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24/06/16
Foto: Renata Duarte/Divulgação
Foto: Renata Duarte/Divulgação

Maciel Melo e Petrúcio Amorim afirmam que seus shows são dentro da legalidade

24 / jun
Publicado por jamildo em Notícias às 18:13

Os cantores Maciel Melo e Petrúcio Amorim se manifestarem sobre a polêmica envolvendo áudios vazados e atribuídos aos artistas André Rio e Cezzinha, denunciando pagamento de propina através de cachês.

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Maciel e Petrúcio afirmaram que nunca foram procurados para cometer qualquer ilegalidade. Após a denúncia, as secretarias de Turismo e de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco, a Fundarpe e a Empetur informaram que trabalham segundo as “recomendações definidas pelo Tribunal de Contas do Estado e do Ministério Público, seguindo todos os critérios e normas legais nas contratações”.

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Confira vídeo divulgado por Maciel Melo em seu Facebook:

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“Aqui quem fala é Petrúcio Amorim, eu gostaria de dizer que nunca fui envolvido em nada pela Fundarpe, pela Empetur assim de condições de terceiros querendo comprar meus shows, querendo atravessar diante da nossa formação, Petrúcio Amorim com Empetur e ganhar dinheiro em troca de alguma coisa, meus shows sempre foram feitos diretamente com a Fundarpe, sempre uma pessoa da Fundarpe ligou, não pra me comprar ou minha empresária, como também para a sociedade. Nunca ninguém procurou me subornar ou me envolver em alguma dessas coisas. Aqui é um depoimento sincero do amigo de vocês Petrúcio Amorim”, disse o artista em áudio.

Confira o áudio:

SAFADÃO

Wesley Safadão

Nesta semana, foi criada uma polêmica em torno do show do cantor Wesley Safadão no São João de Caruaru, Agreste de Pernambuco. O show, que custou R$ 575 mil, está envolto em questionamentos por causa do seu custo, muito maior do que o que será pago em Campina Grande, na Paraíba: R$ 195 mil.

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A diferença no cachê é de 294%, segundo apurou o TV Jornal Notícias da TV Jornal no interior. Por causa da diferença entre os valores dos shows do mesmo artista, o prefeito de Caruaru, José Queiroz (PDT), foi notificado pelo Ministério Público Federal (MPF), pelo Ministério Público do Estado de Pernambuco (MPPE) e pelo Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO). Ele deverá prestar informações sobre o cachê de artistas contratados para o São João da cidade no Agreste pernambucano.

INVESTIGAÇÃO

A Polícia Federal, a Receita Federal e o Ministério Público Federal estão investigando uma “máfia” dedicada a fraudar a compra e venda de shows públicos de grandes artistas em Pernambuco e mais oito estados. Segundo levantamento obtido pelo colunista do site UOL Ricardo Feltrin, o volume de dinheiro obtido por meio de fraude na contratação, superfaturamento de cachês ou infraestrutura pode passar do valor de R$ 100 milhões apenas nos últimos três anos.

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Além de Pernambuco, há investigações em curso nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Amazonas, Pará, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. Somente no interior de São Paulo há R$ 15 milhões já bloqueados pela Justiça a pedido do Ministério Público Federal.


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