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15/01/16
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Pela primeira vez, Brasil confirma três mortes por chicungunha

15 / jan
Publicado por Cinthya Leite em Aedes aegypti - 15/01/2016 às 15:05

Imagem da barra do combate ao mosquito

Imagem de larvas do Aedes aegypti (Foto: Alexandre Gondim / JC Imagem)
Estados e municípios precisam potencializar as medidas de combate ao Aedes aegypti para evitar a transmissão de dengue, chicungunha e zika (Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem)

Em 2015, foram registrados 20.661 casos de chicungunha no Brasil. Desse total, 7.823 casos foram confirmados. Os outros 10.420 estão em investigação. Além disso, pela primeira vez no País, foram confirmadas três mortes por chicungunha, sendo duas na Bahia e uma em Sergipe. As três vítimas eram idosas (85, 83 e 75 anos) e apresentavam histórico de doenças crônicas. As informações e os dados foram divulgados, nesta sexta-feira (15), pelo Ministério da Saúde.

“A chicungunha pode descompensar as doenças de base, como diabetes e problemas cardíacos, principalmente nos idosos, que representam um grupo de risco de agravamentos por chicungunha”, explica o clínico geral Carlos Brito, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

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Atualmente, 84 municípios de 11 Estados no Brasil estão com transmissão autóctone (circulação) do vírus chicungunha. Em Pernambuco, por exemplo, ao longo do ano de 2015, foram notificados 2.605 casos suspeitos de chicungunha, sendo 450 confirmados. Já foram descartados 589 casos. Entre eles, 150 positivaram para dengue.

As medidas de prevenção para a doença são as mesmas já adotadas para a dengue e se resumem em evitar o acúmulo de água parada. A principal diferença nos sintomas das duas doenças é que, na chicungunha, a dor articular surge em 70% a 100% dos casos, é intensa e afeta principalmente pés e mãos.

Arte de cuidados para chicungunha


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