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29/11/19
Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem
Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

No PSB, presidente cita possibilidade de candidatura de João Campos

29 / nov
Publicado por Amanda Miranda em Notícias às 14:16

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, citou abertamente a possibilidade da candidatura do deputado federal João Campos à Prefeitura do Recife em 2020.

De acordo com o líder do partido na Câmara, Tadeu Alencar, Siqueira defendia a necessidade de lançar o maior número de candidatos e falou em potenciais nomes, entre eles o do filho do ex-governador Eduardo Campos. 

Além de João Campos, foram citados, por exemplo, Márcio França em São Paulo, Julio Delgado em Belo Horizonte, Lídice da Mata em Salvador e JHC em Maceió.

Autorreforma

Siqueira discursou nessa quinta-feira (28) na Conferência Nacional da Autorreforma, realizada pelo PSB no Rio de Janeiro. “Não é possível e admissível que olhemos para isso criticamente”, afirmou.

A movimentação do PSB acontece em meio às declarações do ex-presidente Lula (PT) de que o Partido dos Trabalhadores não faria uma autocrítica.

Foto: Humberto Pradera/Divulgação

“O sistema político precisa fazer sua autocrítica porque ele fracassou como um todo”, afirmou o presidente nacional do PSB, ao citar a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) no ano passado.

PT e PSB

As duas siglas são aliadas em diversos estados, entre eles Pernambuco. Após um rompimento no Recife em 2012 e nacional em 2013, petistas e socialistas voltaram a se apoiar em 2018 no Estado, com a retirada da candidatura da deputada federal Marília Arraes, prima de João Campos e opositora do PSB, para apoiar a reeleição de Paulo Câmara.

No âmbito municipal, Marília tenta viabilizar sua campanha, mas o PT ainda não definiu se permanecerá na base das gestões socialistas.

Quando esteve no Recife, no último dia 17, Lula se encontrou com João Campos e a cúpula do PSB em Pernambuco. Porém, também se reuniu com Marília Arraes.

Durante o discurso no Rio de Janeiro, Carlos Siqueira afirmou que os mandatos do PT na presidência representaram avanços para os direitos sociais. Apesar disso, salientou que a crise política “não aconteceu da noite para o dia, mas depois de uma série de erros que foram se acumulando”.


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