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10/08/18
As aventuras de Algodon são postadas nas redes sociais. Foto: reprodução/Instagram
As aventuras de Algodon são postadas nas redes sociais. Foto: reprodução/Instagram

Fofura! O coelhinho Algodon vai te fazer falar a “língua” dele

10 / ago
Publicado por Priscila Miranda em Fofura às 8:16

O fofurômetro explode com ele! Um coelhinho da cidade de São Paulo está conquistando o coração de internautas que acompanham suas aventuras pelas redes sociais, com relatos curiosos na língua do “gudãonês”. Trata-se do Algodon, um coelho de seis anos e meio criado por Aline Bissoli.

Em conversa com o blog, ela conta que o animal, da raça lionhead, chegou na sua vida antes dos três meses de vida, em 2012. Por ser o primeiro pet dela, Aline diz que se sentiu um pouco insegura no início. “Achava que não seria capaz de fazer ele feliz, de cuidar”, relembra. Mas foi a convivência com o bichinho crescer que ela viu o amor por ele aumentar também.

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Por criá-lo longe de gaiolas, a tutora convive com Algodon interagindo por todo o ambiente. Ela reforça que dá trabalho, mas acredita que o pet vive muito melhor assim. “Acho que as pessoas criaram a ideia de manter coelho na gaiola, e isso não é legal. O Algodon tem muita personalidade e acho que isso foi desenvolvido porque sempre dei muita liberdade”, conta.

E a bagunça acontece. Dentro do apartamento, Algodon fica livre para explorar tudo e acaba destruindo coisas de Aline também. “A cortina, persiana, lençóis, cabos, fio de geladeira, almofada, chinelo. Cada dia uma surpresa. Uma vez ele comeu o sofá. O couro, a espuma até chegar na madeira. Em uma noite. A gente ficou superpreocupado achando que ele ia passar mal. Mas não aconteceu nada”, recorda a tutora.

O “gudãonês” e o sucesso nas redes sociais

Mas o que danado é “gudãonês”? Com a criação da página no Facebook para o coelho, Aline criou uma forma de comunicação diferente para interagir com os fãs de Algodon e falar o que estava fazendo. Ela escreve de forma divertida, usando a informalidade para imitar o que seria a maneira como o coelhinho, se pudesse, falasse.

Ela conta como decidiu criar a fanpage para Algodon. “Uma amiga disse que não aguentava mais ver fotos dele no meu Face. E sempre que eu postava foto, eu escrevia no idioma ‘gudãonês’, como se fosse ele. Aí eu fiquei com raiva! E criei a página e ainda dei bloqueio na minha amiga pra ela não ver mais nada dele. Hoje ela já está desbloqueada e curte ele”, relembrou Aline, rindo.

Além do Facebook, ela mantém um Instagram para o pet, mas com as legendas em sua maioria em inglês – lá, o público é mais dos Estados Unidos. “Mas não vejo graça escrever em inglês normal. Estou procurando formas de adaptar o gudãonês”, brinca.

Sobre cuidar de um coelho, Aline aconselha as pessoas a terem muita responsabilidade na decisão.

“Acho que muita gente tem essa ideia errada de que não dá trabalho e, às vezes, não assume responsabilidades. Coelhos são animais frágeis! Tem que ser manuseado com cuidado, ter cuidado com a alimentação. E aí na hora de ir no veterinário, tem que ir num especialista em [animais] exóticos. Infelizmente o pessoal acaba negligenciando muito. Vê o coelho dodói e não faz nada porque não tem veterinário porque não tem dinheiro. É mais caro, mais difícil de achar. Porque só acharam que ele ia ficar ali na dele e não ia precisar de muito. Mas eles precisam.”

 


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