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30/12/18
Permita-se ter muitos sonhos no novo ano. Sonhar é um verbo que nos faz sentir preenchidos de ânimo, coragem e maturidade, além de nos incentivar a caminhar por rotas cheias de possibilidades (Foto: Freepik)
Permita-se ter muitos sonhos no novo ano. Sonhar é um verbo que nos faz sentir preenchidos de ânimo, coragem e maturidade, além de nos incentivar a caminhar por rotas cheias de possibilidades (Foto: Freepik)

Feliz 2019: sonhar é uma forma de se preparar para o novo ano

30 / dez
Publicado por Cinthya Leite em Blog - 30/12/2018 às 20:46

Com a chegada de um novo ano, é saudável e natural que a gente alimente novos sonhos e até continue a amadurecer os antigos. Sonhar é um verbo que nos faz sentir preenchidos de ânimo, coragem e maturidade, além de nos incentivar a caminhar por rotas cheias de possibilidades. Quer passar num concurso com poucas vagas? Deseja escrever um livro, mas não sabe se terá financiamento? Pretende se inscrever na seleção de um mestrado ou doutorado, mas pensa que não tem titulação necessária para avançar para etapas finais? Tente, por mais difícil que possa parecer. É sempre possível lidar com obstáculos e vencer limites se encararmos nossos objetivos como algo expressivo e valioso, que conduz a uma vida cheia de sentido mesmo em meio a adversidades.

As palavras de um dos autores brasileiros mais lidos da atualidade, Augusto Cury, são inspiradoras. “Precisamos perseguir nossos mais belos sonhos. Desistir é uma palavra que tem que ser eliminada do dicionário de quem sonha e deseja conquistar. Não se esqueça de que você vai falhar 100% das vezes em que não tentar, vai perder 100% das vezes em que não procurar, vai estacionar 100% das vezes em que não ousar caminhar”, diz Cury, que é médico, psiquiatra e psicoterapeuta.

Os sonhos são como o combustível necessário para sairmos da inércia rumo ao caminho que leva a alcançar metas. Desejo que 2019 seja o ano que nos revele (ainda mais) que não vale a pena desistir dos nossos sonhos, pois não devemos abrir mão de sermos felizes. O escritor Érico Veríssimo (1905-1975) já definia a felicidade como a “certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente”. Décadas se passaram, mas a opinião de Veríssimo está em sintonia com a ciência, que não tem dúvidas do quanto é proveitoso encarar a vida como algo valioso. Tomo emprestados os versos da valsa Fim de ano (David Nasser e Francisco Alves), cantados há mais de 65 anos pelos brasileiros, para desejar a você, querido leitor, que “tudo se realize no ano que vai nascer”.


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