petrolão

Lava Jato: diretor de empreiteira diz que operador do esquema recebeu R$ 5 milhões em propina

Publicado em 24/11/2014 às 8:12 por em Notícias
Foto: Reprodução/Internet

Lava Jato: A operação da Polícia Federal investiga um esquema de desvio de verbas da Petrobras Foto: Reprodução/Internet

Presidente da divisão industrial da Galvão Engenharia, Erton Fonseca declarou em depoimento à Polícia Federal, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, que um suposto representante da diretoria de Serviços e Engenharia da Petrobras recebeu R$ 5 milhões em propina, pagos por ele mesmo. As informações foram publicadas na edição desta segunda-feira (24) do jornal Folha de S. Paulo.

Fonseca é um dos presos da operação Lava Jato, que investiga o esquema de desvio de verbas da estatal petrolífera. Em seu depoimento, o empresário afirmou que o pagamento da propina teria sido feito a Shinko Nakandakari, emissário de Renato Duque, diretor de Serviços e Engenharia da Petrobras entre 2003 e 2012, indicado pelo PT. A Folha afirma ainda que a empreiteira tem provas do pagamento, que devem ser apresentadas à Justiça nos próximos dias.

Erton Fonseca informou à PF que Shinko atuava com Pedro Barusco, ex-gerente da Petrobras e braço direito de Renato Duque. Barusco também fez uma delação premiada e se comprometeu em devolver cerca de R$ 97 milhões do dinheiro desviado da Petrobras à União.

Ainda de acordo com Fonseca, Shinko Nakandakari tinha, em relação aos contratos da diretoria de Serviços, um papel semelhante ao de Alberto Youssef na diretoria de abastecimento da Petrobras, comandada por Paulo Roberto Costa, também detido pela PF durante a operação.

lava jato

Irmão de ex-ministro promete se apresentar hoje à PF

Publicado em 24/11/2014 às 7:36 por em Notícias

estadao

Apontado nos autos da Operação Lava Jato como “carregador de malas de dinheiro” do doleiro Alberto Youssef no esquema de lavagem e pagamento de propinas, Adarico Negromonte, irmão do ex-ministro Mário Negromonte (Cidades), deve se apresentar nesta segunda-feira, 24, à Polícia Federal em Curitiba, base da investigação. Adarico é o único dado por “foragido da Justiça” da relação de 25 nomes sob suspeita que tiveram prisão decretada no dia 10 – todos os outros, até os principais executivos das maiores empreiteiras do País, já haviam sido presos ou se apresentaram.

“Nem sabemos qual é a acusação contra o sr. Adarico, mas decidimos apresentá-lo voluntariamente”, declarou a advogada Joyce Roysen, que defende o irmão do ex-ministro e comunicou a medida à PF.

Joyce destacou que soube pela imprensa da existência da ordem de prisão temporária contra Adarico. Na semana passada, ela pediu revogação do decreto judicial. “Como não houve manifestação do Ministério Público Federal, nem decisão da Justiça sobre o nosso pedido, achamos melhor apresentar (o irmão do ex-ministro).”

A PF atribui a Adarico Negromonte o papel de ‘mula’ da organização criminosa de Youssef, alvo principal da Lava Jato. Segundo a PF, o doleiro usava o irmão do ex-ministro, um agente da própria corporação e um condenado por crimes financeiros, para fazer o transporte dos valores em espécie dentro de malas, maletas e no próprio corpo para agilizar a lavagem de dinheiro e manter um “eficiente sistema de delivery do caixa 2″.

A advogada Joyce Roysen repudia o termo “foragido da Justiça” para Adarico. “Não é condizente, pois em momento algum foi realizada diligência na residência dele, na cidade de Registro (SP).”

economia

Dilma só anuncia nova equipe econômica após aprovação de mudança na meta de superávit

Publicado em 23/11/2014 às 18:42 por em Notícias
Foto: Agência Brasil

Foto: Agência Brasil

A presidente Dilma Rousseff (PT) está apenas esperando a aprovação da proposta que altera a meta de superávit no Orçamento da União em 2014 para oficializar o anúncio da nova equipe econômica do governo, cujos convites foram feitos na última sexta-feira (21). O Planalto mobilizou um esforço concentrado no Congresso para aprovar a Lei ainda nesta semana. Se o projeto passar na terça (25), Dilma anuncia os ministros na quarta (26). Se, no Congresso, a proposta só for aprovada na quarta, o anúncio ocorrerá na quinta (27). Os novos ministros assumem ainda em 2014.

“Como isso [a mudança no superávit] gerou um desgaste muito grande, a presidente entendeu que seria melhor fazer o anúncio depois, para não colocar isso sobre os novos ministros”, afirmou ao Blog de Jamildo uma alta fonte ligada ao Palácio do Planalto. O ministro da Fazenda deve ser o ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy. Já Nelson Barbosa, ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda, vai assumir o Planejamento.

Para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o indicado é o senador pernambucano Armando Monteiro Neto (PTB), que já presidiu a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A pasta é responsável por conduzir a área de comércio exterior brasileiro e toda a política industrial do governo.

LEIA TAMBÉM:
>> Planalto organiza esforço concentrado para aprovar proposta que altera meta do superávit
>> Senador Armando Monteiro Neto será novo ministro do Desenvolvimento
>> Com nova equipe econômica, Bovespa fecha em alta de 5,02%

Hoje, a proposta que altera a meta de superávit está na Comissão Mista de Orçamento do Congresso, que se reunirá quatro vezes nos próximos dois dias. Neste segunda (24), a primeira reunião está marcada para as 20h. No dia seguinte, os membros da Comissão se reúnem novamente às 10h, às 14h30 e às 18h.

O governo espera que a proposta passe em um desses encontros e chegou a convocar deputados e senadores que integram a comissão para chegar mais cedo à Brasília nesta segunda. Geralmente, os parlamentares chegam no período da tarde ou na parte da noite, porque as principais reuniões do Congresso ocorrem apenas nas terças-feiras.

A convocação tem o objetivo de prevenir que o projeto não emperre por falta de quórum, como já aconteceu na semana passada. A proposta chegou a ser aprovada em uma sessão tensa da Comissão, mas acabou sendo anulada em um acordo da oposição com os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB).

O Planalto trabalha ainda para que, uma vez aprovada na Comissão, o projeto siga imediatamente para o Plenário. Na terça, às 15h, está convocada uma sessão do Congresso Nacional para avaliar os vetos presidenciais que trancam a pauta parlamentar. O projeto que altera a meta do superávit só pode ser votado após a aprovação ou derrubada desses vetos.

LEIA TAMBÉM:
>> Dilma deve anunciar nesta tarde nova equipe econômica
>> Dilma adia anúncio de novos ministros
>> Douglas Cintra volta ao Senado com nomeação de Armando para ministério

Tags: Armando Monteiro, Dilma, Dilma Rousseff, Economia, PT, PTB,
depoimento

Ex-gerente das obras da Refinaria Abreu e Lima será ouvido pela CPMI da Petrobras

Publicado em 23/11/2014 às 17:58 por em Notícias
Foto: Pedro França/Agência Senado

Glauco Colepicolo Legati, ex-gerente-geral de Implementação de Empreendimentos para a Refinaria Abreu e Lima (Rnest) Foto: Pedro França/Agência Senado

O ex-gerente-geral de Implementação de Empreendimentos para a Refinaria Abreu e Lima (Rnest), Glauco Colepicolo Legati, será ouvido neste semana pela CPI Mista da Petrobras, que reúne deputados e senadores. Glauco era responsável pela fiscalização das obras da Refinaria Abreu e Lima. Seu depoimento está marcado para a próxima quarta-feira (26), às 14h30. A refinaria está no centro das suspeitas de desvio na Petrobras.

Na última quarta (19), Glauco teria sido afastado do posto na Rnest após investigações internas conduzidas pela Petrobras apontarem o envolvimento de funcionários em irregularidades nas áreas de Engenharia e Abastecimento.

A estatal nega e diz que promoveu “mudanças no quadro gerencial” porque comissões internas apontaram o não cumprimento de procedimentos normativos internos. A Petrobras negou que tenha demitido funcionários e não indicou nomes dos servidores ou se eles trabalhavam na Refinaria Abreu e Lima.

LEIA TAMBÉM:
>> Gerente de Engenharia da Refinaria Abreu e Lima é afastado
>> Refinaria Abreu e Lima inicia processo de pré-operação
>> Petrobras adia início das operações na Refinaria Abreu e Lima, envolvida na Operação Lava-Jato
>> MPF-PE quer enviar investigação sobre Refinaria Abreu e Lima para o Paraná

Glauco já havia deposto para a CPI em junho e negou que tenha havido erro de projeto ou sobrepreço na Rnest. Superfaturamentos na Refinaria Abreu e Lima são investigados pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Quando anunciada, em 2005, a refinaria pernambucana estava orçada em US$ 2,5 bilhões. A Petrobras já avalia, porém, que o empreendimento deve sair por cerca de US$ 20 bilhões.

Refinaria Abreu e Lima. Foto: reprodução/Petrobras

Refinaria Abreu e Lima. Foto: reprodução/Petrobras

A Refinaria Abreu e Lima já tem todas as licenças para começar a operar. O sistema de admissão de gás natural na Unidade de Destilação Atmosférica (UDA) já está em funcionamento e a expectativa é que a circulação de petróleo comece nos próximos dias.

Quando foi anunciada, a Rnest era um empreendimento que iria refinar petróleo da estatal venezuelana PDVSA e o ex-presidente da Venezuela Hugo Cháves, falecido no ano passado, chegou a vir ao Recife para visitar as obras. A PDVSA porém, desistiu do empreendimento e os custos da Refinaria Abreu e Lima foram tocados unicamente pela Petrobras.

A Rnest dever ser concluída até maio de 2015. Ela deve ser capaz de refinar até 230 mil barris de petróleo por dia. O principal objetivo da Refinaria Abreu e Lima é produzir até 26 mil metros cúbidos de óleo diesel diariamente.

OUTROS DEPOIMENTOS – Além de Glauco, serão ouvidos pela CPMI a diretora-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Magda Chambriard, que deve falar sobre a segurança nas plataformas de petróleo, e o diretor da empresa Sanko-Sider, Márcio Bonilho, que deve falar sobre sua relação com o ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa e com o doleiro Alberto Youssef.

Fornecedora de tubos para a Refinaria Abreu e Lima, a Sanko supostamente teria efetuado contratos com empresas de fachada de Alberto Youssef, que repassariam para terceiros o dinheiro de empreiteiras que atuam na Petrobras.

Tags: congresso, CPI, Petrobras, Petrolão, Porto de Suape, Refinaria Abreu e Lima,
Lava Jato

MPF-PE quer enviar investigação sobre Refinaria Abreu e Lima para o Paraná

Publicado em 23/11/2014 às 17:20 por em Notícias
Obras da refinaria Abreu e Lima. Foto: Heudes Regis/JC Imagem.

Obras da refinaria Abreu e Lima. Foto: Heudes Regis/JC Imagem.

O Ministério Público Federal em Pernambuco (MPF-PE) solicitou à Justiça Federal no Estado que repasse para o Paraná o inquérito policial que investiga fraudes em contratos da Petrobras para construção da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), que fica situada em Ipojuca, na Região Metropolitana do Recife (RMR). A investigação envolve irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

A justificativa é que é no Paraná que estão sendo conduzidas as investigações sobre os desvios da Operação Lava Jato, onde a Refinaria Abreu e Lima é um dos focos do esquema. Se o pedido for atendido, o caso passaria a tramitar na 13ª Vara da Justiça Federal em Curitiba, no Paraná, e seria conduzida pelo MPF e pela Polícia Federal (PF) paranaenses.

LEIA TAMBÉM:
>> Refinaria Abreu e Lima inicia processo de pré-operação
>> Ex-gente das obras da Refinaria Abreu e Lima será ouvido pela CPMI da Petobras
>> Gerente de Engenharia da Refinaria Abreu e Lima é afastado
>> Petrobras adia início das operações na Refinaria Abreu e Lima, envolvida na Operação Lava-Jato

O entendimento do MPF é que as investigações conduzidas no Paraná são mais amplas. O inquérito que está na 35ª Vara Federal em Pernambuco analisa superfaturamento e desvios de recursos em contratos da Petrobras exclusivamente na Refinria Abreu e Lima.

Além dessas irregularidades, a investigação do Paraná inclui ainda crimes contra o sistema financeiro nacional, peculato, corrupção, tráfico internacional de entorpecentes e lavagem de ativos em outros empreendimentos da estatal.

Assinam o declínio de competência os procuradores da República Ana Fabíola Ferreira, Fábio Holanda Albuquerque, Luciano Sampaio Rolim, Rafael Ribeiro Nogueira e Sílvia Regina Pontes.

Tags: Justiça Federal, mpf, Petrobras, Petrolão, PF, Porto de Suape, Refinaria Abreu e Lima,
ex-candidata

Marina critica medidas econômicas de Dilma e garante que Rede fará oposição

Publicado em 23/11/2014 às 17:02 por em Notícias
Foto: José Cruz/ABr

Foto: José Cruz/ABr

A ex-ministra Marina Silva criticou duramente as primeiras medidas tomadas pela presidente Dilma Rousseff na economia após o segundo turno das eleições. Marina, que disputou a sucessão presidencial pelo PSB, não quis fazer comentários sobre os nomes cogitados para os ministérios do novo governo, mas acusou a presidente de tomar o rumo conservador, que na campanha tanto criticou.

A Executiva da Rede Sustentabilidade, partido que Marina não conseguiu ainda legalizar, realizou dois dias de reunião, em Brasília. A ex-ministra informou que os integrantes da agremiação, que se filiaram ao PSB para a disputa eleitoral deste ano, continuarão até que se consiga as cerca de 32 mil assinaturas, que ainda faltam para viabilizar o partido.

Marina acusou de “marketing selvagem” o que o PT teria feito durante a campanha e que agora se mostraria incoerente. “Uma coisa foi o marketing selvagem para se ganhar a eleição e outra coisa agora é a realidade. A nossa atitude de oposição independente é coerente com aquilo que falamos durante a campanha. Seremos contrários ao que julgarmos que seja ruim e favoráveis ao que for bom”, disse a ex-candidata.

LEIA TAMBÉM:
>> Rede volta a coletar assinaturas e quer registro até maio de 2015
>> Quase um mês após eleições, Marina critica Dilma no Facebook
>> Marina e Aécio buscam marcar território para 2018

Entre os pontos criticados por Marina está o aumento da taxa de juros e o anúncio da redução do superávit primário em 2014 logo após o fim das eleições. O Banco Central elevou a Selic de 11% para 11,25% ao ano em outubro, surpreendendo o mercado financeiro. “Uma outra coisa que antes era tratada como um tabu durante a campanha eram os preços administrados. E já vimos ações tomadas logo após a eleição. Esta é a diferença entre a realidade e o mundo colorido do marketing selvagem do PT”, completou.

Perguntada os nomes cogitados para o Ministério da Fazenda – primeiro Luiz Carlos Trabuco e, depois, Joaquim Levy, ambos do Bradesco – logo após o PT ter cunhado a expressão “candidata dos banqueiros” para classificar Marina durante a campanha, a ex-ministra afirmou preferir não comentar nomes antes de um anúncio oficial do governo.

Ainda assim, Marina lembrou que Levy foi braço direito do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e classificou o economista como “competente”. Ela lembrou que Palocci foi o responsável pelo superávit fiscal que superou a meta de 4,25% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2005 e chegou a 4,84%. “E a presidente Dilma criticou muito isso (a elevação do superávit) durante a campanha.”

Marina também não quis comentar a hipótese de a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) vir a assumir o Ministério da Agricultura. “Vivemos um momento delicado, de uma visão desenvolvimentista, que não respeita o meio ambiente. O código ambiental representou um retrocesso no Congresso e o desmatamento volta a crescer”, avaliou.

Já o porta-voz da Rede Sustentabilidade, Walter Feldman, complementou dizendo que as medidas de ajustes ficais que já vêm sendo tomadas pela presidente Dilma mostram que a economia, de fato, está em uma situação mais dramática do que a que era mostrada na campanha do PT. “Aquela história de pobres contra ricos, trabalhadores contra banqueiros, não se mostrou uma verdade como era dita na campanha da Dilma.”

Embora o PSB só deva anunciar sua posição em relação ao governo federal até 27 de novembro, próxima quinta-feira, a Rede Sustentabilidade já se declara “oposição” à gestão Dilma Rousseff. Antes da legalização do partido, a Rede evita fazer um balanço de parlamentares eleitos, mas, sem citar nomes de aliados, a estimativa é de que o novo partido tenha seis deputados estaduais, dois deputados federais e um senador na próxima legislatura.

Sobre as alianças estaduais, Feldman afirmou que a Rede participará dos governos apoiados pelo grupo nas eleições deste ano desde que a formação dessas gestões tenha afinidade programática com os ideais da Rede. “Vamos dar uma contribuição real a esses governos, e não apenas ocupar espaço. Indicaremos pessoas por critérios de capacidade técnica e administrativa. Queremos ter uma participação qualificada”, concluiu.

As deliberações da Executiva Nacional tomadas neste fim de semana serão levadas à reunião do diretório nacional da Rede Sustentabilidade, que ocorrerá no próximo mês. Somente em dezembro, portanto, a plataforma de oposição do grupo será concluída.

Tags: Dilma, Dilma Rousseff, Economia, Eleições, Eleições 2014, Marina, marina silva, Oposição, psb, PT, Rede,
nova política dando frutos

Governadores eleitos com apoio do PSB querem conhecer modelo de gestão de Pernambuco

Publicado em 23/11/2014 às 16:46 por em Eleições, Notícias
Fotos: reprodução do Facebook

Fotos: reprodução do Facebook

Pelo menos três dos aliados do PSB que venceram as últimas eleições para governar seus estados pediram ao governador de Pernambuco, João Lyra Neto (PSB), para conhecer o modelo de gestão com o monitoramento de resultados implantado pelo ex-governador Eduardo Campos, falecido em um acidente aéreo no último mês de agosto, quando assumiu em 2007. Foi esse modelo de gestão que Campos defendeu em sua candidatura presidencial.

Pediram para conhecer o modo como o Estado é administrado em Pernambuco, os governadores eleitos do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB); do Mato Grosso, Pedro Taques (PDT); e do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB). Todos apoiavam Campos e, após a tragédia, a ex-senadora Marina Silva (PSB), na corrida presidencial, e foram eleitos com o discurso da “nova política”.

O diálogo com esses aliados deve ser feito pelo secretário estadual de Planejamento, Fred Amâncio. Quando foi eleito para governar Pernambuco, em 2006, o próprio Eduardo Campos quis conhecer modelos de gestão inovadores, como o de Minas Gerais, e se aproximou do Movimento Brasil Competitivo (MBC), do empresário Jorge Gerdau, que defendia a adoção de algumas práticas da iniciativa privada na esfera pública.

Tags: Eduardo Campos, Eleições, Eleições 2014, Governo de Pernambuco, Governo do Estado, Nova Política, psb,
prioridade

Planalto organiza esforço concentrado para aprovar proposta que altera meta do superávit

Publicado em 23/11/2014 às 16:15 por em Notícias
Foto: Agência Câmara

Foto: Agência Câmara

O Palácio do Planalto preparou um esforço concentrado no Congresso para garantir a aprovação da proposta que altera a meta de superávit fiscal no Orçamento da União. O projeto, que muda a regra de cálculo das contas públicas para que a presidente Dilma Rousseff (PT) não descumpra a economia fiscal, está parado na Comissão Mista de Orçamento. Nesta segunda-feira (24), a Comissão se reúne às 20h e, no dia seguinte, tem três reuniões marcadas para as 10h, para as 14h30 e para as 18h.

A expectativa do Planalto é que o projeto seja aprovado em uma dessas quatro reuniões e siga para o Plenário. O presidente do Congresso, o senador Renan Calheiros (PMDB), já convocou uma reunião dos parlamentares para a próxima terça, às 15h, uma sessão do Congresso que deve apreciar vetos presidenciais que trancam a pauta para que a votação do projeto que muda o superávit possa ser realizada.

Na semana passada, a proposta do governo para mudar o superávit chegou a ser aprovada na Comissão de Orçamento, em uma reunião tumultuada entre o governo e a oposição, que acabou sendo posteriormente cancelada por meio de um acordo dos oposicionistas com os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), e do Senado, Renan.

No dia seguinte, o governo tentou novamente aprovar o projeto, mas a oposição conseguiu obstruir a votação da mudança do superávit. Para impedir nova falta de quórum, os governistas convocaram os aliados para retornarem a Brasília logo cedo nesta segunda. Os parlamentares costumam chegar apenas a tarde ou a noite, porque as principais votações no Congresso começam na terça.

Tags: congresso nacional, Dilma, Dilma Rousseff, Economia, Governo Federal, Palácio do Planalto, PT,
interior

Audiência pública discute barragem e adutora em São Bento do Una

Publicado em 23/11/2014 às 15:28 por em Notícias

A Secretaria de Infraestrutura de Pernambuco realiza nesta segunda-feira (24) uma audiência pública para discutir a instalação de uma barragem e uma adutora em São Bento do Una, no Agreste. A audiência pública acontece às 9h30, na própria cidade. A ideia é discutir os tramites legais necessários para execução da obra.

A barragem e a adutora devem ser construídas em uma área com 250 hectares ao longo da bacia do Rio Una e vai ter capacidade para acumular até 18 milhões de metros cúbicos de água. As obras devem beneficiar 73 mil habitantes das cidades de São Bento do Una e Capoeiras. A região é considerada a maior produtora de aves e ovos do Norte e Nordeste.

Para construção dos equipamentos, devem ser aplicados R$ 50 milhões, recursos do Ministério da Integração Nacional, através do PAC Prevenção da Seca. A previsão é que as obras estejam prontas em dezembro de 2015 e ajudem a conter as águas das cheias.

Tags: Interior, São Bento do Una,
Página 1 de 9.55112345678Última »