Natali Assunção reflete sobre a liberdade e o aprisionamento da mulher em monólogo

Natali Assunção reflete sobre a liberdade e o aprisionamento da mulher em monólogo

Natali Assunção na peça "Ainda Escrevo para Elas" - Foto: Li Buarque / Divulgação

Publicado em Teatro 10/03/2020 às 5:11

Neste mês dedicado à mulher, Natali Assunção está em cartaz com a peça “Ainda Escrevo para Elas”, um monólogo sobre o cotidiano feminino; com suas liberdades e opressões diárias. Sob direção de Hilda Torres e Analice Croccia, o espetáculo faz sessões às quintas e sextas-feiras deste mês de março, sempre às 20h, no Teatro Hermilo Borba, no Bairro do Recife.

“É sobre liberdade e aprisionamento. É sobre escuta e também sobre fala. É sobre espelhar-se na outra e dar as mãos. É sobre sentir, expandir, fluir. É sobre voar, abraçar, chorar, queimar e renascer. É sobre sentir. É sobre ser”, lê-se no material de divulgação de “Ainda Escrevo para Elas”. O monólogo intercala relatos de 11 mulheres de diferentes realidades sócio-econômico-culturais, que se misturam à história da própria Natali Assunção, atriz e pesquisadora do projeto, e ainda a uma personagem ficcional baseada na obra do escritor Mia Couto.

“Ainda Escrevo para Elas” integra o projeto “Narrativas de uma Memória em Chamas”, idealizado por Natali Assunção, que trata sobre liberdade e aprisionamento no cotidiano feminino e já mergulhou em diferentes linguagens – inclusive fotografia, com o ensaio “Espelhos”, junto à fotógrafa Thaís Salomão, e cinema, com o longa “Narrativas”, montado por Nataly Barreto – até desaguar neste monólogo.

Os ingressos, à venda na bilheteria do Teatro Hermilo Borba Filho, custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

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Publicado por
Romero Rafael

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