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Casa Saudável

Durante a ação, voluntários coordenam oficinas de arte (Foto: Divulgação)

Durante a ação, voluntários coordenam oficinas de arte (Foto: Divulgação)

Na manhã deste sábado (25/7), o projeto social Por um Sorriso abraça mais uma ação, que tem como objetivo atender as crianças da creche Lar Esperança, em Muribeca, Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. Uma equipe de voluntários terá a companhia de três cachorros, que ganham a tarefa de interagir com as crianças. A iniciativa é do plano odontológico Ortoclin.

Na ocasião, dentistas orientarão cerca de 100 crianças de 6 a 10 anos sobre os cuidados com a higiene bucal. Eles vão ensinar a forma correta de escovar os dentes e usar fio dental. Todos os participantes receberão um kit com escova e pasta de dente. Em seguida, os pequenos assistirão a uma aula sobre cuidado com os animais realizada pela protetora Magda Abreu Silva.

Em menos de um ano, o projeto Por um Sorriso já beneficiou mais de 800 meninos e meninas. O projeto conta com uma unidade móvel chamada Odontomóvel, um consultório odontológico completo com equipe para realizar uma limpeza profunda nos dentes da criançada.

A ação ainda conta com 30 voluntários que coordenarão oficinas de arte, pintura de rosto, salão de beleza com maquiagem e esmaltação de unhas, oficina de guloseimas para as crianças montarem bolinhos, além de recreação.


Poucos países cobram níveis adequados de impostos sobre cigarro, diz OMS

20 de julho de 2015 | postado por Cinthya Leite
Em 2014, 11 países aumentaram seus impostos, para que eles representem mais de 75% do preço de varejo de um maço de cigarros (Foto: Free Images)

Em 2014, 11 países aumentaram seus impostos, para que eles representem mais de 75% do preço de varejo de um maço de cigarros (Foto: Free Images)

O Relatório sobre a Epidemia Global de Tabagismo da Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que poucos países cobram níveis adequados de impostos sobre cigarros e outros produtos de tabaco. Com isso, perdem de salvar vidas e gerar receita para maiores investimentos em serviços de saúde. O aumento de impostos é comprovadamente uma medida eficaz e de baixo custo para reduzir a demanda de tabaco.

Entre os membros da OMS, apenas 33 países aplicam impostos que correspondem a mais de 75% dos preços de varejos de cigarros e outros produtos de tabaco. Muitos países aplicam taxas de impostos extremamente baixas e outros não tem nenhum imposto especial incidindo sobre esses produtos.

“Aumentar os impostos sobre os produtos do tabaco é uma das maneiras mais eficazes e de baixo custo para reduzir o consumo de produtos que matam, e ao mesmo tempo, gerar receitas substanciais”, diz a diretora-geral da OMS, Margaret Chan.

Em 2014, 11 países aumentaram seus impostos, para que eles representem mais de 75% do preço de varejo de um maço de cigarros, juntando-se aos 22 países que já haviam adotado medidas similares em 2008.


Asma, imunodeficiências, rinite e conjuntivite alérgicas passam a receber atendimento qualificado pelo Serviço de Alergia e Imunologia Clínica do HC/UFPE (Foto: Divulgação)

Asma, imunodeficiências, rinite e conjuntivite alérgicas passam a receber atendimento qualificado pelo Serviço de Alergia e Imunologia Clínica do HC/UFPE (Foto: Divulgação)

Asma, imunodeficiências, rinite e conjuntivite alérgicas são algumas das subespecialidades que passam a receber atendimento qualificado pelo Serviço de Alergia e Imunologia Clínica do Hospital das Clínicas (HC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Antes parte integrante do Ambulatório de Pediatria da unidade, o serviço agora passa a ter um funcionamento independente no HC, com o objetivo de atender à demanda de pacientes.

“Com o crescimento da procura por atendimento em alergia e imunologia, como também com a admissão de novos médicos assistentes, houve a necessidade de oficializarmos a existência do serviço junto ao hospital, identificando a equipe responsável pelo mesmo e apresentando os procedimentos especializados que oferecemos”, explica a alergologista Ana Caroline Dela Bianca, que é uma das responsáveis pela emancipação do serviço.

Além da prestação de um atendimento especializado para cada patologia e especificidade da área de alergia e imunologia, o Serviço também oferece exames e procedimentos como imunoterapia, oscilometria de impulso e infusão de imunoglobina.

O vínculo com a Pós-Graduação em Alergia e Imunologia da UFPE e com a Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) também viabiliza que o serviço promova pesquisas, formando mestres e doutores.

O Serviço de Alergia e Imunologia já está em atividade no HC há cerca de três meses e funciona no 2º andar da unidade, nas salas 212 e 213, ao lado do Ambulatório de Pediatria. As vagas são oferecidas pela Secretaria Estadual de Saúde, por meio do sistema de regulação, ou através de encaminhamento interno.


Confira cinco cuidados simples que ajudam a manter a diabetes sob controle

20 de julho de 2015 | postado por Cinthya Leite
A melhoria do controle glicêmico tem demonstrado reduzir o aparecimento e a progressão de complicações da diabetes (Foto: Free Images)

A melhoria do controle glicêmico tem demonstrado reduzir o aparecimento e a progressão de complicações da diabetes (Foto: Free Images)

Controlar a glicose pode ser um desafio para quem tem diabetes tipo 2 neste período de férias. Apesar do aumento das tentações nos cardápios e da mudança na rotina, é possível manter a doença sob controle com pequenos cuidados diários. É o que diz a endocrinologista Maithê Pimentel, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo e também do setor de síndrome metabólica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.

A médica lista cinco dicas para que os pacientes com diabetes tipo 2 consigam manter as taxas de glicose equilibradas durante as férias:

1) Para compensar a falta de exercício regular, procure utilizar escadas, ao invés de escadas rolantes e elevadores. Além disso, opte por fazer os trajetos sempre a pé ou de bicicleta. Vale a pena também pegar o caminho mais longo e aproveitar para conhecer melhor o lugar, a paisagem e a vizinhança.

2) Tente fazer boas escolhas na hora da refeição. As novidades nos cardápios são grandes, mas se esforce para comer alimentos saudáveis, balanceado a quantidade de proteínas, carboidratos e gorduras.

3) Tire o foco da comida. Se estiver na cidade, aproveite para curtir a agenda cultural, museus e parques. Se a viagem for para a praia ou para o campo, aproveite o contato com a natureza para praticar atividades físicas como a caminhada.

4) Tomar os medicamentos logo ao acordar ou antes de dormir são ótimas opções para evitar o esquecimento quando se está fora da rotina.

5) Evite fumar e consumir bebidas alcoólicas, pois essas atitudes também contribuem muito para manter o controle glicêmico.

Nova terapêutica

Atualmente, há medicamentos orais que auxiliam no controle diário da glicemia, como é o caso do inibidor do SGLT2, uma proteína transportadora que atua na reabsorção da glicose filtrada pelos rins, permitindo a eliminação do açúcar em excesso pela urina. Ao impedir essa reabsorção, os medicamentos dessa classe eliminam o excesso de açúcar que seria reabsorvido pelo rim, permitindo que diariamente haja a eliminação de 78 gramas de glicose, em média, o que equivale a cerca de seis colheres de sopa de açúcar e a 312 calorias. Qualquer medicamento só deve ser usado mediante prescrição médica.


Enquanto aguardam atendimento na sede do Círculo do Coração, crianças se divertem com músicas (Foto: Divulgação)

Enquanto aguardam atendimento na sede do Círculo do Coração, crianças se divertem com músicas (Foto: Divulgação)

Com quatro anos de existência, a Rede de Cardiologia Pediátrica Pernambuco-Paraíba, cujo objetivo é atender com o auxílio da internet crianças com problemas cardíacos congênitos, a organização não governamental (ONG) Círculo do Coração lança mão de mais uma novidade para melhorar a qualidade de vida dos pequenos pacientes. A instituição, fundada no Recife em 1994, no Real Hospital Português, cria agora o projeto de arte-educação Música e Sabores do Coração. E através de vídeos, livro e CD, utiliza melodias de canções eruditas e cantigas de roda para levar orientações de saúde aos pequeninos.

Enquanto aguardam por atendimento na sede do Círculo do Coração, no Recife, ou nas demais unidades da rede espalhadas pela Paraíba, as crianças são surpreendidas com a ação do projeto, que utiliza letras de fácil entendimento nas canções. “Além de assistirem aos vídeos e participarem de brincadeiras, elas também podem levar para casa o kit com o livrinho e o CD das músicas”, explica a musicista Kátia Sampaio, coordenadora do projeto.

Ela acrescenta que a ação envolve ainda uma imaginária viagem de avião, como se as crianças estivessem entrando numa aeronave, já que a recepção foi montada para lembrar o portão de embarque de um aeroporto, e as salas de atendimentos rementem à cultura de alguns países. “Essa iniciativa faz com que os pequenos pacientes percam o medo de realizar os exames e acabam transformando toda a consulta numa divertida brincadeira. E o resultado desse conjunto de ações vem apresentando resultados surpreendentes”, garante a coordenadora.

Além de Kátia Sampaio, outros voluntários como Flávia Ferreira, Sônia Vonohr e o jovem Artur Lucas dão vida ao projeto que, em breve, ganhará também um almanaque com historinhas, novas canções e receitas saudáveis. Artur Lucas, inclusive, foi o primeiro paciente do Círculo do Coração e é quem assina toda a ilustração do livro e do almanaque.

Telemedicina

Com a ajuda da internet, todas as maternidades e hospitais públicos da Paraíba envolvidas na Rede de Cardiologia Pediátrica são conectados entre si e com o Círculo do Coração. Através da telemedicina, é possível realizar o contato diário e o monitoramento dos pacientes. Esse recurso oferece ainda um melhor suporte aos profissionais responsáveis pelo atendimento aos bebês cardiopatas, além dos treinamentos e capacitações.

Os profissionais de saúde ou de outras áreas interessados em participar do projeto como voluntários podem ligar para o telefone: 81 3312-1555.


Sistemas de saúde carentes favorecem a morte de milhões de crianças por doenças evitáveis (Foto: Free Images)

Sistemas de saúde carentes favorecem a morte de milhões de crianças por doenças evitáveis (Foto: Free Images)

A farmacêutica GSK e a organização não governamental Save the Children anunciam a terceira edição do Prêmio de Inovação em Cuidados com a Saúde, criado para identificar e recompensar inovações em saúde que tenham reduzido com sucesso a mortalidade infantil nos países em desenvolvimento.

Até o dia 7 de setembro deste ano, as organizações sediadas em países em desenvolvimento podem inscrever casos de iniciativas inovadoras em cuidados com a saúde de que tenham participado. Essas ações devem ter resultados comprovados na taxa de sobrevivência de crianças com menos de 5 anos, ser sustentáveis e ter potencial para reprodução e implementação em uma escala maior.

Ainda existem milhões de pessoas sem acesso a cuidados básicos com a saúde e, em sendo assim, neste ano será concedido um enfoque especial às inovações que tenham contribuído para aumentar o acesso à saúde de gestantes, mães e crianças com menos de 5 anos.

“Esperamos identificar e apoiar as inovações que estejam ajudando a fortalecer os sistemas de saúde para que as mães e crianças tenham acesso aos cuidados que necessitam, quando necessitam”, afirmou o vice-presidente da GSK para a África e Países em Desenvolvimento, Ramil Burden.

Informações mais detalhadas sobre o processo e critérios de avaliação: http://myg.sk/Save-HealthcareInnovationAward. As inscrições se encerram às 23h59 (GMT) do dia 7 de setembro. O anúncio dos vencedores está previsto para novembro.


Imagem de mulher amamentando (Foto: Michele Souza / Acervo JC Imagem)

Especialistas sugerem que empresas disponibilizem salas de apoio à amamentação para funcionárias (Foto: Michele Souza/Acervo JC Imagem)

Como parte da 24ª Semana Mundial da Amamentação, a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), com o apoio da Secretaria Estadual de Saúde (SES), realizará um debate, no dia 7 de agosto, sobre a relação entre amamentação e trabalho. O objetivo do encontro é discutir alternativas para se oferecer uma situação de proteção ao aleitamento para funcionárias em período de amamentação.

Leia também:

>> O processo de preparação para o fim da licença-maternidade é indispensável

A presidente do departamento científico de aleitamento materno da SPSP, Marisa da Matta Aprile, explica que, apesar de a Lei de Licença Maternidade oferecer quatro meses para funcionárias de empresas privadas, o correto seriam seis, para que a mulher possa cuidar adequadamente do filho. “Preconizamos que o aleitamento materno seja o alimento exclusivo do bebê até os 6 meses. As empresas precisam oferecer condições para que a mãe possa estar junto à criança nesse período.”

Com medo de desemprego em virtude do período que estão afastadas durante a licença, muitas mulheres acabam abrindo mão da amamentação. “As empresas devem aderir à licença maternidade ampliada, deixando claro que a mãe não será punida, pois é fundamental que amamente o bebê. As mulheres também devem lutar por esse direito, pois, assim, serão capazes de mudar a realidade do local de trabalho.”

É interessante ainda que a empresa disponibilize à mulher uma sala de apoio à amamentação. O espaço deve ser adequado, com lavatório e geladeira, para que possa colher e armazenar adequadamente seu leite, sem descartá-lo.

Também é necessário pensar no futuro: ter uma creche próxima ao trabalho ou na própria empresa é de extrema relevância. Desse modo, a mulher poderá acompanhar melhor o crescimento e desenvolvimento do filho.

Durante o evento, especialistas falarão sobre suas experiências com salas de apoio à amamentação, ao mostrar que os benefícios não são exclusivos das funcionárias, mas também dos empregadores: “A mulher faltará menos ao trabalho, será mais comprometida, produzirá mais e terá mais disponibilidade sabendo que seu filho está sendo bem alimentado e bem cuidado e mais sadio”, frisa Marisa.

Serviço:

Evento da 24ª Semana Mundial da Amamentação

Horário: 8h30 às 12h

Local: SES – Auditório Luis Mussolino – Av. Dr. Arnaldo, nº 351 – Térreo – São Paulo


Dias de descanso favorecem o desenvolvimento físico, mental e social das crianças (Foto: Free Images)

Dias de descanso favorecem o desenvolvimento físico, mental e social das crianças (Foto: Free Images)

Para a garotada, ainda restam alguns dias de férias, um período necessário para relaxar, brincar, renovar e recomeçar. Nestas duas últimas semanas, vale a pena aproveitar o máximo a temporada com as crianças para que elas voltem às aulas com todo o pique. Afinal, os dias oficiais de descanso geralmente são a oportunidade de vivenciar a infância sem as pressões do cotidiano. “Quando bem aproveitados, favorecem o desenvolvimento físico, mental e social”, afirma a psicóloga do Hapvida Saúde Jussara Goes.

Assim, a melhor forma de organizar as duas últimas semanas de férias escolares é planejar as atividades com a garotada. Vale incluir na programação praia, zoológico, cinema, colônia de férias, parques, clubes e até mesmo dias em casa apenas para descansar. “É um momento construtivo, uma vez que as crianças expressam os desejos e vontades, como também escutam as opiniões dos adultos. Essa experiência contribui para estreitar os laços familiares”, esclarece Jussara.

Ter tempo para parar, descansar e brincar é fundamental para evitar o esgotamento mental. Além disso, segundo a psicóloga Amanda Fernandes, a criança pode aproveitar as férias de forma lúdica. “Para incentivar a leitura, por exemplo, os pais podem levar os filhos a uma livraria para que eles escolham um livro para ler”, exemplifica a especialista, que também é psicopedagoga.

Criança na escola

Duas horinhas, diariamente, de revisão e leitura, por exemplo, já são importantes para quem tem apresentado dificuldade na escola (Foto: Divulgação)

Reforço nas férias pode?

Em algumas situações, Amanda orienta a família a definir um horário para que a garotada leia algo, revise ou mesmo recorra às aulas particulares. “Para os que estão com o rendimento muito comprometido no colégio, há a possibilidade de conseguir, com mais facilidade, fazer aulas particulares”, diz a psicóloga.

E para os pais que possam se sentir culpados em colocar a garotada para estudar nas férias, Amanda explica que tudo é questão de equilíbrio. “A brincadeira não será banida. Apenas uma parte do dia será dedicada aos estudos. Duas horinhas, diariamente, de revisão e leitura, por exemplo, já são muito importantes para quem tem dificuldades para ler e escrever ou não conseguiu aprovação em determinada matéria, por exemplo”, aconselha a psicóloga.


Idosos com perda auditiva são beneficiados pelo projeto Cores do Som

18 de julho de 2015 | postado por Cinthya Leite
Idosos do Abrigo Cristo Redentor receberão aparelhos auditivos (Foto: Divulgação)

Idosos do Abrigo Cristo Redentor receberão aparelhos auditivos (Foto: Divulgação)

Com o objetivo de oferecer qualidade de vida para pessoas que convivem com perda auditiva, a Menthel abraça o projeto Cores do Som, que nasceu a partir da doação de aparelhos auditivos para quem não tem condições de comprar o equipamento. A doação funciona da seguinte forma: uma parte vem dos clientes da Menthel; e a outra, de aparelhos novos comprados pela empresa. Nesta terça-feira (21/7), idosos do Abrigo Cristo Redentor, em Jaboatão dos Guararapes, Grande Recife, serão beneficiados com os equipamentos.

Os aparelhos doados pelos pacientes são encaminhados para revisão técnica no Laboratório da Siemens, em São Paulo, e só são entregues após estarem em perfeitas condições de uso.  A equipe de fonoaudiólogas da Menthel fica responsável por realizar a adaptação dos equipamentos e o acompanhamento no tratamento desses idosos.

Nesse primeiro momento, o Projeto Cores do Som contou com o apoio de profissionais do Real Instituto de Otorrinos e Fonos, que realizaram sem nenhum custo o atendimento dos idosos e, dessa maneira, possibilitaram as condições necessárias para uma boa adaptação dos aparelhos auditivos que serão recebidos através do projeto.


Ilustração de radiografia da cabeça (Imagem: Free Images)

Mapeamento de susceptibilidade magnética, feito por meio da ressonância magnética, é mais sensível e específico para quantificar ferro in vivo de pacientes com doença de Parkinson (Imagem: Free Images)


Da Agência USP de Notícias

Um estudo, resultado do mestrado do físico-médico Jeam Barbosa, no programa de pós-graduação em Física Aplicada à Medicina e à Biologia, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP), da Universidade de São Paulo (USP), apontou que o mapeamento de susceptibilidade magnética, feito por meio de imagem de ressonância magnética (IRM), é mais sensível e específico para quantificar ferro in vivo em pacientes com doença de Parkinson. Já se sabia que pessoas com a enfermidade apresentam maior concentração de ferro na substância negra, mas a quantificação só era possível por meio de amostragem de tecido cerebral de autópsias.

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O pesquisador utilizou o mapa de susceptibilidade magnética, além de mapas de relaxometria (ferramenta convencional para quantificar ferro por IRM) para avaliar a região da substância negra e outras regiões do cérebro como: globo pálido, putamen, núcleo caudado, tálamo e núcleo rubro. “Com o mapa de susceptibilidade foi possível visualizar uma maior concentração de ferro, no cérebro de um grupo de pacientes com Parkinson quando comparado a um grupo de sujeitos saudáveis. E essa maior concentração estava somente na região da substância negra, a qual é conhecida como a principal região de morte de neurônios dopaminérgicos em pacientes com a doença”, explica.

Para Barbosa, no futuro, o diagnóstico de Parkinson poderá ser complementado com essa nova ferramenta e, além da avaliação diagnóstica por imagem convencional, os pacientes parkinsonianos poderão ser beneficiados com novos estudos desta técnica de imagem, que é relativamente nova e se mostrou mais sensível e específica. “Ela também vai possibilitar, em um futuro próximo, avaliar a progressão da doença e possíveis testes terapêuticos em estudos a longo prazo”, comemora.

Leia a matéria completa na Agência USP de Notícias.


 
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