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Mendonça lança movimento O Recife que a Gente Quer em debate sobre mobilidade urbana

01 / ago
Publicado por Public Post em Notícias às 12:09

O candidato do Democratas à Prefeitura do Recife participa de debate, nesta quarta-feira (1º), sobre mobilidade urbana na capital pernambucana. O evento tem início ás 18h30, no Clube Português. Os polêmicos viadutos da Agamenon estão na mira do democrata.

Primeiro candidato a se posicionar publicamente contra o projeto do Governo do Estado que prevê a adoção de quatro viadutos na Avenida Agamenon Magalhães, Mendonça (DEM) vai debater com técnicos em urbanismo e convida a sociedade em geral para discutir alternativas que privilegiem o trânsito, o transporte público, pedestres e ciclistas.

No debate o democrata dá largada para o movimento "O Recife que a gente quer". "Trata-se de um espaço para a discussão de temas relativos à cidade, e nosso primeiro desafio será encontrar, em conjunto, soluções para esse projeto terrível dos viadutos, que privilegia os automóveis em detrimento do transporte público", disse Mendonça.

O candidato afirma que trabalhará com três alternativas para o projeto dos viadutos, mas pretende antes apresentá-las e discutí-las junto à sociedade. "Foi isso que o Governo do Estado não fez quando empurrou goela abaixo da população – e sob o silêncio obsequioso de muitas pessoas que não queriam contrariá-lo – um projeto que aleija a espinha dorsal do Recife", afirmou.

Para o dabate desta noite foram convidados técnicos da UFPE, CREA e outras instituições da sociedade civil. "O movimento é suprapartidário. Quem quiser pode ir e apresentar sua proposta e será bem vindo", afirmou.

Mea culpa – O prefeiturável afirma que o Recife carece de planejamento urbano detalhado pelo menos desde a década de 1970 e faz o "Mea culpa" quanto às gestões em que o DEM esteve no governo.

"Não eximo a culpa de administrações ligadas ao meu campo político, mas o fato é que nos últimos doze anos a questão da mobilidade tomou um vulto muito grande por conta do aumento e adensamento populacional e do grande acréscimo do número de veículos nas ruas. Ou se planeja hoje a cidade que vamos ter amanhã e até os próximos 25 anos ou a tendência é acontecer um nó completo".


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