AXÉ

Carnaval Parador encerra com encontro épico de Durval Lellys e Bell Marques

Carnaval Parador encerra com encontro épico de Durval Lellys e Bell Marques

Bell Marques trouxe o clássico axé baiano (Foto: Dayvison Nunes / JC Imagem)

Publicado em Carnaval 2020 Festas Notas 26/02/2020 às 11:07

Por Léo Vasconcelos

Em pleno encerramento do carnaval do Recife, em meio à apoteose do frevo, um encontro épico do axé chamou a atenção. Dois dos maiores ícones da música baiana se reuniram nesta noite de terça (25), a terceira e última do Carnaval Parador, no Bairro do Recife: Durval Lellys (ex-Asa de Águia) e Bell Marques (ex-Chiclete com Banana). Eles se apresentaram juntos pela primeira vez em um carnaval sem ser o de Salvador. Um momento histórico pra ficar na memória de todos os presentes.

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Assim como nas outras noites, o Carnaval Parador disponibilizou uma confortável área e um ótimo open bar para receber os milhares de fãs nostálgicos e g ansiosos para o encontro, negociado ainda em agosto do ano passado pelo produtor André Gimk, em reunião com os cantores em Brasília. Os portões do evento foram abertos um pouco mais tarde às 19h e a festa foi aberta com São 2, formada pelos músicos Netinho Rodrigues e Kleber Pereira, que prepararam o terreno com clássicos do axé.

O primeiro “monstro” a subir no palco foi Durval Lellys. Ele relembrou sucessos conquistados nos 13 discos lançados com o Asa de Águia como “Com amor”, “Não tem lua” e “Cocobambu”. Durvalino “Meu Rei” fez o espaço balançar bastante com o clássico “Leva eu”, levando para o Parador toda uma áurea de nostalgia do carnaval dos anos 90. Claro que não faltaram as irreverentes “Dança do Vampiro” e “Dança da Manivela”.

Depois foi a vez do segundo ícone do axé entrar no palco do Carnaval Parador já na madrugada. Bell Marques fez uma viagem no tempo e tocou diversos sucessos dos seus mais de 30 anos à frente do Chiclete com Banana.

Os fãs tiveram uma sensação de déjá vu com as eternas canções como “Voa Voa”, Não vou chorar” e “100% você”. A clássica “Selva Branca” aumentou ainda mais o clima de saudade. E foi um dos clássicos do cantor que resumiu o sentimento da noite e reunião épica: “Diga que valeu”. E como valeu ter presenciado este encontro.

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