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29/07/20

‘Homem nasce homem e mulher, nasce mulher’, diz Cleiton Collins sobre ideologia de gênero

29 / jul
Publicado por jamildo em Notícias às 18:19

Durante live realizada na noite dessa terça-feira (29), o deputado estadual e pastor da Igreja Assembleia de Deus Ministério Madureira, Cleiton Collins (PP), falou sobre a tentativa de se incluir o termo “gênero” na Constituição do Estado de Pernambuco.

Segundo o parlamentar, caso isso acontecesse, Pernambuco seria o único estado brasileiro a conter o termo em sua lei suprema.

Para Cleiton, “homem nasce homem e mulher, nasce mulher”, afirmou ao site Portal de Prefeitura, ligado à direita local.

O deputado disse que na Alepe (Assembleia Legislativa de Pernambuco) “tentaram mexer na Constituição do Estado enquanto estávamos em reunião remota. Mudar a constituição é uma coisa que tem que ser muito observada, muito testada e tem que haver muita conversa. Não pode ser assim, de uma hora para outra. Nós retiramos o projeto de pauta”, informou.

As reuniões remotas estão sendo realizadas em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Cleiton Collins disse ainda que passa por momentos difíceis enquanto parlamentar quando se posiciona em defesa da família tradicional e conservadora.

“A gente vê hoje, movimentos que se levantam para tentar tirar esse protagonismo da família tradicional e conservadora. A família conservadora valoriza a vida, o amor e a convivência, respeitando, mas não aceitando algumas coisas que tentam ser colocadas como é o caso da ideologia de gênero”, disse.

“A sexualidade e uma opção, a pessoa decide. Cada um manda na sua vida, e ela [a pessoa] que arque com as consequências, seja espiritual ou familiar”, declarou.

De acordo com o parlamentar, o projeto “quase passou” na Casa Legislativa.

“Em anos anteriores, muitas vezes o MEC (Ministério da Educação) tentou implantar a ideologia de gênero nas escolas. Não tem isso de criança, nas escolas, escolherem seu sexo. Quem nasceu homem é homem e quem nasceu mulher é mulher, tentam confundir a cabeça das crianças; isso é muito complexo. Tentarem até colocar esse tipo de ideologia dentro da grade curricular”, afirmou.


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