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Zuenir Ventura é eleito para cadeira de Ariano na ABL

Publicado por em Notas às 18h20

O jornalista e escritor Zuenir Ventura  foi eleito, nesta quinta-feira (30) como mais  novo imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL), ocupando a cadeira 32, que pertenceu ao dramaturgo, poeta e romancista Ariano Suassuna. , em 23 de julho passado, em Recife, Pernambuco. O mineiro  foi eleito com 35 votos.

Zuenir ventura passa a ocupar a cadeira de número 32,  que pertenceu a Ariano Suassuna na ABL

Zuenir ventura passa a ocupar a cadeira de número 32, que pertenceu a Ariano Suassuna na ABL

Estavam presentes 18 acadêmicos e 19 votaram por carta. Os outros concorrentes Thiago de Mello e Olga Savary tiveram um voto cada um. Zuenir não escondeu a alegria com o resultado: “Eu tive um impacto positivo. Por mais que se espere, é diferente quando você recebe a notícia. Demorei a me candidatar porque das outras vezes meus amigos se candidataram e eu achei que eles mereciam mais do que eu. A grande votação é uma acolhida, pois o número é expressivo, uma grande responsabilidade”, declarou

Sobre o fato de suceder Suassuna, falou: ” É uma emoção especial. Dedico essa vitória a Zélia Suassuna. Antes de ser internado, o Suassuna falou para o Gerson Camarotti, grande amigo dele, que pretendia votar um dia em mim, mesmo sem votar há muitos anos. A academia tem uma tradição de jornalistas. Espero não decepcionar”, afirmou.

Romero Ferro grava clipe com artistas da cena brega local

Publicado por em Notas às 17h22

Vários artistas da cena brega local, como O Conde, Jurema Foz, Victor Camarote, Cheila da band Swing do Pará e Ni do Badoque participaram do clipe da música Arsenal, de Romero Ferro, que será lançado hoje quinta-feira (30), em show no UK Pub, em Boa Viagem. Romero canta Arsenal com Zé Cafofinho. A ideia original do clipe foi do próprio Romero Ferro; produção de Maurício Spinelli.O roteiro e direção são de Chico Amorim; e a direção de fotografia e imagens ficou por conta de Thiago França.

Foto: Priscilla Guimarães/Divulgação

Foto: Priscilla Guimarães/Divulgação

Nayala se apresenta no Clube Metrópole

Publicado por em Notas às 16h58

A cantora espanhola Nalaya fará show em dezembro no Clube Metrópole. Com uma voz para lá de poderosa ela desembarca no Recife e traz o seu carisma e energia contagiantes. A data da apresentação ainda não foi divulgada, mas a produtora Maria do Céu já está acertando todos os detalhes.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A diva espanhola já dividiu o palco com grandes artistas como Lady Gaga, Erick Morillo, Bob Sinclair, Offer Nissim Roger Sanchez, Peter Rauhoffer e muitos outros.

O que realmente importa para a longevidade

Publicado por em Notas às 15h53
Foto Gleyson Ramos/divulgação

VIVER 120 ANOS O médico Eduardo Magalhães conduziu o evento. Foto Gleyson Ramos/divulgação

A plateia da sala de cinema Imax do Shopping Recife estava atenta a todas as informações passadas pelo médico nutrólogo Eduardo Magalhães, conhecido nas redes sociais como Dr. Saúde. O evento sobre longevidade e vida saudável foi realizado pelo centro de compras, nesta quinta-feira (30) pela manhã. Para começar o encontro, uma pequena demonstração de como a respiração é importante para combater o estresse do dia a dia.

Eduardo destacou, logo no início da sua fala, sobre a disbiose intestinal, distúrbio que pode acarretar sobrepeso, desnutrição e até o surgimento de outras doenças mais graves como câncer, infecções urinárias e depressão. “Se você não sabe por onde começar, comece pelo intestino”, destacou. As principais causas da disbiose são o uso frequente e indiscriminado de antibióticos e antiácidos e uma dieta inadequada.

Foto Gleyson Ramos - Email pra contato gleysomramos@yahoo.com.br

A alimentação equilibrada, com produtos mais naturais e menos industrializados, foi o foco da palestra conduzida pelo Dr. Saúde. Ele condenou o uso excessivo de leite e seus derivados, glúten e soja. O médico ainda chamou atenção para a leitura de rótulos, que deveria ser obrigatória. Na lista do que devemos evitar estão frutose de milho, aspartame, sucralose, corante caramelo IV, gordura trans e monoglutamato de sódio. E claro, tudo isso alinhado a exercícios físicos, espiritualidade e harmonia com o meio-ambiente. Sobre os desafios do dia a dia, ele aconselhou: “Aceita, confia, entrega e agradeça.”

O evento foi a estreia da dupla Bárbara Maranhão e Kellen Lacet, da Soul Assessoria.

Em Fernando de Noronha, Henry Castelli mostra espírito esportivo

Publicado por em Notas às 15h48

A temporada de verão do programa Estrelas, da Rede Globo, está sendo gravada em Fernando de Noronha. Já no arquipélago, Angélica recebeu o ator Henry Castelli para experimentar uma receita especial do chef Thiago Castanho e participar de um bate-papo descontraído sobre sua vida e carreira. Esportista, Castelli ainda juntou-se à turma de Noronha e jogou uma partida de futevôlei, além de dar uma volta de stand up paddle, ou remo em pé. O programa vai ao ar em Janeiro de 2015.

Henry Castelli, Angélica e Thiago Castanho. Fotos: Ana Clara Marinho/Divulgação

Henry Castelli, Angélica e Thiago Castanho. Fotos: Ana Clara Marinho/Divulgação

Henry deu um show de bola no Futevôlei.

Henry deu um show de bola no Futevôlei.

A história de Skaz e seu amor pela aquarela sobre a pele

Publicado por em Notas às 15h20

Paulo Victor Skaz tem apenas 26 anos, mas já é conhecido pela turma jovem do Recife por assinar tatuagens com desenhos fantásticos, cheias de cores e efeitos de tinta diluída em água na pele. O artista começou a trabalhar cedo, pouco antes dos 20, e com uma trajetória marcada por dedicação, pesquisas e viagens, consagrou seu nome em um estilo próprio: a aquarela. Ganhou prêmios em convenções brasileiras e se tornou um dos principais nomes do cenário de tattoo na capital pernambucana. O Social1 bateu um papo com o ilustrador e desvendou os segredos por trás dessa carreira de sucesso. Confira nossa entrevista exclusiva com Skaz.

Fotos: Dayvison Nunes/JC Imagem

Foto: Dayvison Nunes/JC Imagem

Por que Skaz?
Skaz é, na verdade, uma abreviação de “esquisito”, que era meu apelido quando criança. A ideia veio da galera da minha crew [grupo de amigos que grafitam juntos]. Eles sugeriram o nome e eu decidi adotá-lo profissionalmente.

Como tudo começou? A vocação para o desenho vem desde menino?
Desde pequeno eu sempre gostei de desenhar, mas foi aos 14 anos, quando eu comecei a andar de skate e grafitar, que o amor pelo desenho surgiu mesmo. Inserido no meio do grafite, eu conheci muita gente que tatuava e fui me interessando cada vez mais pela coisa. Nós saíamos juntos para pintar por aí, daí eu me encontrei na arte.

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Foto: Dayvison Nunes/JC Imagem

Tendo em vista a sua formação como tatuador e grafiteiro, você se considera uma pessoa subversiva?
Não sei… Às vezes [risos].

Você é pai de uma menina linda, tem sua família e um trabalho premiado. É um artista incrível, com um futuro brilhante pela frente. Nos dias de hoje, você considera que ainda existe preconceito contra quem trabalha com tatuagem ou grafite?
Cara, se eu sofro, eu prefiro me manter ignorante. Eu não percebo isso em relação a mim. Como você mesma falou, eu tenho minha família, minha filha, meu trabalho aqui, e não estou nem aí, sabe? Minha mãe gosta do meu trampo, me liga todos os dias para saber se eu estou bem e é isso que importa!

Eu acho que ainda rola uma visão estranha das pessoas, em relação ao nosso trabalho, às vezes. Na verdade, em relação ao reconhecimento do trabalho. Eu vejo muitos grafiteiros que ralam ‘pra caramba’ e não conseguem viver de grafite. Muita gente que eu uso como referência e inspiração simplesmente não tem oportunidade de trabalhar com o que realmente gosta, que é o grafite. Eles trabalham com algo que não se identificam para poder criar apenas nas horas vagas. Eu, que tive a oportunidade de trabalhar com isso e os uso como referência, me sinto muito mal com isso. Ainda rola um certo receio das pessoas de investir nesse tipo de arte.

Há quantos anos você trabalha como tatuador?
Eu tatuo há 7 anos.

Foto: Dayvison Nunes/JC Imagem

Foto: Dayvison Nunes/JC Imagem

E a aquarela? Como você desenvolveu essa especialidade?
Começou no grafite mesmo. Eu sempre curti pintar em lugares mais sujos, com texturas sujas, sempre gostei da tinta solta, escorrendo… Um lance não muito estético, sabe? Aí eu percebi que, quando desenhava com lápis-de-cor no papel, eu não conseguia fazer esse efeito aquoso, por isso migrei para a aquarela. Com a aquarela, eu fazia o mesmo efeito no papel que eu conseguia com a tinta do spray escorrendo nas paredes. Depois de um tempo, já como tatuador, eu decidi aplicar a minha técnica de desenho em aquarela na própria pele e deu certo.

É mais difícil tatuar nesse estilo em aquarela?
Não. Tecnicamente falando, é a mesma coisa que qualquer outro tipo de tatuagem. Tem a parte mais sólida, tinta pura, tem a parte mais diluída… É basicamente a mesma técnica. A diferença é que eu tenho que reproduzir fielmente o efeito que a tinta dissolvida na água tem no papel – só que na pele. Com a prática desses anos, eu já nem preciso mais desenhar no papel. Hoje em dia, eu consigo texturizar o trabalho de aquarela na pele sem nem desenhar antes em outro suporte. É uma questão de muita prática.

Fale do seu amor pelas aves, pelas formas…
Eu gosto muito de desenhar aves. Acho que a paixão pelos pássaros veio da infância. Eu morei em Camaragibe [na Região Metropolitana do Recife], muito perto de algumas matas. Então, sempre observei várias espécies de aves e gostava muito. Acabei inserindo isso no meu trabalho. Eu tenho uma viagem de ver os pássaros como se fossem pessoas. Até pela convivência deles entre si… Eu vejo muitas semelhanças, por isso que tenho muitos desenhos de cabeças de pássaros com corpos humanos. Na verdade, curto muito desenhar animais. A maioria dos meus desenhos é de animais, mas o que eu mais curto são os pássaros.

Foto: Dayvison Nunes/JC Imagem

Foto: Dayvison Nunes/JC Imagem

Você sempre usa muitas cores, não é?
É, geralmente eu uso muita cor, mas, por incrível que pareça, eu gosto muito também do preto, de desenhos todos pretos. Acho que é por influência dos meus amigos, dos outros tatuadores, da galera rock n’ roll, mais tradicional, sabe? Eles gostam de coisas mais pesadas. Eu não consigo criar desenhos tão pesados assim. Eu tento ao máximo fazer algo nesse estilo, mas sempre acabo pondo uma corzinha, um efeito… Eu estou estudando. Pretendo dar uma equilibrada nisso.

O que é ximporinfologia – palavra que tanto aparece nos seus perfis nas redes sociais?
É uma brincadeira minha e dos meus amigos [risos]. Essa palavra nem existe. Eu gostava de fazer umas coisas bem abstratas e as pessoas sempre passavam na rua e perguntavam o que eram os meus desenhos. Aí a gente ficava zoando, inventando nomes. O conceito surgiu um dia, quando estávamos grafitando. Um amigo lembrou de um episódio de Chaves [Uma Aula de História]; quando Chaves desenhou uma coisa bem louca, o professor Girafales pergunta o que é e ele diz que é uma ximporínfola [risos]. Essa é a minha viagem: meu desenho é meio ximporínfola também. A ximporinfologia é o estudo da ximporínfola [risos].

Você vai realizar a sua primeira exposição individual em novembro. Pretende se dedicar mais à ilustração nos papeis e telas, daqui para frente?
Sim, é minha primeira exposição individual. Eu já participei de duas mostras coletivas na Casa do Cachorro Preto [em Olinda] e vários eventos ligados ao grafite, como o Recifusion. Eu queria ter mais tempo para produzir. Planejo deixar de tatuar aos sábados, no ano que vem, para passar os finais de semana só produzindo meus desenhos. Hoje em dia, eu não tenho tempo, trabalho aqui no estúdio de segunda-feira a sábado; no domingo, não tenho cabeça para nada. A partir de janeiro, eu pretendo produzir mais. Gosto muito de desenhar em tela e papel também. Acho muito importante! Já escutei tatuador dizendo que não sabe desenhar, acho isso um absurdo.

Foto: Dayvison Nunes/JC Imagem

Foto: Dayvison Nunes/JC Imagem

Como tatuador, qual a sua relação com o corpo humano? Você considera que seja também um dos elementos da sua obra?
Eu vejo o corpo como um suporte para os meus desenhos. Assim como um pintor usa a tela para pintar e criar a sua obra, eu vejo o corpo como minha tela. Eu sou muito satisfeito em tatuar todo dia, porque só tatuo desenhos meus. Sempre puxo o máximo para o meu estilo, mesmo que o cliente já venha com uma ideia prévia. Todo dia, eu tatuo para mim, como se fosse no meu próprio corpo.

Na sua opinião, como você consagrou seu nome? Muita gente no Recife sabe quem você é e quer tatuar um desenho seu. As redes sociais ajudaram neste processo de reconhecimento?
As redes sociais ajudaram bastante, com certeza. Instagram, Facebook, Tumblr… Sempre publico imagens de trabalhos meus e isso é uma divulgação constante. Nos meus cinco primeiros anos como tatuador, eu trabalhei num estúdio comercial, onde tinha que tatuar de tudo, desenhos de todos os estilos. Mesmo sem gostar, eu tinha que fazer. E isso me ensinou muito, foi um aprendizado muito grande. Hoje, eu posso dizer que entendo tudo de agulha, aplicação de tinta, etc.

Depois que eu comecei a fazer os trabalhos no meu próprio estilo, com meus próprios desenhos, as pessoas começaram a ver e identificar o meu traço neles, sabe? Eu comecei a criar todos os desenhos para as tatuagens que eu ia fazer, tudo tem muito a minha cara. Daí, começaram a sair algumas matérias, eu fiz viagens, conheci pessoas, desenvolvi meu trabalho… Mas o boca a boca foi o que mais me ajudou, eu acho.

Recentemente, no final de agosto, o cantor Caetano Veloso compartilhou a imagem de uma tattoo sua no Instagram. Como foi isso? Você ficou surpreso?
Eu fiquei bastante surpreso, cara! Na verdade, aquele desenho não é meu. Uma cliente minha, Clara, pediu que eu tatuasse a capa do CD de Caetano, o Bicho [1977], e o desenho é do próprio Caetano. Eu conhecia algumas faixas do disco, mas ainda não tinha visto a capa e adorei. Nunca tatuo desenhos que não são meus, mas tive que abrir aquela exceção. Clara tirou a foto e divulgou e Caetano acabou compartilhando. Achei muito massa!

Foto: reprodução/Instagram

Foto: reprodução/Instagram

Veja algumas tatuagens assinadas por Skaz na nossa galeria:

O que deve ter em um casamento na praia

Publicado por em Notas às 14h27

O verão bate na porta e muitos casais aproveitam a temporada de luz e o frescor da estação para subir ao altar na praia. A estrutura e os detalhes mudam completamente em relação aos casamentos nas igrejas e casas de recepções. Nita Rocha, que trabalha com decoração há quase 20 anos, destaca que a proposta deve ser leve como o local, explorando toques alegres e criativos. Ela sugere, por exemplo, explorar elementos marítimos como conchas e estrelas do mar. Nesta época do ano, vale também guirlandas de flores e até mesmo folhas ou elementos do mar. Outro charme segundo Nita é investir em arranjos suspensos, assim como redes, barcos e até mesmo palmeiras, dando toques bem originais.

Fotos: Reprodução/Internet

Fotos: Reprodução/Internet

Aquela pegada rústica também é bem chique e interessante, inclusive para convites, bandejas e lembrancinhas. Essa proposta mais “in natura” permite composés maravilhosos com mobília de madeira ou peças de rattan, que garantem o charme mesmo que sejam simples.

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A buquê designer Eduarda Barros pontua que jamais se deve usar ramalhete na praia, pois esse tipo de arranjo é voltado para lugares formais e com um pé direito alto. A sugestão dela é investir em buquês e braçadas explorando tons como o branco e verde ou mesmo tons mais quentes, como o amarelo, o rosa e o laranja, levando em consideração o estilo do vestido da noiva e a personalidade dela. As coroas coloridas no estilo havaiano e aplicação de flores em tranças são bem vindas para deixar o visual ainda mais romântico.

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Buquê de Eduarda Barros. Foto: Divulgação

Buquê de Eduarda Barros. Foto: Divulgação

Village promove a 2ª edição do Wine e Gourmet Week

Publicado por em Notas às 13h00
Marcos Tiburtius e o somelier Eduardo Viotti, curador do evento. Fotos: Juanpa Ausín/divulgação

Marcos Tiburtius e o somelier Eduardo Viotti, curador do evento. Fotos: Juanpa Ausín/divulgação

O vinho, sugerem os especialistas, precisa perder a aura de bebida complicada. Apesar de todo o ritual de descoberta, apreciação das notas, cores e aromas da bebida de Baco, o importante é confraternizar em torno da taça, sem mistérios. O hotel Village, em Porto de Galinhas, promove, até o domingo, 02 de novembro, a segunda edição do Village Wine e Gourmet Week. A proposta é bem apropriada: sem informalidade, aproveitando a estrutura de sol-mar-e-piscina do hotel, os participantes podem participar de degustações harmonizadas de cerca de 40 rótulos do Velho Mundo. A programação inclui, além de oficinas e palestras, três jantares temáticos, com as cozinhas de Portugal, Itália e França.

O chef Augusto Piras, que será responsável pelos jantares

O chef Augusto Piras, que será responsável pelos jantares

Um dos pratos preparados para o evento, que segue neste fim de semana

Um dos pratos preparados para o evento, que segue neste fim de semana

O sommelier Eduardo Viotti, que comandou a 1ª edição do evento, repete a parceria como curador dos vinhos. O menu será preparado pelo chef italiano Augusto Piras, residente em SP.

As chefs boulangers paulistanas Eda Tavares e Mariane Bagodi vão ensinar os enófilos a preparar focaccias, cascas d’alho e brioches salgados, que serão degustados posteriormente nos jantares

As chefs boulangers paulistanas Eda Tavares e Mariane Bagodi vão ensinar os enófilos a preparar focaccias, cascas d’alho e brioches salgados, que serão degustados posteriormente nos jantares

Para os dias de vinho, o hotel também preparou open bar de espumantes branco e rosé à beira mar e da piscina, palestras e atividades enoculturais sobre degustação e avaliação de vinhos, além de oficina de panificação e o sunset cocktail – degustações diárias ao por do sol.

Lead na TV desembarca em Fernando de Noronha

Publicado por em Notas
A apresentadora Marcelle Mosso, em um dos cenários paradisíacos do arquipélago. Foto: divulgação

A apresentadora Marcelle Mosso, em um dos cenários paradisíacos do arquipélago. Foto: divulgação

Os cenários paradisíacos de Fernando de Noronha vão ser o pano de fundo da temporada especial de verão do Lead na TV, exibido na TV Jornal (SBT). A equipe do programa desembarcou no arquipélago e foi se aventurar pelas belezas naturais do paraíso.

A apresentadora Marcelle Mosso ao lado do pousadeiro Zé Maria

A apresentadora Marcelle Mosso ao lado do pousadeiro Zé Maria

O programa vai além das praias e mostra também os detalhes da gastronomia, turismo e história da ilha. As matérias fazem parte do novo quadro, chamado Verão Pernambucano, com temporada iniciando já em novembro. Várias praias do Estado serão as personagens principais do quadro!

Léo Veras explica o funcionamento do Museu dos Tubarões

Léo Veras explica o funcionamento do Museu dos Tubarões