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30/05/19
O ministro da Economia Paulo Guedes, durante cerimônia de posse aos presidentes dos bancos públicos.Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro da Economia Paulo Guedes, durante cerimônia de posse aos presidentes dos bancos públicos.Foto Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em pânico com queda do PIB, Paulo Guedes estuda liberação de conta ativa do FGTS

30 / maio
Publicado por jamildo em Notícias às 17:00

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira, 30, que o governo estuda a liberação de recursos dos trabalhadores depositados em contas ativas e inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Essa medida de estímulo à economia, segundo ele, seria adotada depois da aprovação da reforma da Previdência Social no Congresso. A expectativa do governo é de que isso aconteça nas próximas semanas.

Segundo ele, PIS/Pasep e FGTS seriam liberados assim que saírem as reformas. Guedes disse ainda que a liberação deve incluir contas ativas.

“Cada equipe está examinando isso. Nós não batemos o martelo ainda.” O ministro não detalhou se os saques seriam liberados, como ocorreu no ano passado.

Com informações da Veja

O Banco Central divulgou na última quinta, 30, o Relatório de Crédito e apresentou o saldo das operações de crédito do sistema financeiro nacional (SFN), que alcançou R$3,3 trilhões em abril, mantendo-se estável em relação a março.

O documento mostra que as operações com pessoas físicas cresceram 0,8%, ao somar saldo de R$1,8 trilhão. Por outro lado, teve uma redução de 1,1% na carteira de pessoas jurídicas, com saldo de R$1,4 trilhão.

Além disso, o levantamento revelou que no acumulado dos últimos doze meses houve expansão de 5,4% no saldo total, de 9,5% no crédito às famílias e de 0,6% nas operações com empresas.

Hoje, também, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a queda do Produto Interno Bruto (PIB), em 0,2% no 1º trimestre, na comparação com o último trimestre do ano passado.

Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 1,714 trilhão e, de acordo com o estudo, a retração só não foi maior, por conta do aumento do consumo das famílias.


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