folga

Paulo Câmara se ausenta do Governo por sete dias e Raul Henry assume Pernambuco

Publicado em 08/02/2016 às 14:25 por em Notícias
Foto: Aluisio Moreira/PSB

Foto: Aluisio Moreira/PSB

A partir desta segunda-feira de Carnaval (8), o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), irá tirar uma semana de folga. Com isso, o vice-governador, Raul Henry (PMDB), assume o governo do Estado.

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Essa será a primeira vez que os peemdebistas ficarão tanto tempo no poder estadual desde que o deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB) deixou o governo de Pernambuco em 2006. “O Estado estará em boas mãos com Raul Henry no governo. Ele está totalmente entrosado com a equipe”, falou o governador durante o café da manhã no Galo da Madrugada, no último sábado (6).

PMDB e PSB foram rivais nas eleições pernambucanas nas últimas décadas, mas se aliaram após uma costura política entre Jarbas Vasconcelos e Eduardo Campos. Em 2016, os peemdebistas também são cotados para ocupar a vaga de vice na chapa de reeleição do prefeito Geraldo Julio (PSB).

Tags: Governo de Pernambuco, Paulo Câmara, raul henry,
alepe

Pedro Eurico passa de “pedra” a “vidraça” em discussão sobre segurança pública na Alepe

Publicado em 08/02/2016 às 13:30 por em Notícias
Foto: Sérgio Bernardo / JC Imagem

Foto: Sérgio Bernardo / JC Imagem

Por Franco Benites, do Jornal do Commercio

O secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, tornou-se o personagem do mês da política estadual após declarar que conversava por telefone com detentos pernambucanos. A afirmação foi feita em uma audiência pública realizada na semana passada na Assembleia Legislativa sobre a situação do sistema prisional do Estado. O protagonismo do secretário no Legislativo estadual quando o assunto é segurança pública não é de hoje. A diferença é que Pedro Eurico passou de “pedra” a “vidraça”, tendo como pano de fundo um governador do PSB à frente do Estado.

Quando Eduardo Campos assumiu o Estado em 2007, Pedro Eurico, que é filiado ao PSDB, assumiu a condição de líder da oposição à gestão socialista. Os embates entre os governistas e o grupo ligado aos ex-governadores Jarbas Vasconcelos (PMDB) e Mendonça Filho (DEM), do qual o tucano fazia parte, eram, sobretudo, na área de segurança. Já no dia 6 de de fevereiro daquele ano o então deputado cobrou uma melhor atuação da Polícia Militar após um caso de violência generalizada no desfile de um bloco de rua no período pré-carnavalesco.

Pedro Eurico confrontou o governo do PSB com dados sobre a violência no Estado em diversas oportunidades e até tentou instalar uma CPI sobre o assunto. Em abril de 2007, como registrou o Jornal do Commercio, ele declarou que Pernambuco estava vivendo dias de guerra civil, cobrou informações sobre o total de armas apreendidas pelo governo estadual e criticou o número de homicídios no Estado. Em junho, voltou novamente ao tema e condenou a gestão eduardista por “não ter informação a dar” sobre o crescimento do número de assassinatos em Pernambuco.

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Na semana passada, assim que a oposição começou a explorar as declarações sobre o contato telefônico com os detentos, Pedro Eurico disse que era uma tentativa de “botar chifre em cabeça de cavalo”. A língua afiada e a ironia, duas de suas principais marcas, hoje a serviço do PSB, já foram usadas contra o partido. Quando Eduardo Campos completou 100 dias à frente do Estado, o tucano disse que a gestão socialista era inepta. O então deputado também disse que o governador era esforçado, mas que seu secretariado, entre eles o hoje governador Paulo Câmara (PSB), não correspondia.

Hoje, Pedro Eurico fala que a cobrança era mais em cima de secretarias como Educação e Segurança. Sobre esse tema, aliás, ele pontua que não se arrepende das críticas da época em que era adversário dos socialistas, mas diz reconhecer que o PSB conseguiu avançar contra a violência com o Pacto pela Vida.

DE OPOSIÇÃO A GOVERNO

A mudança de opositor ao governo Eduardo Campos para aliado da gestão socialista não foi a primeira guinada de rumo feita por Pedro Eurico. Antes de integrar a tropa de choque dos governos Jarbas Vasconcelos (PMDB) e Mendonça Filho (DEM), pelo PSDB, ele foi filiado ao PSB e fez parte da gestão Miguel Arraes, então adversário dos grupos jarbista e mendoncista.

Pedro Eurico diz não ver nenhum estranhamento em sua trajetória política. “O PSB e o PSDB são dois partidos da reforma da social-democracia e estão em absolutamente sintonia. Estou completamente à vontade no governo Paulo Câmara (PSB), feliz como um jovem comendo sanduíche em uma loja da McDonald´s”, afirma, fiel a seu estilo de chamar a atenção com suas declarações.

Paulo Câmara, o próprio Pedro Eurico e integrantes do PSDB já afirmam que a presença do secretário de Justiça e Direitos Humanos na gestão não é uma contribuição partidária uma vez que ele é da “cota pessoal” do chefe do Executivo estadual. Foi por esse critério, inclusive, que ele deixou a oposição a Eduardo Campos para tornar seu aliado. “Ele me chamou para integrar o governo por meio de sua cota pessoal”, assegura.

De acordo com Pedro Eurico, a postura de Eduardo facilitou a sua migração da oposição para o governo em que pese suas críticas iniciais à gestão socialista na área de segurança pública. “Nada mais reconfortante na política do que a capacidade de crítica e autocrítica. Eduardo tinha essa capacidade. E na questão da segurança ele foi o primeiro governador a levar a discussão para dentro do seu gabinete e a apresentar soluções”, fala.

Apesar das críticas feitas ao governo Eduardo, Pedro Eurico garante que era amigo do ex-governador e que ambos sabiam separar o lado pessoal e o político. “Sempre tive uma relação privilegiada e de respeito com Eduardo desde que ele tinha 18 anos. Conheci ele adolescente e seu primeiro voto para vereador foi em mim”, destaca.

As referências elogiosas se estendem a Miguel Arraes. “Junto com Dom Hélder Câmara, Arraes teve muita influência para mim”, diz.

Tags: Alepe, Oposição, Pedro Eurico, Segurança,
carnaval

Gravatá Jazz Festival atrai multidão e movimenta economia do município

Publicado em 08/02/2016 às 12:40 por em Notícias
Foto: Ednaldo Lourenço / Divulgação

Foto: Ednaldo Lourenço / Divulgação

A segunda noite do Gravatá Jazz Festival, que aconteceu neste domingo (7), lotou o  Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, no Centro de Gravatá, no Agreste do Estado. O interventor do município, Mário Cavalcanti, está acompanhando as apresentações e comemora o aquecimento da economia devido à festa sediada na cidade.

“Podemos observar um movimento maior no comércio e na rede hoteleira da cidade que, durante este Carnaval, está lotada. Muitas pessoas deixaram suas cidades para curtir a nossa maravilhosa festa”, destacou.

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Tico Santa Cruz e Renato Rocha, ambos da Banda Detonautas, abriram a segunda noite do Gravatá Jazz Festival. “Na noite anterior, o público participou com euforia e, neste segundo dia, o público aumentou. Podemos ver todos ansiosos para mais uma noite de festa e muita alegria”, disse o interventor.

Após a apresentação dos integrantes Detonautas, foi a vez do Lab 75 que subiu ao palco junto com o ator e cantor Toni Tornado, de 85 anos, que estava acompanhado pelo filho, Lincoln Tornado. Durante a apresentação, o público vibrou, cantou e dançou.

Para encerrar a segunda noite de apresentações, o guitarrista, Igor Prado e banda, junto com o tecladista austríaco, Raphael Wressnig, chamaram a cantora, Koko-Jean Davis. Juntos, eles não deixaram ninguém parado e encerraram o segundo dia do Jazz Festival deixando saudade.

Tags: carnaval, gravatá, jazz,
eleições 2016

Com mudanças nas regras eleitorais, segundos valem “ouro” no guia eleitoral

Publicado em 08/02/2016 às 11:50 por em Notícias
Prefeito Geraldo Julio disse que o governo municipal está trabalhando para resolver o déficit habitacional

Prefeito Geraldo Julio disse que o governo municipal está trabalhando para resolver o déficit habitacional

Por Marcela Balbino, do Jornal do Commercio

Com as mudanças acarretadas pela minirreforma eleitoral, o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), terá uma preocupação a mais na costura das alianças: o tempo de rádio e televisão. A nova legislação reduziu a duração da propaganda a um terço, caindo de 30 minutos para 10 minutos. Agora, mais do que nunca, cada segundo será precioso para os candidatos apresentarem o programa de governo. Com base em dados levantados pelo analista político do Instituto Maurício de Nassau Maurício Romão, o JC simulou os cenários reservados a cada partido no programa eleitoral. Os números apontam que o socialista tem que se esforçar para manter na base os partidos que o elegeram para que o guia eleitoral não saia duramente prejudicado.

Se a Frente Popular de 2012 se repetisse com seus 14 partidos aliados, o prefeito teria ampla vantagem frente aos adversários. Com o grupo unido, a propaganda do prefeito teria 3 minutos e 46 segundos, quase 40% de todo o programa eleitoral. No entanto, o cenário mudou nos últimos quatro anos e algumas legendas abandonaram o barco socialista, como o PTB, o PRB e o PTN.

Com base nas costuras firmadas até o momento, o prefeito formaria uma coalizão, por ora, com dez partidos, o que lhe garante 3 minutos e 21 segundos do guia. Em meio aos rumores de mudança no nome do vice e a eventual saída de Luciano Siqueira, do PCdoB, da chapa à reeleição, o partido também pode deixar a coligação. Se isso acontecer, os comunistas levam embora 10 segundos.

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Além dos partidos que já o apoiaram em 2012, Geraldo Julio tem feito manobras parar atrair o PSDB e o DEM. A jogada, além de tirar dois candidatos competitivos da disputa, garantiria a ele mais 1 minuto e 18 segundos na TV, sendo 56 segundos do PSDB e 22 segundos do DEM.

Apesar de o deputado federal Daniel Coelho (PSDB) não esconder a pretensão de se lançar na disputa e do diretório municipal estimular sua pré-candidatura, o PSB fecha o cerco ao ninho tucano. O PSDB tem uma ala menor de “geraldistas”, a maioria prega candidato próprio. Desde o ano passado, Geraldo faz gestos para o partido, como o convite para a vereadora Aline Mariano, que era líder da oposição na Câmara, integrar a gestão socialista.

Outra costura que está sendo feita nos bastidores é a tentativa de atrair o DEM e minar a candidatura da deputada estadual Priscila Krause, que vem se colocando como pré-candidata à prefeitura. Se conseguir fechar o cerco aos partidos, Geraldo terá quase 50% do guia e ficará com 4 minutos e 39 segundos.

Segundo o analista político Maurício Romão, o prefeito Geraldo Julio tem condições de agregar mais partidos por estar no poder. “Isso sugere certo nível de conforto e, além disso, eles (o PSB) são contra o governo federal o que, hoje em dia, é ponto positivo”, avalia. “Acho que ele terá tempo muito bom, exceto se o PSDB lançar candidato”, acrescenta.

A simulação foi feita com base nas determinações da Lei Geral das Eleições (9.504/97), onde os tempos são arbitrados de acordo com o tamanho da bancada federal de cada partido, além de um tempo igualitário que é ofertado pela Justiça Eleitoral a todas as legendas.

“O que podemos afirmar agora é que os segundos são muito preciosos, porque não são mais os 30 minutos de bloco. São somente 10 minutos”, afirma o consultor. Romão observa ainda que o tempo repartido entre os candidatos é mínimo. Num cenário hipotético com oito candidatos à prefeitura, como em 2012, cada postulante ganharia 7,5 segundos.

Tags: Campanha, Eleições 2016, Geraldo Julio, Propaganda Eleitoral,
carnaval

Bonecos do “Japonês da Federal” e de Sérgio Moro desfilam no Carnaval de Olinda

Publicado em 08/02/2016 às 11:08 por em Notícias
Foto: Rafael Paranhos / NE10

Foto: Rafael Paranhos / NE10

A versão gigante do agente da Polícia Federal (PF) Newton Ishii, conhecido por “japonês da Federal”, encabeça o desfile da Apoteose dos Bonecos Gigantes nesta segunda-feira (8) de Carnaval. Seguido pelo juiz responsável pela Operação Lava Jato, Sérgio Moro, e mais de 80 bonecos, o “japa” estava cheio de moral pelas ladeiras olindenses.

A Embaixada Pernambuco – Bonecos Gigantes de Olinda teve o pedido de confeccionar o boneco aceito pelo comando da Polícia Federal. Os bonecos medem mais de 4 metros de altura e pesam mais de 20 kg. Eles são manipulados por moradores de Olinda e acompanhados por uma orquestra local de frevo.

Foto: Rafael Paranhos / NE10

Foto: Rafael Paranhos / NE10

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Quem ficou de fora este ano foi o boneco da presidente Dilma Rousseff. Com a popularidade em baixa, a réplica da petista também não desfilou em 2015.

“No desfile de 2014, o boneco dela [Dilma] foi muito vaiado, por isso preferi não colocar o calunga no ano passado e mantive a decisão também em 2016. Como o Carnaval é um momento de alegria, preferi que a réplica não saísse na Apoteose dos Bonecos Gigantes para evitar constrangimentos”, disse o produtor cultural Leandro Castro, organizador do desfile.

Mesmo sem a presidente, personalidades como Ariano Suassuna, Chaves, os Beatles, Dick Vigarista, Darth Vader e mestre Yoda do “Star Wars” participam do desfile. Veteranos como Lampião, Pelé, Alceu Valença, Bob Marley e Joaquim Barbosa também marcam presença.

reyração

Oito em nove programas sociais perdem recursos

Publicado em 08/02/2016 às 10:32 por em Notícias
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Estadão Conteúdo – Oito dos nove principais programas sociais que entraram em vigor ou tiveram seu auge nos governos Lula e Dilma perderam recursos em 2015, mostra levantamento do jornal O Estado de S. Paulo com base em dados do Orçamento da União. Nesse universo, sete também registraram queda no número de beneficiários. O cenário para 2016 aponta mais retração de programas que são símbolo do governo, situação que fortalece a estratégia da oposição de fazer embate político com os petistas na área social.

Um agravante é a inflação, que alcançou os dois dígitos em dezembro e registrou a maior alta acumulada desde 2002. Desta forma, até programas que tiveram mais orçamento, em termos nominais, viram seu valor ser corroído e, na prática, registraram perda real em relação a 2014. O Bolsa Família, por exemplo, recebeu R$ 1 bilhão a mais em 2015. Corrigido pela inflação, entretanto, o valor é 4,7% menor do que em 2014. Este também é o caso dos programas Brasil Sorridente e Pronaf.

Novos cortes foram agendados para 2016. No Orçamento aprovado em dezembro, o Pronatec caiu 44% em relação ao ano anterior. O Minha Casa Minha Vida sofreu corte de 58%. Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff assumiu pela primeira vez que não será possível atingir a meta de entregar 3 milhões de residências na terceira fase do programa.

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O governo pretende revisar os programas sociais e já admite descontinuar alguns deles. O contingenciamento com cortes definitivos para o Orçamento de 2016 será anunciado depois do carnaval. Ao Estado, integrantes da equipe econômica asseguraram, contudo, que Bolsa Família, Fies e Minha Casa Minha Vida serão poupados.

Além de potencial combustível para a impopularidade do governo em ano de eleições municipais, os cortes tendem a dificultar a relação com partidos aliados, entre eles o próprio PT, que tenta manter sua base de apoio social em meio à crise econômica. As legendas resistem em encampar medidas impopulares no Congresso, como a recriação da CPMF e a reforma da Previdência, temendo a repercussão perante o eleitor. Com a redução de recursos para a área social, o cenário para o governo se torna ainda mais adverso.

O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), sustenta que o impacto dos cortes em 2016 não será tão expressivo quanto o de 2015. “Os programas sociais são a alma de nossos governos e não serão fragilizados. Neste ano, começamos com uma nova agenda”, disse. Ele não teme que os cortes gerem uma ação pró-impeachment. “A população sabe que a sua vida melhorou nos últimos anos, portanto, não temos que temer mobilização social ”

A oposição, por outro lado, vê sua estratégia fortalecida. Para rivalizar com os petistas, o PSDB pretende lançar em março uma pauta própria com foco no segmento social.

A reportagem utilizou dados orçamentários oferecidos pelos ministérios responsáveis por cada programa avaliado. Os valores foram corrigidos pela média anual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do País, tendo como referência os preços médios de 2015. Os cálculos foram acompanhados por consultores de Orçamento do Congresso Nacional. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Tags: Bolsa Família, Dilma, Minha Casa Minha Vida, Pronatec,
carnaval 2016

Geraldo Julio circula por polos espalhados pela cidade no domingo de Carnaval

Publicado em 08/02/2016 às 9:55 por em Notícias
Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

O prefeito Geraldo Julio aproveitou este domingo (7) para visitar os polos descentralizados do Recife. São mais de 2,5 mil apresentações em 52 palcos espalhados por todos os cantos da cidade. Durante à tarde, o gestor curtiu com toda a família os polos infantis montados pela Prefeitura nos parques Santana e Jaqueira. À noite, Geraldo seguiu para o polo do Alto José do Pinho e em seguida para o Marco Zero. Em todos os locais ele acompanhou junto ao público as apresentações dos artistas.

A primeira parada foi no Parque Santana, onde assistiu ao show das Fadas Magrinhas, que animaram várias famílias presentes. Depois, o prefeito e a família seguiram para o Parque da Jaqueira.

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Geraldo ressaltou a importância de se realizar um Carnaval para todas as idades. “Os polos infantis são um sucesso total e são para a família inteira. Não existia um ambiente como este no Carnaval do Recife. O Santana e a Jaqueira estão lotados, e estão fazendo a alegria da criançada”, disse.

Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR

No Alto José do Pinho, que sedia um dos polos de bairro promovidos pela Prefeitura do Recife, foi montada uma grande estrutura de som, iluminação e segurança. Geraldo lembrou que o Recife está recebendo um grande número de pessoas de outras cidades devido ao cancelamento do Carnaval destes municípios. “Passamos agora pela Alto José do Pinho e tinha muita gente. O Carnaval está espalhado por toda a cidade e com muita gente assistindo estas apresentações. Os artistas ficam mais animados. O Carnaval do Recife é feito pelos artistas e pelo folião”, finalizou.

O prefeito encerrou a noite no Marco Zero. Foi até o camarim cumprimentar os alguns dos artistas que subiram ao palco nesta noite, como Gaby Amarantos, Antônio Carlos Nóbrega, Cibelle Alves, Gerlane Lopes, Karynna Spinelli, Leno Simpatia, Belo Xis e Wellington do Pandeiro. A noite considerada “Do Samba” teve um momento especial com a apresentação apenas dos artistas locais no palco principal, sendo alguns pela primeira vez. Ainda se apresentaram Jorge Aragão e Fundo de Quintal. Geraldo acompanhou parte das apresentações no meio do público.

Tags: carnaval, Geraldo Julio, recife,
eleições 2016

Políticos aproveitam brecha eleitoral e reforçam imagem junto ao eleitor

Publicado em 08/02/2016 às 9:10 por em Notícias
Faixas para expressar "apoio cultural" são permitidas desde que não haja pedido de voo explícito Franco Benites/Especial JC Imagem

Faixas para expressar “apoio cultural” são permitidas desde que não haja pedido de voo explícito
Franco Benites/Especial JC Imagem

Por Franco Benites, do Jornal do Commercio

A campanha eleitoral em 2016 será mais curta e começará apenas em 15 de agosto ao contrário de anos anteriores, quando se iniciava em julho. Mas, até lá, os interessados na disputa aproveitam as brechas na legislação eleitoral para reforçar seu nome junto aos eleitores. Vale de tudo: mensagens em outdoor, aparições em banners de apoio cultural e a utilização de redes sociais.

O deputado federal Daniel Coelho e o vereador Wanderson Florêncio, ambos do PSDB, prestaram “apoio cultural” ao Bloco da Gia, tradicional na folia pré-carnavalesca do Recife, e fizeram questão de capitalizar a ajuda. Os tucanos expuseram banners no reduto do bloco para reforçar a parceria os foliões e eleitores.

Em Olinda, automóveis já começam a circular com a mensagem “Nossa estrela, nossa cidade”, em uma referência velada ao PT. O partido está de olho na vaga ocupada pelo prefeito Renildo Calheiros (PCdoB).

Nas redes sociais, destaque para o perfil no Instagram “Sou Mais Geraldo Julio”, que evidencia as ações do prefeito do Recife. A assessoria do gestor municipal nega conhecer o responsável pelo perfil.

FISCALIZAÇÃO

O procurador regional eleitoral de Pernambuco, Antônio Carlos Barreto Campello, afirma a atuação nas redes sociais é permitida. “A reforma eleitoral (Lei 13.165/2015) ampliou os atos permitidos aos pré-candidatos. É possível fazer propaganda eleitoral desde que não haja pedido explícito de votos. Perfis nas redes sociais, a princípio não são mais considerados propaganda extemporânea”, explica.

De acordo com ele, as faixas de apoio cultural também são permitidas desde que não haja pedido explícito de voto. No entanto, Antônio Carlos Barreto Campello, condenou as faixas usadas por Daniel Coelho e Wanderson Florêncio por estarem afixadas em postes. “Verifica­se que a publicidade, além de não respeitar as dimensões da legislação, está fixada em bem público, o que, a princípio, não seria permitido. Como a legislação ainda é nova, esse tema está sendo amadurecido pelo Ministério Público Eleitoral para, se for o caso, adotar as medidas cabíveis”, esclarece.

Tags: carnaval, Eleições 2016,
eleições

Deputados aproveitam ‘trampolim’ de legendas

Publicado em 08/02/2016 às 8:36 por em Notícias

Estadão Conteúdo – Um grupo de até 35 deputados federais, principalmente da base aliada, vai mudar de partido, aproveitando a janela de 30 dias que será aberta em breve com a promulgação da emenda constitucional que permitirá a migração de detentores de cargos eletivos sem correr o risco de perder o mandato. Líderes afirmam que a transferência dos deputados deve ocorrer principalmente dentro da base aliada, numa espécie de “trampolim” para as eleições municipais deste ano e as gerais em 2018.

Parlamentares e dirigentes partidários, tanto da base quanto da oposição, admitem que essa movimentação não vai interferir na correlação de forças no andamento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A avaliação é de que neste início do ano um eventual afastamento da petista perdeu força na Câmara.

O presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), já avisou a aliados que pretende promulgar na próxima semana a emenda constitucional. A partir daí, os detentores de mandato eletivo terão um mês para trocar de sigla de forma legal.

Atualmente, eles só podem mudar de partido preservando o mandato nos casos de grave discriminação pessoal, mudança substancial ou desvio reiterado do programa praticado pela legenda ou quando houver “criação, fusão ou incorporação de partido”. Com o prazo fixado pela emenda, não será preciso qualquer pretexto para a mudança.

Contudo, a janela só não será mais atrativa porque, pelo texto da emenda aprovada pela Câmara e pelo Senado, os deputados não poderão levar a cota do fundo partidário e o tempo de rádio e TV para o partido ao qual se filiarão. Os parlamentares incluíram essa proibição a fim de inibir a criação de legendas como o Partido da Mulher Brasileira (PMB). Criada em setembro, a sigla tem 21 deputados federais e já dispõe das benesses financeiras. “A gente aprovou a janela para evitar um novo PMB”, diz o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE).

A busca de espaço nos Estados e as disputas municipais serão o mote das mudanças dos parlamentares, mais do que o conflito governo versus oposição. “Acho que é um movimento de interesse pessoal de cada deputado, com motivações de várias naturezas”, diz o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). “Não muda a questão do impeachment. A lógica será voto pessoal e não partido”, emenda o peemedebista. “A janela não vai interferir em impeachment ou no tamanho da bancada (governista)”, comenta o líder do governo na Casa, José Guimarães (PT-CE).

Cotado para ser líder do PT em 2016, o deputado Paulo Pimenta (RS) diz que a janela terá pouco impacto, até mesmo na bancada petista. Desde a eleição de 2014, o PT perdeu nove deputados, atualmente tem 59. “Ir para onde? PSDB? DEM? Se aliar a Cunha? Qual o polo alternativo na política hoje? Não há”, afirma Pimenta.

Crítico da futura janela, o líder do PPS, Rubens Bueno (PR), disse que não há um trabalho específico da oposição para filiar integrantes da base com o objetivo de aumentar o número de votos para tentar aprovar o afastamento de Dilma – para admitir o processo na Câmara são necessários pelo menos 342 apoios. “Nós não trabalhamos com esse tipo de ação.”

A correlação de forças nas duas Casas será mantida. Uma das maiores movimentações deve acontecer no hoje nanico PTN: de quatro deputados, a sigla deve saltar para 14, sendo cinco do recém-criado PMB. “O PTN vai agregar o maior número de deputados”, prevê o deputado Aluísio Mendes (MA), que deixou o PSDC, foi para o PMB e já está de olho na janela proporcionada pela emenda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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