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eliseu padilha

Reforma da Previdência vai respeitar direitos adquiridos, diz ministro do governo Temer

03 / set
Publicado por Amanda Miranda em Notícias às 15:30

Agência Brasil – O ministro Eliseu Padilha, chefe da Casa Civil da Presidência da República, afirmou nessa sexta-feira (2) que o acesso à aposentadoria será garantido aos trabalhadores que têm direito à Previdência. Ao falar sobre a reforma o governo Temer vai fazer na Previdência, Padilha disse que o objetivo é garantir aos trabalhadores o pagamento de todos os benefícios.

“Nós vamos ter que fazer mudanças pontuais preservando os direitos adquiridos por todos. Na Previdência, todos aqueles que têm direitos garantidos, não se preocupem”, diz o ministro, em vídeo divulgado no Facebook. Veja:

De acordo com Padilha, o presidente Michel Temer não tirará “um só” dos direitos garantidos na Constituição. “Não se pensa em perda de décimo terceiro [salário], Fundo de Garantia [do Tempo de Serviço, FGTS], direito a auxílio-maternidade. Ninguém vai perder direito nenhum.”

Temer foi empossado em rápida cerimônia no Senado poucas horas após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), na última quarta-feira (31). No primeiro pronunciamento, exibido em emissoras de rádio e televisão nacionalmente, o peemedebista defendeu medidas como a reforma da Previdência, a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição para limitar o aumento dos gastos públicos por 20 anos e alterações na legislação trabalhista. A mudança no sistema de aposentadorias está prevista até o fim deste ano.

Depois disso, foi questionado se haveria perda de direitos. “Não haverá perda do 13º salário, do FGTS, do direto ao auxílio maternidade. Repito: nenhum dos direitos do trabalhador será tirado”, disse Eliseu Padilha.

“Posso dizer que se trata de mais uma deslavada mentira. Nos avisem. Isso é terrorismo político. Criam mentiras para impor o medo. Precisamos disseminar a verdade. E a verdade é que a reforma Trabalhista não vai retirar nenhum direito do trabalhador. Não será o trabalhador a pagar a conta do déficit da Previdência”, afirmou o ministro.


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