eleições 2014

Aécio critica atuação do governo na área econômica

Publicado em 30/07/2014 às 13:47 por em Eleições, Notícias

aecio neves

Com um discurso focado em críticas à atuação do atual governo na área econômica, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, afirmou nesta quarta-feira, 30, em sabatina realizada na Confederação Nacional da Indústria (CNI), que se eleito terá implantará um “novo ciclo” que passa por questões voltadas para infraestrutura, taxa de câmbio, juros e simplificação do sistema tributário.

“Sou candidato do sentimento profundo de mudança que permeia sociedade brasileira… não tenho dúvidas dos desafios que temos pela frente. Me preparei e me reuni ao longo dos últimos anos com as mais expressivas lideranças da economia. Não é normal para um país com a nossa renda média viver processo de desindustrialização”, afirmou.

>> Para empresários, Eduardo Campos diz ser o único capaz de levar o Brasil para um ´bom lugar`

Logo no início da apresentação, o tucano considerou que o governo do PT apostou em ações erradas nos últimos anos. “Os resultados pífios da economia brasileira são obras de brasileiros. São consequências de opções erradas que o atual governo fez nos últimos anos. Ao longo de 10 anos o atual governo demonizou as parcerias com setor privado. Tempo que nós perdemos e não voltará mais”.

Em seguida avaliou que uma das consequências dos problemas enfrentados hoje na área econômica é a “falta de credibilidade”. “O governo não teve oportunidade de mobilizar investimentos necessários. Para avançarmos precisaríamos pensar em investimento em infraestrutura da ordem de 4,5% ou 5%. Não houve preocupação de enfrentar um dos fatores mais nocivos à economia: simplificação tributária. Viemos ao longo dos últimos anos aprendendo a conviver com contabilidade criativa. Isso minou o que é fundamental para crescimento de qualquer País, a credibilidade. Credibilidade é palavra em falta hoje no Brasil”, disse.

Segundo ele, caso seja eleito, a melhoria das condições da competitividade da indústria será “tratada como obsessão absoluta”. O tucano também ressaltou em vários momentos a necessidade de um “choque de infraestrutura” para atração de capitais. “Juros mais baixos não serão realizados por voluntarismo ou discurso na televisão… o Brasil é refém hoje de populismo cambial”, disse.

O candidato também aproveitou o evento para reafirmar que nos primeiros dias do próximo governo será enviado ao Congresso projeto de simplificação tributária. Antes da apresentação do tucano, representantes da CNI apontaram alguns dos principais desafios do setor como a criação de ações voltadas para melhorar a competitividade das empresas, que passariam por melhorias nas condições “macro econômicas e segurança jurídica”.

“O desafio central é avançar na agenda da competitividade. A indústria pode ser sim o grande motor do crescimento”, afirmou Pedro Wongtschowski, presidente do Conselho de Administração do Grupo Ultra. A mesma abordagem também foi feita a Eduardo Campos (PSB), o primeiro a participar da sabatina.

De maneira geral, o tucano repetiu as propostas apresentadas por Campos. Mas, no que se diferenciou do socialista, fez um aceno ao defender um câmbio desvalorizado – mantra que agrada ao setor industrial na disputa por mercados externos. “O Brasil, infelizmente, é refém hoje daquilo que podemos chamar de um populismo cambial. O governo federal (…) busca controlar a inflação com a intervenção permanente no câmbio em desfavor de quem produz no Brasil”, afirmou o candidato do PSDB.

Numa fala que transcorreu no horário do almoço, o tucano só foi aplaudido nos 30 minutos de fala uma única vez, contra sete vezes de Eduardo Campos. Mimetizando o socialista, o tucano disse que iria encaminhar ao Congresso nos primeiros dias de governo uma proposta para simplificar o sistema tributário, acabando com os impostos indiretos, e caminhar para a adoção do Imposto sobre Valor Agregado (IVA).

Também como o antecessor, Aécio defendeu o aumento da produtividade pela via da inovação. E, ao citar várias vezes a petista Dilma Rousseff, atacou a falta de capacidade do governo de motivar. “É muito importante que nós tenhamos clareza de que este ciclo perdeu a capacidade de gerar expectativas positivas para a economia”, disse.

No único momento de descontração da plateia, que riu, ele disse que não precisamos de Santander para afirmar as expectativas para a economia do País. E destilou dados da Fundação Getulio Vargas que apontam dificuldades para o setor.

Na tentativa de se diferenciar de Campos e Dilma, o tucano afirmou ser cético em relação a aqueles que se dizem “monopolistas da verdade, da ética e da verdadeira mudança”. “Tenho absoluta convicção que estamos construindo as bases sólidas para as mudanças de que o Brasil precisa”, afirmou.

Aécio foi o segundo a participar da sabatina realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira, 30. No início da tarde, está prevista a participação da presidente Dilma Rousseff (PT).

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economia

Não há indício de alta forte do desemprego, aponta Dieese

Publicado em 30/07/2014 às 13:06 por em Eleições, Notícias

Mesmo com a forte desaceleração da economia brasileira nos últimos meses e a possibilidade de uma recessão técnica neste ano, por enquanto nada indica um aumento expressivo da taxa de desemprego nas maiores regiões metropolitanas do país. Segundo Alexandre Loloian, coordenador da pesquisa de emprego da Fundação Seade e do Dieese, divulgada nesta quarta-feira, 30, o mercado de trabalho teve um desempenho atípico este ano, com crescimento na força de trabalho no primeiro trimestre e queda no segundo.

“É difícil dizer se essa queda na força de trabalho vai se manter nos próximos meses. Ainda existem muitas variáveis a serem definidas na economia, e o período eleitoral sempre gera um tumulto nas expectativas de empresas e famílias”, comenta.

“Por enquanto, com base nos dados que temos, nada permite vislumbrar um aumento no desemprego, até porque no segundo semestre o mercado de trabalho geralmente aquece, mesmo em anos não tão favoráveis do ponto de vista da atividade econômica”, acrescenta o pesquisador.

A economista Ana Maria Belavenuto, técnica do Dieese responsável pela pesquisa de emprego nas seis maiores regiões metropolitanos do Brasil, também diz que 2014 ainda apresenta números muito mais promissores no nível total de ocupados do que nos dois anos anteriores. Ela aponta que a geração de vagas na construção, que vinha sendo um dos motores do aumento de emprego, desacelerou em junho, possivelmente resultado da conclusão de alguns grandes projetos de infraestrutura. “Agora precisamos ver até que ponto o segmento imobiliário conseguirá dar sustentação para o setor”, explica.

Ana Maria comenta que o Brasil já viveu outros momentos de contração da economia e relativa estabilidade de empregos, como durante a crise financeira global iniciada em 2008. Tanto naquela época como agora, o setor de serviços é que deu sustentação ao mercado de trabalho, embora desta vez já existam alguns sinais de perda de fôlego nessa área.

Em relação aos impactos da Copa do Mundo, Ana Maria afirma que o setor de serviços teve um bom desempenho em junho nas cidades de Fortaleza, do Recife e de Belo Horizonte, mas o mesmo não se verificou em São Paulo e Salvador. “A Copa pode ter ajudado, mas os efeitos não foram homogêneos em todas as regiões”, explica. Na Grande São Paulo, um dos possíveis motivos é que o fluxo de turistas atraídos pela Copa acabou atrapalhando o turismo de negócios, que é muito forte na capital paulista.

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voo presidencial

Para empresários, Eduardo Campos diz ser o único capaz de levar o Brasil para um ´bom lugar`

Publicado em 30/07/2014 às 12:00 por em Eleições, Notícias
Foto: reprodução do Twitter de Eduardo Campos

Foto: reprodução do Twitter de Eduardo Campos

Sabatinado na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) se colocou como o único candidato à Presidência da República capaz de levar o Brasil a um “bom lugar”. O pernambucano fez duras críticas à situação econômica e produtiva do País e chegou a dizer que a “marolinha”, expressão com a qual o ex-presidente Lula (PT) classificou a chegada da crise econômica no País, era um problema mais profundo.

“O presidencialismo de coalizão não vai levar o brasil a um bom lugar. Só levará o Brasil pra trás”, disse. “Eu e a Marina representamos a única possibilidade de quebrar o presidencialismo de coalizão e unir o brasil em torno de uma nova agenda”, afirmou.

“As circunstâncias que cercam a presidente Dilma hoje e cercam o candidato Aécio são de conservar essa política que cansa os brasileiros”, avaliou Campos, citando os adversários. “Por mais séria que seja a pessoa, não terá força política para fazer o novo”, afirmou.

Leia também: À indústria brasileira, Eduardo Campos diz que não se pode ter preconceito com lucro

Na CNI, Eduardo Campos afirma que terceirização precisa ser revista

Eduardo Campos defende retomada da relação entre do Brasil com EUA, Europa e China

Diante de boa parte do PIB brasileiro, o presidenciável fez questão de defender que não se pode ter preconceito com lucro porque ele trava o desenvolvimento. A fala pode ser uma referência ao esquerdismo do PT. “É preciso não ter preconceito com o lucro num País capitalista. Você pode até sonhar com outra realidade. Mas enquanto você vive num País capitalista, o preconceito com o lucro mata o investimento”, defendeu.

O socialista voltou a criticar o leque de alianças federal e a forma de distribuição de cargos no governo federal. “O Brasil não aguenta mais quatro anos acompanhado de Sarney, Collor, Renan, impondo suas vontades ao País”, criticou.

Campos ainda defendeu a necessidade de rever o modelo de fiscalização que é utilizado no País e pregou um diálogo tripartite entre governo, empresários e trabalhadores para ampliar a produtividade e reduzir os gastos com questões trabalhistas.

Delicado, o ex-governador evitou falar na perda de garantias trabalhistas e citou um diálogo entre empresários e trabalhadores capaz de chegar a um consenso. “A visão clara do empresariado brasileiro moderno não está reivindicando que se retire as garantias conquistadas”, avaliou.

O pernambucano também defendeu que o Brasil deve retomar a sua relação com as grandes economias mundiais, citando Estados Unidos, Europa e China. O candidato prometeu destravar o Mercosul para permitir a realização de acordos bilaterais e disse que o posicionamento internacional do País não pode ser galgado pelo preconceito.

O ex-governador esteve acompanhado da sua vice, a ex-senadora acriana Marina Silva (PSB/Rede). Ele também voltou a repetir promessas já realizadas durante a campanha como fazer a reforma tributária no primeiro semestre de 2015, dar independência ao Banco Central e criar o Conselho Nacional de Responsabilidade Fiscal.

Campos ainda garantiu que vai implantar a produtividade na gestão pública do Brasil e que iria se comprometer pessoalmente com essa agenda. “O que falta é uma palavrinha mágica que essa eu conheço. Se chama gestão. Capacidade de acompanhar até o fim”, disse.

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produtividade

Na CNI, Eduardo Campos afirma que terceirização precisa ser revista

Publicado em 30/07/2014 às 11:18 por em Eleições, Notícias

Questionado sobre a relação entre a elevação nos custos do trabalho e os problemas de produtividade da indústria nesta quarta-feira (30), o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), candidato à Presidência da República, deixou claro que pretende fazer um amplo debate sobre a terceirização no País, caso seja eleito presidente.

“O Brasil precisa discutir um marco regulatório da terceirização. E é preciso ter coragem de fazer esse debate”, garantiu o pernambucano, durante a sabatina concedida à Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Campos deu como exemplo o setor da Construção Civil e de Tecnologia de Informação que teriam demandas trabalhistas diferenciadas. “É possível fazer um diálogo tripartite entre empresários e trabalhadores”, avaliou.

O socialista evitou, porém, falar em mudança das conquistas trabalhistas existentes no País. “A visão clara do empresariado brasileiro moderno não está reivindicando que se retire as garantias conquistadas”, garantiu.

O diálogo com o empresariado e com os trabalhadores vai resultar em consensos que vão proteger os empregos”, disse ainda.

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crítica ao PT

À indústria brasileira, Eduardo Campos diz que não se pode ter preconceito com lucro

Publicado em 30/07/2014 às 10:49 por em Eleições, Notícias

Numa crítica velada a postura esquerdista do PT, partido da presidente Dilma Rousseff, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), que também disputa a Presidência da República, defendeu na manhã desta quarta-feira (30), em sabatina na Confederação Nacional da Indústria (CNI), que o Estado brasileiro não pode ter preconceito com o lucro.

“É preciso não ter preconceito com o lucro num País capitalista. Você pode até sonhar com outra realidade. Mas enquanto você vive num País capitalista, o preconceito com o lucro mata o investimento”, disse. Campos argumentou que se a legislação levar os empreendedores ao prejuízo, eles não irão querer investir.

O pernambucano iniciou a sua fala no encontro, que ocorre em Brasília, dizendo que a “marolinha”, expressão usada pelo ex-presidente Lula (PT) para se referir ao impacto que a crise econômica internacional teria sobre o Brasil, se mostrou um grande desafio. Ele pregou uma revisão na gestão macroeconômica brasileira.

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – Campos ainda ensaiou a defesa de uma mudança na legislação trabalhista brasileira ao criticar os elevados gastos das empresas com questões empregatícias.

“É possível fazer um diálogo tripartite entre empresários e trabalhadores”, defendeu. “O BRA precisa discutir um marco regulatório da terceirização. E é preciso ter coragem de fazer esse debate”, afirmou ainda.

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na CNI

Eduardo Campos defende retomada da relação entre do Brasil com EUA, Europa e China

Publicado em 30/07/2014 às 10:47 por em Eleições, Notícias

Durante a sabatina concedida na manhã desta quarta-feira (30) à Confederação Nacional da Indústria (CNI), o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), candidato à Presidência da República, deu uma dica de como seria o tom da política externa brasileira em um eventual governo seu.

“Precisamos voltar a discutir a nossa relação com os parceiros mais consolidados: EUA, Europa e China”, afirmou Campos, dando prioridade à grandes potências mundiais. O socialista afirmou, porém, que a proximidade com as grandes nações não eliminam a relação com países em desenvolvimento.

“O Brasil precisa de uma política de relações exteriores que não é de partido, é de Estado”, disse. “Nós não podemos ter preconceito de nenhuma forma na nossa colocação internacional”, defendeu.

Campos também pregou a necessidade de se destravar o Mercosul para facilitar o fechamento de acordos bilaterais entre os países integrantes e outras nações.

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nova política?

Em Santa Catarina, Eduardo Campos inaugura comitê do filho de Bornhausen

Publicado em 30/07/2014 às 10:11 por em Eleições, Notícias
Foto: Guga Matos/JC Imagem

Foto: Guga Matos/JC Imagem

Galgado no slogan da “nova política” no plano nacional, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) participa nesta quarta-feira (30) da inauguração do comitê de campanha de Paulo Bornhausen (PSB), candidato a senador em Santa Catarina. Paulo, que é deputado federal, é filho do ex-governador de Santa Catarina Jorge Bornhausen.

A inauguração será às 19h, na cidade de Itajaí. Paulo Bornhausen filiou-se ao PSB em outubro do ano passado e é candidato ao Senado na chapa de Paulo Bauer (PSDB), que disputa para governador.

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próximos dias

Programa de governo de Eduardo Campos ainda sem data de lançamento

Publicado em 30/07/2014 às 9:52 por em Eleições, Notícias
Imagem: Facebook

Imagem: Facebook

Previsto inicialmente para junho e depois remarcado para o final de julho, o programa de governo da campanha presidencial do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) ainda não tem data certa de lançamento. Segundo a assessoria do candidato, a previsão é que o documento fique pronto ainda na primeira quinzena de agosto. No início da semana, a promessa era ainda nos primeiros sete dias do próximo mês.

O programa já estaria pronto e apenas estaria sendo afinado os últimos detalhes. A expectativa é que o texto apresente a viabilidade das propostas já feitas pelo ex-governador durante a campanha eleitoral; como o passe livre estudantil, a destinação de 10% da receita bruta da União para o SUS, a criação de escolas de tempo integral e a redução da taxa de juros.

O documento está sendo condensado pelo ex-deputado federal Maurício Rands (PSB) e pela socióloga Neca Setúbal, uma das herdeiras do banco Itaú. Para elaborá-lo, o PSB realizou oficinas temáticas, recebeu mais de 6 mil sugestões pela Internet e contou com o apoio de um grupo de especialistas.

Quando recebeu o apoio da ex-senadora Marina Silva, em outubro do ano passado, Campos fez questão de classificar como uma “aliança programática”. Quando do registro da candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a dupla apresentou diretrizes genéricas para nortear o plano de governo.

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Orçamento 2015

Sem Osório Siqueira, orçamento 2015 de Petrolina é discutido em audiência pública

Publicado em 30/07/2014 às 9:39 por em Eleições, Notícias
geraldo

Foto: divulgação Prefeitura de Petrolina

Em audiência pública realizada nessa terça-feira (29), foram discutidos questionamentos a respeito da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), exercício de 2015, de Petrolina, Sertão do estado. O prefeito interino do município, Osório Siqueira (PSB) não estava presente e foi representado pelo secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão (SEPOG), Geraldo Junior.

De acordo com a assessoria de comunicação de Petrolina, Siqueira teve uma reunião de última hora e não pode comparecer à audiência, que contava com a participação de parte da população. Com a ausência do prefeito interino, coube a Geraldo Júnior, que é secretário desde o primeiro mandato do prefeito Júlio Lóssio (PMDB), representar o líder do executivo municipal.

Júlio Lóssio está afastado de suas atividades na prefeitura para cuidar de problemas de saúde. Seu vice, Guilherme Coelho (PSDB), resolveu não assumir a prefeitura porque disputará o cargo de deputado federal nass eleições deste ano. Com a decisão do vice, o cargo de prefeito ficou com Osório Siqueira, presidente da Câmara Municipal e adversário de Lóssio. No último dia 16, todo o secretariado de Lóssio pediu exoneração dos cargos, entrando em atrito com o prefeito interino por discordar da sua decisão de substituir dois secretários de Lóssio, um deles parente do prefeito licenciado.

A LDO é uma lei anual, em que os governos federal, estadual e municipal estabelecem as prioridades e metas da administração pública para o ano seguinte, a serem atingidas por meio da execução dos programas e ações previstos no Plano Plurianual (PPA) – 2014/2017, aprovado no final do ano passado.

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em Caruaru

Pela 4ª vez em um mês, Eduardo Campos deve reforçar campanha de Paulo Câmara

Publicado em 30/07/2014 às 8:40 por em Eleições, Notícias
Foto: divulgação

Foto: divulgação

Pela quarta vez em um mês, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) deve vir ao Estado para reforçar a campanha do ex-secretário da Fazenda Paulo Câmara (PSB), de quem é padrinho político, a governador. Candidato à Presidência da República, Campos é esperado para uma carreata em Caruaru, no Agreste, na tarde desta domingo (2) e pode participar de outras agendas da campanha socialista no mesmo dia.

Desde o início da campanha, no dia 6 de julho, Campos já veio a Pernambuco três outras vezes para dar um gás na campanha do afilhado político. Duas delas, só na primeira semana.

No PSB, a expectativa é que o ex-governador continue vindo ao Estado em média duas vezes por mês; casando a agenda local com as vezes em que ele vier fazer a campanha presidencial no Nordeste. Nesta quarta-feira (30), ainda sem Campos, Paulo Câmara vai fazer uma caminhada por Brasilit, no Recife, a partir das 19h.

Leia também: Ajuda de Eduardo Campos a Paulo Câmara agora só em agosto

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