eleições 2014

Pelo face, Eduardo Campos diz que pesquisas indicam declínio de Dilma

Publicado em 18/04/2014 às 20:34 por em Notícias
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“As pesquisas podem divergir em alguns aspectos, mas são unânimes em apontar o declínio do governo e o desejo maciço por uma mudança política. Cabe aos políticos e à sociedade construir essa mudança. Sem ódios ou ressentimentos, mas também sem medo. O Brasil merece”, escreve Eduardo, em sua página pessoal.

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O O presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, fez campanha em plena Páscoa, chegou nesta sexta a São João del Rei (MG) para tradicional procissão da Semana Santa. Na foto, ele aparece ao lado da esposa Letícia na sacada do Solar dos Neves, casarão onde viveu seu avô, Tancredo Neves.

opinião

Secretário paulista critica sistema tributário nacional

Publicado em 18/04/2014 às 19:31 por em Notícias
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Para o secretário da Fazenda do Governo de São Paulo, Andrea Calabi, o sistema tributário nacional opera às avessas.

“No mundo de uma forma geral, os impostos diretos – como o imposto de renda – representam 60% a 70% do bolo tributário, enquanto os impostos indiretos, que incidem sobre produtos e serviços (ICMS, ISS) ficam na faixa de 30%. No Brasil ocorre precisamente o contrário, o que leva a uma tributação regressiva, que pune os mais necessitados”, explica, em entrevista à jornalista Mônica Bergamo e ao sociólogo Antonio Lavareda, no programa Ponto a Ponto que vai ao ar neste sábado (18), à meia-noite, pela Band News TV.

Ex-presidente do Banco do Brasil e do BNDES nas gestões de Fernando Henrique Cardoso, Calabi critica o que ele chama de falta de iniciativa do Governo Federal na articulação de políticas com Estados e municípios.

“Não se tem um norte, uma integração de sistemas que leva à melhora dos serviços públicos. A gestão do PT, por exemplo, tem como característica ir direto aos municípios, subdimensionando o papel do Estado”, explica.

O Ponto a Ponto tem reprise no domingo (19), às 16h30, 20h30 e meia-noite.

opinião

Especialista alerta sobre o perigo da política econômica adotada pelo país

Publicado em 18/04/2014 às 19:29 por em Notícias

Por Ana Raquel Mechlin Prado

A divulgação de que a inflação oficial do Brasil, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referente a março de 2014, foi o maior desde 2003 (0,92% a.m), fez com que o mercado financeiro projetasse uma inflação de 6,47% no ano (Pesquisa Focus, realizada pelo Banco Central), o que significaria um índice muito próximo do teto de 6,5 % a.a da meta inflacionária. Somente a possibilidade de se atingir o teto, traz à tona o questionamento a respeito da eficácia da política monetária restritiva, fundamentada no aumento gradual da taxa básica de juros da economia pelo COPOM (Comitê de Política Monetária).

Apesar do aumento da Selic e do controle de preços administrados pelo governo (energia elétrica, combustível e transporte público, por exemplo), é preocupante que a inflação permaneça num patamar não tão confortável, o que promove a perda do poder de compra dos agentes econômicos. Um dos vilões apontados para o aumento do IPCA é a elevação do preço dos alimentos, resultado das condições climáticas adversas, mas convém salientar que a pressão inflacionária, que não é de hoje, foi motivada também e principalmente, pelo menor controle dos gastos públicos e pelo estímulo dado pelo governo ao consumo (que aumentou, por exemplo, a demanda do setor de serviços, que é um dos principais componentes da inflação oficial) dos períodos anteriores. Esse estímulo ao mercado interno, por sua vez, não se mostrou um modelo sustentado de crescimento econômico; pelo contrário, mostrou-se esgotado; sobretudo, porque não veio acompanhado do aumento da taxa de investimento, o que evitaria um impacto inflacionário.

Muito mais do que políticas macroeconômicas que visam ao curto prazo, é preciso que aspectos estruturais sejam alvos de atenção de medidas governamentais, como infraestrutura, redução de carga tributária, etc.; enfim, o Custo Brasil. Entretanto, a eleição presidencial está próxima, e o governo tem um grande desafio: manter a inflação no “trilho” da meta e promover uma recuperação da economia, porém num curto espaço de tempo, o que remete à utilização de medidas paliativas, que nem sempre se mostram tão eficazes.

Ana Raquel Mechlin Prado é economista, professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie Campinas

Medalha Mineira

Juiz pernambucano Mozart Valadares receberá homenagem do Governo de Minas Gerais

Publicado em 18/04/2014 às 19:23 por em Notícias
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O juiz pernambucano Mozart Valadares será agraciado, na próxima segunda-feira (21), com a Medalha da Inconfidência Mineira, a mais expressiva comenda outorgada pelo estado de Minas Gerais.

A homenagem é fruto da efetiva participação do magistrado na abolição do nepotismo do serviço público brasileiro e da aprovação da Lei da Ficha Limpa.

A cerimônia será realizada na Praça Tiradentes, em frente ao Museu da Inconfidência na cidade de Ouro Preto, onde Mozart receberá a comenda das mãos do governador Alberto Pinto Coelho.

O magistrado pernambucano é ex-presidente da Associação dos Magistrados de Pernambuco (Amepe) e da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).

eleições 2014

PV cogita apoiar Eduardo

Publicado em 18/04/2014 às 19:07 por em Notícias

Cláudio Humberto, em sua coluna no JC

O presidente do PV, José Penna (SP), nega de pés juntos, mas reabriu as negociações e cogita abandonar a candidatura própria de Eduardo Jorge para apoiar Eduardo Campos (PSB) a presidente, com a ex-senadora Marina Silva de vice. O socialista – que já fechou com PPS, Rede e PPL – iniciou ofensiva por tempo de TV para superar Aécio Neves e disputar um eventual segundo turno contra a presidente Dilma. O PV marcou para o dia 14 de junho sua convenção nacional, que definirá o posicionamento do partido na disputa pela Presidência. Com medo de ser rifado pelo PV, o sanitarista Eduardo Jorge proibiu a equipe de divulgar seu nome à Presidência antes da convenção. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) também aumentou os assédios ao PV para contrapor a presença de Marina na chapa de Eduardo Campos.

eleições 2014

Eduardo Campos propõe ‘novo desenvolvimentismo’ para economia

Publicado em 18/04/2014 às 18:54 por em Notícias

Na Istoé Dinheiro

O pré-candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, pretende centrar seu programa econômico de governo no “novo desenvolvimentismo”. Essa proposta, segundo Campos, agregará os projetos de desenvolvimento econômico com sustentabilidade, respeitando o tripé responsabilidade fiscal, metas de inflação que sejam de fato cumpridas e câmbio flutuante. “É imperioso recuperar a confiança dos investidores”, ressaltou Campos, em entrevista exclusiva.

O ex-governador afirma que o mercado e os grupos econômicos têm grande curiosidade e expectativa sobre suas propostas para a área. “Vamos deixar muito claro que todas as regras previstas para os contratos serão cumpridas. Não haverá mudanças no meio do caminho. Quando o empresário investir no Brasil, saberá que não terá surpresas.”

Os economistas Eduardo Gianetti da Fonseca e André Lara Rezende chefiarão a equipe que vai cuidar dos projetos econômicos. Os dois são ligados à ex-ministra Marina Silva, sua candidata a vice. Campos pretende começar a tornar as propostas da área conhecidas a partir do dia 30, quando o PSB fará um seminário em São Paulo, que reunirá economistas e empresários.
Para Campos, há uma desconfiança total em relação ao comportamento das autoridades por parte de investidores e empresários porque, segundo ele, o governo adota regras contraditórias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

governo João Lyra

Governo João Lyra: retirada de projetos de lei beneficiando termelétricas não expõe os motivos

Publicado em 18/04/2014 às 17:15 por em Notícias
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Além da revogação do Decreto 40.595, assinado em 3 de abril por Eduardo Campos e Paulo Câmara, o novo governador de Pernambuco, João Lyra, também mandou mensagem à Assembleia Legislativa retirando a tramitação de projetos de lei enviados pelo antecessor, beneficiando usinas termelétricas com mais benefícios tributários.

Nas mensagens, ao contrário do que ordinariamente acontece nestas situações, o novo governador do Estado não declinou o motivo da retirada dos projetos de lei.

Geralmente, na praxe legislativa, se diz alguma coisa do motivo da retirada: para adequar redação, maiores estudos técnicos ou outra desculpa semelhante.

A revogação do decreto e a retirada dos projetos de lei são resultados de uma recomendação do procurador geral do Estado, Thiago Norões, que alertou sobre possível violação da Lei Eleitoral, que veda a concessão de benefícios tributários em ano de eleição.

A concessão de benefícios para usinas termelétricas, pelo ex-governador Eduardo Campos (PSB), aparentemente também vai contra o discurso ambientalista pregado pela chapa PSB-Rede. As usinas termelétricas usam combustíveis fósseis e liberam grande quantidade de poluição na atmosfera.

Nesta semana, Eduardo Campos usou o Facebook para dizer que “o Brasil caminha na contramão” na questão de energias limpas e renováveis. Contradição local ou não ?

opinião

Só no Brasil o assalto ao bem público promovido pelo estatismo se tornou uma categoria de resistência

Publicado em 18/04/2014 às 17:05 por em Notícias

O voto e a casa da mãe Dilmona

Por Reinaldo Azevedo, em seu blog

Vamos lá, leitor, exercitar um pouquinho de “pessimismo de combate”? É aquele que levou Carlos Drummond de Andrade a escrever que “lutar com palavras/ é a luta mais vã/ entanto lutamos/ mal rompe a manhã”.

Na quarta, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou relatório de Roberto Requião (PMDB-PR) proibindo a doação de empresas privadas a campanhas eleitorais. Segundo o senador, aceitá-la corresponderia a acatar a “legitimidade da influência do poder econômico no processo eleitoral e, por consequência, no resultado das eleições”. Com muito mais fru-fru, glacê e gongorismo igualitarista, é o que pensa o ministro Roberto Barroso, do STF. Já há uma maioria no tribunal que vai por aí. Se a tese prosperar, o processo eleitoral ficará menos dependente do capital privado e mais dependente da… Petrobras!

A política brasileira, com frequência, é uma piada macabra com lances de chanchada. Não é surpreendente que um país com tantos recursos e com características demográficas e de formação social que constituiriam janelas de oportunidades ofereça a amplas maiorias uma vida tão ruim, tão insegura, tão sem perspectiva.

A sociologia, da mais preconceituosa à mais ambiciosamente iluminista, pode ilustrar a melancolia e as “vastas solidões” (Joaquim Nabuco) em que transita o pensamento em Banânia, mas não as explica. A trilha persistente do atraso remete mesmo a uma palavrinha fora de moda, cujo sentido tanto a direita como a esquerda tentaram e têm tentado esvaziar: ideologia.

Não há nada de errado com o clima. Não há nada de errado com o povo. Não há nada de errado com a história –todas as nações têm a sua, e o passado, visto à luz das conquistas morais do presente, nunca é meritório. Catastróficos por aqui são os valores que explicam a realidade e que, em larga medida, buscam substituí-la.

O que é aquilo na fala de Requião? Ele jamais vai entender que sonhos de justiça corromperam e mataram mais do que o capital. Talvez tenham salvado mais também. Não são termos permutáveis. Pensem na casa da mãe Dilmona em que se transformou a Petrobras. Parece evidente que Paulo Roberto Costa, o ex-diretor que está em cana, usava, sim, a empresa em proveito próprio, mas fazia também a corretagem a serviço de partidos. Só um idiota ou um rematado canalha (ou ambos num só) não reconhecem que, se a Petrobras fosse uma empresa privada, pagaria menos pelos serviços que contrata porque não seria preciso pagar o “Imposto Corrupção”.

Venham cá: por que um partido político faz tanta questão de ter a diretoria de uma estatal? Para que suas teses sobre refino de petróleo ou hidrologia triunfem sobre as de seus rivais? Trata-se de uma luta de cavalheiros? Disputam as estatais para alimentar a República dos Ladrões. É cru, eu sei, mas é assim. E Requião, Barroso e outros sábios decidiram que a doação legal de campanha é que faz mal à democracia brasileira.

A disputa sobre mais Estado ou menos na economia e na sociedade não é nova, mas só no Brasil o assalto ao bem público promovido pelo estatismo se transformou numa categoria de resistência dos “oprimidos”.

Basta ver a tecla na qual petistas e congêneres decidiram bater: criticar a bandalheira na estatal seria falta de amor pelo Brasil. Samuel Johnson disse que o patriotismo é o último refúgio de um canalha porque não conheceu nossos ladrões.

O PT concorda com Requião e com Barroso. O partido enviou uma mensagem aos filiados, no dia 14, cobrando o apoio a uma emenda de “iniciativa popular” que institui o financiamento público exclusivo de campanha e o voto em lista fechada. O objetivo, está lá, é “fazer do PT o protagonista da grande e necessária reforma, que certamente mudará os rumos das eleições em nosso país”.

Considerando que o PT venceu as três últimas e é o primeiro partido da Câmara e o segundo do Senado, “mudar o rumo das eleições” deve implicar torná-las ociosas. Afinal, o Petróleo é nosso, mas a Petrobras é deles.

sábado de aleluia

Dissidente do PTB, prefeito de Gravatá Bruno Martiniano pode declarar apoio à Frente Popular

Publicado em 18/04/2014 às 17:00 por em Notícias

A ida do pré-candidato ao governo do Estado pela Frente Popular, Paulo Câmara, a cidade de Gravatá durante a Semana Santa, além do descanso, tem uma razão política. No sábado (19), o prefeito do município Bruno Martiniano (PTB) anuncia o apoio ao candidato. Discidente do partido, a decisão de Bruno vai de encontro às costuras do PTB para a candidatura à sucessão estadual do senador Armando Monteiro Neto.

Os sinais de apoio a Câmara ficaram evidentes quando Martiniano participou do lançamento da chapa do ex-governador Eduardo Campos e da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, em Brasília, na última segunda-feira (14).

As informações são extra-oficiais. O blog pelejou, mas não conseguiu falar com o prefeito.

após evento com Eduardo

Em Itapissuma, Grupo Petrópolis envasa Itaipava só para João Lyra ver

Publicado em 18/04/2014 às 16:45 por em Notícias

A unidade de Itapissuma (PE) do Grupo Petrópolis, a segunda maior cervejaria do Brasil, realizou seu primeiro envase da cerveja Itaipava em garrafa 600 ml no dia 17 de abril de 2014, com a presença do governador de Pernambuco, João Soares Lyra Neto.

A primeira fabricação da cerveja aconteceu no dia 02 de abril e contou com a presença do então Governador, Eduardo Campos, do prefeito de Itapissuma, Cal Volia, do presidente do Grupo Petrópolis, Walter Faria, além de autoridades e convidados.

A nova planta da única grande empresa do setor com capital 100% nacional, em Itapissuma, terá a capacidade para produzir 600 milhões de litros ao ano. Estão sendo investidos R$ 600 milhões, com a criação de cerca de 1.000 empregos diretos quando a fábrica estiver em pleno funcionamento. O investimento engloba infraestrutura, contratação e treinamento de pessoal, e operacionalização inicial da unidade. Muitos já foram contratados. A parceria do Grupo Petrópolis com a Prefeitura de Itapissuma, SENAC e SENAI, prevê a capacitação e profissionalização dos jovens para que sejam contemplados pela empresa. As oportunidades não devem se restringir à cidade de Itapissuma, pois outros municípios da região norte do estado e regiões com centros de distribuição devem se desenvolver com as atividades da empresa.

Para o Grupo Petrópolis, a localização da fábrica de Itapissuma é estratégica, pois fica a menos de 50 km de Recife, a 800 km de Salvador e 800 km de Fortaleza. Sua inauguração será um grande impulso para o crescimento no Nordeste, sendo fundamental para os planos de estar presente em 100% do território nacional até o fim da década.

Com tecnologia alemã, a nova unidade do Grupo Petrópolis possibilita metas arrojadas de produtividade e de aproveitamento dos recursos e matéria-prima. Só com os equipamentos da empresa Krones AG é possível, por exemplo, atingir a meta de 3,3 litros de uso de água para cada litro de cerveja, proporção só alcançada por fábricas internacionais de ponta do setor. São duas linhas de produção (garrafas e latas), com uma dezena de etapas diferenciadas

A produção em Itapissuma circulará a partir de nove centros de distribuição já em operação, em: Caruaru, Jaboatão dos Guararapes, Petrolina, Garanhuns (PE); Maceió e Arapiraca (AL); João Pessoa e Patos (PB); Natal (RN).

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