• Movimentação intensa nas entradas do estádio Amigão

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    Desde o primeiro minuto da abertura dos portões, as torcidas do Santa Cruz e Campinense entraram em grande número no estádio Amigão, em Campina Grande-PB, local da grande final do Nordestão. A expectativa é que o local da decisão esteja lotado para acompanhar o duelo. Do lado de fora do palco do jogo, muitos torcedores ainda marcam presença.

  • Festa da torcida do Santa Cruz rumo a Campina Grande-PB

    Foto: Diego Nigro/JC Imagem

    Foto: Diego Nigro/JC Imagem

    A torcida do Santa Cruz fez uma verdadeira festa no caminho à cidade de Campina Grande, na Paraíba, local da grande decisão da Copa do Nordeste contra o Campinense. Eles fizeram uma parada no município de Riachão do Bacamarte e aproveitaram para realizar um aquecimento.

    Confira o vídeo:

  • Equipe do Sistema Jornal do Commercio já está no Amigão

    Foto: Blog do Torcedor

    Foto: Blog do Torcedor

    O Sistema Jornal do Commercio de Comunicação preparou uma grande cobertura da grande decisão da final da Copa do Nordeste entre Campinense x Santa Cruz no estádio Amigão, em Campina Grande-PB. A Rádio Jornal transmite o jogo com a equipe completa no palco da partida e junto com o Blog do Torcedor, Jornal do Commercio e Replay – TV Jornal também passa em tempo real todos os detalhes de antes e depois do confronto nas redes sociais dos veículos. O torcedor pode participar da cobertura através da hastag #NordesteCoral.

  • Santa tem boa campanha como visitante na Copa NE

    Bahia x Santa Cruz

    Visitante indigesto na Copa do Nordeste, o Santa Cruz precisa apenas de um empate contra o Campinense, hoje, no estádio Amigão, em Campina Grande, para faturar o seu primeiro título da competição. O que deveria ser um adversário a mais, conhecendo a história dos tricolores no torneio em 2016, pode ser até um aliado. Juntando a fase de grupos e o mata-mata, a equipe jogou cinco partidas longe do Recife no Nordestão, com quatro vitórias e apenas uma derrota.

    Na fase classificatória, os triunfos sobre Confiança e Juazeirense fora de casa suplantaram a má fase no Arruda, onde o Santa Cruz conquistou apenas quatro pontos em três jogos. A única derrota longe dos seus domínios foi na última rodada do Grupo C, contra o Bahia. O revés, porém, não foi tão significativo, já que os tricolores passaram com uma das três vagas destinadas aos segundos melhores colocados.

    No mata-mata, só vitórias fora de casa. Nas quartas de final contra o Ceará, após uma virada na base da superação em casa, o Castelão viu brilhar a estrela de Wallyson. Em contra-ataque bem armado pelo Santa Cruz, o atacante apareceu para sacramentar a vaga nas semifinais.

    Contra o Bahia, após um empate melancólico no Arruda, com direito a pênalti de Wellington Cézar e gol de Luisinho, ex-jogador coral, a redenção veio em plena Fonte Nova. Com três expulsões na partida e até cabeçada de Milton Mendes em auxiliar do Bahia, o Santa Cruz venceu com um gol do experiente Grafite, que carimbou a vaga coral na inédita final do Nordestão.

    Como sempre, o técnico Milton Mendes até valoriza a campanha da equipe longe dos seus domínios, mas prefere pensar no presente. “Bem mais importante que esses números, é o próximo jogo. Em cima do Campinense é que estamos trabalhando. Nesse momento, mesmo em uma posição que só dependemos de nós mesmos, temos que entrar com a mesma postura de entrega, determinação e garra, atributos que o nosso torcedor adora e que também valorizo muito. Não podemos pensar em números ou história, mas na dificuldade que vamos encontrar contra o Campinense”, afirmou o comandante coral, que acredita que a torcida do adversário é mais um fator que complicará a vida dos tricolores.

    “O Campinense é um equipe aguerrida, que não desiste nunca. Se eles já lutaram no Arruda, imagina aqui (em Campina Grande), com torcida ao lado? Vai ser uma guerra.”

  • Santa Cruz a 90 minutos de uma glória inédita

    Santa Cruz sem margem de erro para encarar o Bahia

    Foto: JC Imagem.

    Início vacilante, críticas, troca de técnico e a arrancada final. O Santa Cruz põe todos os elementos de sua campanha na Copa do Nordeste no gramado do Amigão, a partir das 16h deste domingo (1), às 16h, quando encara a segunda partida diante do Campinense pela decisão da competição regional. O triunfo por 2×1 arrancado no apagar das luzes da última quarta-feira (27) deu ao time pernambucano a vantagem de trazer a Orelhuda para Pernambuco com empate por qualquer placar. Os paraibanos precisam levar a melhor por dois gols de diferença. Se o resultado do Arruda se repetir, a definição vai para as cobranças de pênaltis.

    O Tricolor ganhou dois reforços para essa decisão, um que organiza e outro que executa. O técnico Milton Mendes não esteve no banco de reservas na quarta por ter dado uma cabeçada no auxiliar técnico do Bahia na semifinal – cumpriu suspensão. Já o meia João Paulo ficou fora porque no mesmo jogo foi expulso e logo em seguida sofreu um trauma na panturrilha direita. A presença do treinador está confirmada, mas o camisa 10 voltou a trabalhar apenas nesta quinta (28). Pode ficar como opção no banco.

    TIME
    O trabalho da sexta-feira (29), em Campina Grande, foi a portas fechadas. Por isso, o time é uma incógnita, embora Milton deva manter a formação básica. A grande dúvida fica mesmo para a posição de João Paulo. Apesar da vitória, Leandrinho não agradou no primeiro jogo. Se João não estiver cem por cento pode abrir espaço para Raniel, este autor do passe para Bruno Moraes marcar o gol da vitória. A surpresa seria Wallyson, que também pode atuar no setor.

    EQUILÍBRIO

    Foto: André Nery/JC Imagem

    Foto: André Nery/JC Imagem

    Num momento decisivo, o técnico tricolor vem enfatizando mais as questões emocionais do que técnicas e táticas. Para ele, o equilíbrio num momento como esse vai fazer a diferença. “Quem estiver com o emocional mais equilibrado. Quem encarar com mais tranquilidade estará mais perto de ganhar”, diz.

    ADVERSÁRIO

    Foto: André Nery/JC Imagem

    Foto: André Nery/JC Imagem

    O técnico Francisco Diá perdeu o volante Leandro Sobral, com uma lesão muscular que deve tirá-lo de combate por até 15 dias. O substituto imediato é Fernando Pires, mas o treiandor pode usar de outra alternativa para confundir o adversário. Pires foi titular no trabalho na noite de sexta no Amigão. Também existe a possibilidade de Jussimar começar como titular, já que a equipe paraibana precisa ser mais ofensiva por conta da vantagem dos corais.

    A Raposa trabalhou com Glédson; Negretti, Joécio, Tiago Sala e Danilo; Fernando Pires, Magno, Felipe Ramon (ou Jussimar) e Roger Gaúcho; Raul e Rodrigão.

    Ficha do jogo:

    CAMPINENSE
    Glédson; Negretti, Joécio, Tiago Sala e Danilo; Leandro Sobral , Magno, Filipe Ramon (Jussimar) e Roger Gaúcho; Raul e Rodrigão. Técnico: Francisco Diá.

    SANTA CRUZ
    Tiago Cardoso; Vítor, Néris, Danny Morais e Tiago Costa; Uillian Correia, Leandrinho (João Paulo) e Lelê; Arthur, Grafite e Keno. Técnico: Milton Mendes.

    Local: Estádio Amigão, em Campina Grande (PB). Horário: 16h. Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA). Assistentes: Alessandro Rocha de Matos e José Carlos Oliveira dos Santos (BA).

  • As armas secretas do Santa Cruz conquistar o Nordestão

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    Por Diego Toscano, do Jornal do Commercio
    Twitter: @diegobmtoscano

    Precisando apenas de um empate para conquistar o inédito título da Copa do Nordeste, o Santa Cruz tem duas armas no banco: Léo Moura e Bruno Moraes. Reservas, os dois jogadores foram fundamentais no primeiro jogo da final, contra o Campinense, no Arruda. Enquanto o lateral iniciou a jogada do gol da vitória, o segundo concluiu o lance, aos 47 minutos do segundo tempo. Amanhã, no estádio Amigão, se Milton Mendes precisar, os dois jogadores estarão prontos para decidir para a Cobra Coral.

    Atuando mais na sua posição de origem (lateral) que na que foi contratado (meia), Léo Moura vê um jogo que será decidido nos detalhes. “A vantagem é pequena. Sabemos que no futebol, às vezes, ter apenas um gol de diferença não é nada. Temos que estar concentrados porque o Campinense é uma equipe qualificada, que joga para frente”, alertou o jogador.

    Autor do gol que fez a diferença para o Santa Cruz no jogo da ida, Bruno Moraes ressaltou a força do grupo. “Foi um gol muito importante, que mostrou a força do grupo e que foi trabalhado por todos que entraram durante o jogo. Foi um gol que deixou claro que ninguém desiste em momento algum no clube. Mostra também que todo mundo tem condição de iniciar como titular ou entrar no decorrer do jogo. Time campeão tem que ser assim: preparado para tudo”, explicou.

    Com 37 anos, Léo Moura chegou no Santa Cruz com prestígio. Foi recebido no aeroporto por torcedores e prometeu ajudar o clube, que vinha em má fase na temporada. É verdade que os tricolores se recuperaram no ano, chegando nas decisões da Copa do Nordeste do Campeonato Pernambucano. Mas isso não passou pelas atuações de Léo Moura.

    Apresentado como novo reforço do Santa Cruz no dia 14 de março, o atleta só jogou seis partidas pelos tricolores até agora. Ao todo, foram 244 minutos com a camisa coral, média de apenas 40 por partida. Mesmo com pouco tempo em campo, o atleta não fica chateado com o banco, e se colocou à disposição do técnico.

    “Lógico que todos querem estar sempre jogando, mas eu sou apenas mais um atleta do grupo e quero sempre ajudar. No momento que Milton precisou, pude colaborar, assim como os outros que entraram. O Santa Cruz só tem a ganhar com isso”, ressaltou.

    Fundamental na arrancada do Santa Cruz na Série B do ano passado, com seis gols nos últimos oito jogos, Bruno Moraes busca a redenção em 2016.

    Na temporada, o General atuou em 15 partidas, mas balançou as redes em apenas quatro oportunidades. Os números, porém, podem não fazer a menor falta: o segundo gol no Arruda, contra o Campinense, pode ter sido o decisivo para o inédito título regional do Santa Cruz.

    “Todos jogadores sonham em fazer esse gol, mas agora isso é o de menos. Temos que ressaltar o mais importante de tudo: o título para o Santa Cruz. Estamos focados em ser campeão, e não quem vai fazer o gol”, disse.

  • Santa Cruz: do início vacilante ao voo na reta final

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    Foto: André Nery/JC Imagem.

    O desempenho do Santa Cruz pode ser comparado com um automóvel que tem uma pequena sujeira na injeção eletrônica que impede seu motor desenvolver a velocidade plena. Mas quando consegue limpar torna-se inalcançável. De uma vaga conquistada aos trancos e barrancos e nos critérios de desempate à invencibilidade no mata-mata o time passou por todas as fases: favoritismo no início, sofrimento no meio e redenção no fim.

    Foto: Diego Nigro/JC Imagem

    Foto: Diego Nigro/JC Imagem

    Os corais estavam no grupo C, que tinha como adversário mais duro, ao menos em tese, o Bahia. E isso se concretizou logo na primeira rodada. O goleiro Marcelo Lomba teve grande atuação, garantindo os três pontos depois do gol de Juninho. A primeira vitória veio longe de casa, contra o Confiança, com gols de Grafite e Alemão.

    Parecia que o time iria engrenar. Só parecia. Na volta para casa, novo balde de água fria na torcida com um insosso empate por 1×1 com o frágil Juazeirense. Esse jogo indicaria uma tendência nessa primeira fase do Estadual, que encontraria eco no Pernambucano: o time se complicaria quando jogasse em casa. O jogo em sequência, contra o Juazeirense de novo, confirmou esse ‘problema’. O time foi a Senhor do Bomfim e venceu o mesmo adversário por 1×0.

    Foto: André Nery/JC Imagem

    Foto: André Nery/JC Imagem

    A primeira vitória em casa só veio na penúltima rodada, com um 3×1 em cima do Confiança, com gols de Tiago Costa, Keno e Bruno Moraes. Mesmo assim, a torcida já chiava e não era pouco com o técnico Marcelo Martelotte. O Tricolor mantivera a base vice-campeã da Série B, mas o futebol ficou perdido em algum lugar do passado. O time não tinha força para atacar e dava muito espaço na hora de defender.

    Isso chegou ao ápice na última rodada da primeira fase quando teria novamente o Bahia pela frente. Classificado antecipadamente e com cem por cento de aproveitamento, o Tricolor de Aço deu-se ao luxo de escalar um time repleto de garotos recém-promovidos das divisões de base. Os corais brigavam com outras quatro equipes para entrar nas quartas de final como um dos três melhores segundos colocados. Um time emperrado e experiente conseguiu perder para a meninada baiana. No retorno ao Recife, Martelotte foi demitido.

    MATA-MATA

    Santa

    Milton Mendes, com bons trabalhos na Ferroviária de Araraquara e Atlético Paranaense, foi o escolhido. E ‘estreou’ com o pé direito. Na abertura das quartas de final contra o Ceará ele estava nas tribunas vendo o time jogar comandado por Adriano Teixeira. No intervalo, com a equipe no prejuízo por 1×0, foi ao vestiário, conversou com os jogadores, deu algumas orientações e a virada veio na segunda etapa com dois gols de Keno.

    No jogo da volta o Tricolor sofreu um bombardeio do atual campeão. Teve direito a Danny Morais salvando em cima da linha e Tiago Cardoso defendendo um pênalti, feito que ele não alcançava desde o dia 6 de setembro de 2014. No final do jogo, Wallyson escapou num contra-ataque e fez 1×0. Começava ali a melhor campanha do mata-mata.

    A semifinal era a chance de dar o troco ao Bahia. Mas as coisas começaram bem diferentes. O time visitante marcou a saída de bola e tocou a bola no campo ofensivo até marcar o gol aos 19 minutos com Hernane Brocador. Só aí o Santa saiu para o jogo, comandado pelo inspiradíssimo Keno. E foi dele o empate já no último minuto do primeiro tempo depois de passar por três marcadores. A virada coral veio aos 12, com direito a Grafite driblar Marcelo Lomba. Parecia que o filme das quartas de final iria se repetir. Mas só parecia. Aos 38 do segundo tempo, em sua segunda participação no jogo, Wellington Cézar meteu a mão na bola dentro da área. Luisinho foi para a cobrança e deixou tudo igual.

    Com o 2×2 o Bahia poderia empatar por 0x0 e 1×1 para ir à final. A Fonte Nova viu o jogo mais tenso da competição com jogadores dos dois times trocando empurrões e cometendo faltas ríspidas. Nesse nervosismo, o zagueiro Róbson falhou numa saída de bola. Melhor para Grafite que avançou e fez 1×0 ainda na primeira etapa. Depois foi se segurar para grantir a final inédita.

    DECISÃO

    Santa Cruz vence o Campinense com gol decisivo do General

    Foto: JC Imagem.

    Depois de despachar o dono da melhor campanha, o Santa teria pela frente justamente o segundo melhor. E com um bônus. O Campinense se especializava em mandar pernambucanos de volta para casa. Só o Salgueiro perdeu três vezes para a Raposa. Nas semifinais, a vítima foi o Sport. E como todo mundo esperava o jogo foi duríssimo, ainda que nacionalmente haja um abismo entre os dois – o Santa está na Série A e o time paraibano na B.

    O Campinense não se intimidou e jogou de igual para igual. Mesmo com essa dificuldade, Grafite estava lá para fazer a diferença ainda no primeiro tempo. O panorama seguiu igual no segundo e quase no mesmo lugar do gol tricolor, o time visitante empatou com Tiago Sala. Sem outra alternativa a não ser atacar, Milton Mendes mandou o time para cima deixando apenas um volante protegendo a defesa. E foi recompensado com um chute de primeira de Bruno Moraes aos 46 do segundo tempo. Era a vantagem que o Tricolor precisava para escrever um feliz capítulo final desta história.

  • Santa Cruz: Léo Moura não se ilude com a vantagem

    Foto: André Nery/JC Imagem

    Foto: André Nery/JC Imagem

    Uma das armas que levou o Santa Cruz à vitória no primeiro jogo com o Campinense, o lateral-direito Léo Moura, não se empolga com a vantagem de um gol conseguida com o placar por 2×1 no Arruda. Para ele, o time tem que manter a concentração porque o adversário é forte e deve criar muita dificuldade no domingo (1).

    “A vantagem é pequena. A gente sabe que no futebol um gol não é nada. O time está concentrado porque o adversário é qualificado. Mas o Milton já sabe o que fazer para a gente anular o Campinense”, alertou.

    Se vai ser titular ou não, para ele não importa. Ele quer estar lá e pronto para ajudar se for chamado. “Encaro isso com tranquilidade. Sou mais um no grupo e quero sempre ajudar. Não só eu mas todos os outros e o grupo é quem ganha com isso”.

    O lateral também espera que a torcida tricolor chegue em bom número no Amigão, algo mais do iminente, já que todos os ingressos disponíveis nas bilheterias do Arruda esgotaram em menos de uma hora. “A torcida vem dando sua contribuição e acredito que aqui não vai ser diferente. Foi lindo ver o Arruda daquele jeito”.