vida moderna

Evolução dos candidatos ao Governo de Pernambuco no Facebook sugere compra de likes

Publicado em 22/07/2014 às 16:04 por em Notícias

Entre junho e julho, os perfis no Facebook dos candidatos ao Governo de Pernambuco cresceram de forma contrastante.

Enquanto o perfil de Armando Monteiro (PTB) aumentou 4,25% em seguidores, o perfil de Paulo Câmara (PSB) cresceu 109% no mesmo período.

Para acompanhar a evolução dos candidatos ao governo estadual no Facebook, a Paradox Zero publicou um gráfico com os dados dos candidatos desde maio deste ano: www.paradoxzero.com/pe2014facebook.

Os números no gráfico serão atualizados duas vezes por mês até o dia da eleição.

O perfil do senador Armando Monteiro passou de 85.433 pessoas, em 09 de junho, para 89.372, em 09 de julho; enquanto o perfil de Paulo Câmara saltou de 89.262 para 186.523 seguidores, no mesmo período.

A Lei 9.504, que regulamenta as eleições e os crimes eleitorais, não permite que os anúncios virtuais sejam pagos.

“Se o crescimento dos perfis fosse orgânico, os números continuariam subindo em proporção semelhante. Uma estagnação dos perfis, no entanto, vai indicar a dependência dos anúncios pagos”, diz Paulo Rebêlo, diretor da empresa de análise Paradox Zero..

“A Justiça Eleitoral, no entanto, tem encontrado sérias dificuldades em fiscalizar e conter os anúncios pagos, conforme mostram os estudos realizados pela Paradox Zero, com diversos candidatos regionais ainda veiculando propaganda no Facebook”.

A Paradox Zero é uma agência especializada em tecnologia e estratégias digitais. Com sede em Brasília, também está embarcada no Porto Digital, um dos principais centros de economia criativa do Brasil.

no Facebook

Eduardo Campos pede pensamento positivo para recuperação de Ariano Suassuna

Publicado em 22/07/2014 às 15:56 por em Eleições, Notícias

ajuste de contas

Apesar dos esforços, Porto do Recife continua fechando semestre com prejuízo

Publicado em 22/07/2014 às 15:29 por em Notícias

A meta estabelecida pela presidência do Porto do Recife era aumentar o faturamento em 40%, no primeiro semestre de 2014, mas a empresa superou os 50%. O presidente do Porto do Recife Schebna Machado disse que o porto está extrapolando a meta e, a cada mês, aproximando-se mais do objetivo principal, que é voltar a ser uma empresa superavitária.

Em janeiro de 2013 o ancoradouro recifense trabalhava com o déficit de cerca de 10 milhões de reais. No mesmo período de 2014 este número caiu para a casa dos 5 milhões.

“Já nos primeiros 6 meses de 2014 conseguimos reduzir, consideravelmente, nosso déficit para 1 milhão e 700 mil reais. Isso só foi possível porque mudamos as características dos negócios realizados pela empresa, nos reinventamos. Começamos a atrair cargas de projeto, clientes interessados em arrendamento de áreas e armazenamento de produtos, como, por exemplo, a instalação da GE/Navalmare”, diz Machado.

A conquista, em abril de 2014, de mais três áreas foi fundamental para a atração de novos negócios e aumento de receita: um Depósito Alfandegado Certificado (DAC) e de dois Entrepostos Aduaneiro. O DAC abrange uma área de 500,00 m² do pátio de estocagem 05. A conquista foi além e o Armazém 05 com 7.500m² e o Pátio 05 com 18.500 m² viraram um entreposto. Essas áreas correspondem a uma área de 26 mil m², dentro da área já alfandegada do Porto, e já atende ao projeto da GE/Navalmare permitindo que a carga operada entre e saia do Porto do Recife virtualmente.

“Desde novembro do ano passado as empresas estão montando, com peças importadas, via Porto, skids, os quais pesam cerca de 220 toneladas cada um, para serem utilizados em plataformas da Petrobrás. Com a conquista do DAC, depois de montados os skids são exportados virtualmente para a Holanda e importados novamente para o Brasil, através do Porto. Essa operação gerou, de imediato, um aumento de arrecadação no valor de 176 mil/mês”, explica Schebna.

O Entreposto Aduaneiro permitirá que as cargas importadas fiquem armazenadas no pátio alfandegado 01, pelo período de até 1 ano, sem a cobrança de tributos e sob controle fiscal e aduaneiro. O pátio 01 tem cerca de 6mil m².

Em outubro de 2014 a GE Oil & Gás, divisão do grupo americano General Eletric, iniciou, oficialmente o início das operações no Porto do Recife.

A empresa fez um investimento de US$ 20 milhões (43 milhões de reais) na montagem de uma unidade, de 55 mil metros quadrados, localizada em uma área contígua ao pátio alfandegado do Porto do Recife, para atender, inicialmente, a encomenda de US$ 500 milhões (mais de um bilhão de reais) em equipamentos que serão embarcados em quatro plataformas da Petrobras.

eleições 2014

Paulo Câmara participa de debate na JC News, nesta quinta-feira

Publicado em 22/07/2014 às 15:03 por em Notícias
Foto: divulgação

Depois de receber, na sexta-feira da semana passada, o candidato do PTB ao governo do Estado, Armando Monteiro Neto, a JC News recebe, nesta quinta-feira, o candidato socialista Paulo Câmara.

No domingo, o candidato participa de evento em Bom Jardim, às 15h, junto com o prefeito Miguel Barbosa (PP), que deve reunir mais de 4 mil pessoas para receber os candidatos da Frente Popular, Paulo Câmara e Raul Henry, governador e vice, além do candidato a vaga do senado, Fernando Bezerra Coelho. O ato é organizado pelo aliado Aluísio Lessa, que já reunir cerca de 2 mil pessoas, formadores de opinião e lideranças do interior e RMR em evento no Recife.

eleições 2014

Economista desmente Humberto Costa e diz que não há distorção em pesquisa do Datalfolha

Publicado em 22/07/2014 às 14:48 por em Notícias
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Distorção na pesquisa Datafolha?

Por Maurício Costa Romão, especial para o Blog de Jamildo

Na matéria do Blog de Jamildo, de 18/07/2014, intitulada “Humberto diz que pesquisa que mostra Dilma empatada no 2o turno tem distorção”, o senador Humberto Costa assim se expressou sobre a pesquisa do Datafolha de 15 e 16 de julho:

“Eu acredito que há uma distorção provocada pelo fato de que essa pesquisa Datafolha também teve que ponderar o número de questionários para São Paulo e pro Rio, onde nós sabemos que nossa posição não é uma posição tão confortável nesse momento, e que dá um peso maior a esses estados aí”.

Na verdade, o procedimento do Datafolha de aplicar mais questionários nos dois estados para obter resultados particulares não causa nenhuma distorção na pesquisa nacional.

Já no registro da pesquisa junto ao TSE o Datafolha explica a questão da amostra ampliada para extrair mais informações de São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ):

“…Nessa amostra, os tamanhos dos estratos foram desproporcionalizados para permitir detalhamento das unidades da federação (UF’s) SP e RJ e suas capitais. Nos resultados finais, as corretas proporções serão restabelecidas através de ponderação. A amostra prevista é de 5.468 questionários, sendo 2.036 na UF SP e 1332 na UF RJ.”

Depois do trabalho de campo, com eliminação de alguns questionários que não passaram no teste de consistência, os números finais da pesquisa foram de 5.377 entrevistas, sendo 1.978 de SP e 1.317 do RJ. O procedimento do Datafolha de expandir a amostra para incluir determinadas unidades da federação das quais se almeja obter resultados específicos é muito comum entre os institutos de pesquisa. É uma questão de economia de escala: aproveita-se a estruturação e a logística da grande amostra para aferir números específicos de subespaços amostrais.

Claro que há de se ter o cuidado natural de não deixar que determinado subespaço do qual se queira extrair resultados particulares fique super-representado na amostra total, o que, se ocorrer, aí sim, leva o produto final a ficar viesado.

Imagine-se, por exemplo, que o Datafolha planeje fazer uma pesquisa nacional normal com 3.000 questionários. No dimensionamento da amostra suponha-se que em SP, pela sua expressão populacional, teriam que ser aplicados 1.000 questionários.

Admita-se ainda que o Instituto resolva aproveitar o levantamento nacional e obter dados específicos para SP (intenção de voto para governador, para senador, avaliação do governo paulista, etc.). Numa pesquisa regular, estritamente para SP, seriam necessários, por hipótese, 2.000 questionários.

O que faz o Instituto? Amplia a amostra nacional para 4.000 entrevistas, aplica 2.000 questionários em SP, mas só usa resultados advindos de 1.000 questionários que foram dimensionados originalmente para o levantamento nacional. É o que se chama de usar a base ponderada. Portanto, aumentar o número de entrevistas de uma amostra para obter informações detalhadas de subespaços amostrais não causa distorções nos resultados, visto que as devidas proporções são restabelecidas por ponderação.

desconstrução socialista

Articulista vê populismo em promessas de Eduardo Campos

Publicado em 22/07/2014 às 14:44 por em Notícias

Guinada populista

Por Ricardo Balthazar, na Folha de São Paulo

Na convenção partidária que confirmou sua candidatura presidencial, em junho, o ex-governador Eduardo Campos não pronunciou uma palavra sobre o que fará com a saúde pública se for eleito. Em seu discurso, disse apenas que haverá “missões” e “grandes tarefas” a executar nessa área.

De uns dias para cá, o presidenciável transformou o tema em bandeira de campanha e embrulhou um generoso pacote de promessas. Prometeu multiplicar os gastos do governo com a saúde, disse que criará um plano de carreira para os médicos do serviço público e acenou com a construção de uma centena de hospitais.

Essa foi a parte fácil. O que Campos ainda não explicou é onde achará dinheiro para financiar essas e tantas outras iniciativas que lançou após a convenção, como a proposta de conceder passe livre em ônibus e trens a todos os estudantes do país.

Nesta segunda-feira (21), o candidato do PSB sugeriu que os recursos irão se materializar depois que ele assumir o governo, porque haverá menos despesas com juros da dívida pública, repasses para distribuidoras de energia elétrica, subsídios a grandes grupos econômicos, etc.

Com diferenças de estilo, é mais ou menos o que os políticos sempre dizem. Estacionado em terceiro lugar nas pesquisas eleitorais, Campos acha que propostas de apelo popular o ajudarão a chamar atenção e superar a fragilidade da estrutura que seu partido tem para a campanha.

A guinada populista surpreende no seu caso porque até outro dia ele desfilava nos salões vendendo a banqueiros e empresários a estampa de um político responsável, comprometido com a estabilidade econômica e o equilíbrio das contas públicas.

A mudança lança dúvidas sobre a sinceridade dos compromissos que Campos assumiu com essas pessoas na largada da campanha e pode agravar as dificuldades que ele enfrenta, esfriando ainda mais o entusiasmo que grandes financiadores pareciam ter por sua candidatura.

justiça

Plano de Saúde é condenado por negar cirurgia de apendicite à paciente

Publicado em 22/07/2014 às 14:40 por em Notícias

O plano Medial Saúde foi condenado a pagar indenização de R$ 10 mil e ressarcir R$ 6.500 por ter negado atendimento emergencial a um paciente que necessitava de uma cirurgia de apendicite. O relator do processo na 3ª Câmara Cível do TJPE, desembargador Francisco Eduardo Gonçalves Sertorio Canto, negou recurso ao plano, confirmando a decisão condenatória proferida pelo juiz Nehemias de Moura Tenório, da 34ª Vara Cível da Capital. A decisão do desembargador foi publicada na edição do Diário de Justiça Eletrônico desta última segunda-feira (14/07). As partes ainda podem recorrer.

A indenização de R$ 10 mil a ser paga pela Medial Saúde será a título de danos morais. Como o paciente realizou a cirurgia usando recursos próprios, o plano também foi condenado a ressarcir o valor gasto, que foi R$ 6.500. Segundo os autos, o paciente tinha firmado contrato com o plano de saúde em setembro de 2011. No mês seguinte, o usuário sentiu fortes dores abdominais e foi atendido no Hospital São José. O diagnóstico de apendicite aguda veio com a recomendação da cirurgia imediata.

Apesar do iminente risco de morte, o plano de saúde negou-se a autorizar o procedimento, alegando que o período de carência não tinha sido cumprido. O paciente resolveu arcar com R$ 6.500 para que o procedimento fosse realizado. Desse total valor, R$ 3.500 foram referentes à caução ao Hospital Memorial São José pelo internamento e R$ 3 mil destinados ao médico que realizou a cirurgia.

De acordo com o contrato firmado entre o autor da ação e a empresa, a carência é de 24 horas para atendimentos de emergência. “A recusa ilegítima em autorizar a realização da cirurgia constituiu ofensa grave e de repercussão significativa no foro íntimo do apelado, violando a sua dignidade e colocando em sério risco a sua integridade física e psíquica” destacou o juiz Nehemias de Moura Tenório na decisão proferida no dia 08 de novembro de 2012.

Ao julgar o recurso do plano, o desembargador Eduardo Sertório fundamentou a decisão na lei nº 9.656/98 que regulamenta os planos de saúde, ao afirmar que é obrigatória a cobertura do atendimento nos casos de emergência que implicarem risco imediato de morte ou de lesões irreparáveis para o paciente. O desembargador ainda citou a declaração obtida através do médico em que é atestada que a falta do procedimento cirúrgico poderia levar o paciente à morte.

justiça

Boa notícia. Empresa aérea pagará indenização de R$ 96 mil por extravio de bagagem

Publicado em 22/07/2014 às 14:39 por em Notícias

O juiz Cláudio Malta de Sá Barreto, da 28ª Vara Cível da Capital, condenou a Transportes Aéreos Portugueses (TAP) a pagar indenização por danos morais e materiais a uma família que teve sua bagagem extraviada em uma viagem para a Europa, em janeiro de 2008. Na sentença, o magistrado foi favorável à causa dos cinco integrantes, atentando para o fato de que dois deles faziam uso diário de medicação controlada à época da viagem. A sentença foi publicada no Diário de Justiça da terça-feira (15/07).

Os valores das indenizações por danos morais foram estipulados em R$ 40 mil para um casal e em R$ 10 mil para cada um dos dois filhos, mesmo valor estipulado para a então noiva de um dos filhos do casal. Além da indenização por danos morais, a ré foi condenada a indenizar os autores em R$ 26.094,04 por danos materiais, totalizando R$ 96.094,04.

Segundo informações dos autos, um dos clientes da companhia aérea é portador de hipertensão arterial e glaucoma e fazia uso recorrente de remédios para controle dos sintomas, sob pena de ficar cego. Como trabalha em Angola, tinha pouco tempo para desfrutar com a família. Atrelado ao fato, sua esposa havia sido submetida a uma operação de urgência na época, o que a levou a tomar medicação controlada.

No dia 10 de janeiro de 2008, os autores embarcaram no Aeroporto Internacional do Recife com destino o Aeroporto de Heathrow, na capital britânica. Foram despachadas quatro bagagens, uma referente ao casal e as outras três referentes aos outros autores. Após o desembarque, e depois de muita espera e procura nas outras esteiras do saguão, somente uma das malas foi entregue, a da filha do casal. Após entrarem com reclamação formal no balcão da empresa no aeroporto, os autores foram alertados que a empresa responsável pelas bagagens entregaria as malas até o dia seguinte.

Com o descumprimento da promessa, os autores se viram obrigados a custear roupas e principalmente remédios, de modo a manter a sua estadia. Apenas um dos passageiros conseguiu adquirir os remédios de que precisava, no dia 15/1/2008, ao passo que sua esposa não teve a mesma sorte, visto que os medicamentos só poderiam ser adquiridos mediante receita médica. Segundo os autos, nenhum auxílio dos funcionários da TAP foi prestado à família durante a estadia na Europa. Somente na volta ao Recife tomaram conhecimento do destino das outras três bagagens: uma ainda estava intacta, outra foi devolvida totalmente avariada, enquanto que a terceira nunca foi encontrada.

Em sua defesa, a TAP alegou que os autores não forneceram qualquer tipo de documentação de manuseio de bagagem especial, que entende como improcedência dos pedidos autorais. A demandada ainda ofereceu embargos de declaração, alegando contradição e obscuridade nos valores estabelecidos na sentença, visto que poderia ser feito um pagamento errôneo aos autores da ação.

Em sua sentença, o juiz Cláudio de Sá Barreto enfatizou a questão de dois dos autores serem portadores de doença e da necessidade dos medicamentos. “Os suplicantes estavam iniciando a viagem de férias, e o extravio de bagagens provoca, sim, constrangimento, frustrações e medo pela falta dos objetos, mormente às pessoas que estavam sob administração de remédio de uso contínuo que ficaram privadas de seu uso por certo período, pondo-as em risco à sua saúde. Desta forma, os danos morais merecem o reparo indenizatório”, pontua o magistrado.

Além dos valores estipulados para a ação por danos morais e materiais, a empresa TAP também foi condenada a pagar juros moratórios legais de 1% a partir da data da citação, bem como o pagamento das custas processuais e honorários advocatícios arbitrados em 15% sobre o valor da condenação.

Com informações do TJPE

opinião

Estado de exceção permanente

Publicado em 22/07/2014 às 14:34 por em Notícias

Por Michel Zaidan Filho

Há um consenso entre os especialistas em relações internacionais sobre o permanente estado de natureza (existente) entre os Estados Nacionais soberanos que constituem o sistema da ONU. E mais ainda, de que o fim do socialismo real e da ex-União Soviética produziu uma assimetria ainda maior no poder e na autonomia desses estados-membros. Existem nações que se submetem ao direito internacional e ao Tribunal Penal Internacional. Outros, não. E alegam que o “direito de sobrevivência” se sobrepõe a qualquer lei ou preceito jurídico internacional. Se vivêssemos num mundo governado pela “Paz Perpétua” – animada pela universalização das trocas entre as nações – como queria Kant, não haveria com que nos preocuparmos. Infelizmente, vivemos no pior dos mundos possíveis, onde as famigeradas “razões de Estado” justificam todo tipo de agressão, invasão, carnificina, genocídios e massacres de civis, haja vista a derrubada de um avião pelos separatistas ucranianos e a mortandade de vítimas civis palestinas pelas tropas israelenses. O Direito Internacional, o Tribunal Penal Internacional e a ONU não podem conviver com esse espetáculo de violação e desrespeito aos direitos humanos universais que ora presenciamos.

Os alemães, do tempo de Hitler, criaram uma expressão chamada “lebenhause”, que significa “espaço vital”. As nações que unificaram ou foram criadas tardiamente, encontraram o mundo dividido entre as grandes potências coloniais (EUA, França, Inglaterra). Os países de desenvolvimento capitalista tardio tiveram que encontrar espaços para se expandir através da guerra e da expropriação territorial dos vizinhos. É o que acontece com a criação do Estado de Israel, em território palestino, rodeado de árabes por todos os lados. A decisão dos vitoriosos da 2a Grande Guerra – com um voto de minerva de um brasileiro – de assentar os judeus na Palestina, baseada na pretensão bíblica de que as terras pertencem por direito aos israelistas, provocou uma instabilidade permanente nas relações internacionais e no Oriente Médio. E aqui é preciso distinguir Judaísmo e Sionismo. O primeiro é uma cultura milenar de um povo que se julga escolhido por Deus. Já o segundo é um projeto político destinado à consolidação e expansão do poder dos judeus. É possível aceitar a existência do Judaísmo sem ser sionista. E há muitos judeus que combatem o sionismo como uma ideologia de Estado.

0 que vem ocorrendo na Faixa de Gaza e na Cisjordânia e na Palestina como um todo é a concretização do projeto sionista em busca do “espaço vital”. Além de ocuparem militarmente esses territórios e impedirem que os palestinos – moradores antigos da região – possam ter uma vida normal, os judeus sionistas resolveram invadir – com artilharia e força aérea pesada – a faixa de Gaza. Já mataram mais de 500 palestinos, muitos crianças, velhos e mulheres. Bombardearam hospitais, escolas, prédios públicos. E tudo isso como retaliação pela porte de três adolescentes judeus pretensamente assassinados por militantes palestinos. Naturalmente, tudo isso parece um mero pretexto para a agressão genocida ao povo palestino destinada a justificar a invasão e anexação ilegal dos territórios palestinos, onde fica o mar e outras fontes de água. A próxima escalada é o Líbano, onde se diz que o Hamas vem disparando mísseis que até agora mataram 20 judeus! Esta é uma equação sinistra. A morte de ninguém justifica tal massacre de inocentes e indefesos. Aplica-se aos palestinos a famosa frase da filósofa judia Hanna Arendt aplicou ao seu próprio povo: os palestinos não têm mais lugar na História, tornaram-se supérfluos e podem ser eliminados, pois ninguém se importa com eles.

Como neto de “Sirio-libaneses”, republicano e socialista, não posso deixar passar essa ignomínia praticada contra povos árabes indefesos e tutelados militarmente pelo Estado de Israel. Trata-se agora do “Shoan” dos palestinos e do repúdio da opinião pública internacional a essa carnificina ignóbil e desumana.

Eleições 2014

Paulo Câmara culpa Governo Federal pelos problemas de mobilidade

Publicado em 22/07/2014 às 14:31 por em Eleições, Notícias
Foto: Aluísio Moreira/PSB

Foto: Aluísio Moreira/PSB

O candidato da Frente Popular por Pernambuco ao governo do Estado, Paulo Câmara (PSB), afirmou em debate nesta terça-feira (22) que a responsabilidade pelo mau funcionamento do metrô de Recife é a União.

O debate foi entre ele (Câmara) e o candidato pela coligação Mobilização por Poder Popular, Zé Gomes (PSOL). Durante o evento, a pauta da mobilidade urbana foi levantada por um dos participantes. Depois de ouvir várias críticas de seu adversário, Câmara defendeu as obras que a gestão de Eduardo Campos (PSB) entregou nos sete anos e meio de seu mandato. Quando o metrô foi citado, o socialista afirmou que as linhas férreas são de responsabilidade administrativa da União, “Como governador, vamos cobrar que haja uma ação”, completou.

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