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Casa Saudável

Colírios podem causar danos à saúde ocular se não usados corretamente

25 de julho de 2015 | postado por Malu Silveira

Imagem de homem colocando colírio no olho (Foto: Divulgação)

Automedicação. Um hábito comum que pode causar efeitos devastadores. Desde a ingestão demasiada de medicamentos para dores em geral até as pomadas para queimaduras. Entre as substâncias consideradas inofensivas e muito usadas para tratar desconfortos oculares é o colírio, principalmente durante as férias, quando aumenta a ida à praia e piscinas. Esses lubrificantes precisam ser utilizados com extrema cautela e a indicação deve partir de um oftalmologista.

Segundo o oftalmologista Lúcio Maranhão, do Hospital de Olhos de Pernambuco (Hope), o uso incorreto do colírio pode causar lesões da superfície ocular. Até em casos de doença, como a conjuntivite, existem vários tipos de lubrificantes, adequado para cada caso: antialérgico; antibiótico; antiinflamatório ou lágrima artificial. “No caso dos colírios indicados para reduzir a vermelhidão, pingar o produto sem o acompanhamento devido só vai mascarar o verdadeiro motivo que causou o problema. Os colírios vascoconstrutores e adstringentes podem provocar o chamado efeito rebote: fecham os vasos sanguíneos, que estavam dilatados. Passado o efeito, eles dilatam-se ainda mais”, explica.

A lágrima artificial ou colírio lubrificante – muito usada por quem passa muito tempo em frente a telas de computador, smartphones e tablets – é a que tem menos efeitos colaterais em comparação com outros, mas mesmo assim, ainda que raro, pode desencadear um quadro de conjuntivite alérgica. “Por isso reforçamos a informação: mesmo um colírio lubrificante precisa ser indicado pelo médico”, defende o médico.


Nova técnica proporciona mais qualidade de vida ao paciente com hemofilia

25 de julho de 2015 | postado por Malu Silveira
Imagem de sangue (Foto: Free Images)

Tecnologia é fundamental aos pacientes com hemofilia A e B que apresentam rejeição as alternativas utilizadas para substituir fatores naturais da coagulação (Foto: Free Images)

Da Agência USP de Notícias

Pesquisadores do Centro de Terapia Celular da USP (Universidade de São Paulo) registraram junto ao governo brasileiro a patente de uma nova plataforma para a produção do fator VII recombinante. Essa tecnologia é fundamental aos pacientes que convivem com a hemofilia – distúrbio genético e hereditário que afeta a coagulação do sangue – tipos A e B que apresentam rejeição as alternativas utilizadas para substituir os fatores naturais da coagulação, responsáveis por estancar as hemorragias quando ocorre o rompimento de vasos sanguíneos.

O Fator VII recombinante (rFVIIa) faz parte da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) do Ministério da Saúde desde 1999. Em função do elevado custo, já que o medicamento é importado, o órgão tem adquirido o rFVIIa apenas para os pacientes que apresentam inibidores de alto grau, que não respondem ao uso de derivados do plasma ou para aqueles pacientes com reação alérgica grave (com risco de morte).

O produto, desenvolvido em parceria com a Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto, é livre de potenciais viroses de doadores humanos, pois é criado em laboratório, apresenta menor custo de produção e menos riscos de anticorpos inibidores que fazem o organismo produzir defesas.
O diferencial é o uso de células humanas para produzir uma proteína mais semelhante a existente no corpo humano. Atualmente, o produto distribuído no País é desenvolvido a partir de células de Hamsters.

Confira a matéria completa na Agência USP de Notícias.


Seis coisas que as mulheres devem saber sobre infertilidade

25 de julho de 2015 | postado por Malu Silveira
Imagem de teste de gravidez (Foto: Free Images)

Médicos só consideram como infertilidade quando o casal tenta regularmente engravidar durante o ano e não consegue. Só no Brasil, oito milhões de casal são inférteis (Foto: Free Images)

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um em cada cinco casais enfrenta problemas para engravidar. No Brasil, o número de cônjuges inférteis gir em torno de oito milhões. Para Assumpto Iaconelli Junior, especialista em medicina reprodutiva e diretor do Fertility Medical Group, os médicos só consideram como infertilidade quando o casal tenta regularmente engravidar durante o ano e não consegue. Nesses casos, a ajuda especializada pode resolver o problema.

O especialista reuniu seis fatores que toda mulher deve saber sobre a infertilidade. Confira:

1. Alguns problemas de infertilidade podem ser evitados através de uma conduta sexual consciente.

“Cerca de 35% dos casos de infertilidade feminina estão relacionados a problemas tubários. As infecções pélvicas estão entre as principais causas de obstrução das trompas, ao lado da endometriose e das aderências pós-cirúrgicas. Essas infecções podem ser evitadas com o uso de preservativo em toda relação sexual. Só assim a ocorrência de doenças sexualmente transmissíveis pode diminuir e, consequentemente, todos os problemas decorrentes, como a infertilidade”, explica.

2. Se a mulher não consegue engravidar, não quer dizer que o problema esteja somente com ela.

“Em geral, as causas da infertilidade de um casal estão distribuídas igualmente entre homens e mulheres (por volta de 35% cada), além de um percentual referente à infertilidade sem causa aparente. Apesar de raro, também pode acontecer de não haver nenhum problema com a mulher nem com o homem, e sim com eles como casal. Ou seja, com outros parceiros a gravidez talvez fosse alcançada. De todo modo, é muito importante que o casal esteja em sintonia e disposto a enfrentar o período de tratamento de forma unida”.

3. Nenhuma mulher deve sofrer em silêncio. Consultar um especialista pode ajudar a resolver o problema mais rapidamente.

“Muitas mulheres em um relacionamento estável costumam ter expectativas quanto à gravidez. Mesmo sem falar nada para ninguém, elas passam a sofrer silenciosamente quando sabem que não estão usando qualquer método contraceptivo e ainda assim não engravidam. Há, inclusive, quem passe anos tentando ter um bebê, sem sucesso. É importante saber que hoje há muitas clínicas especializadas em fertilização assistida e que nem sempre é necessário fazer um tratamento complexo para chegar ao resultado desejado. Portanto, se as tentativas já ultrapassaram um ano, é interessante buscar ajuda especializada e não prolongar mais o sofrimento por causa de uma dúvida”.

4. Conheça seu corpo.

“Desde sempre é importante que a mulher conheça bem o seu corpo. Quem tem vinte e poucos anos, todo mês tem entre 20% e 25% de chance de engravidar. Dos 30 aos 34 anos, as chances caem para 15% ao mês. Depois dos 35 anos, para apenas 10%. Apesar de esses números serem um pouco assustadores, é importante que a mulher que deseja engravidar preste atenção ao período menstrual e principalmente à ovulação – que é quando ela realmente pode ser bem-sucedida”, ressalta o médico.

5. Quem tem mais de 35 anos e tentou engravidar por seis meses sem sucesso não deve esperar muito para buscar ajuda especializada.

“Não é fácil admitir a existência de um problema. Principalmente hoje em dia, quando uma pessoa com 35 anos está no auge do sucesso profissional – e durante uma das fases mais competitivas nesse sentido, inclusive. Do lado pessoal, tem muita gente que adiou planos de vida em comum para essa época. E é justamente quando as coisas podem se tornar difíceis em termos de formar uma família. Sendo assim, quanto mais cedo se identificar, aceitar e tratar o problema, melhor. Hoje em dia, a Medicina Reprodutiva está muito avançada e conta com inúmeros recursos para tratar a infertilidade de um casal”.

6. Nem todo mundo que recorre a uma clínica de fertilização assistida terá um ‘bebê de proveta’.

“Aliás, esse termo largamente usado nos anos 80 já caiu em desuso. Mas é fato que a fertilização in vitro não é indicada para todos os casais. Além de a paciente às vezes precisar somente de um ‘empurrãozinho’, com regulação de vitaminas, hormônios, dieta etc., pode ser necessário seguir com tratamentos mais complexos, como a indução da ovulação, transferência de gametas, inseminação artificial por doador, doação de óvulos, injeção intracitoplasmática de espermatozoides, fertilização in vitro etc. O importante é saber que há várias formas de alcançar o desejo de ter um filho e não desanimar”, finaliza Iaconelli.


Campeonato de futebol é um atrativo para que homens  compareçam ao evento (Foto: Free Images)

Campeonato de futebol é um atrativo para que homens compareçam ao evento (Foto: Free Images)

Neste sábado (25), no Campo da União, no bairro da Macaxeira, Zona Norte da capital pernambucana, a Secretaria de Saúde do Recife realiza uma ação voltada para os cuidados com saúde do homem. Das 7h às 12h, profissionais do Distrito Sanitário VII farão aferição de pressão, teste de glicemia, distribuição de kits de saúde bucal, aplicação de vacinas e palestras sobre câncer de próstata e de pênis.

Durante o evento, também haverá um torneio de futebol, batizado de Homens Jogando Pela Saúde. Os times serão divididos nas categorias de adultos e jovens. No final do campeonato, será entregue um troféu aos vencedores. “O campeonato de futebol é um atrativo para que eles compareçam ao evento e realizem os exames”, diz a gerente do Distrito VII, Ana Sofia.


Ação educativa marca o Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais

24 de julho de 2015 | postado por Cinthya Leite
Sangue (Foto: Guga Matos/JC Imagem)

Diagnóstico da hepatite é realizado por exame de sangue (Foto: Guga Matos/JC Imagem)

Para lembrar o Dia Mundial de Combate às Hepatites Virais (28/7), a Secretaria de Saúde do Recife vai ao Parque Santana, na Zona Norte da cidade, realizar uma ação educativa com a população neste sábado (25/7), das 9h até as 12h. Os profissionais do Distrito Sanitário III distribuirão materiais educativos para alertar as pessoas sobre a transmissão e o tratamento da hepatite A. Na segunda-feira (27), a ação será no Parque da Jaqueira (no espaço da Academia da Cidade), também na Zona Norte, com testagem para hepatite C e aconselhamento pós-teste aos usuários.

Durante a ação, os profissionais de saúde também vão aferir pressão arterial e fazer teste de glicemia nos participantes, que ainda receberão kits odontológicos. Além disso, serão oferecidas orientações sobre hanseníase, doenças sexualmente transmissíveis (com testes rápidos de HIV, sífilis e hepatite B e C), como também sobre tuberculose, com a coleta do escarro de pacientes que apresentarem os sintomas da doença. Profissionais da Secretaria de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas e redutores de danos farão abordagens sobre drogas no local.

No Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A, B e C.

Centro de Testagem e Aconselhamento

A Rede Municipal de Saúde conta com uma unidade referência no tratamento de doenças sexualmente transmissíveis, localizada na Policlínica Gouveia de Barros, no Pátio de Santa Cruz, no bairro da Boa Vista, área central do Recife, para testar as hepatites B e C.

“No local, as pessoas podem realizar vários testes, como os da hepatites B e C. Os casos positivos são encaminhados para o profissional especialista, que avalia e encaminha para o Instituto do Fígado, no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, responsável pelo tratamento e acompanhamento desses pacientes”, explica o coordenador da Divisão de Atenção às DST, Aids e Hepatites Virais, Alberto Silva.

Saiba mais sobre a hepatite A

A hepatite A é uma doença contagiosa, causada pelo vírus A (VHA) e também conhecida como hepatite infecciosa. A transmissão é fecal-oral, por contato entre indivíduos ou por meio de água ou alimentos contaminados pelo vírus. Geralmente, não apresenta sintomas. Porém, os mais frequentes são cansaço, tontura, enjoo e vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

Quando os sintomas surgem, costumam aparecer de 15 a 50 dias após a infecção. Como as hepatites virais são doenças silenciosas, consulte regularmente um médico e faça o teste.

O diagnóstico da doença é realizado por exame de sangue, no qual se procura por anticorpos anti-HAV. Após a confirmação, o profissional de saúde indicará o tratamento mais adequado, de acordo com a saúde do paciente. A doença é totalmente curável quando a pessoa segue corretamente todas as recomendações médicas. Na maioria dos casos, a hepatite A é uma doença de caráter benigno. Causa insuficiência hepática aguda grave e pode ser fulminante em menos de 1% dos casos.

Para evitar a doença, recomenda-se adotar condições de higiene e de saneamento básico:

– Lavar as mãos após ir ao banheiro, trocar fraldas e antes de comer ou preparar alimento

– Lavar bem, com água tratada, clorada ou fervida, os alimentos que são consumidos crus, deixando-os de molho por 30 minutos

– Cozinhar bem os alimentos antes de consumi-los, principalmente mariscos, frutos do mar e carne de porco

– Lavar adequadamente pratos, copos, talheres e mamadeiras

– Não tomar banho ou brincar perto de valões, riachos, chafarizes, enchentes ou próximo de onde haja esgoto a céu aberto

– Evitar a construção de fossas próximas a poços e nascentes de rios para não comprometer o lençol d’água que alimenta o poço. Deve-se respeitar, por medidas de segurança, a distância mínima de 15 metros entre o poço e a fossa do tipo seca e de 45 metros, para os demais focos de contaminação, como chiqueiros, estábulos, valões de esgoto, galerias de infiltração e outros

– Caso haja algum doente com hepatite A em casa, utilizar hipoclorito de sódio a 2,5% ou água sanitária ao lavar o banheiro

– No caso de creches, pré-escolas, lanchonetes, restaurantes e instituições fechadas, adotar medidas rigorosas de higiene, como a desinfecção de objetos, bancadas e chão utilizando hipoclorito de sódio a 2,5% ou água sanitária

Para tratar a água, basta ferver ou colocar duas gotas de hipoclorito de sódio em um litro de água, 30 minutos antes de bebê-la, deixando o recipiente tampado para que o hipoclorito possa agir, tornando a água potável para o consumo. Na ausência de hipoclorito de sódio, pode-se preparar uma solução caseira com uma colher de sopa de água sanitária a 2,5% (sem alvejante), diluída em um litro de água.

A vacina de hepatite A foi introduzida no calendário infantil em 2014 para crianças de 1 a 2 anos de idade.


Imagem de diversos medicamentos (Foto: Free Images)

Novo medicamento associa duas substâncias, o que proporciona mais benefícios ao paciente com Alzheimer (Foto: Free Images)

Estima-se que, a cada quatro segundos, um novo caso de demência seja detectado no mundo. A previsão é de que, em 2050, uma pessoa seja diagnosticada com a doença a cada segundo. Atualmente, no mundo, cerca de 35 milhões de pessoas convivem com a doença de Alzheimer – tipo mais comum entre mais de 140 tipos de demência.

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Para os casos moderados e graves da doença, o Aché Laboratórios acaba de lançar um medicamento que associa, de forma inédita, duas substâncias: a donepezila e a memantina (nome comercial Donila Duo). Essa combinação das duas moléculas é recomendada pela Academia Brasileira de Neurologia como tratamento para os estágios moderados e graves de Alzheimer. O medicamento brasileiro interrompe um hiato de sete anos sem lançamentos para a doença no mundo.

Segundo o diretor médico do Aché, Mário Luiz Bochembuzio, a associação das substâncias proporciona mais benefícios ao paciente. “A donepezila, por ser um inibidor da acetilcolinesterase, reduz potencialmente os sintomas da depressão, ansiedade e apatia, enquanto a memantina pode reduzir os quadros relacionados à agitação, agressividade, irritabilidade, labilidade e psicose. A associação das moléculas também traz benefícios nas funções cognitivas, como a memória”, avalia.

Lembramos que qualquer medicamento só deve ser usado mediante prescrição médica.


Programa Mãe Coruja Recife é tema de desafio na Campus Party

24 de julho de 2015 | postado por Cinthya Leite
Mãe Coruja Recife é um dos temas que inspiram os participantes do concurso Hacker Cidadão. Vence a equipe que apresentar uma solução que ajude a mulher a ter uma melhor gerência do pré-natal (Tato Rocha/JC Imagem)

Mãe Coruja Recife inspira participantes do Hacker Cidadão. Vence a equipe que apresentar uma solução que ajude a mulher a ter uma melhor gerência do pré-natal (Tato Rocha/JC Imagem)

O Programa Mãe Coruja Recife, que tem como objetivo principal ajudar a reduzir a mortalidade infantil, é um dos temas que inspiram os participantes do concurso Hacker Cidadão, realizado na Campus Party Recife, que vai até o domingo (26/7), no Centro de Convenções de Pernambuco. Durante o evento, profissionais do Mãe Coruja divulgam as ações do programa no estande da Prefeitura do Recife montado no local.

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No site do concurso, estão disponibilizadas histórias de quatro personagens, cujos participantes têm que optar por uma delas para desenvolver um aplicativo. “São histórias partilhadas pela maioria das mulheres grávidas que se queixam de muita informação da família e vizinha durante o pré-natal”, diz a coordenadora do Mãe Coruja Recife, Carmen Albuquerque.

Os campuseiros podem escolher entre o caso de uma mulher que não consegue lidar com a quantidade de informação que recebe; de uma adolescente de 15 anos grávida do segundo filho e precisa aprender mais sobre métodos contraceptivos; de uma mãe em liberdade condicional cujo filho tem de receber medicação especial devido a problemas cognitivos e motores; e de uma mulher que tem dúvidas sobre parto normal ou cesárea, amamentação e outras necessidades.

O Mãe Coruja está em 105 municípios, sendo 103 com gestão estadual e dois com cooperação técnica entre o Estado e as cidades de Ipojuca e Recife (Foto: Edmar Melo/JC Imagem)

O Mãe Coruja está em 105 municípios, sendo 103 com gestão estadual e dois com cooperação técnica entre o Estado e as cidades de Ipojuca e Recife (Foto: Edmar Melo/JC Imagem)

“A solução ideal é aquela que vai ajudar a mulher a ter uma melhor gerência do pré-natal e que organize a agenda de consultas e vacinas, por exemplo. Será uma forma de qualificar a informação verídica e massificar isso. O projeto vai ser estudado para, quem sabe, ser implantado, de fato, no Recife”, afirma Carmen.

Inovação, criatividade, usabilidade, design e utilidade serão levados em consideração no resultado final. O trabalho deverá ser entregue até às 14h do domingo, na mesa da Hacker Cidadão na Arena. Os ganhadores serão anunciados no palco principal no mesmo dia e garanhão computadores, notebook e tablets.

Saiba mais

O Mãe Coruja Recife é um programa de atenção integral à mulher durante o pré-natal, parto e pós-parto, como também ao seu filho – do nascimento aos 5 anos. O objetivo da iniciativa é reduzir a morbimortalidade materna e infantil, além de favorecer o crescimento e desenvolvimento infantil pleno. O programa foi criado também para contribuir para a redução das desigualdades sociais através de ações estratégicas das políticas de Saúde, Educação, Mulher e Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.

Para o desenvolvimento de suas ações, o Mãe Coruja Recife conta com um local de acolhimento e vivência, denominado Espaço Mãe Coruja Recife, onde é realizado o cadastramento e acompanhamento da mulher gestante e do bebê, bem como o monitoramento dos indicadores de saúde.

Os atendimentos são individuais, com a família e também em grupo, através de atividades coletivas que fazem as mulheres e familiares discutirem diferentes temas relacionados à gestação, parto, puerpério, direitos, enfrentamento à violência de gênero e doméstica.

Confira onde estão os sete Espaços Mãe Coruja: Espaço Mãe Coruja Água Fria; Espaço Mãe Coruja Santo Amaro; Espaço Mãe Coruja Macaxeira; Espaço Mãe Coruja Cohab; Espaço Mãe Coruja Torrões; Espaço Mãe Coruja Ilha Joana Bezerra e Espaço Mãe Coruja San Martin.


Meta do Instituto de Oncologia do Imip é acolher 9 mil pacientes por ano

23 de julho de 2015 | postado por Cinthya Leite
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O câncer é a principal causa de morte no Imip, que é responsável pelo tratamento de 30% dos casos de câncer em Pernambuco (Foto: Edmar Melo/JC Imagem)

Responsável pelo tratamento de 30% dos casos de câncer em Pernambuco, o Instituto de Medicinal Integral Professor Fernando Figueira (Imip) apresenta o projeto do seu Instituto de Oncologia, que tem como meta aumentar em 50% o número de atendimentos fornecidos à população com câncer. Com quase 17 mil metros quadrados de área física distribuídos em 12 andares, o centro hospitalar passará a acolher 9 mil pacientes por ano, além de realizar 2.640 atendimentos de radioterapia e 36 mil quimioterapias anualmente.

“A obra está orçada em R$ 99 milhões. Esse montante inclui a parte de infraestrutura e de equipamentos. No térreo do prédio, ficará o setor de radioterapia, já garantido pelo Ministério da Saúde”, diz o presidente do Imip, Gilliatt Falbo.

O equipamento de radioterapia possibilitará o atendimento de 120 pacientes por dia. No mesmo pavimento, também funcionará a emergência com 24 leitos de observação, divididos por classificação de risco do paciente.

Além disso, o Instituto de Oncologia do Imip terá 127 leitos de internamento e mais outros 20 de unidade de terapia intensiva (UTI). Serão construídos 32 consultórios, seis salas destinadas a cirurgias e seis salas de quimioterapia. O centro hospitalar ainda contará com 12 equipamentos de apoio diagnóstico, como ressonância magnética, tomografia, mamografia e ultrassom. No 9º andar do prédio, ficará a ala destinada a cuidados paliativos.

"No térreo do prédio, ficará o setor de radioterapia, já garantido pelo Ministério da Saúde”, diz o presidente do Imip, Gilliatt Falbo (Foto: Diego Nigro/JC Imagem)

“No térreo do prédio, ficará o setor de radioterapia, já garantido pelo Ministério da Saúde”, diz o presidente do Imip, Gilliatt Falbo (Foto: Diego Nigro/JC Imagem)

“À medida que cada andar tiver a obra concluída, será aberto para atendimento dos pacientes”, informa Gilliatt. Não há, contudo, previsão para a obra ser concluída, já que a mesma depende do ritmo de doações.

O câncer é a principal causa de morte no Imip (cerca de 40% dos óbitos). Com a nova unidade de saúde, o instituto pretende realizar diagnósticos precocemente, o que ajuda a reduzir a taxa de mortalidade da doença.


Imagem do antes e depois do jovem pernambucano Diego Rocha (Fotos: Divulgação)

Obeso desde o início da adolescência, Diego reproduziu durante um bom tempo maus hábitos alimentares. Quando chegou aos 131 quilos, o jovem decidiu mudar radicalmente o estilo de vida (Fotos: Divulgação)

Em apenas cinco meses, o pernambucano Diego Rocha, de 23 anos, emagreceu 50 quilos. Saiu da obesidade para o peso ideal sem recorrer à cirurgia bariátrica. Com a experiência, o jovem decidiu desenvolver um aplicativo para smartphones e tablets – compartilhando dicas, dietas seguidas pelo próprio no período de reeducação alimentar, informações sobre emagrecimento e depoimentos de profissionais que acompanharam sua trajetória. A ferramenta, chamada de 50em5, está disponível para download na App Store (IOS) e Google Play (Android), nas versões em português e inglês, pelo preço de US$ 1.99.

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Obeso desde o início da adolescência, Diego reproduziu durante um bom tempo maus hábitos alimentares. Quando chegou aos 131 quilos, distribuídos em 1,80m, o jovem decidiu, então, mudar radicalmente seu estilo de vida. Ao chegar na meta, no término dos cinco meses, veio a ideia de reunir o conhecimento na ferramenta virtual.

Aplicativo está disponível para download na App Store Store (IOS) e Google Play (Android)

Aplicativo está disponível para download na App Store Store (IOS) e Google Play (Android)

“A fórmula pode ser utilizada visando a qualquer objetivo pessoal ou profissional. Cada pessoa faz sua autoavaliação, observando quatro fatores comportamentais e atribui valores a estes para chegar a uma pontuação que denominei ‘personal SCORE’. A autoavaliação estabelece os níveis de conscientização e execução que cada um deverá ter para alcançar o sucesso, seja no emagrecimento ou em qualquer outro objetivo”, explica o jovem, com MBA em gestão.

Segundo o criador do aplicativo, o material desenvolvido foi revisado e aprovado por uma mestre em nutrição. “O meu principal objetivo com o 50em5 é simplificar o emagrecimento, esclarecendo que nada é impossível diante do ponto de vista e grau de informação de cada indivíduo. Já fui obeso e sei o quanto a maioria das pessoas se engana em pensar que é difícil mudar isso. Encontrei um meio de poder ajudá-las. Espero que aproveitem e apreciem o conteúdo apresentado”, ressalta.


Imagem do projeto Inverno com Saúde (Foto: Divulgação)

No último dia do Inverno com Saúde, serviços como aferição de pressão e glicemia serão oferecidos gratuitamente, das 9h às 16h, no 2º Jardim da Avenida Boa Viagem (Foto: Divulgação)

A ação educativa Inverno com Saúde, promovida pelo Hospital Santa Joana Recife, termina mais uma temporada neste domingo (26), no 2º Jardim da Avenida Boa Viagem, na Zona Sul da capital pernambucana. O projeto, que este ano teve como mote Viva o Clima da Estação, contou com ações de responsabilidade socioambiental e de medicina preventiva e já realizou quase 1500 exames gratuitos na cidade e em Gravatá, no Agreste do Estado. No último dia da ação, serviços como aferição de pressão e glicemia serão oferecidos gratuitamente, das 9h às 16h.

Já nesta sexta (24) e no sábado (25), a iniciativa estará na Praça Matriz, em Gravatá. No sábado, o projeto ainda realiza um aulão de ginástica no Hotel Fazenda Portal de Gravatá, em parceria com a Companhia Athletica. Neste ano, a ação educativa começou no dia 3 de julho. Até agora, 1.728 exames já foram realizados. Em 2014, 1.394 procedimentos foram feitos através da iniciativa.


 
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