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Na Itália, Paulo Câmara se reúne com empresários interessados em investir no Estado

Publicado em 30/10/2014 às 17:19 por em Eleições, Notícias
Paulo Câmara em Roma. Foto: divulgação.

Paulo Câmara em Roma. Foto: divulgação.

Em pleno processo de transição, o governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), e o vice-governador, Raul Henry, encontraram-se em Roma com empresários italianos e brasileiros com o objetivo de atrair interessados em investir no Estado.  O governador de Pernambuco, João Lyra, também está na Itália para participar do Encontro Anual da Fraternidade Católica

Durante o evento na última quarta-feira (29), Câmara participou de um jantar na Embaixada do Brasil em Roma. O encontro foi organizado pelo embaixador do Brasil, Ricardo Neiva Tavares, e contou com as presenças de representantes da empresas Fiat (Paolo Rebaudengo), Pirelli (Filippo Marisa Grasso), Mossi & Ghisofi (Lorenzo Montagna), Ferrero (Luca del Balzo di Presenzano) e da Led Brasil Group (Robson Oliveira).

“Pernambuco criou um ambiente favorável à atração de investimentos que geram emprego e renda para nossa gente. Os italianos, por meio de várias empresas, já participam dessa nova etapa da economia do Estado”, disse Paulo Câmara.

Também participaram da reunião com o governador e o vice eleitos, os representantes da Sociedade Italiana para as Empresas no Exterior (Massimo D’Aiuto), da Companhia de Serviços de Seguros de Comércio Exterior (Massimiliano Vitale), e do Instituto Italiano para o Comércio Exterior (Giovanni Sacchi), além dos reitores Marco Gilli e Enrico Macci, do Instituto Politécnico de Turim (considerada uma das melhores e mais respeitadas universidades da Itália, com cursos de Bacharelado, Mestrado e Doutorado nas áreas de Engenharia, Arquitetura e Desenho Industrial), do prefeito de Turim (Piero Fassino) e de diplomatas brasileiros das áreas de Investimentos, Educação e Ciência e Tecnologia.

Tags: fiat, itália, Paulo Câmara,
após derrota

Paulo Câmara diz que espera disposição de Dilma para manter parcerias com Pernambuco

Publicado em 26/10/2014 às 20:26 por em Eleições, Notícias
Foto: reprodução do Facebook

Foto: reprodução do Facebook

Por meio de nota, o governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), comentou a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) e afirmou que espera que ela esteja disposta a manter as parcerias com o Governo de Pernambuco. Afilhado político do ex-governador Eduardo Campos, falecido em agosto, Câmara apoiou o senador Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da disputa presidencial. O futuro governador acompanhou a apuração em Brasília.

“Da minha parte, manterei a mesma postura republicana que Eduardo Campos adotava, de defender, acima de tudo, os interesses do povo de Pernambuco, de apresentar bons projetos e fazer as parcerias necessárias com o Governo Federal. Não espero postura diferente da presidente da República”, escreve o socialista no texto.

“A presidente Dilma é a dirigente da Nação. É fundamental que os palanques sejam desmontados; que os ânimos sejam desarmados. Não é saudável esse clima de ‘guerra’ que se criou, desde o final do primeiro turno. O Brasil saiu muito machucado dessa disputa eleitoral, a mais acirrada desde 1989″, cobrou.

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Na nota, Câmara lembra que foi o governador mais votado do País no primeiro turno da disputa eleitoral e lembra que o senador eleito Fernando Bezerra Coelho (PSB) e os deputados aliados estarão em Brasília cobrando pelo Estado.

“O Governo Federal terá do Governo de Pernambuco o empenho para defender os interesses do nosso Estado e do Brasil, e para que este retome o caminho do desenvolvimento sustentável. A campanha acabou. Agora é hora de trabalhar por aqueles que mais precisam do poder público”, lembra.

“Espero que a presidente Dilma Rousseff corresponda às expectativas dos brasileiros e brasileiras que votaram para que ela conquistasse mais quatro anos de Governo. Da minha parte, como governador eleito de Pernambuco, que deseja o melhor para o Brasil, torço para que ela consiga corrigir os problemas que levaram quase metade do eleitorado a optar pela mudança, votando em Aécio Neves”, alfineta ainda o governador eleito.

Desde que aderiu à campanha de Aécio no segundo turno, as lideranças do PSB têm acusado Dilma de retaliação com Pernambuco pelo fato de a legenda ter ido para a oposição. De acordo com o secretário estadual da Fazenda, Décio Padilha, o governo federal deixou de repassar mais de R$ 1 bilhão para o Estado em 2014.

Leia a íntegra da nota:

NOTA PAULO CÂMARA

“Espero que a presidente Dilma Rousseff corresponda às expectativas dos brasileiros e brasileiras que votaram para que ela conquistasse mais quatro anos de Governo. Da minha parte, como governador eleito de Pernambuco, que deseja o melhor para o Brasil, torço para que ela consiga corrigir os problemas que levaram quase metade do eleitorado a optar pela mudança, votando em Aécio Neves.

A presidente Dilma é a dirigente da Nação. É fundamental que os palanques sejam desmontados; que os ânimos sejam desarmados. Não é saudável esse clima de ‘guerra’ que se criou, desde o final do primeiro turno. O Brasil saiu muito machucado dessa disputa eleitoral, a mais acirrada desde 1989.

Da minha parte, manterei a mesma postura republicana que Eduardo Campos adotava, de defender, acima de tudo, os interesses do povo de Pernambuco, de apresentar bons projetos e fazer as parcerias necessárias com o Governo Federal. Não espero postura diferente da presidente da República.

Fui eleito com 68% dos votos dos pernambucanos – ainda no primeiro turno – a maior votação do País. Elegemos Fernando Bezerra senador da República e fizemos a maioria da bancada federal na Câmara dos Deputados. Essa será nossa base de apoio para defender as obras e os projetos que fazem parte do programa de Governo que foi referendado pela maioria do povo do nosso Estado.

O Governo Federal terá do Governo de Pernambuco o empenho para defender os interesses do nosso Estado e do Brasil, e para que este retome o caminho do desenvolvimento sustentável. A campanha acabou. Agora é hora de trabalhar por aqueles que mais precisam do poder público. Mais do que nunca: não vamos desistir do Brasil.”

Paulo Câmara
Governador eleito de Pernambuco

Tags: Dilma, Dilma Rousseff, Eleições, Eleições 2014, Paulo Câmara, psb, PT,
e agora?

Depois de oito anos de aliança com o PT, Pernambuco volta a governar sem apoio do governo federal

Publicado em 26/10/2014 às 19:45 por em Eleições, Notícias
Foto: Luiz Pessoa/NE10

Foto: Luiz Pessoa/NE10

Por Amanda Miranda, repórter do Blog de Jamildo

De aliados durante anos, PT e PSB ficarão em lados opostos no próximo mandato, divergência iniciada com a caminhada nacional do socialista Eduardo Campos, iniciada ano passado. Seja por motivos eleitorais ou não, os repasses federais para Pernambuco diminuíram em mais de R$ 1 bilhão de 2013 para 2014, fato que é considerado pelos socialistas uma retaliação à “traição” do partido. Com obras a serem finalizadas, sem incluir na conta os investimentos futuros, fica a dúvida sobre os recursos que chegarão ao Estado em quatro anos de divisão política.

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O gráfico abaixo mostra, em bilhões de reais, a evolução dos repasses federais para Pernambuco nos últimos dez anos, três deles eleitorais:

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O assunto começou a ser discutido mais amplamente em Pernambuco após o primeiro turno, dia 5, quando foi confirmada a vitória de Paulo Câmara (PSB) sobre Armando Monteiro Neto (PTB), candidato apoiado por Dilma, com 68,08% a 31,07%. Em meados de outubro, o secretário de Planejamento, Décio Padilha, insinuou em discurso na Assembleia Legislativa de Pernambuco que a diminuição dos recursos se deve a uma retaliação pela saída dos socialistas da base aliada. Porém, a teoria foi combatida pelo atual governador, João Lyra (PSB), que, ao assumir o mandato, em abril, já havia comentado que o diálogo seria útil na manutenção dos investimentos federais. Lyra afirmou que o problema é na arrecadação.

O fato é que as obras da Adutora do Agreste quase pararam em agosto e a administração estadual, executora da construção e na oposição ao governo federal, alegou que o motivo seria a falta de repasses. Este ano, foram liberados quase R$ 99,4 milhões para o empreendimento, uma obra para levar água para cidades da região e com previsão de custos de R$ 1,2 bilhão, sendo R$ 1,1 bilhão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o restante contrapartida do Estado.

Uma construção futura que traz dúvidas é o Arco Metropolitano, uma megaobra viária que irá de Goiana ao Porto de Suape planejada em 2008 pelo governo estadual e assumida no ano passado pelo governo federal. Com orçamento previsto de R$ 1,34 bilhão, a obra ainda nem saiu da fase de projeto. Na sua última visita a Pernambuco, no dia 23, Dilma disse que são aguardadas licenças ambientais do Estado. Tudo continua sem prazos oficiais.

Foto: divulgação

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No âmbito menos prático e mais político, socialistas e aliados, apoiando Aécio Neves (PSDB), passaram a adotar na campanha a diminuição de mais de R$ 1 bilhão dos repasses, segundo dados do Portal da Transparência. O tucano também usou o dado na tentativa de angariar mais eleitores no estado onde teve a votação mais inexpressiva no primeiro turno, 5,92%.

Do outro lado, a presidente afirmou, na sua última visita a Pernambuco, a cinco dias do segundo turno, que não fará retaliação à gestão de Paulo Câmara e disse respeitar o futuro governador “porque ele foi escolhido pelo povo”. O senador Humberto Costa, coordenador da campanha de Dilma no Estado, previu: “Acredito que passada as eleições, se nós ganharmos, essas pessoas (os adversários) vão tentar esfriar a cabeça e olhar para o povo e não tentar reproduzir uma disputa.”

Com a vitória de Dilma, os discursos devem ser amenizados, a diplomacia deve ser adotada e a busca pelo diálogo, embora não como aliados, deve começar – o que pregou João Lyra há seis meses, no início do seu “mandato-tampão”.

Foto: divulgação

Foto: divulgação

Esta será a segunda vez que esse racha político entre as esferas estadual e federal acontece desde 1999, quando assumiu o Palácio do Campo das Princesas Jarbas Vasconcelos (PMDB), antigo oposicionista de Miguel Arraes e Eduardo e agora aliado do PSB pernambucano. Na época, Fernando Henrique Cardoso estava em seu segundo mandato, com o pernambucano Marco Maciel (à época, DEM) como vice. Quando reeleito, em 2002, Jarbas governou mais quatro anos com Lula no poder.

Já naquele período existia a polêmica em torno dos repasses federais, com correligionários pernambucanos discutindo para saber quem havia destinado orçamento maior para o Estado.

“Estimo que o governo Lula venha a colocar mais recursos no Estado como também espero que seja possível recuperar o tempo perdido. Em 2004, a média dos repasses atinge apenas 55% do que FHC repassou em média no governo dele, e Lula está devendo mais de 100 milhões ao Estado”, afirmou Mendonça Filho (DEM) há dez anos, na época vice-governador. O democrata chegou a ter embates com o próprio Eduardo Campos, quando esse era ministro da Ciência e Tecnologia do governo Lula.

“Verifica-se que Pernambuco recebeu de 1999 a 2002, no último quadriênio de FHC, R$ 10,4 bilhões para investimentos, enquanto, no período de 2003 a 2006, primeiro quadriênio de Lula, o Estado teve apenas R$ 9,8 bilhões”, comparou a deputada estadual Terezinha Nunes (PSDB), em 2008. Assim, dá para se ter um tom do que eram os confrontos. Ainda durante o governo Jarbas, Lula era acusado, por exemplo, de atrasar os repasses para a duplicação da BR-232.

Nos últimos anos eleitorais, os repasses haviam aumentado. Em 2006, quando Jarbas ainda estava no poder e Eduardo disputou o governo pela primeira vez, vencendo, os recursos passaram de R$ 2,75 bilhões para R$ 3,46 bilhões. Naquele ano, o socialista derrotou o petista Humberto, que se tornou um dos seus principais aliados no segundo turno.

O crescimento nos números de recursos federais que chegam ao Estado foi expressivo também há quatro anos, período em que o PT compunha a Frente Popular de Pernambuco, chapa encabeçada por Campos que elegeu para o Senado o próprio Humberto e Armando Monteiro (PTB), aliados de Lula: foi de R$ 4,98 bilhões, em 2009, para R$ 5,77 bilhões, em 2010. A bandeira de que a aliança com o governo federal traria mais investimentos já era usada nas duas campanhas.

Tags: Dilma, Dilma Rousseff, Eduardo Campos, Eleições, Eleições 2014, Lula, Paulo Câmara, psb, PT,
Pernambuco

Renata Campos, governador e prefeito votam neste domingo pela manhã

Publicado em 25/10/2014 às 13:38 por em Eleições, Notícias

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Influentes neste processo eleitoral após a comoção gerada com a morte de Eduardo Campos (PSB), as lideranças políticas do partido em Pernambuco escolheram a manhã para votar neste segundo turno.

O governador eleito, Paulo Câmara, votará no Cecosne, no bairro da Madalena, na Zona Oeste, às 11h. Em seguida, acompanhará o voto do prefeito Geraldo Julio, no Centro de Formação de Educadores Professor Paulo Freire, no mesmo bairro.

Os dois acompanharão o voto da viúva do ex-governador, Renata Campos, e dos filhos, na Faculdade Marista, na Zona Norte do Recife, previsto para as 12h. Às 13h, participarão de um almoço na casa da família.

O atual governador, João Lyra, votará no Colégio Municipal Álvaro Lins, em Caruaru, no Agreste pernambucano, às 10h30.

O Partido Socialista Brasileiro em Pernambuco declarou apoio a Aécio Neves (PSDB) nessa etapa. Porém, foi no Estado que o tucano teve a menor votação em todo o País, de 5,92%.

PT - Coordenador da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) em Pernambuco, o senador Humberto Costa realizará um café da manhã com lideranças que apoiam a candidatura da petista no Estado. O encontro acontecerá a partir das 7h. Às 10h, o senador votará na Escola Brigadeiro Eduardo Gomes, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.

Tags: Geraldo Julio, João Lyra, Paulo Câmara, Renata Campos, Segundo Turno, voto,
aliados

Com Aécio em desvantagem, Paulo Câmara questiona pesquisas

Publicado em 24/10/2014 às 9:25 por em Eleições, Notícias
Foto: BlogImagem

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Um dia depois de o Ibope e o Datafolha divulgarem pesquisas de intenção de voto que mostram a presidente Dilma Rousseff (PT) à frente da corrida presidencial, o governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), questionou, na manhã desta sexta-feira (24), em entrevista à Rádio Jornal, os resultados das pesquisas eleitorais. O socialista apoia o senador Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da disputa presidencial.

“No primeiro turno, houve muito erro de pesquisa. Hoje, pesquisa é um instituto que precisa ser um pouco revisto”, disse o governador, ao ser questionado sobre os números que apontariam a reeleição de Dilma Rousseff. “A gente vê uma aceitação muito grande dos votos de Aécio. A gente vê uma transferência muito grande dos votos de Marina Silva”, garante.

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Paulo Câmara afirmou que o Brasil está dividido e lembrou ainda que, enquanto Dilma aparece na frente no Nordeste e no Norte, Aécio lidera a corrida no Sudeste, Sul e Centro-Oeste. “A gente tem uma expectativa muito grande da vitória do Aécio. A gente está vendo uma disputa muito acirrada”, disse.

Câmara também disse acreditar na possibilidade de uma vitória de Aécio em Pernambuco, apesar de o PSB não estar mais realizando pesquisas internas. Condiciona a previsão ao sentimento das ruas, que disse vir dos atos de campanha realizados em Petrolina, Arcoverde, Caruaru e na Região Metropolitana do Recife (RMR).

“A gente prevê uma eleição muito apertada aqui em Pernambuco, com possibilidade de vitória para Aécio”, revela o futuro governador, que embarca para o Rio de Janeiro com o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), nesta sexta, para acompanhar o último debate entre os presidenciáveis antes da eleição na Rede Globo.

SECRETARIADO – Durante a entrevista, Paulo Câmara também evitou adiantar nomes do futuro secretariado que vai montar e disse que a escolha da equipe será feita em dezembro.

Questionado pelo comunicador Geraldo Freire sobre nomes cotados para integrar o primeiro escalão do governo, como Tadeu Alencar, José Neto, Evaldo Costa, Sebastião Oliveira e Antônio Figueira, Câmara preferiu desconversar.

“Aí tem pessoas muito capazes, que ajudaram muito Eduardo e que com certeza vão me ajudar nos próximos quatro anos com as funções que a gente for definindo”, respondeu o futuro governador.

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reta final

Paulo Câmara faz “Caminhada da Vitória de Aécio no Recife”

Publicado em 23/10/2014 às 11:17 por em Eleições, Notícias
Aécio Neves (PSDB) fazendo campanha em Sirinhaém ao lado do governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB). Foto: @jc_pe

Aécio Neves e Paulo Câmara num ato de campanha em Sirinhaém. Foto: @jc_pe

Coordenador da campanha do senador Aécio Neves (PSDB) em Pernambuco, o governador eleito Paulo Câmara (PSB), realiza nesta quinta-feira (23), a “Caminhada da Vitória de Aécio no Recife”. O ato terá concentração a partir das 16h, na Praça Maciel Pinheiro, na Boa Vista, e deve ser concluída com um ato na Praça da Independência, no bairro de Santo Antônio. A CTTU vai monitorar a movimentação.

Além de Paulo Câmara, devem participar o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), e o senador eleito Fernando Bezerra Coelho (PSB), além de outras lideranças da Frente Popular. A presença da ex-primeira-dama Renata Campos, viúva do ex-governador Eduardo Campos, e dos filhos do casal não estão confirmadas.

Arte: divulgação/PSB

Arte: divulgação/PSB

Nesta quinta, se encerra o prazo dado pela Justiça Eleitoral para realização de comícios no segundo turno da corrida presidencial. Aécio enfrenta a presidente Dilma Rousseff (PT) nas urnas no próximo domingo (26).

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oposição

Dilma garante que não fará retaliação à gestão de Paulo Câmara

Publicado em 21/10/2014 às 16:42 por em Eleições, Notícias
Foto: BlogImagem

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Com informações de Marcela Balbino, repórter do Blog de Jamildo.

Questionada pela imprensa durante a visita feita à fábrica da Fiat/Jeep em Goiana, na Mata Norte de Pernambuco, na tarde desta terça-feira (21), a presidente Dilma Rousseff (PT) garantiu que, caso seja reeleita no próximo domingo (26), não fará nenhuma retaliação à gestão do governador eleito de Pernambuco Paulo Câmara (PSB), que apoia o senador Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da corrida presidencial.

“Eu respeito o governador eleito porque ele foi escolhido pelo povo”, garantiu a presidente, antes de afirmar que o governo federal deve ser parceiro dos governos estaduais.

Dilma também afirmou que seu governo foi o que mais investiu recursos em Pernambuco, valor da ordem de R$ 6 bilhões. O antecessor, Lula (PT), teria aplicado R$ 4 bilhões. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) teria investido R$ 600 milhões.

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A petista disse que o povo pernambucano é politizado, que vai olhar e pensar qual é o melhor candidato. “Os tucanos olharam para o Nordeste com preconceito”, disse.

Pernambuco foi o único estado do Nordeste onde Dilma não venceu no primeiro turno. Ela teve 44,22% dos votos, enquanto a ex-senadora Marina Silva (PSB) ficou com 48,05%. Aécio Neves teve 5,92% da preferência dos eleitores.

Dilma perdeu a votação na Região Metropolitana do Recife (RMR) e na Zona da Mata, áreas que serão visitadas nesta terça, a cinco dias da votação. De Goiana, a presidente segue para o Recife, onde realiza uma caminhada ao lado de Lula.

Mais cedo, Dilma realizou um comício em Petrolina, no Sertão. Ela citou as obras da Transposição do Rio São Francisco e criticou a falta de água em São Paulo, estado administrado pelo PSDB.

Foto: BlogImagem

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Uma possível retaliação do governo federal ao Estado passou a ser discutida depois que o secretário da Fazenda, Décio Padilha, afirmou na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) que o governo federal deixou de repassar dinheiro ao governo estadual depois que o PSB saiu da base aliada para lançar a candidatura do ex-governador Eduardo Campos, padrinho político de Câmara que faleceu em um acidente aéreo em agosto.

A tese de retaliação foi rejeitada pelo governador João Lyra Neto (PSB), para quem a falta de recursos atingiu todos os estados.  A retaliação, porém, continuou sendo apontada pelo prefeito de São Lourenço da Mata, Ettore Labanca (PSB), e pela vereadora do Recife Priscila Krause (DEM).

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para vencer Dilma

Paulo Câmara pede engajamento de deputados na campanha de Aécio

Publicado em 21/10/2014 às 8:13 por em Eleições, Notícias
Paulo Câmara, Geraldo Julio e FBC reuniram quase 50 deputados para cobrar apoio a Aécio Neves. Foto: divulgação/PSB

Paulo Câmara, Geraldo Julio e FBC reuniram quase 50 deputados para cobrar apoio a Aécio Neves. Foto: divulgação/PSB

Um dia antes da visita do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff, ambos do PT, ao Estado, o governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), reuniu quase 50 deputados federais e estaduais, dentre atuais e eleitos, para pedir reforço no engajamento da campanha do senador mineiro Aécio Neves (PSDB) nesta reta final.

“Nossos eleitores precisam saber que o voto agora é no 45. Logo, cada uma de nós, deve percorrer os municípios possíveis levando a mensagem de apoio a Aécio. Precisamos transferir nossos votos para a candidatura que representa a mudança e que está comprometida com o povo de Pernambuco e do Nordeste”, disse Paulo Câmara.

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Para Câmara, Pernambuco será decisivo no segundo turno, que ocorre no próximo domingo (26). O Estado foi o único no Nordeste onde Dilma não liderou a votação na primeira etapa; ela teve 44,22% dos votos. Aécio terminou o primeiro turno bem atrás, com 5,92%, mas conseguiu o apoio do PSB, da família do ex-governador Eduardo Campos e de Marina Silva no segundo turno. A ex-senadora liderou a votação em solo pernambucano, com 48,05%.

“Devemos nos empenhar ao máximo, unir forças e intensificar o trabalho de disseminar o nome de Aécio. Vamos mostrar que a Frente Popular está unida em torno deste projeto de governo que vai mudar o Brasil e que vai ajudar o governo de Paulo a transformar a vida dos pernambucanos”, pediu o prefeito do Recife, Geraldo Julio.

O encontro reuniu ainda o senador eleito Fernando Bezerra COelho (PSB); o vice de Paulo Câmara, o deputado federal Raul Henry (PMDB); e o presidente do PSB, Sileno Guedes. O governador eleito já havia liderado um encontro parecido com prefeitos da Frente Popular.

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Paulo Câmara deve reforçar campanhas do PSB na Paraíba e em Roraima

Publicado em 20/10/2014 às 15:33 por em Eleições, Notícias
Foto: Rodrigo Carvalho/JC Imagem

Candidatos do PSB ficaram em segundo lugar nos estados. Foto: Rodrigo Carvalho/JC Imagem

Eleito em Pernambuco com mais de três milhões de votos e 68,08% do eleitorado, o futuro governador Paulo Câmara (PSB), afilhado político de Eduardo Campos, deve reforçar as campanhas do PSB nos estados da Paraíba e de Roraima.

“Estou aguardando a confirmação de agendas nacionais que foram demandadas para mim, estar presente na Paraíba e em Roraima”, revelou na manhã desta segunda-feira (20).

“Agora, como vice presidente do partido, essas agendas são necessárias”, afirmou Câmara, que foi eleito vice-presidente nacional do PSB há uma semana.

Na Paraíba, o governador Ricardo Coutinho (PSB) ficou em segundo lugar no primeiro turno, com 46,05%, contra o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que teve 47,44%.

O mesmo aconteceu em Roraima, onde Chico Rodrigues (PSB) ficou com 37,62%. A candidata que teve mais votos foi Suely Campos (PP), que ficou com 41,48%.

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garantir continuidade

Paulo Câmara cobra que próximo presidente não retalie estados

Publicado em 20/10/2014 às 13:15 por em Notícias
Foto: BlogImagem

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Apesar de evitar falar em retaliação do governo federal, o governador eleito de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), cobrou na manhã desta segunda-feira (20) que o próximo presidente do Brasil, seja quem for, não tenha uma postura de boicotar as gestões estaduais e disse que é preciso garantir a continuidade das obras de ações públicas.

“A gente vai ter a preocupação de continuar apresentando os bons projetos e tendo a certeza que o presidente da República, quem quer que seja, ele não vai ter esse comportamento de retaliar estado A ou B. A gente espera isso do próximo presidente”, afirmou.

“É importante que não haja descontinuídade. Tem muita em andamento, que precisa de liberações, que a gente vai ter também a responsabilidade, junto ao governo federal, de cobrar as liberações que já estão pactuadas”, disse.

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A declaração ocorre cinco dias depois de o secretário estadual da Fazenda Décio Padilha afirmar, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), que a gestão da presidente Dilma Rousseff (PT) deixou de liberar recursos para Pernambuco depois que o PSB foi para a oposição.

A tese foi negada no dia seguinte pelo governador João Lyra Neto (PSB), segundo quem a falta de recursos no Tesouro Nacional penalizou todos os estados. Em Pernambuco, o aperto fez com que fosse investido menos da metade dos R$ 3,07 bilhões previstos para 2014.

“Eu acompanhei o PAF até abril. O governo federal segurou o PAF de todos os estados”, disse Câmara. “Mas estamos com a expectativa de que muita coisa aconteça aí nos próximos dias em relação a esses desembolsos”, afirmou.

Câmara também falou sobre o Arco Metropolitano. “Esperamos que o governo cumpra a sua promessa. Se ele não cumprir, a partir de 2015, a gente vê quais medidas devem ser tomadas. Mas até 31 de dezembro a gente confia que a presidente Dilma vá resolver essa questão e cumprir o que ela se comprometeu com os pernambucanos”, disse.

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BISPOS – Paulo Câmara se reuniu com o arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, e outros 11 bispos pernambucanos na manhã desta segunda para ouvir demandas para o futuro governo. O candidato foi questionado sobre a interiorização da Saúde, sobre as estradas do Estado e sobre o combate ao crack.

O candidato aproveitou para alfinetar o PT. “A gente defende a alternância de poder porque falta gestão no governo federal. São obras que começam e nunca acabam”, disse em certo momento.

Os bispos ficaram de ouvir mais propostas em suas bases pastorais e elaborar um documento que será entregue ao futuro governador por Saburido. o grupo havia feito a mesma coisa em 2006, antes da posse do ex-governador Eduardo Campos.

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