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Blog – Casa Saudável

Atendimento médico a distância é oferecido para crianças das cidades de Lagarto e Tobias Barreto, em Sergipe (Foto: Divulgação)

Atendimento médico a distância é oferecido para crianças das cidades de Lagarto e Tobias Barreto, em Sergipe (Foto: Divulgação)

A Cisco, companhia mundial que se dedica à tecnologia da informação acaba de divulgar um relatório sobre os resultados do projeto piloto voltado para a telemedicina, que oferece assistência médica a crianças carentes em Sergipe. Intitulado Connecting Brazil’s Children to a Healthier Future, o material apresenta resultados de uma pesquisa realizada pela multinacional, que mostra como a telemedicina ajuda a melhorar a qualidade do atendimento aos pacientes e a reduzir a necessidade de viagem das famílias que moram em áreas remotas até médicos especialistas.

A Cisco lançou o projeto piloto em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS) e outros parceiros-chave em duas cidades rurais, Tobias Barreto e Lagarto, em 2014. De acordo com o relatório, o Brasil tem uma carência de médicos especialistas em áreas remotas. Com a ausência desses profissionais fora das principais cidades do País, pessoas que vivem nas áreas rurais não têm muito acesso a assistência médica especializada.

Outro desafio é que os especialistas que vivem em áreas afastadas têm acesso limitado a tecnologias de colaboração, o que pode impossibilitar uma conexão virtual entre médicos para a troca de conhecimento ou discussão sobre um caso.

Mesmo com esses desafios, 40 pacientes tiveram a possibilidade de aproveitar o benefício de consultas por telemedicina, em um primeiro momento. De acordo com o relatório, o programa está pronto para receber mais consultas e será expandido para atender centenas de pacientes em 2015.

“Os resultados desse novo relatório nos mostram que levar a telemedicina para Sergipe tornou viável o que antes parecia impossível. Dessa forma, crianças podem ter mais acesso à assistência médica de qualidade e ser melhor diagnosticadas”, afirma o gerente sênior para as soluções globais de saúde da Cisco Corporate Affairs, Brantz Myers.

Resultados preliminares da pesquisa:

- 100% dos pacientes entrevistados disseram que estavam satisfeitos ou muito satisfeitos com a consulta virtual.

- 93% dos pacientes que participaram de consultas virtuais acharam a experiência efetiva.

- 96% dos pacientes afirmaram que o uso da tecnologia em consultas reduziu a necessidade de viagem até a assistência especializada e que os gastos das famílias reduziu devido ao uso de telepresença na clínica.

- 92% dos pacientes concordam que o uso da telepresença na clínica local melhorou a qualidade do atendimento e recomendariam a telemedicina a outros membros da família.

O piloto do programa será concluído oficialmente no fim de abril e depois será assumido pela Universidade Federal de Sergipe, que ficará responsável por implantar a produção e supervisionar o progresso do programa.


Enxaqueca pode prejudicar atenção e memória, diz estudo da Unifesp

15 de abril de 2015 | postado por Cinthya Leite
Pacientes com a doença podem ter o processamento das informações auditivas prejudicadas  (Foto: Free Images)

Pacientes com a doença podem ter o processamento das informações auditivas prejudicadas (Foto: Free Images)

Pessoas que sofrem com a enxaqueca podem ter a atenção e memória auditiva comprometidas. É o que revela uma pesquisa conduzida pelo Setor de Investigação e Tratamento das Cefaleias (SITC) e pelo Ambulatório de Neuroaudiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O estudo observou maior prevalência de alteração no processamento das informações auditivas nos pacientes com enxaqueca.

A doença atinge 15,2% de pessoas no Brasil e é mais frequente em mulheres e em indivíduos com ensino superior. Com o estudo, foi possível verificar o impacto da enxaqueca no indivíduo que não faz nenhum tipo de tratamento preventivo, apenas se utiliza de analgésicos nas crises. As evidências levantadas são de que esses pacientes podem apresentar déficits cognitivos, com a memória e a atenção para as informações auditivas afetadas.

A neurologista chefe do SITC da Unifesp, Thais Rodrigues Villa, uma das orientadoras da pesquisa, explica que a ideia do estudo se deu através da observação da falta de atenção e memorização das informações demonstrada pelos pacientes durante as consultas. “A pessoa ouve normalmente, mas está menos atento àquilo que escuta. Com isso, a memorização das informações fica prejudicada, e a compreensão do seu diagnóstico e tratamento também. Os pacientes frequentemente queixam-se de desatenção e esquecimentos no dia a dia.”

A fonoaudióloga Larissa Mendonça Agessi, autora da pesquisa, selecionou 41 pacientes voluntários, entre 18 e 40 anos, de ambos os sexos, e os dividiu em três grupos:

1) 11 pessoas com enxaqueca com aura (crises de cefaleia acompanhadas de sintomas visuais e sensitivos como flashes luminosos, pontinhos brilhantes, embaçamento visual, formigamentos, dormência, dificuldade em falar, tonturas, vertigem, entre outros indícios que podem aparecer antes, durante e após a crise). Esses sintomas duram de minutos até uma hora usualmente.

2) 15 pessoas com enxaqueca sem aura.

3) 15 pessoas no grupo-controle, que negavam cefaleia no último ano ou nunca tiveram.

Também foi considerada a escolaridade de cada indivíduo. As pessoas com quadro de enxaqueca apresentavam, em média, de cinco a seis dias de crise no mês e foram avaliados sem estar com dor de cabeça há, no mínimo, três dias – ou seja, fora do período de uma crise de enxaqueca.

Das 26 pessoas com enxaqueca analisadas, 21 apresentaram problemas com o processamento auditivo. “Concluímos que pessoas com enxaqueca têm audição normal, mas podem apresentar maior dificuldade para prestar atenção e memorizar o que foi ouvido, em comparação às pessoas que não têm dor de cabeça. Para quem sente muita dor de cabeça, pede sempre para as pessoas repetirem o que falam ou esquece frequentemente o que lhe foi dito, recomendo que busque um neurologista e um fonoaudiólogo”, ressalta Larissa.

Os pacientes que participaram do estudo tiveram a oportunidade de iniciar o tratamento no SITC e no Ambulatório de Neuroaudiologia da Unifesp.


Marcelo Ventura desenvolveu técnicas cirúrgicas que revolucionaram os resultados da cirurgia do cristalino de crianças e adultos (Foto: 4 Comunicação)

Marcelo Ventura desenvolveu técnicas cirúrgicas que revolucionaram os resultados da cirurgia do cristalino de crianças e adultos (Foto: 4 Comunicação)

Cofundador e vice-presidente da Fundação Altino Ventura, o oftalmologista Marcelo Ventura será homenageado durante o Congresso da Sociedade Americana de Cirurgia de Catarata e Refrativa (ASCRS) e da Associação Americana de Administradores Oftalmológicos (ASOA), que será realizado de 17 a 21 de abril, no Centro de Convenções de San Diego, na Califórnia (EUA). Ele é o primeiro médico do Norte/Nordeste do Brasil a receber a honraria, concedida anualmente aos dois nomes do segmento com maior destaque mundial.

Para a escolha dos homenageados, foram levados em consideração o pioneirismo e as contribuições profissionais para o ensino, disseminação de novos conhecimentos, aprimoramento técnico, científico e ético na área. Além de Marcelo Ventura, que “desenvolveu técnicas cirúrgicas que revolucionaram os resultados da cirurgia do cristalino de crianças e adultos”, segundo avaliou a ASCRS, também foi nomeado o oftalmologista francês Philippe Sourdille, com um extenso legado na concepção e patente de modelos de lentes intraoculares.

Trajetória profissional

Graduado em medicina pela Universidade de Pernambuco (UPE), Marcelo Ventura completou a residência na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Fez curso de fellow em retina e catarata na Universidade de San Juan, em Porto Rico (EUA). Realizou os cursos de doutorado em oftalmologia e mestrado profissionalizante em administração da prática oftalmológica na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

É cofundador e vice-presidente da Fundação Altino Ventura (FAV), em Pernambuco, organização sem fins lucrativos que beneficia, há 29 anos, a população de baixa renda. A FAV já ofereceu mais de 9 milhões de procedimentos clínicos e cirúrgicos e já formou mais de 424 oftalmologistas médicos brasileiros e internacionais, através dos cursos de residência médica, especialização e fellow em oftalmologia.

Marcelo Ventura é cofundador e diretor do Hospital de Olhos de Pernambuco (Hope) e fundou, em 2000, o Complexo Hospitalar Hope-Esperança. Desenvolve regularmente atividades clínicas, cirúrgicas, assim como de ensino e pesquisa, e é ainda membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia desde 1980.

Família engajada na oftalmologia

Marcelo Ventura é filho do renomado oftalmologista Altino Ventura e de Lourdes Ventura. Tem cinco irmãos. É casado com a oftalmopediatra Liana Ventura, presidente da Fundação Altino Ventura, com quem tem três filhos, as também oftalmologistas Bruna e Camila e o estudante de medicina Marcelo Ventura Filho.


Programa Nacional de Segurança do Paciente é tema de palestra no Recife

14 de abril de 2015 | postado por Malu Silveira
pacientes-600 (Foto: Alexandre Severo /Acervo JC Imagem)

O PNSP foi instituído com o objetivo de contribuir para a qualificação do cuidado em saúde e segurança do paciente em todos os estabelecimentos públicos e privados do território nacional (Foto: Alexandre Severo /Acervo JC Imagem)

O Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) é o tema de discussão da próxima edição do Café com Especialistas, promovido pelo IDE Cursos (Instituto de Desenvolvimento Educacional). O evento acontece nesta quarta-feira (15), a partir das 19h, na sede da instituição, no bairro do Pina, Zona Sul do Recife.

Em 1º de abril de 2013, o Ministério da Saúde instituiu o PNSP, por meio da Portaria MS/GM no. 529, com o objetivo de contribuir para a qualificação do cuidado em saúde e segurança do paciente em todos os estabelecimentos públicos e privados do território nacional.

As enfermeiras Graça Washington e Milca Castro são as palestrantes deste Café com Especialistas, com duração de duas horas. Entre os assuntos, histórico e atualidades de atuação da enfermagem e circuito de medicações. Os interessados podem mandar suas inscrições para o email cursos@idecursos.com.br. Os participantes ganharão certificado de participação.

IDE Cursos
Endereço: Rua Manuel de Brito, 311 – Pina – Recife/PE
Telefone: 3465.0002 / 0800 081 3256


Olho (Foto: Free Images)

Com a progressão da DMRI, uma mancha escura se instala na visão central (Foto: Free Images)

A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é a primeira causa da cegueira em pessoas idosas que vivem em países desenvolvidos. No Brasil, a catarata ainda é a doença que mais provoca a perda da visão, mas o número de casos de pessoas com a DMRI vem crescendo a cada ano. Entre os motivos para esse crescimento, está o aumento da expectativa de vida dos brasileiros e o mau hábito de cuidar da saúde dos olhos.

Com o aumento do número de idosos no País, os especialistas aconselham que as pessoas façam exames oftalmológicos regularmente. O oftalmologista Marcelo Valença, do Instituto de Olhos do Recife (IOR), destaca a importância da prevenção da DMRI com acompanhamento médico regular, principalmente após os 60 anos.

“Os sintomas podem ser confundidos facilmente com outras doenças do envelhecimento, pois inicialmente causa um leve desconforto e baixa da visão central discreta. Com a progressão da DMRI, uma mancha escura se instala na visão central e o idoso passa a ver imagens distorcidas e com linhas embaralhadas”, explica o oftalmologista.

O médico aconselha que, ao ser constatado qualquer sintoma que incomode a visão, deve-se procurar por um oftalmologista para avaliação detalhada e indicação de tratamento adequado, o que evita maiores complicações na visão.

O oftalmologista Marcelo Valença ressalta que a DMRI pode ser prevenida com hábitos simples. “Uma dieta rica em vitaminas e antioxidantes, o uso de óculos de sol com proteção UVA e UVB, além da diminuição do consumo de comidas gordurosas e do cigarro ajudam a evitar a DMRI”, recomenda o médico.


Cuidadores de idosos

Cerca de 60% dos pacientes com câncer no País têm 65 anos ou mais (Foto: Flora Pimentel/JC Imagem)

Estima-se que 60% dos pacientes oncológicos no Brasil tenham 65 anos ou mais e que 70% das mortes decorrentes da doença ocorram durante o envelhecimento. De olho nessas estatísticas, o Serviço de Oncologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC/UFPE) está com uma nova clínica voltada para o atendimento específico de idosos com câncer. O local, intitulado Ambulatório de Oncogeriatria, funciona no terceiro andar do HC/UFPE, vinculado ao Serviço de Oncologia, e é coordenado pelo oncologista Luiz Alberto Mattos e pela geriatra Maria Magalhães.

“O envelhecimento da população e o aumento da incidência de câncer em pacientes idosos criam a necessidade de um novo profissional, que alie conhecimentos em oncologia e geriatria. A decisão de criar esse ambulatório se deu a partir da necessidade crescente de se avaliar os casos de câncer em idosos”, explicou o coordenador do novo ambulatório e também chefe de Serviço de Oncologia do HC, Luiz Alberto Mattos.

Segundo ele, a partir da avaliação ampla de um geriatra e a interação com o oncologista, pode-se delinear a melhor estratégia de tratar o paciente com terapias que sejam potencialmente curativas e que, por outro lado, evitem comprometer a qualidade de vida do idoso.

O Ambulatório de Oncogeriatria conta com oncologistas e geriatras, além de médicos residentes do Programa em Cancerologia Clínica e do Programa em Geriatria do HC-UFPE. Eles participam do atendimento e discussões de todos os casos.

“Queremos oferecer um serviço especializado que avaliará de forma personalizada cada diagnóstico”, afirmou Mattos. Para o tratamento do idoso, a equipe multidisciplinar utiliza instrumentos de avaliação clínica que abordam vários aspectos da vida, verificando as condições funcionais desses pacientes em relação a suas atividades diárias, a coexistência de outras doenças, o uso de medicamentos, além das condições nutricionais, sociais e psicológicas. De acordo com o perfil individual de cada paciente e sua doença oncológica, será elaborado um plano de tratamento.

Consultas

O ambulatório de Oncogeriatria funciona às segundas-feiras, a partir das 13h30. A expectativa é de que sejam atendidos 30 pacientes por mês. No entanto, dependendo da procura, esse número pode aumentar. Nesse primeiro momento, o Ambulatório de Oncogeriatria só receberá pacientes que já sejam do Hospital das Clínicas e que tenham o encaminhamento em mãos. Os critérios para o encaminhamento são: idade igual ou superior a 70 anos, com biópsia confirmando o diagnóstico de neoplasia maligna e que não se submeteram a nenhum tratamento oncológico (quimioterapia, radioterapia ou cirurgia para câncer) nos últimos cinco anos.

Mais informações: Ambulatório de Oncogeriatria – 81 2126-3744


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Programação acontecerá na Casa do Portador de Doença de Chagas e Insuficiência Cardíaca, no bairro de Santo Amaro, área central do Recife

A Universidade de Pernambuco (UPE) realiza, através do Ambulatório de Doença de Chagas e Insuficiência Cardíaca do Pronto Socorro Cardiológico da instituição (Procape), programação nesta terça-feira (14) para marcar o Dia Mundial de Combate à Doença de Chagas. Entre as atividades, previstas para iniciarem por volta das 10h na Casa do Chagásico, no bairro de Santo Amaro, área central do Recife, panfletagem com orientações sobre a doença, café da manhã com os pacientes atendidos no ambulatório e bazar para arrecadação de verbas.

O evento também é promovido pela Associação dos Portadores de Doença de Chagas, Insuficiência Cardíaca e Miocardiopatia de Pernambuco (APDCIM/PE), ONG mais antiga da UPE e a primeira do mundo dedicada aos pacientes chagásicos. Com a missão de dar assistência àqueles que convivem com a doença, médicos cardiologistas, assistentes sociais, psicólogas, enfermeiras e nutricionistas esclarecem dúvidas dos pacientes semanalmente.

A organização é custeada por contribuição dos sócios além de doações diversas e eventos organizados com o intuito de arrecadação de recursos. Atualmente, a maior dificuldade da APDCIM é o aporte financeiro. Quem quiser colaborar com doações de alimentos, produtos de higiene pessoal, roupas novas ou usadas e medicamentos pode ligar para o telefone: (81) 2101-1441 / 3076-5746. Quem preferir pode, também, fazer doações em dinheiro, através de depósito bancário na seguinte conta: Banco Real (356), agência 1020, conta corrente 2.528.666-6.

As atividades acontecerão na Casa do Portador de Doença de Chagas e Insuficiência Cardíaca, que fica na Rua Álvares de Azevedo, 220, no bairro de Santo Amaro.

DOENÇA

A Doença de Chagas, também conhecida como Mal de Chagas, acomete principalmente a população pobre – devido às condições de vida precárias. Causada pelo protozoário parasita Trypanosoma cruzi, é transmitido pelas fezes de um inseto (triatoma) conhecido como barbeiro.

Este inseto tem hábitos noturnos e vive nas frestas das casas de pau-a-pique, ninhos de pássaros, tocas de animais, cascas de troncos de árvores e embaixo de pedras. A doença é transmitida ao ser humano diretamente pela picada do inseto, que se infecta com o parasita quando suga o sangue de um animal contaminado. A transmissão para o ser humano ocorre quando a pessoa coça o local da picada e as fezes eliminadas pelo barbeiro penetram pela picada. Dentre os sintomas estão febre, mal-estar, aumento do fígado e do baço, inflamação e dor nos gânglios e vermelhidão.

No ambulatório de Doença de Chagas e Insuficiência Cardíaca do Procape, o perfil dos pacientes atendidos se caracteriza por adultos, entre 30 e 50 anos, com predominância do sexo feminino, procedência rural, baixo nível socioeconômico, com precária formação escolar e profissional, o que não descarta a possibilidade ser acometida numa classe social mais elevada. “Procuramos dar atenção integral ao paciente, não apenas com ações de tratamento, mas com o enfoque biopsicossocial, dessa forma, a equipe precisa ser multidisciplinar”, explica Wilson de Oliveira Jr., chefe e um dos fundadores do ambulatório.


É preciso ter cuidado com dicas de dieta na internet, alerta nutricionista

13 de abril de 2015 | postado por Malu Silveira
Dieta e alimentação (Foto: Free Images)

O ideal é buscar fontes confiáveis, como sites de universidades, blogs de profissionais de saúde para tirar dúvidas sobre dieta, defende nutricionista (Foto: Free Images)

Na era digital, é comum buscarmos informações sobre diversos assuntos na internet. A praticidade, inclusive, faz com que acreditemos em dados equivocados que podem nos prejudicar, principalmente em relação à saúde. Especialistas alertam que para evitar o erro o ideal é procurar fontes confiáveis. “O ideal é sempre buscar fontes confiáveis, como sites de universidades, blogs de profissionais de saúde e associações científicas, e checar se a mesma informação aparece em duas ou três fontes diferentes”, alerta a nutricionista Simone Santos.

Para a nutricionista, a alimentação deve partir de uma escolha pessoal e não precisa ser radical. “Defendo uma nutrição individualizada que procure estabelecer a dieta adequada ao perfil de cada um. Podemos ser saudáveis comendo de tudo um pouco, de forma balanceada”, defende.  A experiência de alguns pacientes também pode ser prejudicial para aqueles que desejam levar uma vida mais saudável. “Todo mundo acha que entende de alimentação. Depois de emagrecer com uma dieta, muitos passam a  ‘ensinar’ os outros. Isso é perigoso”, esclarece a nutricionista.

Nas redes sociais, por exemplo, vários internautas são conhecidos por divulgar seus estilos de vida e publicarem diversas dicas de alimentação. “O problema é que, apesar de terem milhares de seguidores, na maioria das vezes os autores não têm formação na área da nutrição e fazem recomendações sem o conhecimento completo sobre os alimentos”, alerta.


Saiba o que é adenoidite, inflamação nas adenoides

13 de abril de 2015 | postado por Malu Silveira
Nariz de criança (Foto: Free Images)

Mecanismo de defesa contra agentes estranhos, as adenoides estão sujeitas a um processo inflamatório chamado de adenoidite (Foto: Free Images)

Sabia que adenoide, considerada por muitos como uma doença, é, na verdade, uma parte do corpo humano, responsável pela produção de anticorpos? Constituídos de tecido linfóide único, os dois pequenos conglomerados ficam em uma região atrás das cavidades nasais e acima do palato mole (céu da boca). Por se tratar de uma forma de defesa contra agentes estranhos, estão sujeitos a um processo inflamatório chamado de adenoidite.

As adenoides aumentam de volume nos primeiros anos de vida e começam a regredir por volta dos seis, sete anos de idade. Alguns pacientes sofrem com as inflamações repetidas destes conglomerados ou até hipertrofia das adenoides podem prejudicar a respiração e obstruir o canal de comunicação entre o nariz e o ouvido, trazendo vários problemas, como otite e perda auditiva.

Outro fator pode prejudicar a vida da criança com adenoidite: a obstrução nasal. “Isto provoca, muitas vezes, alterações no desenvolvimento da arcada dentária e da musculatura da face, assim como ronco, apneia do sono, voz anasalada e acúmulo da secreção no interior do nariz. Há, até mesmo, casos de má nutrição e baixo desenvolvimento estatural, consequentemente”, alerta o otorrinolaringologista Thiago Miranda, do Hospital de Olhos de Pernambuco (Hope).

A adenoidite é diagnosticada através de alguns exames, como endoscopia nasal e raios-X. A princípio, o tratamento é farmacológico, uma vez que a tendência é que o volume das adenoides diminua com o crescimento.” Somente quando não há resultados satisfatórios e em casos de otite de repetição, apneia do sono, quando a criança só consegue respirar pela boca ou ainda quando há perda auditiva, realiza-se o tratamento cirúrgico”, explica.


Vai um beijinho aí?

13 de abril de 2015 | postado por Cinthya Leite
Beijar eleva os batimentos cardíacos de 70 para 150 batimentos por minuto (Foto: Reprodução)

Beijar eleva os batimentos cardíacos de 70 para 150 batimentos por minuto (Foto: Reprodução)

Neste Dia do Beijo (13/4), listamos alguns detalhes sobre a forma de exprimir afeto através do toque com lábios.

Confira:

- Durante um beijo, exercitamos cerca de 30 músculos faciais.

- Um beijo rápido queima até três calorias. Um de nível intenso, com duração de um minuto, pode fazer eliminar 15 calorias.

- O toque com lábios também favorece o aumento da produção de hormônios e melhora a circulação sanguínea.

- Beijar eleva os batimentos cardíacos de 70 para 150 batimentos por minuto. Isso faz o coração a bombear 1 litro de sangue a mais, pois as células pedem mais oxigênio para trabalhar. O aumento da taxa de oxigenação traz uma série de vantagens: estimula as funções circulatórias, diminui a insônia e as dores de cabeça.

- Para ter uma boca preparada para um beijo, é fundamental cuidar da higiene dos dentes, gengiva e língua, onde reinam muitas bactérias.

- Os cuidados com a higiene oral evitam problemas da cavidade bucal, como cáries e doenças periodontais, além de outras doenças infecciosas que podem ser transmitidas pelo beijo, como lesões pelo vírus HPV, herpes, sapinho (candidose), gripe, tuberculose e hepatite B, entre outras. Essas doenças são transmissíveis pelo beijo, uma vez que, em uma única gota de saliva trocada, mais de dois bilhões de bactérias podem existir.

- Apesar de milhões de bactérias serem trocadas durante o beijo, beijar é um ato seguro e que traz benefícios ao organismo. Basta seguir os cuidados e manter a higiene bucal em dia.

- O medo de beijar (sim, tem gente que não quer saber de nem beijocas) é chamado de filemafobia ou filematofobia.

Fonte: Edmilson Pelarigo Antônio (Ortodontic Center)

XÔ, CALORIAS! 

Um beijo caliente, que dure 10 segundos, é capaz de queimar até 12 calorias. Veja quantos desses beijos você precisa dar para dizer adeus às calorias de:

1 poção de lasanha: 107 beijos

1 barra de chocolate (100 g): 45 beijos

1 milk-shake de chocolate: 31 beijos

1 bola de sorvete de creme: 29 beijos

1 garrafa de cerveja: 25 beijos

1 cachorro-quente: 24 beijos

1 fatia de pizza mussarela: 24 beijos

1 fatia de bolo de chocolate: 20 beijos

1 pão de queijo: 17 beijos

1 latinha de refrigerante: 11 beijos

1 picolé de frutas: 5 beijos

1 brigadeiro: 4,5 beijos

Fonte: Guia dos Curiosos


 
Todas as informações apresentadas neste blog estão disponíveis com objetivo exclusivamente educacional. Dessa maneira, nosso conteúdo não pretende substituir consultas médicas, realização de exames e tratamentos médicos. Sempre que tiver uma dúvida, não deixe de conversar com o seu médico, que é o profissional mais adequado para esclarecer todas as suas perguntas. E nunca se esqueça de que o direito à informação correta é essencial para a prevenção e o sucesso do tratamento. E mais: o conteúdo editorial do Casa Saudável não apresenta relações comerciais com possíveis anunciantes e patrocinadores do blog.
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