Ir para o conteúdo

Casa Saudável

Tratamento de doenças mais comuns em UTI pediátrica é tema de evento (Foto: JC Imagem)

Tratamento de doenças mais comuns em UTI pediátrica é tema de evento (Foto: JC Imagem)

Neste sábado (22), o Hospital Esperança Recife reúne pediatras, médicos residentes e profissionais da equipe multidisciplinar durante a 3ª Jornada de Pediatria e Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica. O evento, que promove a troca e a atualização de informações, ocorre no Marante Plaza Hotel, no bairro do Pina, Zona Sul do Recife, das 8h às 17h.

Serão discutidos, em linhas gerais, os principais problemas das crianças admitidas na emergência e UTI pediátrica. Entre os temas a ser debatidos, estão asma em crise, bronquiolite baseada em evidências, otite média aguda, pneumonia por pneumococo, icterícia neonatal e reanimação cardiorrespiratória.

As alergias também serão abordadas, com participação especial da médica Ariana Yang, que tem doutorado em alergia e imunopatologia pela Universidade de São Paulo (USP) e atua no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.


Autismo é tema de encontro no Recife

20 de agosto de 2015 | postado por Cinthya Leite
Imagem de criança (Foto: Guga Matos / JC Imagem)

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças, nos Estados Unidos, estima que uma, em cada 68 crianças, apresenta transtorno do espectro autista (Foto: Guga Matos/JC Imagem)

O diagnóstico e o tratamento do autismo são tema de evento que o CPPL, no Recife, promove nos dias 25 e 26 de setembro. O encontro acontece no auditório do centro e tem como coordenadores a mestre em psicologia clínica Letícia Rezende e o psicólogo e historiador Miguel Gomes.

Leia também:

>> Reflexão: Estamos vivendo um período de inflação diagnóstica do autismo?

No dia 25, o evento ocorre das 18h30 às 21h30. Já no dia 26, o encontro vai das 9h às 13h. O investimento é de R$ 150 para profissionais; R$ 100 para estudantes.

O CPPL está localizado na Rua Cardeal Arcoverde, 308, no bairro das Graças, no Recife. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (81 3423-5751) com Neide Viana.


Nutricionista Gabriela Zugliani, grávida de oito meses, chama atenção por exibir barriga trincada (Foto: Reprodução Instragram)

Nutricionista Gabriela Zugliani, grávida de oito meses, chama atenção por exibir barriga trincada (Foto: Reprodução Instagram)

Um debate tem esquentado as redes sociais depois que a nutricionista Gabriela Zugliani, grávida de oito meses, começou a postar fotos em que mostra a barriga trincada. A questão é: “É saudável manter um abdome cheio de gominhos na gestação?”.

Leia também: 

>> No oitavo mês de gravidez, nutricionista carioca impressiona com barriga sarada

>> Confira 10 detalhes preciosos que você precisa saber antes de o bebê nascer

Polêmicas à parte, especialistas sabem que a mulher pode manter o exercício físico que já estava habituada a praticar antes de engravidar, desde que tenha o aval do obstetra. “Cada caso é único. O exercício bem controlado, realizado por uma gestante já bem condicionada e saudável, geralmente não oferece riscos nem à mulher e nem ao bebê. Em alguns casos, precisamos ficar atentos apenas ao peso que ela carrega durante a atividade”, explica o obstetra Eugenio Pita, especialista em medicina fetal.

Mas e a barriga trincada? Como pode? A personal trainer Joana Barros, que está com 33 semanas de gestação, à espera de Valentina, dá uma justificativa. “Há casos de mulheres que já tinham o abdome bem definido antes de engravidar e, ao descobrirem que esperam um bebê, continuam a praticar atividade física, o que é normal. A barriga, nessas situações, permanece trincada com o avançar da gestação porque são mulheres que não aumentaram o percentual de gordura corporal. Dessa maneira, o tônus muscular do abdome tende a permanecer definido mesmo com a barriga crescendo”, frisa Joana, que optou pelo pilates na gravidez, mesmo sendo adepta da musculação há anos (saiba aqui por quê).

Ela acrescenta que, na maioria dos casos, não recomenda na gestação alguns tipos de exercícios, como os agachamentos completos, que podem prejudicar as articulações e ainda favorecer contrações da região abdominal e pélvica. “Isso pode aumentar os riscos de aborto”, avisa Joana.

A obstetra Simone Carvalho, do Hospital Esperança Recife, ressalta que a nutricionista Gabriela Zugliani já possuía um estilo de vida que incluía exercícios físicos. O abdome não foi definido durante a gestação. “Também vale salientar que grávidas sedentárias ou que possuem uma rotina menos intensa de exercícios não toleram as mesmas cargas e atividades do que aquelas gestantes que estão habituadas a isso antes da gestação. Elas não terão fôlego suficiente para a demanda. Além disso, vai chegar um momento que o volume abdominal vai crescer, e a gestante não vai mais conseguir fazer abdominais”, diz Simone. A médica salienta que a frequência, a intensidade e a duração dos exercícios físicos na gravidez varia de acordo com cada caso.

Vale informar sobre os vários benefícios da atividade física na gravidez. Entre eles, o controle do peso, a redução da dor lombar e do risco de desenvolvimento da hipertensão e da diabetes gestacional. “O fundamental é que a prática seja acompanhada por um profissional de educação física, que deve estar sempre em sintonia com o obstetra”, acrescenta a personal trainer. Durante as consultas do pré-natal e a realização do ultrassom, o médico pode avaliar a saúde da gestante e do bebê e, no caso de qualquer contratempo, pode indicar (ou não) a suspensão do exercício físico.


No papel de Romero Rômulo, Alexandre Nero recebe o diagnóstico de esclerose múltipla (Foto: Instagram)

No papel de Romero Rômulo, Alexandre Nero recebe o diagnóstico de esclerose múltipla (Foto: Instagram @alexandrenero)

Doença autoimune que acomete principalmente mulheres jovens de 20 a 40 anos em fase reprodutiva da vida, a esclerose múltipla será retratada na próxima novela global das 21h, A regra do jogo. O personagem do ator protagonista Alexandre Nero será diagnosticado com a doença, que afeta 2,5 milhões de pessoas em todo o mundo.

Os sintomas mais frequentes da esclerose múltipla são perda visual, fadiga, formigamento, perda de força, falta de equilíbrio, espasmos musculares, dores crônicas, depressão, incontinência urinária e problemas sexuais. No papel de Romero Rômulo, o protagonista da trama recebe o diagnóstico da doença após uma série de indícios durante uma relação sexual.

Leia também:

>> Até 90% dos pacientes com esclerose múltipla apresentam alguma disfunção sexual

>> Esclerose múltipla não é demência

>> Esclerose múltipla: Claudia Rodrigues conversa com o Casa Saudável

A esclerose múltipla é responsável, entre outros fatores, pela redução do volume do cérebro, também conhecida como atrofia cerebral (perda de volume cerebral). Essa condição pode estar associada à perda de funções físicas (como o andar) e cognitivas (de memória), bem como predizer a progressão da incapacidade de um paciente ao longo do tempo. Em pessoas saudáveis, a atrofia cerebral ocorre conforme o envelhecimento. Entre os pacientes com esclerose múltipla, essa redução acontece de três a cinco vezes mais rápida.

No Brasil, mais de 30 mil pessoas têm a doença, segundo o Ministério da Saúde. Esse total equivale a 18 casos por 100 mil habitantes.

A esclerose múltipla é uma doença neurológica, crônica e autoimune, em que as células de defesa do organismo atacam o próprio sistema nervoso central, provocando lesões cerebrais e na medula espinhal. O diagnóstico é clínico e deve ser complementado por ressonância magnética. A causa da doença ainda é desconhecida, mas já se sabe que há um componente hereditário.

Saiba mais sobre esclerose múltipla: esclerosemultipla.novartis.com.br.


Terapia de família tem como objetivo auxiliar a família na conquista ou reconquista de relações harmoniosas (Foto: Free Images)

Terapia de família tem como objetivo auxiliar a família na conquista ou reconquista de relações harmoniosas (Foto: Free Images)

Com o objetivo de aprofundar a intervenção clínica com casais, o CPPL, no Recife, criou o Espaço Clínico de Supervisão de Casal. Destinada à supervisão e acompanhamento de casos por profissionais que atuam na intervenção clínica com casais, a iniciativa tem coordenação da psicanalista e mestre em psicologia clínica Maria Helena Barros, do CPPL.

Ela também faz a supervisão, ao lado do especialista em psicologia em terapia familiar e de casal Paulo Fernando Pereira de Souza.

Os encontros acontecem na última terça-feira de cada mês, das 20h às 22h, na sede do CPPL, localizada na Rua Cardeal Arcoverde, 308, no bairro das Graças, Zona Norte do no Recife. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 81 3423-5751.


Reiki passa a ser oferecido pela rede de saúde do Recife

18 de agosto de 2015 | postado por Cinthya Leite
O reiki usa as mãos para emitir energia positiva (Foto: Divulgação)

O reiki usa as mãos para emitir energia positiva (Foto: Divulgação)

Olha que boa notícia: quem usa o Sistema Único de Saúde (SUS) passa a contar com o reiki como terapia complementar a tratamentos médicos. O serviço está disponível todas as segundas-feiras, a partir das 17h, no Centro Integrado de Saúde, que fica na Rua Lindolfo Collor, no bairro do Engenho do Meio, Zona Oeste do Recife. A demanda pode ser espontânea ou com indicação médica.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o reiki uma terapia complementar que transmite energia pelas mãos. De acordo com a enfermeira obstétrica e mestre em reiki, Rogélia Herculano, a prática integrativa pode ser inserida em diversas esferas do cuidado à saúde. “O reiki pode complementar qualquer tipo de tratamento médico, além de ajudar em processos de cura e acelerar a recuperação em estados pós-operatórios. É uma técnica que aprofunda o autoconhecimento, amplia a criatividade e a confiança, como também auxilia no processo de cura de desequilíbrios físicos e emocionais”, afirma Rogélia.

O Núcleo de Apoio às Práticas Integrativas (Napi) oferece diversos serviços em duas unidades, como a Unidade de Cuidados Integrais à Saúde Guilherme Abath, no bairro da Encruzilhada, Zona Norte do Recife, e o Centro Integrado de Saúde. “As práticas integrativas são um forma de cuidado mais humanizado que consta no SUS; é um direito que a população tem. A aderência aos serviços é muito grande porque é um tratamento prazeroso e que cativa as pessoas”, diz o profissional do Napi, Nícolas Araújo.


Para recifenses que nunca foram ao urologista, a falta de motivos para uma visita ao especialista justifica esse comportamento (Foto: Free Images)

Para recifenses que nunca foram ao urologista, a falta de motivos para uma visita ao especialista, como uma doença específica, justifica esse comportamento (Foto: Free Images)

Uma pesquisa inédita realizada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), em parceria com a Bayer, e divulgada recentemente revelou que 46% dos homens recifenses nunca se consultaram com um urologista. Para 53% deles, não há motivos para procurar médicos dessa especialidade.

O levantamento, realizado em oito cidades brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Curitiba), com 3,2 mil entrevistados, também mostrou que 64% dos homens recifenses nunca ouviram falar sobre andropausa ou hipogonadismo – processo natural do organismo masculino caracterizado geralmente por queda na produção de testosterona. E mais: 68% dos entrevistados não conhecem os sintomas do problema, que pode favorecer o desenvolvimento de impotência sexual – como é popularmente conhecida a disfunção erétil.

Quando questionados sobre as razões pelas quais pode ocorrer queda nos níveis de testosterona, a falta de conhecimento persiste. Segundo 26% dos homens ouvidos, o problema está ligado à obesidade, e 20% deles culpam a falta de exercícios físicos. Apenas 11% entendem que são as mudanças nos níveis hormonais que podem ocasionar a andropausa. E 52% não sabem a diferença entre terapia de reposição hormonal e estimulante sexual.

“É importante os homens visitarem um médico regularmente. Muitos sintomas não se manifestam prontamente e podem desencadear doenças mais graves. Ao procurarem um médico, há a possibilidade de detecção precoce de problemas de saúde e indicação do devido tratamento, o que pode evitar impacto na qualidade de vida do paciente”, alerta o presidente da SBU, Carlos Corradi.

E se falhar?

O mau desempenho durante o sexo afeta o ritmo sexual e o vigor físico de 36% dos entrevistados. Outros 30% têm a autoestima afetada, e 14% consideram ter o relacionamento com a parceira prejudicado. A performance sexual, segundo dados da pesquisa, está mais ligada ao receio de não ser capaz de gerar filhos (34%) e não ter ereção (26%) do que não satisfazer a parceira (21%).

Um dado preocupante da pesquisa é sobre o uso recreativo ou sem prescrição de medicamentos para disfunção erétil: 33% dos entrevistados que utilizam essas substâncias o fazem por meio da automedicação, considerada um risco para a saúde. Outro detalhe do levantamento: 67% dos recifenses afirmam já ter traído namoradas ou esposas. O índice nacional é de 51%. Em relação ao futuro, eles são pessimistas: 44% deles não gostam nem de pensar sobre a velhice.


Tratamento de idoso com câncer exige olhar especial da equipe médica

17 de agosto de 2015 | postado por Cinthya Leite
Cuidadores de idosos

Cerca de 50% dos pacientes com câncer no País têm 60 anos ou mais (Foto: Flora Pimentel/JC Imagem)

Estima-se que 50% dos pacientes oncológicos no Brasil tenham 60 anos ou mais e que 70% das mortes decorrentes do câncer ocorram durante o envelhecimento. Essas estatísticas motivaram uma discussão sobre o suporte dado aos idosos com a doença durante o 1º Simpósio Câncer 360 graus, realizado nos dias 14 e 15 em Caruaru, no Agreste de Pernambuco.

“O idoso precisa de atenção especializada, pois é um público muito heterogêneo. Uma pessoa com 80 anos pode ser funcional, ativa e ter qualidade de vida. Já outra com 70 anos pode estar limitada ao leito e necessitar de cuidados especiais”, diz a oncologista Cristiana Tavares, do Serviço de Quimioterapia de Pernambuco (Sequipe).

Assim, ela ressalta que a avaliação do paciente idoso não pode ser limitada somente à idade cronológica, e sim expandida a outros parâmetros, como funcionalidade, cognição e síndromes geriátricas, o que inclui demência, delirium, quedas e fragilidade.

“Todos esses fatores individualizam muito o tratamento oncológico do idoso. Como oncologista, preciso analisar todos esses parâmetros para indicar um tratamento de quimioterapia, cirurgia ou radioterapia”, explica a médica.

O evento foi realizado pela Câmara de Advogados, pelo Hospital Santa Águeda, pelo Sequipe, pelo Centro de Oncologia de Caruaru (Ceoc) e pelo Centro de Estudos Dr. Esdras de Queiroz Marques.


Imagem ilustrativa de cérebro (Foto: Free Images)

Seminário sobre Desinstitucionalização e Reabilitação Psicossocial contará com profissionais com experiência na área de saúde mental (Foto: Free Images)

A Secretaria Estadual de Saúde (SES), através da Gerência de Atenção à Saúde Mental, promove na próxima sexta-feira (21), a partir das 8h, o seminário Desinstitucionalização e Reabilitação Psicossocial: A Experiência do município de Barbacena (MG). O evento é resultado de uma parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do município do Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife.

Palestrarão no seminário a coordenadora dos Serviços Residenciais Terapêuticos de Barbacena/MG, Leandra Vidal, a coordenadora de Saúde Mental de Barbacena, Flávia Vasques e a apoiadora do Ministério da Saúde, Adélia Benetti.

Já pela tarde, das 14h às 17h, a organização promoverá o VIII Fórum de Residências Terapêuticas de Pernambuco, com a participação de coordenadores municipais de saúde mental, profissionais da RAPS, especialmente técnicos de referências e cuidadores dos serviços de residências terapêuticas. Para os interessados, mais informações pelo email: gasam.saude@gmail.com .


Imagem de grávida (Foto: Free Images)

Mesmo aqueles medicamentos que parecem inofensivos -podem causar efeitos colaterais graves e prejudicar a saúde do bebê (Foto: Free Images)

Gestantes devem redobrar a atenção na leitura da bula de qualquer medicamento. O motivo? Mesmo aquelas medicações que parecem inofensivas – a exemplo dos analgésicos – podem causar efeitos colaterais graves e prejudicar a saúde do bebê. Dose, período de gestação, tempo de uso e interação com outras substâncias são alguns dos fatores que podem desencadear danos à saúde. “Tomar um remédio contraindicado pode causar mal formações ao feto, dificuldades na saúde da gestante e, até mesmo, abortos”, explica a ginecologista e obstetra Patrícia de Rossi, do Conjunto Hospitalar do Mandaqui, em São Paulo.

LEIA TAMBÉM:
» Grávida ao volante: obstetra dá dicas para dirigir com segurança
» Tire suas dúvidas sobre a prática de exercícios físicos durante a gravidez
» Problemas oculares podem acontecer durante a gestação, alerta oftalmologista
» Seis coisas que as mulheres devem saber sobre infertilidade
» Uso de álcool e drogas na gestação favorece a síndrome de abstinência neonatal

Já aquelas pacientes que se encontram em tratamento por outra doença, como asma, epilepsia, pressão arterial elevada ou depressão, por exemplo, podem não suspender a medicação durante a gravidez, para que a doença se mantenha controlada, mas tudo sempre com um aval médico. Em alguns casos, o especialista pode optar por um medicamento diferente para controlar a doença durante a gravidez.

Suspender o uso de um medicamento pode ser mais arriscado do que continuar a usá-lo, mesmo com comprovados efeitos negativos à gravidez. Alguns casos pedem, até mesmo, a obrigatoriedade de métodos de precaução eficazes, além da assinatura de um termo especial. “Riscos e benefícios devem ser medidos sempre. Os tratamentos controlados devem ser respeitados, mas as pacientes gestantes requerem atenção especial. Para a saúde do feto e da mulher não serem afetadas, a conversa e avaliação de um médico é a única opção”, pontua.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) classifica os medicamentos em cinco categorias, desde os sem efeitos aos muito nocivos à saúde. No caso daqueles terminantemente proibidos, existem dois exemplos clássicos e bastante conhecidos. O primeiro é a talidomida, que tem ação antiinflamatória para tratamento de lúpus eritematoso sistêmico, HIV e hanseníase, e o segundo é a isotretinoína, que é utilizada para o tratamento de acne grave. “Existem ainda vários outros produtos nesta lista. Por isso que, mesmo com indicação, é preciso que a paciente leia as orientações que vêm descritas no produto”, ressalta a médica.

Confira as dicas da ginecologista para evitar o uso de medicamentos nocivos na gravidez:

– Informe seu médico sobre remédios e outras substâncias que estiver tomando ou pretenda tomar;
– Não se automedique;
– Caso tenha feito uso de medicamentos quando já estava grávida, mas ainda não sabia, alerte seu médico;
– Veja se o medicamento tem um histórico comprovado de segurança na gravidez humana;
– Leia a bula de todos os medicamentos, para verificar orientações sobre gestantes;
– Evite iniciar terapia durante o primeiro trimestre;
– Dê preferência ao uso de apenas um medicamento, para evitar associação de substâncias;
– Use a menor dose que tenha eficácia;
– Evite o uso de medicamentos de uso livre (sem prescrição), especialmente os que podem interagir com outros já em uso.


 
Todas as informações apresentadas neste blog estão disponíveis com objetivo exclusivamente educacional. Dessa maneira, nosso conteúdo não pretende substituir consultas médicas, realização de exames e tratamentos médicos. Sempre que tiver uma dúvida, não deixe de conversar com o seu médico, que é o profissional mais adequado para esclarecer todas as suas perguntas. E nunca se esqueça de que o direito à informação correta é essencial para a prevenção e o sucesso do tratamento. E mais: o conteúdo editorial do Casa Saudável não apresenta relações comerciais com possíveis anunciantes e patrocinadores do blog.
© Copyright 2015. NE10 - Recife - PE - Brasil.