Engata a sexta? Torcedor pode escolher frase do ônibus do Brasil na Copa do Mundo

A Fifa não deixa escapar nenhum detalhe na Copa do Mundo. Até mesmo a frase dos ônibus das seleções é motivo para marketing. Para o Mundial deste ano, o torcedor poderá escolher as palavras que ficarão no transporte dos países que disputam a competição. São três as opções para cada equipe. No caso do Brasil, temos ‘Engata a sexta, Brasil!’, ‘Na nossa casa não!’ e ‘Prepara-se, o hexa está chegando!’. Não são as opções mais criativas do mundo, mas ainda assim são legais.

Os torcedores podem escolher a melhor frase no site da Fifa.

Replay – Clássico musical entre as Bandas Leva e Citrus Club

Blog do Torcedor lança segunda edição da campanha #abraçone10 para o segundo jogo da final do Pernambucano

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Com o objetivo de continuar promovendo a paz nos estádios, a campanha #abraçoNE10 chega a sua segunda edição. A promoção agora vale para o segundo jogo da final do Pernambucano, entre Náutico e Sport, na Arena Pernambuco, na próxima quarta-feira. A ação já está valendo. As regras para participar seguem abaixo:

1 – Os dois torcedores têm que estar abraçados;
2 – Ambos têm que estar vestidos com as camisas de seus clubes, Náutico e Sport;
3 – A foto tem que ser tirada e publicada no Instagram até às 20h da próxima quarta-feira (23 de abril);
4 – O uso da hashtag #abraçone10

As melhores fotos serão montadas numa galeria e publicadas no Blog do Torcedor. Os internautas que tiverem a foto mais curtida vão ganhar o direito de participar do JC Esporte10 (a data será escolhida pelos vencedores). Além disso, a dupla vai ganhar um kit da Rota do Mar e um livro Pedrinho e a Chuteira da Sorte, escrito pelo editor do Blog, Marcelo Cavalcante.

Mesmo sem estar no melhor condicionamento físico, Marinho se mostra disposto a ajudar o Náutico

Apesar de ser considerado uma peça importante para o técnico Lisca, o atacante Marinho provavelmente não será titular na final contra o Sport, nesta quarta-feira, na Arena Pernambuco, às 22h. O jogador não se encontra no seu condicionamento ideal e deve ficar no banco, o que não o impede de querer ajudar os seus companheiros de time.

“Posso não estar na melhor forma, mas estou à disposição. Treinei com o grupo e espero que a gente possa ter um grande dia”, disse.

Marinho vem sofrendo com lesões durante a temporada e ficou de fora do primeiro jogo da decisão, na Ilha do Retiro. Viu de fora a derrota por 2×0 para o Leão e agora espera um enredo diferente. “Temos que ter concentração e inteligência para ganhar. Não pode ser poupar agora’.

Se Marinho não entrar como titular, Leleu e Paulo Júnior disputam a vaga.

Em crônica, torcedora faz uma análise da situação do Santa Cruz

Por Magali Gama*

Em terras de Zés…

Era uma vez, num mundo bem perto, a terra dos Zés. Um dos mais queridos, o Zé Coral, era homem do povo, apaixonado por um esporte do povo, o “bola no pé”, torcia e vibrava por seu time, o centenário de nome santo e da cor do seu nome, coral. Em todos esses anos, Zé Coral nunca abandonou o centenário,
mesmo nos piores momentos, pois o nome santo, se nas vitórias tinha garra, nas derrotas tinha alma, transpirava luta.

Nos últimos tempos, como o time centenário andava mal das pernas, muitos se afastaram e quase ninguém queria administrá-lo. Mas tinha o Dr. Zé, homem letrado, de família coral, que não se esquivou. Assumiu, chamou o Boy Zé, convocou alguns Zés centenários na idade e no clube de nome santo. Dr.
Zé tinha boa vontade, mas tinha também uma vontade não tão boa: era político e ambições políticas não combinavam com nome santo.

No fundo do poço, Zé Coral sofria, mas nunca abandonava seu amor centenário. E acreditando em Dr. Zé, apoiou desde o primeiro dia a dura caminhada para reerguer o santo nome. Começou por um  Zé Pequeno, que ajudado por Zé Cocão, levantou o santo nome do chão. Depois veio Zé Martelo, que continuou a jornada e mais uma alegria fazia Zé Coral voltar a sorrir. A ganância afastou Zé Martelo e  Zé Cocão achou que já sabia fazer o “bola no pé” rolar. Doce ilusão, quase pôs tudo a perder.

Pra não perder seus “eleitores”, digo, “torcedores”, Dr. Zé chamou Zé Buchudo, que deveria salvar a pátria, os cofres e a eleição, digo, o campeonato. Zé Buchudo era um cara durão, mandão e ditador, mas aos trancos e barrancos conseguiu o que todos queriam: o nome santo estava de volta, não se falaria apenas da Nação Coral, mas do time de nome santo, que voltava a ter “bola no pé”.

Zé Coral era só alegria, o povo era só festa. Agora era só cantar parabéns para o nome santo centenário  em alto estilo. Será? Dr. Zé, em todos esses anos, lutou muito com poucos recursos. Mas Boy Zé, Zé Pretinho e todos os  outros Zés Manés que lá estavam, começaram a se perder entre o real e o sonho, entre números e farsas,  entre amor e poder. E Zé Coral começou a perceber que amar só não bastava, apoiar só não dava forças,  torcer não dava títulos. Dr. Zé insistia que o nome santo não tinha recursos, que Zé Coral era obrigado  a continuar “sustentando” o centenário e que seus “eleitores”, digo “torcedores” não levantarão o santo nome em vão.

Mas esse é o ano centenário, Dr. Zé. A família Zé Coral está lá desde o começo. Tem nos princípios os  ideais de igualdade, de lealdade e de bravura dos 11 Zés fundadores. E está cansando de ser usada, iludida  e ludibriada. Zé Coral cresceu. Também estudou, foi menino pobre, mas não quer viver da pena do outro.  Zé Coral quer trabalho, quer viver de forma digna. E no centenário o que não se viu foi o que não se  teve: luta, vontade, garra. Em 03 meses, Zé Coral foi do céu ao calvário, do sonho palpável à realidade possível, da ressurreição à quase morte.

No reino de Zé Coral não se vive de faz de conta. Se ganha e se perde. Mas sempre e para sempre se  cobrará dignidade, verdade e paixão pelo que se faz. O reino está novamente abalado, com tanta vergonha que até um Zé Matuto faz ele se sentir por baixo. Mas esta não é a Terra do Nunca, e sim o Reino do Para
Sempre. Podemos ser humilhados pelo Trizé, apontados pelo Zé Museu e gozados pelos Sem Zé, mas em terra de nome santo, 100 anos não são 100 dias, história não é poeira, amor não é ilusão.

E Zé Coral continuará, sem medo de ser feliz, ali, num reino bem perto, apesar de tudo, Dr. Zé…

* Magali Gama é torcedora do Santa Cruz

* O texto não reflete, necessariamente, a opinião do Blog do Torcedor

JC Esporte10 desta quarta-feira será direto da Arena Pernambuco

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O JC Esporte10 desta quarta-feira será mais do que especial. Isso porque vamos para o palco da final do Pernambucano, a Arena Pernambuco. O estádio de São Lourenço da Mata vai receber a decisão estadual entre Náutico e Sport, nesta quarta, às 22h. O JC Esporte10, porém, começa às 19h, com tudo do clássico decisivo.

Aguardamos a participação dos internautas no programa que é transmitido nos sites das rádios Jornal, JC News e no Blog do Torcedor.

Carcará pega, mata e come

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A charge é de Miguel, do Jornal do Commercio.

Presidente da FPF diz que não vê motivos para as críticas de Dubeux à FPF

O presidente da Federação Pernambucana de Futebol, Evandro Carvalho, não demonstrou surpresa com a declaração feita pelo presidente do Conselho Deliberativo do Sport, Gustavo Dubeux, via Twitter. Clique AQUI e confira a crítica feita pelo dirigente rubro-negro. Por outro lado, Evandro disse ao Blog do Torcedor que os problemas com o Leão estão bem perto de serem solucionados.

“Sinceramente, eu não entendi. Colocamos árbitros de fora do Estado na final, do que jeito que o Sport queria. Ontem, Gilberto Castro Júnior esteve muito bem na partida Santa Cruz x Salgueiro. Não é à toa que está pré-selecionado para a FIFA. Então não vejo motivos para isso”, declarou Evandro.

O presidente da FPF se mostrou tranquilo nessa relação conflituosa com o Sport por já tomou uma decisão para 2015. “Nos clássicos do Sport, no próximo ano, não teremos árbitros do Estado. Tem um lado positivo nisso tudo. A FPF vai economizar muito, pois não vamos mais investir tanto na profissionalização do quadro de arbitragem. Por conta da mentalidade dos dirigentes, fica incompatível fazer eesse tipo de trabalho”, declarou Evandro, não acreditando que as palavras de Dubeux tenham sido um ataque pessoal.   “Entre os que fazem o Sport atualmente, Dubeux é com quem tem uma relação pessoal mais próxima. Ele escreveu aquilo na condição de dirigente.

 

 

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