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A programação do Recifest

Publicado por em Notas às 14h46

O Recifest – Festival de Cinema da Diversidade fará seu 2º ano, de 11 a 15 deste mês, no Cinema São Luiz. Aslan Cabral e Maria do Céu serão os apresentadores. No mezanino estará a expô Mães pela igualdade. E a programação completa é a que segue:

Dia 11 (terça):
19h30 – Apresentação do Grupo Txaimus

Filme de abertura: São Paulo em Hi-Fi (Brasil, 2013, 100 min), de Lufe Steffen

Dia 12 (quarta):
19h30 – Performance de Isabelle Gusmão

Curtas estrangeiros
En homo I Marrakech (Noruega e Marrocos, 2014, Documentário, 14’), de Bård Føsker
Housebroken (EUA, 2013, Ficção, 14’45’’), de Wade Gasque
Miniaturas (Espanha, 2014, Ficção, 17’), de Vicente Bonet
Alaska is a drag (EUA, 2013, Ficção, 3’42’’), de Shaz Bennett

Mostra DIV.A – Diversidade em Animação
Benjamin’s flowers (Suécia, 2013, Animação, 12’), de Malin Erixon
Change over time (EUA, 2013, Animação, 7min 14’), de Ewan Duarte
Lay bare (Reino Unido, 2012, Animação, 6’), de Paul Bush
SHIFT (EUA, 2012, Animação, 5’), de Juan Carlos Zaldivar
When boy meets boy (EUA, 2013, Animação, 3’48’’), de Joe Phillips
Ink deep (Canadá, 2012, Animação, 2’20’’), de Constance Levesque
Sounds look feel (Canadá, 2013, Animação, 1’47’), de MELD
The egg (Austrália, 2013, Animação, 10’), de Tonnette Stanford
A chave do armário de Ethan (Brasil, 2013, Animação, 3’), de Alan Nóbrega

Dia 13 (quinta):
19h30 – Performance de Henrique Celibi

Mostra competitiva de curtas pernambucanos
A última fruta (PE, 15’), de Ariana Pacheco
All you need is sex (PE, 1’), de Luiz Melo
Amor objeto (PE, 1’), de Rayana França
Amor sustentável (PE, 6’), de Patrícia França
Cantos de outono (PE, 13’), de André Barbosa
Casa Forte (PE, 11’), de Rodrigo Almeida
Instinto (PE, 1’20’’), de Ingrid Soares
Mandala num compasso diferente (PE, 8’), de Iane Mendes
Power charques (PE, 1’), de Rafaela Cavalcanti / Fernanda Xavier / Sara Régia
Recife XXI (PE, 10’), de Sócrates Alexandre (Sosha)
(Trans)Parência (PE, 16’), de Igor Travassos
Tu (PE, 12’), de Thiago Mercês
Valleria Brasil (PE, 13’), de Almir Guilhermino

Dia 14 (sexta):
19h30 – Performance de Henrique Celibi

Mostra competitiva de curtas nacionais
Antes de palavras (SP, 13’), de Diego Carvalho
Cancha – Antigamente era mais moderno (PB, 18’), de Luciano Mariz
Delirium (SP, 16’), de Victor Reis
Dentro (SP, 15’), de Bruno Autran
Merintho (GO, 7’), de Cristiano Sousa
O clube (RJ, 17’), de Allan Ribeiro
O coração do príncipe (SP, 14’), de Caio Ryuichi Yossimi
Ovo de Colombo (RS, 15’), de Guilherme Mendonça e Marcos Haas
Sailor (RN, 13’27’’), de Victor Ciriaco
Sem títulos (BA, 3’), de Leticia Ribeiro e Ronne Portela
Sobre a pele e a parede (RS, 11’), de Laura Kleinpaul e Henrique Larré
Todas as coisas que eu não te disse (PB, 16’), de Carolline Taveira

Dia 15 (sábado)
19h30 – Cerimônia de premiação

Filme de encerramento: Famílias por igual (Argentina, 2013), de Rodolfo Moro e Marcos Duszczak

Pernambucana premiada é promessa no cinema nacional

Publicado por em Notas às 07h07

Com uma trajetória atípica na carreira, a atriz pernambucana Clarissa Pinheiro fez um curioso caminho inverso para a descoberta de seu nome. Estreou seu primeiro longa, no Rio de Janeiro, já sendo premiada como melhor atriz coadjuvante no Festival de Paulínia, em julho. Revelada como a grande promessa do cinema brasileiro neste ano, a intérprete impactou o circuito com sua atuação em Casa Grande, do diretor Fellipe Barbosa, que será exibido nesta quarta (29) no Janela Internacional de Cinema, no São Luiz.

Ainda experimentando os louros do reconhecimento de público e crítica, Clarissa, que há cinco escolheu o Rio de Janeiro como endereço, retorna ao Recife para encontrar o publico daqui sem nunca ter estrelado nenhuma produção local. Antes do premiado filme, havia feito só um curta.  Na competição em Paulínia, a atriz concorria com grandes nomes como Fernanda Montenegro (indicada ao Oscar em 1999) e Sandra Corveloni (vencedora da Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2008).

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Formada em jornalismo perla  Universidade Católica de Pernambuco, enquanto vivia no Recife, Clarissa começou a atuar por hobby. Para contar um pouco sobre essa descoberta enquanto atriz, o Social1 bateu um papo  com a moça no recém inaugurado Seu Boteco, no Recife Antigo, um dos endereços de que a atriz mais gosta.

Quando você começou a se interessar pela carreira de atriz?

Eu não tive acesso ao teatro nas escolas onde estudei, mas eu sempre fui muito ligada a arte. Foi na faculdade de jornalismo que um amigo me disse um dia: você leva jeito para teatro, vamos fazer teatro comigo? Aí comecei por hobby.

Onde você começou a estudar teatro?

No Barreto Júnior, com Carlos Sales e Normando Roberto e cheguei a fazer uma oficina lá na Barra, no Rio, mas era tudo muito novo e era hobby mesmo esse começo. Comecei na carreira de jornalista fazendo direção e edição de vídeo, mas olhando filmes e novelas era sempre o ator que me chamava atenção. Quando fui para o Rio, em 2010, comecei a estudar direção cionematográfica, porque como eu estava trabalhando com edição e direção de comercial, fui com a ideia de fazer isso lá também. Lá também comecei a fazer aulas na Escola Nacional de Circo.

Por que resolveu mudar-se para o Rio?

Fui para o Rio para tentar a vida, mas tive a facilidade de o meu pai estar num período de ser transferido para ir morar lá aí eu aproveitei. Mas já queria explorar novas coisas fora do Recife. Lá na Escola de Circo, onde tinha aulas de trapézio, dança e interpretação,  mais uma vez uma colega de turma me perguntou: você é atriz? Aí eu brinquei: não, só estou esperando que me descubram (risos). . E aí o Fellipe (Barbosa, diretor de Casa Grande),  foi meu professor também e sempre comentava que eu tirava risada de todo mundo.

E como aconteceu o convite para o filme?

Depois que eu terminei a escola de cinema Darcy Ribeiro, onde me descobri atriz, pensei:  tenho que experimentar ! Foi quando fui para uma escola de teatro, a Cau, Casa de Artes de Laranjeiras e outros workshops. Fiz aulas com Hugo Moss, fiz com Sérgio Pena e Ana Kfouri (preparadores de elenco da Globo). Quando Fellipe me ligou eu estava no meio desse estudo ainda me sentindo verde.

Clarissa em Casa Grande

Clarissa em Casa Grande

Foi a sua primeira experiência cinematográfica, não é?

Para um longa, como atriz, sim. Já tinha feito um curta, onde eu tive o primeiro contato com set.

Como foi a preparação para a personagem de Casa Grande, a Rita?

A Rita  é a empregada da casa rica. Aqui no Recife, várias empregadas domésticas passaram pela minha vida e eu sempre fui próxima a elas. Era um universo que me deixava curiosa, o jeito de ser, o jeito de falar. Quando eu tinha oito anos havia na minha casa uma que ligava às vezes do motel para avisar que estava lá. Convivi muito com essas pessoas que têm esse jeito tão peculiar, foi meu grande laboratório anterior sem eu nem imaginar que ia precisar resgatar. O resto foi construção mesmo de buscar uma Rita que é fogosa.

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Como foi para você receber um prêmio tão importante assim, logo de cara, no primeiro longa? 

Foi uma surpresa porque você fica muito crítica no primeiro trabalho. Cheia de dúvidas. O prêmio veio para me fortalecer. Ainda imagino eu que vá percorrer muitos percalços porque é uma área muito difícil, mas agora eu encaro de outra forma. É uma profissão como qualquer outra que você vai ter que batalhar e correr atrás.

Clarissa Pinheiro recebeu o prêmio de melhor atriz coadjuvante no Festival Paulínia

Clarissa Pinheiro recebeu o prêmio de melhor atriz coadjuvante no Festival Paulínia

Te abriu portas?

Abriu possibilidades. Depois dele eu recebi um convite da globo para fazer um comercial para a Globo Filmes quepassou no Festival do Rio. Uma homenagem ao cinema nacional, dirigido por Cacá Diegues, uma brincadeira com títulos de filmes. Foi uma experiência diferente. Tenho recebido troca de contatos e interesses.

Você pensa em fazer TV e teatro ou seu foco é cinema?

Eu gosto de interpretação como um todo. Em qualquer  meio me interessa. Tudo depende do projeto e de você comprar a ideia.

Com quem você gostaria de trabalhar?

De ator, Wagner Moura. Acho que seria uma troca maravilhosa. Para mim ele é um ícone com quem eu gostaria de contracenar, num set, numa TV ou num teatro. De diretor, são muitos. Daqui de Pernambuco, uma infinidade: Kleber Mendonça Filho, Daniel Aragão, Leo Lacca, Cláudio Assis. Nesse momento eu estou muito focada em Pernambuco. Essa vinda para o Janela me fez respirar a cidade, eu tava na contagem para chegar aqui.

Fotos: Dayvison Nunes/JC Imagem

Fotos: Dayvison Nunes/JC Imagem

Você chega ao Recife com outro olhar depois de tudo isso?

Por ser essa área muito incerta acho que muita gente pensou, talvez, que era loucura da minha parte ir para o Rio tentar. Vir para cá com essa receptividade que eu estou tendo agora é muito bom. E o que eu vejo é como o Recife cresceu em termos de cidade, de infraestrutura, mas cresceu também lá fora. Eu tenho ido para festivais e eu estou sempre vendo filmes pernambucanos. Eu me sinto muito orgulhosa e volto com olhar de paixão pela cidade.

Confira o vídeo produzido por Isabelle Figuerôa para o portal NE10 com a atriz:

Aslan e Maria do Céu estarão juntos no mesmo palco

Publicado por em Notas às 22h00

O ex-BBB e artista Aslan Cabral e a promoter da Metrópole, Maria do Céu, serão os mestres de cerimônia do Recifest – Festival da Diversidade Sexual, que vai rolar no Cinema São Luiz, pelo segundo ano, de 11 a 15 de novembro. As organizadoras, Clara Angélica e Rosinha Assis, divulgam nesta terça (28) a programação completa. Sabe-se que o mezanino do cinema estará ocupado com a exposição de fotos Mães pela igualdade.

Aslan será um dos mestres de cerimônia do festival de cinema/Foto: Reprodução Facebook

Aslan será um dos mestres de cerimônia do festival de cinema/Foto: Reprodução Facebook

Recorde de público no primeiro fim de semana do Janela

Publicado por em Notas às 14h10

O primeiro fim de semana do 7º Janela Internacional de Cinema do Recife foi marcado por celebrações, debates e 22 sessões de cinema, algumas delas, bastante disputadas, como “Permanência”, de Leonardo Lacca e do clássico restaurado “Massacre da Serra Elétrica”, de Tobe Hopper.

Sessões lotadas no Cinema São Luis

Sessões lotadas no Cinema São Luiz – Fotos: Divulgação

No Cinema São Luiz, principal espaço do festival, filas deram a volta completa no quarteirão. Com sessões que começaram às 11h e terminaram à 1h da manhã, movimentando o centro da cidade, o festival bateu o próprio recorde, somando 7 mil pessoas apenas nos três primeiros dias. “Na primeira edição o público foi de 4 mil pessoas, em dez dias de evento”, diz o diretor do Janela, Kleber Mendonça Filho.

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A partir de amanhã (28), a programação do Janela se expande para dois novos e importantes espaços da cidade: o Portomídia e o Museu Cais do Sertão. A programação completa está aqui.

Christian Bale interpretará Steve Jobs no cinema

Publicado por em Notas às 16h43

O ator Christian Bale interpretará Steve Jobs em um novo longa baseado na vida do fundador da Apple. A confirmação partiu do roteirista Aaron Sorkin, em entrevista à rede de TV Bloomberg News nesta quinta-feira (23). Bale é conhecido por suas atuações brilhantes e versatilidade extrema, que deram vida tanto ao playboy e super-herói Bruce Wayne, da série Batman de Chris Nolan, como à figura esquelética do operário Trevor Reznik no longa psicológico O maquinista, de Brad Anderson. Aaron o classificou como o melhor dessa geração: “Precisávamos do melhor ator dessa faixa de idade, e ele é Chris Bale”. De acordo com o site Imdb, a direção ficará a cargo de Danny Boyle, de Quem quer ser um milionário.

Foto: Reprodução/Internet

Foto: Reprodução/Internet

A película ainda não tem data de estreia marcada, mas já se sabe que o roteiro fugirá ao estilo da cinebiografia Jobs, de 2013, estrelada por Ashton Kutcher. De acordo com Sorkin, Bale terá “mais falas no filme que muitos atores têm em três filmes juntos, e não há uma cena ou um frame em que ele não aparece”.

Veja outros papéis do astro: 

O maquinista (2004)

Para o filme, Bale precisou fazer uma dieta rigorosa durante quatro meses, pois seu personagem precisava parecer drasticamente magro e doente. O ator chegou a perder 29 kg.

Foto: Reprodução/The Machinist

Foto: Reprodução/The Machinist

Batman Begins (2005)

Logo em seguida ele retornou a seu peso antigo e ganhou mais 27 kg para o seu papel no filme Batman Begins, de Christopher Nolan.

Foto: Reprodução/Batman Begins

Foto: Reprodução/Batman Begins

Psicópata Americano (2000)

E, antes de ser o mocinho, também foi vilão.

Foto: Reprodução/Psicópata Americano

Foto: Reprodução/Psicópata Americano

Trapaça (2013)

Para interpretar um malandro, ele mudou a dieta e engordou 20 kg.

Foto: Reprodução/Trapaça

Foto: Reprodução/Trapaça

20 atores que ficaram idênticos a personagens históricos em filmes

Publicado por em Notas às 11h18

Quando o diretor de um filme biográfico vai selecionar um ator para desempenhar o papel principal do longa, ele tem que levar em consideração a combinação perfeita entre a semelhança física e o talento do profissional para atuar e reproduzir os trejeitos do biografado. O trabalho é duro e requer um longo período de pesquisa e recrutamento, mas, em vários casos, são encontrados atores idênticos para dar vida a famosas figuras, em Hollywood. E é claro: ainda tem o grande esforço de maquiadores e especialistas na preparação do figurino.

Muitos consideram papeis em biografias os mais difíceis e gratificantes do cinema. A maioria dos personagens históricos têm muita informação disponível sobre eles e faz parte do trabalho do ator entender e incorporar essas memórias – todas ao mesmo tempo – retratando alguém que na maioria das vezes pode ser alvo de fortes sentimentos por pessoas no mundo inteiro. Veja exemplos de atores que se transformaram em cópias fieis das figuras históricas interpretadas por eles:

#1. Morgan Freeman como Nelson Mandela em Invictus (2009)

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#2. Andre 3000 como Jimi Hendrix em Jimi: All Is By My Side (2003)

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#3. Jamie Foxx como Ray Charles em Ray (2004)

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#4. Hellen Mirren como a Rainha Elizabeth II em A Rainha (2006)

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#5. Anthony Hopkins como Alfred Hitchcock em Hitchcock (2012)

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#6. Salma Hayek como Frida Kahlo em Frida (2002)

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#7. Bruno Ganz como Adolf Hitler em A Queda: As Últimas Horas de Hitler (2004)

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#8. Denzel Washington como Malcolm X em Malcolm X (1992)

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#9. Daniel Day‑Lewis como Abraham Lincoln em Lincoln (2012)

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#10. Robert Downey Jr. como Charlie Chaplin em Chaplin (1992)

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#11. Adrien Brody como Salvador Dali em Meia-noite em Paris (2011)

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#12. Val Kilmer como Jim Morrison em The Doors (1991)

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#13. Jennifer Lopez como Selena Quintanilla em Selena (1997)

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#14. Eddie Redmayne e Felicity Jones como Jane And Stephen Hawking em A Teoria de Tudo (2004)

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#15. Ben Kingsley como Mohandas Karamchand Gandhi em Gandhi (1982)

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#16. Meryl Streep como Margaret Thatcher em A Dama de Ferro (2011)

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#17. Gary Oldman e Chloe Webb como Sid Vicious and Nancy Spungen em Sid e Nancy – O Amor Mata (1986)

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#18. Sean Penn como Harvey Milk em Milk – A Voz da Igualdade (2008)

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#19. Ashton Kutcher como Steve Jobs em Jobs (2013)

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#20. Cate Blanchett como Bob Dylan em I’m Not There – Não Estou Lá (2007)

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Animador de ‘A noiva Cadáver’ desembarca no Recife

Publicado por em Notas às 19h36

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O inglês Tim Allen é o homenageado da quarta edição do Festival Internacional Brasil Stop Motion, que acontece de 25 a 29 de novembro, no Recife. Conhecido internacionalmente pelo seu trabalho em filmes como A Noiva Cadáver e Frankenweenie, do diretor Tim Burton, o animador estará presente durante todo o evento, onde ministrará uma oficina em stop motion e master class, além de trazer para o Cinema São Luiz uma mostra especial com alguns dos filmes nos quais trabalhou.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

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Tim AllenCorpse Bride - Noiva Cadáver

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Dez professores inesquecíveis na história do cinema

Publicado por em Notas às 16h32

Nesta quarta-feira (15) é comemorado o Dia do Professor. Em homenagem a esses profissionais, o Social1 preparou uma lista com dez filmes inesquecíveis nos quais os mestres têm papel fundamental. Confira:

Sociedade dos poetas mortos (1989)

Dirigido por Peter Weir, o longa conta a história de John Keating (Robin Williams), um professor de literatura nada ortodoxo que leciona em uma escola preparatória para jovens, na qual predominavam valores tradicionais e conservadores. Com o seu talento e sabedoria, Keating inspira os seus alunos a perseguir as suas paixões individuais e tornar as suas vidas extraordinárias.

Robin Williams em Sociedade dos Poetas Mortos. Foto: Reprodução

Robin Williams em Sociedade dos Poetas Mortos. Foto: Reprodução

Ao mestre, com carinho (1967)

Estrelado por Sidney Poitier, o longa retrata questões sociais e raciais de uma escola em uma comunidade pobre de Londres. No longa, Thackeray (Poitier) é um professor idealista que se depara com uma classe de adolescentes problemáticos.

Sidney Poitier em Ao mestre, com carinho. Foto: Reprodução

Sidney Poitier em Ao mestre, com carinho. Foto: Reprodução

Mr. Holland – Adorável Professor (1995) 

Estrelado por Richard Dreyfuss, o drama  retrata a história de um professor de música que enfrenta dificuldades ao se deparar com uma turma desinteressada. Após a sua mulher dar a luz ao seu primeiro filho, o casal descobre que a criança é surda, e para financiar os estudos especiais do primogênito, ele se envolve cada vez mais com a escola e seus alunos, abrindo mão do seu sonho de tornar-se um grande compositor.

Richard Dreyfuss em Adorável Professor. Foto: Reprodução

Richard Dreyfuss em Adorável Professor. Foto: Reprodução

Conrack (1974)

Dirigido por Martin Ritt, o filme conta a história de um jovem professor, que outrora fora racista, e que concorda em dar aulas a uma comunidade de uma ilha isolada na costa da Carolina do Sul, formada por alunos negros. O desafio de Conroy (Jon Voight) é alfabetizá-los e ensiná-los matérias básicas, mas para isso é necessário quebrar as regras da Sra. Scott, diretora que educa os alunos a base do chicote.

Jon Voight em Conrack. Foto: Reprodução

Jon Voight em Conrack. Foto: Reprodução

X-Men

Impossível pensar em uma lista como essa e esquecer o professor Xavier, da franquia X-Men. No cinema, o fundador da equipe de mutantes, foi interpretado por Patrick Stewart (X-Men – O filme, X-Men 2, O confronto final, e Dias de um futuro esquecido) e por James McAvoy (Primeira Classe e Dias de um futuro esquecido).

Patrick Stewart em X-Men. Foto: Reprodução

Patrick Stewart em X-Men. Foto: Reprodução

O sorriso de Monalisa (2003)

O longa recria a atmosfera e os costumes do início da década de 1950. Na trama, uma professora de arte enfrenta uma escola feminina, tradicionalista, onde jovens mulheres recebem uma dispendiosa educação para se transformarem em cultas esposas e responsáveis mães. Na contramão, Monalisa (Julia Roberts) tenta abrir a mente de suas alunas, enfrentando a administração da escola e as próprias garotas.

Julia Roberts em O sorriso de Monalisa. Foto: Reprodução

Julia Roberts em O sorriso de Monalisa. Foto: Reprodução

A corrente do Bem

Eugene Simonet (Kevin Spacey) é um professor de Estudos Sociais que lança um desafio aos seus alunos: que eles criem algo que possa mudar o mundo. Incentivado pelo docente, Trevor McKinney (Haley Joel Osment) cria um projeto chamado “pay it forward”, em que a cada favor que recebe você retribui a três outras pessoas.

Kevin Spacey em A corrente do Bem. Foto: Reprodução

Kevin Spacey em A corrente do Bem. Foto: Reprodução

Escritores da Liberdade (2007)

Estrelado por Hilary Swank, o longa é inspirado em fatos reais relatados pelo livro The Freedom Writers Diaries, da professora Erin Gruwell. O filme aborda os desafios da educação em um contexto socioeconômico problemático.

Hillary Swank em Escritores da Liberdade. Foto: Reprodução

Hilary Swank em Escritores da Liberdade. Foto: Reprodução

Clube do Imperador (2002)

O drama, dirigido por Michael Hoffman, mostra a história de William Hundert (Kevin Kline), um professor de uma escola preparatória que recebe a nata da sociedade americana. Através do estudo de filósofos gregos e romanos, ele dá lições de moral para serem aprendidas, mas esta rotina é perturbada pela chegada do filho de um influente senador.

Kevin Kline em O clube do Imperador. Foto: Reprodução

Kevin Kline em O clube do Imperador. Foto: Reprodução

A saga Harry Potter

Os melhores ensinamentos aprendidos por Harry, Rony, Hermione e uma geração de fãs foram ensinados pelo professor Alvo Dumbledore. Foi o sábio diretor de Hogwarts que proferiu uma das frases mais famosas da saga: “É preciso ter coragem para enfrentar os inimigos, e ainda mais para enfrentar os amigos”.

Alvo Dumbledore: "São as nossas escolhas, mais do que as nossas capacidades, que mostram quem realmente somos".

Alvo Dumbledore: “São as nossas escolhas, mais do que as nossas capacidades, que mostram quem realmente somos”.

DJ Dolores divulga novo álbum em turnê pela Europa

Publicado por em Notas às 09h41

Hélder Aragão, o DJ Dolores, entra em turnê internacional pela Europa para divulgar o álbum Banda Sonora – Música para Filmes, que nada mais é do que uma compilação de trabalhos ao longo de sua trajetória no cinema. Com canções inspiradas por imagens de documentários e filmes de natureza fantástica, o músico afirma que escolheu o tema por razões bem diversas: lembranças pessoais, achados musicais, letras engraçadas ou boas histórias a serem contadas por trás da música. No repertório, músicas de filmes consagrados, como O som ao redor (2012),Tatuagem (2013) e Amor, plástico e barulho (2013). Em tempo, Dolores dará um preview do que irá rolar no continente europeu, no Bailinho Oktoberfest, festa que acontece dia 17 de outubro, no Baile Perfumado.

Foto: divulgação

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Sangue Azul recebe três prêmios no Festival do Rio 2014

Publicado por em Notas às 09h33

O longa-metragem de Lírio Ferreira, Sangue Azul, todo gravado em Fernando de Noronha, recebeu o Redentor de  Melhor Filme Ficção – Júri Oficial, Melhor Direção Ficção e Melhor Ator Coadjuvante (Rômulo Braga), no Festival do Rio deste ano. A cerimônia de premiação,  apresentada por Deborah Secco e Leandro Hassum, aconteceu no Armazém 6 do Cais do Porto, na noite desta quarta-feira (8).

Fotos: divulgação

Fotos: divulgação

Em julho, o longa-metragem protagonizado por Daniel de Oliveira e Caroline Abras recebeu os Troféus Menina de Ouro de Melhor Fotografia (Mauro Pinheiro Jr, ABC) e Figurino (Juliana Prysthon) no VI Paulínia Film Festival. A partir do dia 16, o filme integra a programação da 38ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. No Recife, Sangue Azul encerra a programação do Janela Internacional de Cinema, dia 2 de novembro, no São Luis. Antes disso, haverá uma exibição dia 30 deste mês em Fernando de Noronha.

Daniel de Oliveira é o protagonista de Sangue Azul

Daniel de Oliveira é o protagonista de Sangue Azul