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17/05/19
Náutico e Santa Cruz utilizaram a bandeira colorida símbolo da causa em suas publicações. Fotos: Reprodução/Twitter
Náutico e Santa Cruz utilizaram a bandeira colorida símbolo da causa em suas publicações. Fotos: Reprodução/Twitter

Náutico, Sport e Santa Cruz se posicionam no Dia Contra a Homofobia

17 / maio
Publicado por Karoline Albuquerque em Náutico às 18:49

Em uma luta de todos por uma sociedade mais igualitária, Náutico, Sport e Santa Cruz utilizaram suas redes sociais oficiais para destacar o apoio à luta contra a homofobia. É a primeira vez que os clubes do Trio de Ferro tomam uma posição público pela causa. Nesta sexta-feira (17), é celebrado o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia.

“O futebol tem todas as cores. Por princípio, deve ser um lugar de luta, mas de respeito às diferenças. Que a torcida de todos seja por um mundo com mais tolerância”, publicou o Náutico.

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Em seu post, o Santa Cruz lembrou de suas origens na diferença e a luta contra o preconceito. “Lutamos sempre juntos contra qualquer tipo de preconceito”, escreveu.

O Sport foi mais sucinto em sua publicação, ressaltando ser um clube de todos.

Dos vinte clubes da Série A do Campeonato Brasileiro, apenas Santos, Flamengo, Bahia, Corinthians, Fluminense, Grêmio, Vasco, Fortaleza e Botafogo lembraram a data. Na Segundona, além do Sport, só Bragantino e América-MG fizeram publicações. E, na Terceira Divisão, o Botafogo-PB, o ABC e o Paysandu destacou a luta contra o preconceito. Já é mais do que no ano passado, quando apenas cinco de 60 clubes se posicionaram.

No levantamento do ano de 2018 do Grupo Gay da Bahia (GGB), 420 pessoas morreram apenas por serem LGBTs, o que configura uma morte a cada 20 horas. Há uma pequena redução no número, se comparado ao ano anterior. Em 2017, 445 pessoas foram mortas em crimes motivados por homofobia.

Do total dos dados de 2018, 45,5% são gays; 39% são trans; 12,5% são lésbicas; 1,9% são bissexuais e 1,2% são heterossexuais. De acordo com a entidade, esses últimos morreram confundidos com LGBTs ou por saírem em defesa dessa parte da população. Em Pernambuco, 15 casos foram registrados.


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