publicidade
25/06/20
Foto: Evane Manço/Alepe
Foto: Evane Manço/Alepe

Deputado do PSB defende prorrogação de mandatos atuais e eleições municipais em 2022

25 / jun
Publicado por José Matheus Santos em Notícias às 9:02

Após aprovação no Senado, o projeto de adiamento das eleições municipais de 2020 ainda deverá ser votado pela Câmara dos Deputados. O deputado federal Danilo Cabral (PSB-PE) criticou a proposta de adiamento dos pleitos para o dia 15 de novembro (1º turno) e 29 de novembro (2º turno).

Danilo defende o adiamento das eleições de prefeito e vereador para 2022, com a unificação dos pleitos com as votações para presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.

“Não temos nenhuma evidência científica que, adiando 30 dias, a pandemia terá cessado. É puro achismo. Se defendemos que o isolamento é o melhor caminho para proteger as pessoas do Covid-19, vamos empurrar 110 milhões de eleitores para o risco de contaminação? É uma irresponsabilidade do ponto de vista da saúde pública”, afirmou Danilo Cabral.

Pela proposta aprovada no Senado, o primeiro turno da eleição seria realizado no dia 15 de novembro e o segundo, no dia 29 do mesmo mês. O texto aprovado nesta terça-feira (23) foi um substitutivo do senador Weverton (PDT-MA) à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2020.

A proposta aprovada no Senado também define o período entre 31 de agosto e 16 de setembro para a realização das convenções para escolha dos candidatos pelos partidos e a deliberação sobre coligações. A apresentação do registro de candidatos pelos partidos à Justiça Eleitoral deve ser feita até 26 de setembro.

Para Danilo Cabral, as eleições deste ano devem ser adiadas para 2022, com a prorrogação do mandato dos atuais prefeitos. Ele destaca que há propostas, em tramitação na Câmara que podem ser analisadas juntamente com a PEC vinda do Senado.

“O PSB defende a unificação das eleições do país, acabar com a reeleição e aumentar o tempo de mandato para cinco anos. Agora, podemos analisar a unificação dos mandatos e, posteriormente, tratamos sobre os outros assuntos”, ressalta.

Com informações da Agência Senado


FECHAR