Nas ondas do rádio: ouça os gols de Náutico 3×2 Oeste-SP

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O Náutico não só conseguiu vencer o Oeste, de virada, na Arena PE e chegar ao décimo lugar da Série B como também emplacou pela primeira vez a segunda vitória consecutiva na competição.

Foi difícil, o time esteve atrás do placar por duas vezes, mas conseguiu uma virada sensacional com a ajuda do meia Marcelo Cañete, autor do terceiro gol. Mario Risso e Crislan também anotaram os tentos alvirrubros. Confira os três gols do Náutico sobre o Rubrão na narração de Roberto Queiroz, o Garganta de Aço.

Os destaques do Blog do Torcedor desta terça-feira

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Em noite de Náutico e Santa Cruz em campo pela Série B, o Blog também movimentou seu noticiário durante o dia. A polêmica da aquisição total do CT José de Andrade Médicis pelo Sport ganhou mais um capítulo. Náutico e Pedro Carmona debatem o futuro da relação e uma das duplas de ataque mais afinadas dos últimos tempos no futebol pernambucano se encontrou novamente. Isso sem falar na primeira convocação de Dunga.

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Sampaio 0×0 Santa: lamento e valorização do ponto

Foto: Diego Nigro/JC Imagem

Foto: Diego Nigro/JC Imagem

A valorização do ponto conquistado misturou-se ao lamento por parte do técnico Sérgio Guedes e seus jogadores. Para o comandante, o lado bom foi a capcidade que a equipe teve de criar boas oportunidades. E por isso, segundo ele, merecia a vitória. Os jogdores reconheceram a dificuldade e o equilíbrio da partida e ressaltaram que o ponto conquistado foi importante para a sequência da competição.

“Às vezes um detalhe faz com que não se atinja o objetivo principal (gol). Mas acredito em entrega, determinação e volume e durante parte dessa partida teve isso. Por isso, merecia a vitória”, explicou Sérgio Guedes. O maior elogio foi para a mudança de postura no segundo tempo, quando o Santa saiu de uma postura ofensiva e arriscada na primeira etapa para ser mais conservador e ainda assim ter chance de vencer como provaram as duas bolas na trave.

“O time se portou ofensivo demais e estávamos com jogadores importantes atuando de costas. Era necessário mudar e isso foi bem interpretado pelos atletas. No segundo tempo o Santa teve personalidade e se adequou ao que o jogo exigiu. Por isso esteve muitoo perto da vitória”, avaliou.

O atacante Leo Gamalho viu um jogo aberto onde qualquer um dos dois times poderia ter saído com a vitória. Por isso ele viu o resultado justo. “A gente entrou para vencer mas eles conseguiram chegar algumas vezes. Foi um jogo aberto e terminou sendo um resultado justo”.

O meia Carlos Alberto lembrou da dificuldade de jogar no gramado do Castelão e valorizou a igualdade. “Diante de um campo dessa dimensão com gramado nessa altura e uma equipe qualificada, no resumo final foi um bom resultado”, salientou.

Guedes também criticou o local do jogo. Para ele, o Castelão é um estádio superado para receber grandes competições pelas dimensões e altura do gramado, embora ele esteja dentro dos padrões da Fifa, com 110x75m.

SAMPAIO – O coro de ‘Burro’ na substituição de Uilliam Corrêa por Arlindo Maracanã foi o prenúncio de que a noite não terminaria bem para o técnico Lisca. Ainda no vestiário, o técnico foi demitido. Alguns torcedores revoltados tentaram invadir o vestiário.

Náutico: técnico exalta vontade do time em buscar a virada

Foto: Diego Nigro - JC Imagem

Foto: Diego Nigro – JC Imagem

A transpiração foi mais importante do que a inspiração na vitória do Náutico, de virada, por 3×2, sobre o Oeste nesta terça-feira, na Arena PE pela 17°rodada da Série B. O time não foi bem, errou muitos passes e foi vulnerável na marcação. O técnico Dado Cavalcanti reconheceu os erros do time e que a atuação foi bem abaixo da vitória passada, sobre o Luverdense.

No entanto ele preferiu exaltar o ímpeto da equipe em buscar o resultado positivo estando atrás do placar por duas vezes, mas sem esquecer que vai precisar corrigir os erros para o jogo seguinte. “Erramos muito em vários aspectos. Jogamos com uma proposta diferente em relação ao último jogo, nossa marcação não encaixou e errou muito, se desgastando bastante”, comentou.

“Mas corremos atrás do placar por duas vezes e a equipe mostrou poder de reação para empatar e conseguir a virada. A ansiedade para vencer duas seguidas e dar alegria ao torcedor acabou influenciando no jogo”, contou.

Na próxima rodada o Náutico encara o América-RN também na Arena PE, no próximo sábado. O time vai em busca da terceira vitória seguida e assim encostar no G-4, mas o técnico ainda acredita que não pode deixar de pensar na zona de rebaixamento, apesar da distância de oito pontos.

“Vamos pensar nos próximos jogos e em conquistar os três pontos. Ainda estamos errando muito e numa situação crítica, por isso não podemos deixar de pensar no risco de rebaixamento. É claro que uma vitória resgata a confiança e anima o torcedor mas ainda precisamos corrigir muita coisa”, afirmou.

Cañete

Cañete comemora com os companheiros o gol da vitória. Foto: Diego Nigro / JC Imagem

Cañete comemora com os companheiros o gol da vitória. Foto: Diego Nigro / JC Imagem

Autor do gol da vitória o meia argentino Cañete deve ser titular no próximo jogo. Dado gostou da atuação do meia e explicou os motivos para não utilizá-lo no início do jogo.

“O Cañete foi decisivo no segundo tempo, mas não quero dizer que ele não seria no início. O problema é que eu precisava encontrar situações no jogo para que ele pudesse desequilibrar e vi que no segundo tempo com a marcação adversária mais desgastada ele poderia render mais. É um jogador que tem mais qualidade que muitos jogadores do elenco e vai nos ajudar muito”, encerrou.

Após boa atuação, Tiago Cardoso responde críticas

Um dos maiores responsáveis pelo placar de 0×0 no Maranhão, o goleiro Tiago Cardoso aproveitou a entrevista coletiva após a partida para mostrar sua indignação com as críticas recebidas após os dois jogos contra o Santa Rita, que eliminaram o Santa Cruz da Copa do Brasil. O jogador explicou que o único gol que tomou e poderia ter sido evitado foi o terceiro no confronto contra o Ceará, no Arruda.

“Foi uma decisão que tomei e complicou. Fora isso não tomei nenhum gol que tivesse sido falha, descuido ou qualquer outra coisa. Sei que tomamos muitos gols depois da Copa, mas sou muito exigente comigo mesmo. Se fizer dez defesas e errar um tiro de meta vou para casa revoltado. Quando fomos eliminados (da Copa do Brasil) fiquei três dias sem dormir. Não sei de onde partiu isso, se foi de torcedor ou de alguém da imprensa. Chego cedo e saio tarde e volto com a cabeça tranquila. Todos estão vendo meu trabalho”, disse.

Sobre seu desempenho na noite desta terça, o camisa objetivo ao avaliar o que fez mas aliviou a barra do time. “O goleiro está lá para fazer isso mesmo. Mas isso aconteceu porque nosso time se arrisca a fazer gols. Quando se ataca forte e ainda mais nesse campo, que é grande, vai dar espaço e o time deles é veloz nos lados do campo”, pontuou.

E por falar em campo, o piso foi um dos grandes empecilhos que o capitão coral viu tanto para atrapalhar o Santao como ajudar o Sampaio Corrêa. “Temos jogado bem mas esse gramado não é brinquedo não. Jogadores estavam caindo de cansaço e no momento de sair rápido isso pesou. Seguramos no final porque um contra-ataque poderia ser mortal”, explicou. Também por isso ele ressaltou os três jogos sem tomar gols, que resultaram sem sete pontos somados.

Em jogo equilibrado, Santa Cruz fica no 0×0 com o Sampaio Corrêa

Foto: Douglas Júnior/ O Estado do Maranhão

Foto: Douglas Júnior/ O Estado do Maranhão

Num jogo em que a balança oscilou para um e outro lado, o Santa Cruz arrancou um ponto no Castelão-MA ao empatar em 0×0 com o Sampaio Corrêa na noite desta terça-feira (19). O ponto conquistado deixou os corais em 14º lugar com 23 pontos mas um jogo a menos que os adversários. Pelo desempenho dos dois times e oportunidades criadas o resultado igual terminou sendo justo.

» Lamento e valorização do ponto conquistado

» Tiago Cardoso rebate críticas

O Santa Cruz resolveu explorar a fragilidade dos zagueiros do Sampaio. Começou o jogo marcando no campo maranhense. E levou perigo. Levaria até mais se o passe final, aquele que deixa o atacante em condições de marcar, saísse mais caprichado. Para ter uma ideia da pressão, aos três minutos o tricolor já batia o terceiro escanteio seguido.

Entrincheirado no seu campo, o time da casa optou pelo contra-ataque e também levou perigo. Com o passar do tempo, o time pernambucano descompactou duas duas primeiras linhas ofensivas e permitiu que o adversário jogasse com mais liberdade entre elas. Com isso, a bola chegou mais rápido e com mais qualidade ao ataque. Tiago Cardoso teve que mostrar serviço e contar com a sorte, como no chute de Edgar que bateu na trave direita.

O goleiro foi preciso no minuto seguinte ao desviar de ponta de dedo um chute rasteiro de Eloir. A essa altura o Sampaio já explorava o ponto fraco do Santa Cruz cantado em verso e prosa por tudo quanto é comentarista: os espaços nas duas laterais do campo. Foi por lá que William Paulista mandou para defesa do goleiro coral e, na segunda tentativa, passou raspando a trave. Ambas no lado esquerdo tricolor. Também foi pelo lado, só que direito, Hiltinho cruzou com tranquilidade para Edgar chutar mais uma com perigo.

A reta final da primeira etapa foi o inverso dos primeiros 15 minutos. Jogo só no lado da defesa do Santa. A diferença foi era o defeito. Se o do Santa era o passe final, o do Sampaio era a pontaria.

Vendo que estava exigindo demais de seu goleiro, o técnico Sérgio Guedes resolveu reforçar mais a marcação para ao menots tentar diminuir os apuros. Por isso, Memo assumiu o lugar de Wescley. A marcação realmente melhorou e os corais conseguiram aliviar a pressão do Sampaio. Mas os passes foram o calcanhar de aquiles, que atrapalharam as investidas ofensivas.

Só depois dos dez minutos, os corais conseguiram assentar a nova formação e também passaram a assustar. E o fizeram com bastante contundência. O zagueiro Renan Oliveira e o atacante Leo Gamalho carimbaram a trave maranhense.

A evolução dos pernambucanos não impediu os sobressaltos. Aos 24, por exemplo, Eloir cruzou e Everton Sena tentou o corte, aparentemente sem grandes consequências. Porém a bola tomaria o rumo das próprias redes se não fosse nas mãos do onipresente Tiago Cardoso.

A leitura que os dois times fizeram um do outro fez o jogo perder velocidade à medida que o jogo chegava perto do fim. Se não foi tão incisivo quanto no começo da segunda etapa, ao menos o Santa não precisou ser tão dependente de seu goleiro.

Ficha do jogo:

Sampaio Corrêa: Rodrigo Ramos; Hiltinho, Luis Otávio, Edimar e Willian Simões; Jonas, Uillian Corrêa (Arlindo Maracanã), Eloir e Márcio Diogo (Cleitinho); Edgar e Willian Paulista (Pimentinha). Técnico: Lisca.

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Tony, Everton Sena, Renan Fonseca e Renatinho (Julinho); Sandro Manoel, Danilo Pires, Carlos Alberto e Wescley (Memo); Keno (Pingo) e Léo Gamalho. Técnico: Sérgio Guedes.

Estádio: Castelão, em São Luís (MA). Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Rio Grande do Sul). Assistentes: Fábio Pereira (Tocantins) e Nilton Pereira da Silva (Roraima).

Náutico vence de virada e segue subindo na Série B

Cañete comemora com os companheiros o gol da vitória. Foto: Diego Nigro / JC Imagem

Cañete comemora com os companheiros o gol da vitória. Foto: Diego Nigro / JC Imagem

Se a expectativa do técnico Dado Cavalcanti e da torcida era de ver um time ainda melhor em relação ao da vitória sobre o Luverdense isso não foi possível contra  Oeste nesta terça-feira, na Arena PE, pela 17° rodada da Série B.

Pelo menos viu um time com muita vontade e raça para buscar a vitória suada e de virada, por 3×2, que só foi possível com a entrada do meia Cañete, que parece ter se consolidado no time titular pela boa entrada na partida e por ter mostrado que tem as características de um camisa 10 que o time está precisando para a sequência da Segundona, apesar de jogar com a 15.

O Náutico esteve duas vezes atrás do placar e precisou de muita vontade e disposição para vencer a segunda seguida, algo que não havia conquistado ainda na competição. Um time bem diferente do que estava jogando com Sidney Moraes. Além de Cañete, Mario Risso e Crislan marcaram para o Alvirrubro. Pelo Rubrão, Roger Gaúcho e Everton Dias marcaram os gols.

Com a vitória o Náutico chegou ao décimo lugar com 24 pontos, quatro a menos que o quarto colocado, a Ponte Preta. O próximo jogo será no sábado contra o América-RN na Arena PE. Já o Oeste, segue na zona da degola com os mesmos 16 pontos. O jogo seguinte será contra o Boa Esport no Estádio dos Amaros.

O jogo

As duas equipes começaram fazendo um jogo muito fraco tecnicamente, principalmente nos passes errados. O Náutico caiu na marcação do adversário, especialmente quando jogava pela direita com Crislan que sempre puxava para o meio mas esbarrava na defesa e facilmente entregava a posse de bola. Na marcação até começou bem, roubando as bolas que perdia com os passes equivocados, mas depois cedeu espaços e tomou bolas nas costas, foi assim nos dois gols.

Mario Risso subiu muito e marcou o primeiro gol do Náutico. Foto: Diego Nigro - JC Imagem

Mario Risso subiu muito e marcou o primeiro gol do Náutico. Foto: Diego Nigro – JC Imagem

Com o trio ofensivo formado por Sassá, Crislan e Tadeu o alvirrubro foi ofensivo e teve o apoio da marcação adiantada para neutralizar as investidas do Oeste.Tudo estava tranquilo até os 25 minutos quando num descuido o time sofreu o primeiro gol.

Serginho arrancou com espaço pelo meio, tocou nas costas de Flávio e encontrou Roger Gaúcho que chutou cruzado, no canto direito de Júlio Cesar. A torcida já ensaiou um grito pedindo Marinho, entendendo que faltava alguém para partir pra cima da defesa, já que Crislan não estava conseguindo executar a função como Dado queria.

Foto: Diego Nigro - JC Imagem

Foto: Diego Nigro – JC Imagem

Sassá passou a ser mais ativo no jogo pela esquerda, mas também tentava entrar pelo meio e esbarrava na defesa. O empate do Náutico saiu na bola parada, Crislan tentou na primeira mas acertou a trave, na sobra, novo cruzamento na área e desta vez Mario Risso subiu mais que todo mundo e empatou o jogo. Apesar do empate e da empolgação da torcida a marcação alvirrubra continuou frágil e levando bolas nas costas, principalmente no lado direito com Rafael Cruz.

Aos 36 minutos o zagueiro Renan recebeu na entrada da área e só teve o trabalho de tocar para Everton Dias, que nem trabalho teve para marcar o segundo. Em nova tentativa de empatar o jogo o Timbu foi afobado e no desespero. Aos 44 após confusão na área, Crislan pegou um voleio meio esquisito mas o suficiente para empatar o jogo. Na etapa final voltou com mais volume de jogo mas seguiu deixando espaços na defesa.

Roger Gaúcho quase marcou o terceiro, Júlio Cesar estava atento e fez a defesa. Marinho entrou bem e colocou velocidade no ataque, teve duas chances de gol mas pecou na finalização. Aos 18 minutos Dado Cavalcanti colocou Cañete na vaga de Vinícius, Logo no primeiro minuto em campo ele fez boa jogada e foi derrubado pelo goleiro do Oeste. O árbitro não marcou o pênalti e deu amarelo ao meia por reclamação. Mas a noite reservava coisas boas para o argentino e a torcid

Jogadores comemoram o gol de Mario Risso. Foto: Diego Nigro - JC Imagem

Jogadores comemoram o gol de Mario Risso. Foto: Diego Nigro – JC Imagem

a vermelha e branca.

Cañete seguiu bem no jogo e tentando o gol, ou um passe para algum companheiro. Veio a primeira opção – aos 38 minutos ele chamou a responsabilidade, passou pelo marcador e chutou forte. A bola desviou na defesa e foi morrer no fundo das redes de Anderson. O Oeste ainda tentou empatar o jogo, mas na base do abafa não teve competência. Final de jogo na Arena, Náutico 3×2 e mais três pontos conquistados.

 

Ficha de jogo

Náutico – Júlio Cesar; Rafael Cruz, Mario Risso, Flávio e Roberto (Raí); João Ananias, Paulinho e Vinícius (Cañete); Sassá, Crislan (Marinho) e Tadeu. Técnico: Dado Cavalcanti.

Oeste-SP – Anderson; Ezequiel, Lucas Bahia, Renan e Fernandinho; Ramires (Jackson), Everton Dias e Roger Gaúcho; Kléber, Dionisio (Cris) e Serginho. Técnico: Luis Carlos Martins

Campeonato Brasileiro Série B (17°rodada)
Data: 19/08
Horário: 19h30
Local: Arena PE
Árbitro: Janio Pires Gonçalves – TO
Assistentes: Francisco Casimiro de Sousa e Gilvan Cavalcante Medrado (ambos TO)
Cartões amarelos: Oeste – Dionisio e Anderson; Náutico – Rafael Cruz, Cañete, Julio Cesar e Marinho
Gols: Náutico (Mario Risso, aos 31 min do 1°t) Crislan, aos 44 do 1°t) e Cañete, aos 38 do 2°t; Oeste – Roger Gaucho (aos 25 min do 1°t) e Everton Dias (aos 36 min do 1°t)

Público: 6.368

Renda: R$ 151. 875

Castelão-MA: Sampaio Corrêa e Santa Cruz escalados

Sampaio Corrêa: Rodrigo Ramos; Hiltinho, Mimica (Luis Otávio), Edimar e Willian Simões; Jonas, Uillian Corrêa, Eloir e Márcio Diogo; Edgar e Willian Paulista. Técnico: Lisca.

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Tony, Everton Sena, Renan Fonseca e Renatinho; Sandro Manoel, Danilo Pires, Carlos Alberto e Wescley; Keno e Léo Gamalho. Técnico: Sérgio Guedes.

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