“You Need To Calm Down”: Taylor Swift manda recado para homofóbicos em clipe com Katy Perry e outras celebridades

“You Need To Calm Down”: Taylor Swift manda recado para homofóbicos em clipe com Katy Perry e outras celebridades
Publicado em Famosos 17/06/2019 às 11:11

Uma vizinhança colorida recheada de celebridades toma chá, se diverte e celebra a união de um casal enquanto homofóbicos desfilam gritando e segurando placas com palavras de ordem repressivas. Essa é a realidade criada por Taylor Swift no clipe da música You Need to Calm Down, que conta com a aparição de diversas celebridades como Katy Perry, Ellen DeGeneres, Ryan Reynolds e Rupaul. Confira:

“É sobre como eu tenho observado várias pessoas diferentes na nossa sociedade colocando energia e esforços demais na negatividade. Isso me fez sentir como [se precisasse dizer]: ‘você precisa se acalmar, você está estressando você mesmo. Isso parece ser mais sobre você do que sobre o que você está falando. Somente se acalme'”, comentou Taylor Swift ao Beats 1.

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O clipe de You Need To Calm Down conta com a presença de Katy Perry, Ellen DeGeneres, Ryan Reynolds, Laverne Cox, Dexter Mayfield, Antoni Porowski, Ciara, Rupaul, Bobby Berk, Tan France, Billy Porter, Adam Lambert, Todrick Hall, Hayley Kiyoko, Chester, Lockhart, Adam Rippon e Hannah Hart.

No final do vídeo, é exibido o seguinte recado: “Vamos mostrar nosso orgulho exigindo que, em nível nacional, nossas leis tratem todos os cidadãos igualmente”.

“Você precisa se acalmar”

A população LGBT tomando banho de sol nas suas residências enquanto manifestantes limitam sua homofobia aos gritos, placas e manifestações parece algo ainda mais distante do que se vive no Brasil. Segundo o Grupo Gay da Bahia, 445 LGBTs foram vítimas de homicídios em 2017. Cerca de 30% das mortes são causadas por armas de fogo e 37% dos assassinatos acontecem na casa da vítima.

Levando-se em conta somente o número de assassinatos de transgêneros, é possível comparar:  Segundo Relatório Mundial da Transgender Europe, 25 transgêneros foram assassinados entre 2016 e 2017 nos Estados Unidos, enquanto nas terras tupiniquins o número foi de 171.

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Publicado por
Victor Augusto

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