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09/05/19
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Confira como votaram os parlamentares pernambucanos sobre o Coaf

09 / maio
Publicado por Douglas Fernandes em Notícias às 13:47

Na manhã desta quinta-feira (9), a Comissão Mista que analisa a Medida Provisória da reforma administrativa aprovou a transferência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o Ministério da Economia. Foram 14 votos pelo retorno do órgão à pasta do ministro Paulo Guedes contra 11 pela permanência sob a alçada do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. Pernambuco teve três representantes titulares no colegiado.

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Relator da MP, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), líder do governo no Senado, votou contra tirar o Coaf da pasta de Sergio Moro.

O líder do Cidadania, deputado federal Daniel Coelho, seguiu a mesma posição e publicou o seu voto nas redes sociais. “Registrado voto para que o Coaf fique no ministério da justiça”, publicou.

 

Outro membro titular da comissão o deputado federal Túlio Gadêlha (PDT), que estava presente na sessão, mas foi substituído pelo suplente, o deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG). O correligionário do pernambucano votou a favor da transferência do Coaf para a pasta de Paulo Guedes.

Logo após a votação, Túlio Gadêlha voltou à sessão da comissão.

Em publicação no seu perfil no Instagram nessa quarta-feira (8), Gadêlha havia defendido que o Coaf “esteja onde tenha autonomia para combater a corrupção, investigar crimes financeiros e lavagem de dinheiro”.

O PDT preferiu ter um voto certo a favor da mudança do Coaf.

Funai

Na mesma sessão, a comissão aprovou uma emenda de Túlio Gadêlha que retira  demarcação de terras indígenas do Ministério da Agricultura e devolve à Fundação Nacional do Índio (Funai), que volta ao Ministério da Justiça. 

Foto: Divulgação

“Essa emenda é uma grande vitória para o Brasil, principalmente pela manutenção do processo de reparação dos danos históricos causados aos povos indígenas” declara Gadêlha. “Tentaram acabar com as demarcações das suas terras para vendê-las, desmata-las, extrair suas riquezas e aferir lucro. Perderam essa batalha”, comemorou.


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