De maconha a terapia com alienígenas, com a palavra Patrícia Marx

Publicado em Notas 1/08/2014 às 6:00
De maconha a terapia com alienígenas, com a palavra Patrícia Marx

Ídolo dos anos 80, Patrícia Marx muito frequentou o Xou da Xuxa, cantando hits como Certo ou errado, Quando chove, Espelhos d’água e Sonho de amor. Amadurecida daqueles anos, tem desfeito, no Instagram, sua imagem de ontem, para se mostrar além… Nesta semana, deu entrevista à Época sobre maconha – após publicar foto em que fuma um cigarro – e uma experiência excêntrica: terapia com alienígenas. Pinçamos:

Maconha:

“Sou a favor da legalização porque é uma coisa ridícula… O álcool e o cigarro são lícitos e a indústria ganha um dinheirão em cima disso. Maconha não é do mal, é natural. Você fica relaxado, abre todos os caminhos do bem. Controla a ansiedade e é ótimo para a criatividade. Fico mais rápida e mais alerta. Fumo para recreação e tem um lance espiritual forte. Ela aumenta a percepção de tudo dependendo do seu estado emocional. Me conecto com essa esfera que é uma coisa fantástica.”

Nas redes sociais, cantora foi comparada a Miley Cyrus/Foto: Reprodução Instagram

Nas redes sociais, cantora foi comparada a Miley Cyrus/Foto: Reprodução Instagram

Terapia com alienígenas:

“Descobri a meditação com alienígenas numa terapeuta que fui. Ela trabalha com eles e junto com Tom Keyton, um americano que canaliza a frequência dos alienígenas inteligentes e de extrema sensibilidade, os Hathors (grupo de seres interdimensionais, intergalácticos, que estavam conectados ao Egito antigo através dos templos do Deus Hathor. Os praticantes usam sons para ativar experiências psíquico-espirituais). Através dos sons codificados mudamos os códigos do nosso corpo físico e da aura. A experiência do corpo humano é a extensão da inteligência da mãe Terra, que é um organismo vivo e precisa de nós enquanto corpo físico. Estamos unindo a Terra e o céu como se nós fôssemos a extensão, os braços da Terra. Isso é mágico para começarmos a entender as coisas não como um indivíduo, mas como um todo. As pessoas estão muito desconectadas entre si, distraídas com a Internet e eletrônicos. Se você deixar, as máquinas vão dominar mesmo. Todo mundo está egoísta e ligado em migalhas da sobrevivência e esquecem de ver o todo. Isso traz muito sofrimento.”

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Publicado por
Romero Rafael

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