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Blog – Casa Saudável

Dica do bem: A felicidade é contagiosa. Vamos propagá-la?

20 de março de 2015 | postado por Cinthya Leite
felicidade

Nosso estado de felicidade é até um fenômeno de rede social, que depende do grau de contentamento das pessoas com as quais estamos conectados (Foto: Free Images)

Criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Internacional da Felicidade (20/3) volta hoje a atenção para a importância de promovermos a paz, a justiça, os direitos humanos, o progresso social e a melhoria dos padrões de vida. A data é importante porque o sentimento de alergia nos torna pessoas mais positivas, generosas, construtivas e, claro, mais saudáveis. E o melhor é que a felicidade é contagiosa: emoções positivas também se disseminam entre as pessoas próximas.

Que tal, então, deixarmos a felicidade sempre ao nosso lado? Uma série de estudos tem demonstrado que, quando estamos intimamente feliz, ganhamos mais disposição física e mental, passamos a viver melhor nos ambientes familiar e profissional, como também passamos a mandar o estresse para bem longe.

Um estudo publicado pelo British Medical Journal confirma que nosso estado de felicidade é até um fenômeno de rede social – ou seja, depende do grau de felicidade das pessoas com as quais estamos conectados. A pesquisa foi desenvolvida com quase cinco mil pessoas que foram acompanhadas por décadas.

Ao longo do tempo, as pessoas ficaram mais felizes quando passaram a ser cercadas por outras felizes, segundo o estudo. Um amigo feliz que mora por perto (menos de dois quilômetros) aumenta a chance de felicidade em 25%; irmãos felizes por perto em 14%; vizinhos em 34%. 

Até a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem reconhecido a felicidade como um dos componentes que potencializam o bem-estar. Então, vamos investir sempre em caminhos que nos conduzem à meta de sermos felizes.


Que tal uma musse light de chocolate amargo para dar sabor ao fim de semana?

20 de março de 2015 | postado por Cinthya Leite
Musse de chocolate amargo em versão light (Foto: Vigilantes do Peso/Divulgação)

Musse de chocolate amargo em versão light (Foto: Vigilantes do Peso/Divulgação)

O chocolate amargo é conhecido pelas suas propriedades antioxidantes, que protegem o coração. Quanto maior o teor de cacau do produto, mais amargo ele é, além de ter menos açúcar e gordura, o que o torna um aliado no processo de reeducação alimentar.

Pensando nisso, o Vigilantes do Peso sugere uma receita de musse com chocolate amargo.

Confira:

Ingredientes

1 barra grande de chocolate meio amargo (ou amargo) ralada (240 g)
4 colheres de chá de margarina em tablete
2 colheres de chá de café solúvel dissolvido em 1 colher de sopa de água
1 colher de chá de essência de baunilha
1 colher de chá de raspas de laranja
4 ovos (com claras e gemas separadas)
4 gotas de limão
7 colheres de chá de açúcar

Modo de preparo

Numa panela em banho-maria, derreta o chocolate com a margarina. Acrescente o café dissolvido, a baunilha e as raspas de laranja. Retire a panela do fogo, coloque dentro de um recipiente com água e gelo e, com um batedor, bata a mistura até obter um creme bem espesso. Transfira para uma tigela média e adicione as gemas (uma de cada vez) e 2 colheres de chá do açúcar, enquanto continua a mexer.

Numa batedeira, bata as claras em neve firme com o limão e adicione aos poucos o restante do açúcar. Separe um terço das claras batidas e misture ao creme de chocolate.
Adicione o restante das claras e envolva de baixo para cima, sem misturar muito. Divida a musse em oito taças. Cubra com filme de PVC e leve à geladeira até firmar, por 30 ou 40 minutos. Sirva com sua fruta preferida.


Caleb é uma das crianças que recebem suporte da ONG Novo Rumo (Foto: Uiára Maia/Divulgação)

Caleb é uma das crianças que recebem suporte da ONG Novo Rumo (Foto: Uiára Maia/Divulgação)

Para marcar o Dia Internacional da Síndrome de Down, que acontece neste sábado (21/3), o Shopping Guararapes, em Piedade, na Região Metropolitana do Recife, conta com uma programação especial das 10h às 19h. Pela manhã, das 10h às 12h, quem estiver pelo centro de compras poderá participar de uma oficina de arte gratuita voltada para o ensino inclusivo.

O público ainda pode conferir uma série de palestras sobre inclusão social, além de participar de uma oficina de artes com materiais reciclados. A iniciativa, que acontece pelo segundo ano consecutivo, é uma parceria do shopping com a organização não governamental (ONG) Associação Novo Rumo, que fornece suporte a crianças com síndrome de Down, e com a Academia de Artes Zenilde Maria.

A Novo Rumo inicia o ciclo de palestras a partir das 14h30, com uma apresentação da geneticista e diretora médica da Novo Rumo, Paula Arruda, que falará sobre bebês com Down. Na sequência, a terapeuta ocupacional Mariana Cavalcanti dará dicas sobre estimulação precoce dos bebês com a síndrome.

Já as psicopedagogas Helena Possidônio e Katiane Florêncio falarão sobre desafios no aprendizado. Para encerrar o ciclo de palestras, a defensora pública Natalli Brandi ministra palestra sobre cidadania e a inclusão social.

Para encerrar o bate-papo, a Academia de Artes Zenilde Maria preparou apresentações especiais de dança e música com algumas crianças com Down, que serão seguidas de depoimentos de famílias e de uma apresentação de capoeira do grupo Chapeu de Couro e a Novo Rumo.


Amamentação pode aumentar inteligência, diz pesquisa brasileira inédita

20 de março de 2015 | postado por Cinthya Leite
Criança amamentada por, pelo menos, um ano obtém, aos 30 anos, quatro pontos a mais de QI, segundo pesquisa inédita (Foto: Divulgação)

Criança amamentada por, pelo menos, um ano obtém, aos 30 anos, quatro pontos a mais de QI, segundo pesquisa inédita (Foto: Divulgação)

Já sabemos que a amamentação oferece muitos benefícios para a saúde e o desenvolvimento dos bebês, pois protege contra diarreia, infecções respiratórias e alergias, além de reduzir o risco de hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade. E os efeitos do aleitamento materno a longo prazo acabam de ser revelados por uma pesquisa inédita, realizada por pesquisadores da Universidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul.

O estudo acompanhou cerca de 3,5 mil recém-nascidos durante mais de três décadas. Segundo a publicação, uma criança amamentada por, pelo menos, um ano obteve, aos 30 anos, quatro pontos a mais de quociente de inteligência (QI) e acréscimo de R$ 349 na renda média.

A pesquisa reforça que, quanto mais duradouro o período de amamentação na infância, maiores os níveis de inteligência e a renda média na vida adulta até os 30 anos. É o primeiro estudo no Brasil a mostrar o impacto no QI e o primeiro internacionalmente a verificar a influência na renda. O estudo foi publicado, na última quarta-feira (18/3), pelo The Lancet – uma das publicações científicas mais importantes do mundo.

Outra questão inédita do estudo é mostrar que, no Brasil, os níveis de amamentação estão distribuídos de forma homogênea entre diferentes classes sociais, não sendo mais frequente entre mulheres com maior renda e escolaridade.

Para a realização da pesquisa, os responsáveis pelo estudo, Cesar Victora e Bernardo Horta, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), contaram com financiamento do Ministério da Saúde e de entidades como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), a Wellcome Trust e o International Development Research Center, do Canadá.

Como foi feita a pesquisa

As informações sobre o desempenho nos testes de QI e o tempo de amamentação foram obtidas entre 3.493 participantes da amostra inicial de nascidos em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 1982. Nos primeiros anos de vida das crianças, os pesquisadores coletaram dados sobre o tempo de amamentação de cada uma delas. Quando estavam com 30 anos, em média, os participantes realizaram testes de QI (Escala de Inteligência Wechsler para Adultos, terceira versão), e as informações sobre grau de escolaridade e nível de renda também foram coletadas.


Dica do bem: Tenha uma boa noite de sono e fique em paz com a balança

20 de março de 2015 | postado por Malu Silveira
Mulher dormindo (Foto: Free Images)

Especialista alerta que ter uma boa noite de sono contribui para o controle do peso (Foto: Free Images)

Você já ouviu falar que ter uma boa noite de sono pode ajudar a ficar em paz com a balança? A #dicadobem desta sexta-feira é para alertar que, sim, dormir bem é um dos requisitos para evitar problemas de peso. Pessoas que têm dificuldade para dormir, principalmente aqueles pacientes que convivem com apneia do sono, entram em uma espécie de ciclo vicioso. Por ter apneia, tendem a desenvolver, entre outras doenças, quadro de obesidade e não conseguem dormir bem.

“Principalmente quem tem apneia pode fazer hipóxia noturna, uma condição em que o organismo baixa a saturação do oxigênio. Essa hipóxia impede a redução do cortisol, hormônio que serve, entre outras coisas, para ajudar o organismo a controlar o estresse e reduzir inflamações. A hipóxia também estimula substâncias que são inflamatórias e contribuem para a obesidade”, explica a endocrinologista Lúcia Cordeiro, do Hospital Barão de Lucena, localizado no bairro da Iputinga, Zona Oeste do Recife.

Para evitar os sintomas clássicos de uma péssima noite de sono, como indisposição, sonolência e estresse, a especialista alerta para a prática de hábitos saudáveis. “O paciente deve procurar comer comidas leves à noite, não se alimentar muito tarde, assim como não usar estimulantes, como café, chá preto e refrigerantes, e manter atividade física regular.” Por fim, se livre das atividades noturnas que acabam despertando sua atenção. “Se programe para dormir: desligue a luz e a televisão, pare de ler, de mexer no celular e desligue os LEDs dos aparelhos”, conclui a médica.


Programa Reflorescer oferece oficina de feng shui neste sábado

19 de março de 2015 | postado por Malu Silveira
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Feng Shui é uma arte milenar que busca o equilíbrio e a harmonia que existe entre os elementos da natureza em uma perspectiva integrada com os ambientes (Foto: Free Images)

Para comemorar o equinócio de outono, o Programa Reflorescer realiza neste sábado (21), a partir das 9h, a 1ª Oficina de Feng Shui – arte milenar que busca o equilíbrio e a harmonia que existe entre os elementos da natureza. O workshop acontece no Espaço Constelar, no bairro da Jaqueira, Zona Norte do Recife, e será ministrado pela psicoterapeuta Karla Zovka, membro da Sociedade de Feng Shui com formação intensiva no curso ministrado pelo mestre oriental I Ming.

Segundo os ancestrais xamânicos, a sabedoria consiste na compreensão de que ações são apropriadas para cada fase da relação da terra com o sol (solstícios e equinócios). Ou seja, o que é bom para uma época, pode ser destrutivo em outra. “Na comemoração de outono, é importante que cada pessoa possa observar o que não seja mais necessário, seja alguma emoção ou padrão de hábito, conectando-se assim com o seu interior, agradecendo e se preparando para um novo reflorescer”, explica.

Para Karla Zovka, comemorar os movimentos da natureza é muito mais do que simbolismo. “É uma forma de revivermos a ordem natural da vida, aumentar nossa consciência ecológica e proceder mudanças reafirmando o nosso compromisso com a vida”, defende. Na oficina, os participantes serão apresentados ao conceito ancestral do feng shui em uma perspectiva integrada – através de técnicas e vivências que identifiquem aspectos sistêmicos e inconscientes apresentados nos ambientes.

A carga horária total da oficina é de oito horas (9h às 13h e 14h às 18h).

Oficina de Feng Shui – Programa Reflorescer
Data: Sábado, dia 21 de março, das 9h às 18h
Inscrições: reflorescer7@gmail.com
Mais informações: 81 9969-0239 / 81 8336-3273


Davi Lima é uma das crianças que recebem apoio da ONG Novo Rumo (Foto: Uiára Maia/Divulgação)

Davi Lima é uma das crianças que recebem apoio da ONG Novo Rumo (Foto: Uiára Maia/Divulgação)

Em apoio ao Dia Internacional da Síndrome de Down (21/3), a marca Contém 1G e a academia MOVE promovem nesta sexta-feira (20/3) um dia de oficinas de beleza e treinamentos funcionais, na sede da organização governamental (ONG) Novo Rumo, no bairro de Casa Amarela, Zona Norte do Recife. A instituição acolhe e fornece suporte terapêutico a pessoas com síndrome de Down. A programação acontece das 8h às 14h.

Durante toda manhã, maquiadores da Contém 1g ensinarão às meninas a harmonizar a cor do batom com sombras, blush e até a cor do cabelo. “Faremos uma oficina de beleza para aumentar a autoestima das crianças e jovens que fazem parte da instituição”, afirma a empresária das franquias Contém 1G, Laisa Tuanni.

A garotada também será fotografada pelas lentes de Paulo Higor Nunes, especialista em moda e beleza. Depois de toda produção, para encerrar as atividades recreativas, os jovens sobem à passarela para participar de um desfile comandado pela blogueira e designer de moda Cuca Amorim.

No sábado (21/3), as fotos tiradas na instituição serão expostas na loja da Contém 1 G, do Shopping Guararapes, em Piedade, no Grande Recife.

Mais informações: 81 3267-0163 ou 81 9698-8015.


Não menospreze a barulheira do ronco

19 de março de 2015 | postado por Cinthya Leite
O ato de roncar é um indicativo de que a saúde não anda bem (Foto: Divulgação)

O ato de roncar é um indicativo de que a saúde não anda bem (Foto: Divulgação)

O ronco é um sinal sonoro decorrente da dificuldade na passagem do ar pela garganta, possivelmente por aumento da resistência nas vias aéreas, causada por uma obstrução. Ou seja, é um alerta de que algo não está bem com a nossa saúde.

O otorrinolaringologista José Ricardo Lemos, do Hospital de Olhos de Pernambuco (Hope), explica que as causas do ronco são variadas e contemplam formação anatômica (como palato ou amígdalas grandes, adenoide ou desvio de septo). Há ainda fatores que também relaxam a musculatura local, como a ingestão de bebidas alcoólicas, o que impede a passagem do ar.

“Pessoas com obesidade também roncam mais porque têm dificuldade de respirar. O aumento da circunferência do pescoço, provocado pelo acúmulo de gordura, diminui o espaço das vias aéreas e aumenta a obstrução”, diz Lemos. Pessoas que fumam, que têm refluxo gastroensofágico, que estão no climatério e idosos têm maior probalidade de roncar. É mais frequente entre os homens (principalmente acima dos 50) do que nas mulheres.

A pessoa que ronca geralmente apresenta apneia, caracterizada pela parada respiratória durante o sono. “Quem não dorme bem não vive bem”, afirma o otorrinolaringologista. Para descobrir o grau de apneia e dar início ao tratamento, é necessário fazer um exame chamado polissonografia, que permite o acompanhamento das fases do sono e padrão respiratório.

No caso de pacientes que roncam, mas não apresentam apneia ou tem um quadro de leve a moderado, uma das opções são os aparelhos intraorais. Para casos mais graves, a recomendação é o CPAP (sigla em inglês para pressão positiva na via aérea), considerado o padrão ouro do tratamento. Trata-se de uma máscara, acoplada a um equipamento que insufla ar pelo nariz a partir de uma determinada pressão, o que faz com que as obstruções diminuam.


Em pessoas com diabetes, o treinamento físico melhora tanto a sobrevivência como a função das células beta (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Em pessoas com diabetes, o treinamento físico melhora tanto a sobrevivência como a função das células beta (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

Da Agência Fapesp

Um estudo conduzido na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostrou que uma substância secretada pelos músculos em resposta ao exercício físico (a interleucina 6 – IL-6) aumenta a sobrevivência das células pancreáticas produtoras de insulina em um modelo de diabetes tipo 1.

Os resultados foram divulgados em artigo publicado no The Faseb Journal e também mereceram destaque na seção Research Highlights, da revista Nature Reviews Endocrinology.

“Além de reforçar a importância da atividade física no controle da diabetes, a descoberta abre caminho para o desenvolvimento de drogas que simulem a ação da IL-6 no pâncreas”, disse Claudio Cesar Zoppi, pesquisador do Laboratório de Pâncreas Endócrino e Metabolismo do Departamento de Biologia Estrutural e Funcional da Unicamp e um dos autores do artigo.

A diabetes tipo 1 é provocada pelo ataque autoimune às células beta produtoras de insulina. À medida em que as células morrem, a produção do hormônio vai se tornando insuficiente para controlar os níveis de açúcar no sangue.

Estudos recentes já haviam mostrado que, em pessoas com diabetes tipo 1 e também tipo 2 (casos em que a produção de insulina é elevada, porém há resistência de certas células à ação do hormônio), a adoção de um programa de treinamento físico melhora a sobrevivência e a função das células beta.

Resultados da literatura científica também indicam que a atividade física não apenas torna o ambiente do pâncreas mais favorável à sobrevivência das células – reduzindo, por exemplo, a glicemia, a inflamação e os triglicérides – como também induz adaptações diretas nas células beta.

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Atividades que estimulem o cérebro e outras ações gratuitas são oferecidas ao público até esta sexta-feira (Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem)

Atividades que estimulam o cérebro e outras ações gratuitas são oferecidas ao público até esta sexta-feira (Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem)

O Método Supera no Recife realiza até a próxima sexta-feira (20) uma série de atividades gratuitas e abertas ao público para marcar a Semana do Cérebro, campanha mundial para sensibilizar a população sobre a importância e os benefícios das pesquisas e atividades sobre o cérebro.

Para participar, basta agendar uma visita e comparecer a uma das unidades do Método Supera, localizadas nos bairros de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, e na Madalena, Zona Oeste da cidade. “Serão realizadas dinâmicas de grupo, cálculos através do ábaco, jogos, treinos e palestras. São atividades que tiram o cérebro da zona de conforto”, explica a psicóloga Idalina Assunção.

CAMPANHA

A Semana Mundial do Cérebro tem o objetivo de despertar a consciência pública para a evolução e os benefícios de pesquisas sobre o cérebro. A cada ano, o movimento global ganha mais força e adeptos. No Brasil, começou a ser realizado em 2010, no Rio de Janeiro. A partir de então, instituições como o Método Supera ligadas à neurociência abraçaram a causa, com apoio da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (SBNeC).

O Método Supera no Recife é parceiro oficial da Semana do Cérebro no Brasil. As ações buscam aumentar a capacidade de atenção, foco, concentração, raciocínio lógico e socialização – fundamentais para um bom desempenho na vida social, escolar e profissional.

Serviço:

Método Supera no Recife: 81 3236-2907 e 81 3033-1695


 
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