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11/06/18
Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem
Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

Podendo ficar sem o PT, Paulo Câmara prega união da base

11 / jun
Publicado por Douglas Fernandes em Instant Articles às 17:13

Em meio a cobranças públicas de aliados por uma das vagas para o Senado, o governador Paulo Câmara (PSB) disse, em evento da formação de bombeiros militares nesta segunda-feira (11), que, independente da decisão do PT, vai trabalhar pela unidade do grupo de partidos atualmente na base.

“Em agosto a gente vai ter a oportunidade de fazer o nosso lançamento e ver a Frente Popular unida e se o PT vier, será bem-vindo, mas também nós temos que trabalhar em torno da nossa Frente que é muito grande. Então estamos fazendo isso no dia a dia”, disse o socialista que conta atualmente com MDB, PP, PR, PSC, PDT, PCdoB no seu arco de alianças.

Questionado sobre a possibilidade de uma aliança com o PT afastar algumas siglas da Frente Popular, Paulo Câmara voltou a pregar união dos partidos que compõem a sua base e criticou a condução do governo do presidente Michel Temer (MDB). 

“A consciência nossa é de unificação, de unificar, quem quiser vir ao nosso palanque, que pense como nós, que sabe que a forma que o governo federal está administrando o Brasil não pode continuar, será bem vindo. Então se o PT assim decidir se unir conosco, será bem vindo, mas independente de qualquer decisão, nós temos um trabalho a fazer, como governador e como líder de uma frente grande, de muitos partidos. A gente tem que chegar em agosto com essa frente muito bem consolidada e unida”, afirmou.

Entre os que poderiam rumar para a oposição, estão o PSC do deputado estadual André Ferreira (PSC), que é pré-candidato ao Senado e ficaria sem espaço para concorrer ao posto caso petistas e socialistas firmem a aliança, e o PP do deputado federal Eduardo da Fonte – que disse não abrir mão da vaga de senador para a legenda. Uma vaga ao Senado já estaria garantida ao deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB) e a outra dependeria da decisão do PT, que pode indicar o senador Humberto Costa, principal defensor da aliança com os socialistas, para disputar a reeleição à Casa Alta. 



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