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29/09/17
Assassin's Creed: Origins
Assassin's Creed: Origins

Explore o Egito Antigo livremente em Assassin’s Creed: Origins

29 / set
Publicado por Renato Mota em INOVAÇÃO às 11:06

O próximo jogo da série Assassin’s Creed irá explorar as cidades e as areias do Egito Antigo, contando a história da origem da seita dos Assassinos. Porém, o pessoal da Ubisoft não dá ponto sem nó, e fez uma mega pesquisa sobre o período e a região para reconstruir o cenário no game que será lançado dia 27/10 (PC, Xbox One e Playstation 4).

Para que esse conteúdo não fique restrito somente ao modo single player de Assassin’s Creed: Origins, o game terá um novo modo: “Discovery Tour, by Assassin’s Creed: Ancient Egypt” permitirá aos jogadores explorarem o Antigo Egito e aprenderem sobre sua história por meio de uma visita guiada e sem combates.

A novidade estará disponível gratuitamente no início de 2018 para usuários de todas as plataformas. Em Discovery Tour, os jogadores poderão explorar livremente locações como Alexandria, Memphis, o Delta do Nilo, Grande Mar de Areia, o planalto Giza e o Oasis Faiyum.

Discovery Tour by Assassin’s Creed: Ancient Egypt

O novo modo de jogo oferecerá uma dezena de passeios guiados com a curadoria de historiadores e especialistas no Antigo Egito, abordando diferentes aspectos do Egito Ptolomaico, como as Grandes Pirâmides, mumificações e a vida de Cleópatra. “A série Assassin’s Creed sempre explorou momentos fundamentais da história, desde a Terceira Cruzada até o Renascimento Italiano, e agora o Antigo Egíto”, disse Jean Guedson, diretor criativo de Assassin’s Creed: Origins.

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“É um sonho que se torna realidade oferecer aos jogadores o Discovery Tour by Assassin’s Creed: Ancient Egypt, um modo de jogo educacional construído especificamente para as pessoas aprenderem mais sobre a incrível história do Antigo Egíto por meio de uma experiência interativa que só é possível graças aos videogames”.

DESVENDANDO HIERÓGLIFOS

Outra maneira que a Ubisoft encontrou de, não só aproveitar as pesquisas que os seus desenvolvedores vêm fazendo, mas ainda ajudar arqueólogos e historiadores de uma forma geral, é o projeto “The Hieroglyphics Initiative”. A ideia é usar machine learning e computação cognitiva para traduzir e catalogar de forma mais rápida os hieróglifos egípcios.

“Os antigos egípcios usaram hieróglifos por mais de 3.000 anos. Estamos nos concentrando em hieróglifos da língua do Médio Egito, que foi usado a partir de 2.000 aC até o século IV dC”, explica o site do projeto. “Por sua idade, a qualidade das inscrições esculpidas na pedra de três a quatro mil anos atrás varia muito – com muitas faltas ou porções danificadas”, completa.


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