partidos

Indicação de Dilma para ministérios é tentativa de se fortalecer e reduzir poder de PT e PMDB

Publicado em 28/12/2014 às 16:16 por em Notícias
Foto: divulgação

Foto: divulgação

Alheia à polêmica criada em torno da indicação dos novos ministros, a presidente Dilma Rousseff (PT) encontrou nos novos quadros um caminho para criar novas linhas de articulação política e libertar-se da influência dos dois principais partidos na base aliada: PT, dentro do próprio governo e o PMDB, no Congresso.

Dilma entregou a pasta das Cidades a Gilberto Kassab, presidente do PSD. A Educação ficou com Cid Gomes, principal nome do PROS. A primeira pasta está até o fim do ano sob o comando de Gilberto Occhi (PP), já a Educação tinha à frente o petista Henrique Paim.

Joaquim Levy, futuro ministro da Fazenda, terá liberade de trabalho, de acordo com matéria publicada neste domingo (28), no jornal o Estado de S. Paulo. A escolhe de Levy se deu por ele adotar uma política econômica de ajuste fiscal severo, com o intuito de convergir a inflação no centro da meta planejada (4,5%) e manter o dólar em R$ 2,40.

O raciocínio da presidente, segundo interlocutores, é de que quanto maior for o protagonismo de petistas e peemedebistas, mais ela ficará refém das exigências das duas legendas.

saúde

Inocêncio Oliveira se recupera bem e deve sair da UTI nesta segunda

Publicado em 28/12/2014 às 14:39 por em Notícias
Gustavo Lima / Câmara dos Deputados

Gustavo Lima / Câmara dos Deputados

Depois de ser submetido a uma cirurgia de urgência no coração, o deputado federal Inocêncio Oliveira, 75 anos, se recupera bem e deve receber alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na tarde desta segunda-feira (29), de acordo com o boletim médico. Ao sair da UTI, o parlamentar segue para recuperação no quarto, no Real Hospital Português (RHP).

Em novembro último, Inocêncio se despediu da Câmara dos Deputados e na última quinta-feira (25) passou por uma cirurgia coronária de uma ponte de safena e uma ponte de mamária.

Segundo os médicos, o procedimento correu sem contratempos e a recuperação do parlamentar é “muito boa”. Todos os sinais vitais e exames laboratoriais estão na faixa de normalidade e Inocêncio está consciente e respira sem ajuda de aparelho.

Nos últimos anos o deputado vem enfrentando problemas de saúde, como artrose e dificuldades de audição.

Tags: inocêncio oliveira, recuperação, Saúde,
Agreste

Prestes a deixar governo, João Lyra cumpre promessa e investe na área de tecnologia em Caruaru

Publicado em 28/12/2014 às 13:29 por em Notícias
Foto: Paulo Sérgio Sales/SEI

Foto: Paulo Sérgio Sales/SEI

Ao assumir o governo de Pernambuco, em abril deste ano, o governador João Lyra Neto (PSB) comprometeu-se a interiorizar a estrutura do Porto Digital. Nos últimos dia de dezembro, os derradeiros da gestão, o governador tirou do papel o Armazém da Criatividade, em Caruaru, sua terra natal.

“Não há crescimento econômico sem inovação tecnológica”, afirmou Lyra, durante o lançamento do projeto, na última sexta-feira (26). Apesar da cerimônia, a unidade será entregue definitivamente no mês de maio e vai funcionar em um espaço de dois mil metros quadrados no Polo Comercial da cidade.

O objetivo do projeto, capitaneado pelo Porto Digital, é aproximar os jovens das quase 16 mil empresas que já atuam na região. O recrutamento de empreendedores começa em março, com o lançamento do edital. Inicialmente, o projeto vai recrutar 10 novas empresas que em 18 meses vão estar prontas para atuar e vender os serviços para as demais da região. 

Para João Lyra, a ação vai impulsionar novos negócios e direcionar outros investimentos para o interior.

O secretário de Micro e Pequena Empresa, Osiris Caldas, enfatizou que, após a implantação do espaço, Caruaru vai entrar na geografia da inovação, que já contava com Recife e Campina Grande, na Paraíba.

“Vamos divulgar esse importante equipamento e fazer dele um instrumento que pode alterar a economia local definitivamente”, pediu Caldas. Além de promover o espaço em empresas, o Governo de Pernambuco vai buscar jovens talentos nas escolas e universidades da região. O objetivo é criar um ambiente propício ao desenvolvimento tecnológico e da inovação.

Tags: caruaru, João Lyra, Pernambuco, Porto Digital,
levantamento

Faltam agentes na Polícia Civil em Pernambuco

Publicado em 28/12/2014 às 13:12 por em Notícias

pacto-pela-vida

Do Jornal do Commercio deste domingo (28)
Por Felipe Vieira, repórter de Cidades

O decreto 32.341, assinado em 2008 pelo então governador Eduardo Campos, previa que a Polícia Civil de Pernambuco deveria chegar a 2015 com um efetivo de 10,4 mil profissionais, entre delegados, agentes e escrivães. A poucos dias do final do ano, menos da metade desse contingente está nas ruas e delegacias: um total de 4,8 mil policiais responsáveis por investigações, prisões, elaboração de inquéritos e cumprimento de mandados judiciais.

Um déficit que tem consequências diretas na política de segurança pública do governo do Estado, o Pacto pela Vida, que pela primeira vez nos oito anos da gestão Eduardo Campos/João Lyra Neto, vai terminar no vermelho: ao invés de queda, um aumento estimado de 10% no número de homicídios.

Em pouco mais de sete anos, de janeiro de 2007 a maio de 2014, 2.905 pessoas ingressaram na Polícia Civil, entre delegados, agentes e escrivães. No mesmo período, saíram 2.147, seja por aposentadoria, morte ou por terem optado por outros empregos.

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No mesmo período, foram criadas 79 novas unidades, entre delegacias especializadas e comuns. A conta é simples: a quantidade de profissionais que entraram e deixaram a instituição é praticamente a mesma (diferença de apenas 758 pessoas), sendo que a população do Estado aumentou em 800 mil pessoas, segundo dados do IBGE (de 8,4 milhões em 2007 para 9,2 milhões em 2014).

Sem delegados, agentes ou escrivães, muitas delegacias, principalmente no interior, estão fechando nos finais de semana, e muitas vezes à noite, nos dias de semana.

Segundo dados do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol), essa é a realidade das unidades de Jatobá, Iati, Saloá, Águas Belas, Lagoa do Ouro, Correntes, Jupi, Jucati, Terezinha, Brejão, Bom Conselho, Calçado, Jurema, Caetés, todas no Agreste. Dormentes, Santa Filomena e Moreilândia, no Sertão do Estado.

“Nestas cidades não se pode registrar ocorrências ou realizar diligências nesses dias”, afirma o presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros.

Desanimados, muitos policiais estão mudando de profissão. Hoje técnica judiciária, Leidiane Lacerda passou dois anos e meio, entre 2008 e 2011, como agente de polícia. Achou que não valia a pena ganhar o que ganhava para receber a pressão descomunal de cumprir as metas do Pacto.

“Se a Polícia Civil pagasse mais, eu provavelmente estaria lá, pois gostava do serviço”, diz. O mesmo argumento é utilizado pelo funcionário público Luiz Gonzaga Jr, que também foi agente por seis anos, de 2008 a 2014. “Cobrava-se muito, mas sem dar salário digno e estrutura necessária para o trabalho”, afirma.

Para o presidente do Sinpol, o cenário é de um iminente colapso na instituição. “Não é exagero algum usar essa palavra. Os policiais estão desanimados por terem trabalhado tantos anos sob pressão para cumprir as metas do Pacto pela Vida, e depois desse tempo todo não ver esse esforço revertido em melhores condições de atuação”, diz Áureo Cisneiros, recém-empossado, no lugar de Cláudio Marinho, que passou os últimos 10 anos à frente da entidade.

petrobras e empreiteiras

Dívidas de empresas envolvidas na Operação Lava Jato ultrapassam R$ 130 bilhões

Publicado em 28/12/2014 às 12:02 por em Notícias

A Petrobras e as empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato têm hoje uma dívida superior a R$ 130 bilhões com bancos privados e públicos no Brasil, de acordo com um levantamento que circulou neste mês no governo. As informações foram divulgadas neste domingo (28), na Folha de S. Paulo.

O estudo assustou a cúpula do Executivo e os bancos que têm contratos com essas empresas, e fez com que o Palácio do Planalto se mobilizasse para assegurar a manutenção dos empréstimos.

Pareceres oficiais indicam o medo de que as instituições financeiras sofram se as empresas sob investigação forem declaradas inidôneas e forem impedidas de trabalhar com o setor público.

Regras de diversas instituições financeiras impedem a concessão de empréstimos para empresas com esse tipo de punição, o que poderia provocar calote no pagamento de créditos já liberados ou suspensão de financiamentos de longo prazo por risco de não pagamento no futuro.

Quase metade da dívida acumulada corresponde a obrigações da Petrobras, como indica o último balanço publicado pela estatal, de junho. Se forem considerados compromissos com bancos internacionais e fornecedores, a dívida total pode superar R$ 500 bilhões, o equivalente a quase 10% do PIB (Produto Interno Bruto) do país.

Nas últimas semanas, integrantes do governo se debruçaram sobre os números para tentar avaliar os riscos de contaminação da economia no caso de essas empresas perderem contratos e ficarem sem acesso a crédito.

Tags: dívidas, Empresas, operação lava jato, Petrobras,
dificuldades da gestão

Enxugar a máquina pública ainda é problema

Publicado em 28/12/2014 às 9:47 por em Notícias
Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem

Paulo Câmara se impõe o desafio de enxugar a máquina. Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem

Do Jornal do Commercio deste domingo (28)
Por Carolina Albuquerque

Ao estipular a meta de cortar 20% da folha de comissionados antes mesmo de sentar na cadeira de governador do Estado, Paulo Câmara (PSB) parece querer manter a aura do “jeito PSB de governar”, inaugurada pelo ex-governador e seu padrinho político Eduardo Campos (PSB).

O neosocialista copia a mesma tática adotada pelo prefeito Geraldo Julio (PSB) em dezembro de 2012, quando, antes mesmo de ser empossado, anunciou a extinção de 632 cargos comissionados, o que representaria uma economia anual de pouco mais de R$ 1 milhão, pelos cálculos divulgados à época. A candidatura de Geraldo Julio em 2012 representou a antessala do voo nacional de Eduardo Campos, frustrado com a sua morte trágica em 2014.

Foto: BlogImagem

Foto: BlogImagem

Quando decidiu se lançar à empreitada maior na carreira de um político, Eduardo Campos empunhou a bandeira da meritocracia, eficiência e economia na maneira de gerir o dinheiro público.

Durante o Programa do Jô, em novembro de 2013, o então governador de Pernambuco anunciou uma reforma estrutural que colocava para trás a lógica de sete anos à frente da administração do Executivo estadual.

Em 2006, antes de assumir o posto, o número de cargos em comissão era de 2.023. Em 2012, na era Eduardo, esse patamar saltou para 3.553. Na reforma que decidiu fazer a menos de quatro meses de deixar o governo para se candidatar à Presidência da República, ele anunciou um corte de 659 cargos – uma economia, segundo divulgou, de R$ 25 milhões, por ano.

O discurso de então não se manteve até dezembro de 2014. Após assumir a gestão, o governador João Lyra Neto (PSB) impôs uma reforma, criando e extinguindo algumas secretarias. O fato é que 2014 acaba com 2.634 comissionados, um impacto mensal de R$ 9.844.792,09. São 64 cargos de confiança a mais do que o anunciado no final de 2013.

O mesmo parece estar acontecendo na gestão do prefeito Geraldo Julio. Anunciado com pomba, o enxugamento da máquina do início de 2013 só se sustentou até abril de 2014. No primeiro ano de gestão, a PCR contava com 2.159 cargos em comissão, em virtude do corte de 632 comissionados.

A economia anual de R$ 1 milhão, resultado dessa mini reforma, foi suplantada por projeto de lei aprovado em abril de 2014. Ele criou 150 novos cargos comissionados, gerando um impacto mensal de R$ 1,4 milhões. Isto é, o valor anual desses 150 novos postos de confiança é dezoito vezes maior do que a economia obtida no início da gestão.

Numa lógica semelhante, recentemente, o prefeito enviou o projeto de lei 40/2014 que autoriza o governo a contratar pessoas por tempo determinado. Não se trata de cargos em comissão, como diz o artigo 9º. Porém, o período permitido para alguns casos pode chegar a até quatro anos, o que pode durar todo o seu mandato. Para se ter ideia do recuo da PCR, a gestão municipal termina o ano de 2014 com 2.301 cargos em comissão, 142 a mais do que em janeiro de 2013, primeiro ano de mandato.

O desafio de Paulo Câmara será manter o discurso de agora ao longo dos próximos quatro anos. Numa outra estratégia, o governador eleito não disse que será um corte no número de cargos em comissão, mas na folha de pagamento. Em 2012, o custo dos comissionados era equivalente a 1,5% do total da folha total.

Tendo como referência a atual (R$ 9.844.792,09, por mês), esse percentual significa uma redução mensal de cerca R$ 1,9 milhões. Por ano, contando o 13º salário, seria uma economia de mais de R$ 25 milhões.

DETALHAMENTO
Governo do Estado

Era Eduardo Campos

2006 – 2.023 comissionados (1,9% do total da folha de pagamento)

2007 – 2.226 (primeiro ano de gestão de Eduardo)

2012 – 3.553 (1,5% do total da folha)

2013 – 3.553 – 969 = 2.584 comissionados*

Após reforma feita por Eduardo Campos, anunciada no programa do Jô em novembro, o que representa uma economia de R$ 25 milhões

Era João Lyra

2014 – 2.634 comissionados, custo de R$ 13.556.228,91/mês

Paulo Câmara (a partir de 2015)

2015 – Corte de 20% na folha de comissionados (R$ 9.844.792,09/mês). Significa menos R$ 1,9 milhões/mês

Prefeitura do Recife

Geraldo Julio

2012 – 2.971 para 2.159 (- 632 cargos comissionados, cerca de 23%. Uma economia de R$ 1 milhão/ano)

Abril de 2014 – PL cria 150 cargos comissionados. Impacto mensal de R$ 1,4 mi/mes.

Novembro 2014 – PL 40/2014 – autoriza contratação temporária de até quatro anos.

2014 – 2.301 cargos comissionados. Folha total de pagamento mensal é de R$ 126.439.598,19, dos quais R$ 6.983.805,83 são de comissionados, o que dá 5,5% do total.

Fonte: PCR e Governo do Estado

Tags: enxugamento, impasses, máquina pública,
é muita divulgação!

Cota parlamentar de pernambucanos que deixarão a Câmara aumenta próximo ao fim do mandato

Publicado em 27/12/2014 às 17:55 por em Notícias
Foto: Gabriela Korossy/Câmara dos Deputados

Raul Henry foi o que mais gastou desde julho. Em novembro foram R$ 50 mil para divulgação de atividade parlamentar. Foto: Gabriela Korossy/Câmara dos Deputados

Por Amanda Miranda, repórter do NE10

O deputado federal João Paulo (PT) não é o único parlamentar pernambucano que está se despedindo do Congresso Nacional com aumento em milhares de reais a cota a que tem direito para despesas como passagens aéreas e telefonia. Dos outros nove que não assumirão novamente em fevereiro, sete também tiveram crescimento da cota parlamentar nos últimos meses. Entre eles, cinco aumentaram o uso para divulgação em outubro e novembro, logo após o período eleitoral. No total, Pernambuco tem 25 deputados federais.

O destaque na lista vai para Raul Henry (PMDB), eleito vice-governador de Pernambuco este ano. Embora tenha economizado em dezembro, em novembro o peemedebista gastou R$ 50.250 com divulgação da atividade parlamentar. No mesmo mês, Roberto Teixeira (PP) destinou R$ 50.076,00 para a mesma área. Vilalba (PP) desembolsou R$ 30 mil em outubro.

Com despesas relativamente contidas desde julho, a cota de Paulo Rubem Santiago (PDT), candidato a vice governador na chapa do futuro ministro Armando Monteiro Neto (PTB), deu um salto em novembro. Com R$ 61 mil revertidos à divulgação da atividade parlamentar, atingiu R$ 68.564,67 de gastos.

Fernando Ferro (PT) fez o mesmo. No último mês frequentando a Casa onde esteve por cinco mandatos, o petista gastou R$ 33 mil com divulgação parlamentar, o que fez a sua cotar passar de R$ 10.872,31 em novembro para R$ 36.224,68 em dezembro. O mesmo valor já havia tido o mesmo destino em outubro. Em setembro, comprou R$ 26.328,54 em passagens aéreas.

No sentido inverso, Pedro Eugênio (PT) diminuiu. Apesar de o petista ter passado de R$ 22.338,69 para R$ 33.672,51 gastos registrados entre setembro e outubro, mês das eleições, vem diminuindo esse valor. Em dezembro, foi de R$ 8.801,14, dos quais R$ 5.9 mil foram destinados a uma consultoria.

O deputado que menos gastou em dezembro foi José Augusto Maia (Pros), que desembolsou R$ 162,75 para telefonia. Porém, em outubro registrou R$ 50 mil destinados à divulgação da atividade parlamentar.

DOIS CASOS - Embora não tenha sido reeleito, Augusto Coutinho (SD) voltará à Câmara dos Deputados em fevereiro como suplente, depois que o secretariado do governador eleito Paulo Câmara (PSB) deixou vagas quatro cadeiras. Em dezembro, Augusto Coutinho gastou apenas R$ 1.153,78, principalmente com serviços postais, telefonia e combustíveis. Entretanto, no mês anterior, bateu recorde desde julho, com despesas de R$ 84.274,88, sendo quase R$ 40 mil declarada como divulgação de atividade e mais de R$ 28 mil para consultoria técnica.

Ao contrário, Carlos Eduardo Cadoca (PC do B), outro que voltará à Casa como suplente por causa dos espaços deixados pelo secretariado em Pernambuco, vem registrando suas despesas em decréscimo desde setembro. Naquele mês foi de R$ 29.002,24, valor que diminuiu até chegar aos R$ 944,78 gastos em dezembro, este mês prioritariamente com o pagamento de combustível, alimentação e telefonia.

Todos os dados estão abertos no site da Câmara dos Deputados.

Tags: cota parlamentar, deputados federais, Pernambuco,
ranking

Armando é o 3º melhor senador do País, segundo Veja. Aécio é o pior

Publicado em 27/12/2014 às 17:20 por em Notícias
Armando Monteiro assumiu postura de interlocutor entre Dilma e o governo do Estado. Foto: Léo Caldas/PTB.

Foto: Léo Caldas/PTB

De acordo com o Ranking do Progresso 2014, elaborado pela revista Veja, o senador pernambucano Armando Monteiro Neto (PTB) foi o terceiro melhor na Casa este ano. O parlamentar assumirá o Ministério do Desenvolvimento, Comércio Exterior e Indústria no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT).

O critério usado pela revista são as propostas apresentadas que, de acordo com a publicação, sejam capazes de contribuir com um País mais competitivo e moderno. Usando esse argumento, Aécio Neves (PSDB) recebeu nota zero e foi eleito o pior do Brasil.

Entre os pernambucanos, Jarbas Vasconcelos (PMDB), que se despede da Casa para assumir uma vaga na Câmara dos Deputados, aparece só em 60º. Humberto Costa (PT), líder do PT no Senado, está em 67º.

Para a Veja, Eduardo Amorim (PSC-SE) é o melhor senador, com Lindbergh Farias (PT-RJ), derrotado por Pezão (PMDB) para o governo do seu estado de origem, em seguida. Cassio Cunha Lima (PSDB-PB), senador que perdeu as eleições para o Governo da Paraíba, é o segundo pior.

DEPUTADOS - Antonio Imbassahy (PSDB-BA) e Marcus Pestana (PSDB-MG) receberam nota 10 e foram escolhidos o melhores deputados federais do País no Ranking do Progresso 2014. Gabriel Guimarães (PT-MG) aparece em segundo. Dois pernambucanos estão entre os dez primeiros colocados: Raul Henry (PMDB) e Jorge Côrte Real (PTB).

Tags: aécio neves, Armando Monteiro Neto, ranking, senador,
aos 75 anos

Inocêncio Oliveira passa bem, mas não tem previsão de alta

Publicado em 27/12/2014 às 16:03 por em Notícias
Foto: Alexandre Severo/Acervo JC Imagem

Foto: Alexandre Severo/Acervo JC Imagem

Internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Real Hospital Português, no Recife, desde quinta-feira (25), o deputado federal Inocêncio Oliveira (PR) passa bem, mas continua sem previsão de alta, segundo boletim médico deste sábado (27).

Aos 75 anos, o parlamentar que se despediu da Câmara dos Deputados em novembro foi submetido a uma cirurgia coronária de urgência para uma ponte de safena e uma ponte de mamária.

TRAJETÓRIA POLÍTICA - Inocêncio presidiu a Câmara em 1993 e 1994, mas entrou em declínio político após ser derrotado por Aécio Neves (PSDB) em 2001, quando tentava novamente voltar ao comando da Casa.

Apesar disso, desde 1989 o pernambucano ocupou vários cargos na Mesa Diretora.

Após deixar o PFL, o deputado passou ainda pelo PMDB antes de ingressar no PL, hoje PR, sua atual sigla. Ele não conseguiu se manter na Mesa nas eleições internas de 2013 e não disputou a reeleição neste ano. Oficialmente, seu último mandato se encerra no final de janeiro.

Nos últimos anos o deputado vem enfrentando problemas de saúde, como artrose e dificuldades de audição.

Na década passada, Inocêncio foi condenado pela Justiça do Trabalho sob a acusação de manter funcionários em situação análoga à escravidão em uma fazenda no Maranhão. Na parte criminal, o Supremo Tribunal Federal rejeitou a acusação e arquivou o inquérito sobre o caso.

Ouça o último discurso de Inocêncio Oliveira na Câmara dos Deputados:

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