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Itaú Cultural apresenta espetáculos para crianças no Festival Arte em setembro

01 / set
Publicado por Julliana de Melo às 7:11

Foto: Circo Valise

O Itaú Cultural abre o mês de setembro com nova programação do Festival Arte como Respiro – Edição Cênicas, reunindo mais 16 contemplados neste segmento, dentro da série de editais de emergência realizados pela instituição para apoiar artistas impactados pela suspensão social no contexto da pandemia do Covid-19. A primeira semana do festival reúne espetáculos completos, cenas teatrais, performances, quadros de dança e circo, registrados antes ou
durante o período da quarentena, trazendo novas e tradicionais formas de se fazer teatro, e temáticas que abordam desde questões raciais até aquelas causadas pela pandemia do coronavírus.

Do dia 2 ao dia 6 (quarta-feira a domingo), passam pelo site www.itaucultural.org.br projetos do Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, compondo uma diversidade cênica voltada para adultos e crianças, em dança, performance e teatro.  Além das programações para adultos, também vão ter espetáculos para a criançada, no final de semana, a partir das 15h. Todas as sessões são abertas com a apresentação de uma obra curta.

Veja programação para os pequenos

5 de setembro, sábado

Às 15h

Para Crianças: Circo Valise (SP)

De Eduardo Salzane

Duração: 9 minutos

Classificação indicativa: livre

Em www.itaucultural.org.br​   

Sinopse:

Em um tempo não muito distante, uma misteriosa elefanta encontra um caixeiro viajante e lhe entrega uma pequena mala. Daquele dia em diante, o caixeiro carrega consigo o Circo Valise, mas uma surpresa o espera depois de muitos anos e apresentações. 

Ficha Técnica

Criação, construção e manipulação: Eduardo Salzane

Às 15h

Para Crianças: Rio 2066 (RJ)

De A Guimaraes Produções Ltda 

Duração: 32 minutos 

Classificação indicativa: Livre 

Em www.itaucultural.org.br​   

Sinopse:

Hugo está no alto de um prédio, olhando a cidade. O ano é 2066 e tudo é desenvolvido tecnologicamente. Apesar de tanto progresso, a paisagem é cinza e árida, os mares, rios e lagos são totalmente poluídos, as florestas já não existem mais e a atmosfera se tornou irrespirável. Quem quer respirar ar puro, beber água potável e apreciar as plantas tem de comprá-los em garrafas. A comida é somente em pílulas com sabor. O importante é que tudo pode ser comprado. Até sonhos e felicidade. Só que, por trás dessa realidade distópica, a natureza segue viva, longe da percepção das pessoas. O Rio Carioca, antes aterrado, retoma o seu leito e Hugo se diverte passeando à sua margem poluída. Em um desses dias, surpreende-se ao avistar uma raposa e dá início a um processo iniciático, que o leva a tornar-se guardião de uma imensa floresta, preservada e escondida dos homens, até o dia em que possam voltar a vê-la. 

6 de setembro, domingo

Às 15h

Para crianças – Abertura: Lá vem o Rio (AM)

De Coletivo Experimental de Teatralidades 

Duração: 10 minutos 

Classificação indicativa: livre

Em www.itaucultural.org.br​   

Sinopse:

É um espetáculo no formato de teatro lambe-lambe, que narra a relação da garça e da capivara, representantes da fauna amazônica, no período da cheia do rio, que anualmente transforma os hábitos da população da região, quando as águas invadem a mata. A história, que se passa nas águas dos rios Negro e Solimões, é uma alusão aos tempos de COVID-19 em que parte da população resiste em fazer o distanciamento social na pandemia e insiste em práticas ruins, como a poluição do meio ambiente. 

Às 15h

Para crianças: O barquinho amarelo (SC)

De Associação Eranos – Círculo de Arte 

Duração: 37 minutos

Classificação indicativa: Livre 

Em www.itaucultural.org.br​   

Sinopse:

O Barquinho Amarelo faz uma ponte entre gerações, traz ao público brincadeiras, imagens e sonoridades da infância no interior, atravessada por aquilo que é original em todas as crianças de todas as épocas e de todos os lugares: o universo imaginativo. Indicado para crianças a partir de um ano, conta com dramaturgia original livremente inspirada no livro homônimo de Iêda Dias da Silva, referência na alfabetização em escolas públicas no Brasil, nas décadas de 1970 a 1990.  


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