu encara o confronto com a equipe carioca como o jogo mais importante do ano. Afinal, a vitória seguida da classificação na competição nacional renderá a cota de R$ 1,5 milhão ao clube de Rosa e Silva. Jefferson ainda disse que a questão financeira é importante, mas antes é fundamental pensar no trabalho em campo.

“Essa questão financeira é consequência da produção que a gente tiver no campo. Se a gente conseguir produzir e tiver um grande resultado na quarta-feira, o resultado vai ser esse dinheiro. Claro que é difícil não pensar nessa possível premiação. Mas o foco principal é o Botafogo. Estudar para fazer um grande jogo, conseguir a classificar e ganhar essa premiação”, comentou o jogador alvirrubro, que evitou falar em premiação para o elenco em caso de classificação. “Isso são coisas internas que se resolvem entre atletas e diretoria”, ponderou.

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Jefferson garantiu que o Náutico vai usar a força da torcida e o mando de campo para impor seu jogo diante do rival. Ele ainda destacou que a condição de estar  na Série A não torna o Botafogo favorito. “Preocupação a gente sempre tem, independente do rival. Quando foi o Toledo (rival da primeira fase da Copa do Brasil) a gente estudou muito também. Independente do rival, a gente faz esse estudo. Como bate escanteio, como bate falta. Isso faz parte da análise de desempenho do clube”, comentou o goleiro que completou. “Eu creio que no Brasil hoje não posso dizer que tem uma equipe invencível. Na minha opinião, hoje camisa não vence futebol. Antes tinha esse paradigma, mas hoje se você não entrar, não ralar dentro de campo as coisas não acontecem”, concluiu.


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