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Mais uma estudante é sequestrada na UFPE

Publicado em 13/02/2014 às 11:49 por em Notícias
Imagem: reprodução da TV Jornal.

Imagem: reprodução da TV Jornal.

Mais uma estudante da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) teria passado por um sequestro relâmpago dentro do Campus, na área próxima ao Centro de Ciências Sociais e Aplicadas (CSSA), na noite dessa terça-feira (12), conforme relato da jovem no Facebook. Um caso parecido havia ocorrido há doze dias.

Fernanda Magalhães, que é aluna do curso de Administração, contou em um grupo que a turma mantém na rede social ter sido abordada por volta das 19h por um homem armado que a teria levado até um posto na Avenida Caxangá, onde ela teve que sacar todo o dinheiro que possuía na conta bancária e, depois, foi deixada em uma rua no bairro do Prado.

Leia também: Universitária é vítima de sequestro relâmpago dentro do campus da UFPE

“Graças à Deus não aconteceu algo pior comigo, tentei manter a calma e lembrei do que aconteceu no outro sequestro no mesmo local há mais ou menos 2 semanas atrás, onde a nossa colega também havia sido deixada na rua”, escreveu a jovem.

No dia 31 de janeiro, uma jovem do curso de Economia também sofreu um sequestro relâmpago com as mesmas características no estacionamento ao lado do CCSA.

Veja matéria da TV Jornal:


 

No início deste mês, a Universidade divulgou uma nota afirmando que a segurança da comunidade acadêmica é uma das prioridades da instituição. A UFPE disse ter tomado medidas para reforçar a vigilância nuturna, inclusive a armada, nos trechos próximos aos pontos de ônibus.

A instituição prometeu ainda agilizar um contrato que ampliará o número de vigilantes e que permitirá um monitoramento 24h no Campus.

A UFPE também pediu que a Polícia Militar reforçasse o policiamento no entorno da Universidade.

Leia o relato da jovem:

relatoUFPEeditada

 

13 ideias sobre “Mais uma estudante é sequestrada na UFPE

  1. Lourival

    São mentiras e mais mentiras contadas pela reitoria. O policiamento é reforçado no dia seguinte ao acontecido, mas e depois??? Volta tudo ao normal. Até quando vamos ser vítimas da violência dentro do campus? Se usamos ônibus, somos assaltados enquanto nos dirigimos a parada. Se é de carro, somos sequestrados. E aí, Anisio??? Quem irá me defender? Vou ter que esperar o Chapolin?
    Será que alguém vai precisar morrer pra que a reitoria tome alguma providência? Não, já sei! Se algum professor fosse vítima disso, as coisas mudariam, mas como são alunos, deixa pra lá.

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  2. Isabel

    Só espero que ela tenha comunicado a polícia, pois muitas vezes divulgamos a situação e não formalizamos a denúncia, formalizar a denúncia é importantíssimo.

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  3. Cleiton

    O campus da UFPE é, desde longa data, um paraíso para os bandidos. Ambientes escuros, falta de seguranças e policiamento inexistente. Soma-se a isso uma reitoria incompetente e uma prefeitura do campus inoperante. Isso tudo só vai mudar quando alguém morrer ou os alunos começarem a fazer justiça com as próprias mãos.

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  4. Alessandro

    É incrível como a falta de uma segurança eficiente e eficaz neste campus da UFPE, pois vivenciamos todos os dias a insegurança, empresa terceirizada no qual o campus não faz uma cobrança e fiscalização eficiente para que possa possibilitar as pessoas um pouco de tranquilidade, num ambiente acadêmico, esportivo, familiar. Esse mundo está uma bagunça, e a federal uma falta de estrutura geral, desde segurança, como infraestrutura, salas em situações precárias, entre outros itens.

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  5. Socorro Correa

    Sr Reitor,
    Não sou estudante, não tenho filhos e menos netos estudando na UFPE, mas as pessoas que estudam ai a noite é porque tem que trabalhar e outros afazeres. SE REITOR se fosse uma filha sua, o que você faria?

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  6. ronaldo

    Quando um bandido matar um familiar de um aristocrata ou do reitor,as medidas ENÉRGICAS serão tomadas.Disso, todos temos certeza.É chegada a hora dos estudantes trocarem o reitor por um que REALMENTE tenha disposição para cumprir com as suas obrigações.

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  7. lins

    Atenção, senhores professores do Curso de Administração da UFPE: a aluna está necessitando, URGENTEMENTE, uma reciclagem em Língua Portuguesa! Uma universitária escrever “graças À DEUS” (com crase) é uma calamidade! Além de outras dezenas de erros. Pior do que isso só o sequestro que a garota sofreu…

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  8. CADU

    LINS, SE FOSSE SUA FILHA VC NÃO ESTARIA FAZENDO PIADA. A INSEGURANÇA NO CAMPUS DA UFPE EXISTE HÁ DÉCADAS. O REITOR SÓ VAI TOMAR PROVIDÊNCIAS QDO O FILHO DO GOVERNADOR FOR A VÍTIMA DO SEQUESTRO. AH! O FILHO DO GOVERNADOR UTILIZA CARRO BLINDADO E SEGURANÇA PARTICULAR, PAGOS COM DINHEIRO PÚBLICO, É CLARO. PORTANTO NUNCA SERÁ VÍTIMA.

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  9. CADU

    LINS, SE FOSSE SUA FILHA VC NÃO ESTARIA FAZENDO PIADA. A INSEGURANÇA NO CAMPUS DA UFPE EXISTE HÁ DÉCADAS, E NEM A REITORIA, NEM AS AUTORIDADES TOMAM PROVIDÊNCIAS. QDO O FILHO DO GOVERNADOR FOR SEQUESTRADO, AS PROVIDÊNCIAS SERÃO IMEDIATAS. AH! O FILHO DO GOVERNADOR VAI PARA UFPE DE CARRO BLINDADO E SEGURANÇA PARTICULAR, TUDO PAGO COM DINHEIRO PÚBLICO, É CLARO.

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  10. VITORIA

    LINS, SE FOSSE SUA FILHA VC NÃO ESTARIA FAZENDO PIADA. A INSEGURANÇA NO CAMPUS DA UFPE EXISTE HÁ DÉCADAS, E NEM A REITORIA, NEM AS AUTORIDADES TOMAM PROVIDÊNCIAS. QDO O FILHO DO GOVERNADOR FOR SEQUESTRADO, AS PROVIDÊNCIAS SERÃO IMEDIATAS. AH! O FILHO DO GOVERNADOR VAI PARA UFPE DE CARRO BLINDADO E SEGURANÇA PARTICULAR, TUDO PAGO COM DINHEIRO PÚBLICO, É CLARO.

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  11. lucia

    Sempre achei ali muito esquisito, pedia muito a Deus para meu filho passar na UPE, graças a Deus consegui, ele formou-se na UPE, a UFPE está entregue aos bandidos muito perigoso, tem tarados, tem sequestros, e o governo não faz nada para mudar isso, absurdo, tem que haver muitos seguranças, e tem que cuidar mais da faculdade que se deixar passar mais tempo vai terminar sem moveis, e o prédio sujo, isso é uma vergonha, para onde vai tanto dinheiro.

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  12. Carlos Gonçalves

    Graduei-me em Engenharia Civil em 1985 pela UFPE (passei a residir em S. Luís, MA a partir de 1990), e já naquele tempo, o Campus da UFPE à noite era ermo por demais. O policiamento era praticamente inexistente, todavia, a periculosidade revelava-se bem menor, talvez porque proporcionalmente houvessem menos bandidos, e estes gostavam de atuar noturnamente nos ônibus circulares de então, em horário de menos pico. Tive um contemporâneo amigo meu que passou por esta experiência canalha de ser assaltado num desses ônibus ao vir assistir a uma aula noturna, já nos últimos períodos de nosso curso, mas não foi o único, certamente. Pessoalmente nunca passei por similar situação, por pura sorte, creio eu, entretanto, já havia sido furtado dentro do coletivo circular indo pro centro–nada novo aqui. Esta situação presente revela bem o quadro de descaso de nossos gestores para com as universidades, e fico extremamente triste ao constatar que aquela situação, que já era ruim, só piorou com o tempo décadas depois. Totalmente lamentável. Em tempo: o reitor Anísio Brasileiro foi nosso professor na disciplina de Engenharia Econômica de então.

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