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Blog – Casa Saudável

Uunidade realiza cerca de 500 atendimentos por dia, com resolutividade de 97% dos casos (Foto: Divulgação)

Unidade realiza cerca de 500 atendimentos por dia, com resolutividade de 97% dos casos (Foto: Divulgação)

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dulce Sampaio, gerida pela Santa Casa de Misericórdia do Recife, comemora nesta quinta-feira (28) cinco anos de prestação de serviços à saúde. Nesse período, foram 842 mil atendimentos nas áreas de clínica médica, ortopedia e pediatria. A unidade, que fica no bairro dos Torrões, Zona Oeste do Recife, realiza uma média de 500 atendimentos por dia com uma resolutividade de 97% dos casos.

A UPA Dulce Sampaio atende exclusivamente casos de urgência e emergências. Os usuários são classificados de acordo com a gravidade e o risco. Esse método de atendimento se dá através do Protocolo de Classificação de Risco de Manchester. “Ao chegar à unidade, o paciente é classificado de acordo com os sintomas. Depois, recebe a pulseira de identificação e, de acordo com a cor, aguarda o tempo previsto no protocolo. Pode aguardar até, no máximo, quatro horas para ser atendido”, informa  o coordenador administrativo da UPA Dulce Sampaio, Gleybson Marques.

Vale frisar que a UPA Dulce Sampaio enfrenta algumas dificuldades, como a falta de conscientização dos usuários do sistema. Em comparação ao ano de 2013, por exemplo, a unidade registrou em 2014 um aumento de 4% nos atendimentos dos pacientes graves (vermelhos, laranjas e amarelos), além do aumento de 2% nos atendimentos dos pacientes menos graves. “Ou seja, os pacientes classificados com o perfil de menos graves deveriam ser atendidos pela atenção básica, mas os usuários sempre buscam a UPA. Não deixamos de atendê-los”, garante Gleybson.


Imagem de embalagens de medicamentos (Foto: Free Images)

A automedicação, alertam especialistas, pode mascarar doenças mais graves ou desencadear reações perigosas, como hemorragia e distúrbios hepáticos (Foto: Free Images)

Se você é daqueles que não podem começar a sentir dores no corpo, uma coriza insistente ou espirros constantes e já passam na farmácia para comprar remédios vendidos para combater com esses sintomas, é melhor pensar seriamente em acabar com esse péssimo hábito. A automedicação, alertam especialistas, pode mascarar doenças mais graves ou desencadear reações perigosas, como hemorragia e distúrbios hepáticos.

“A automedicação geralmente mascara a doença e dificulta um diagnóstico preciso pelo médico. A pessoa acha que está com um resfriado e, na realidade, pode estar com dengue ou alguma doença imunológica. Fora isso, nenhuma medicação é imune de dar prejuízos ao paciente e pode causar alguma reação, como uma hemorragia, alergias ou problemas hepáticos e renais”, alerta a infectologista Ana Henrique, do Hospital Santa Joana, no Recife.

Apesar de muito populares nas farmácias, esses medicamentos servem apenas como paliativos. “O resfriado comum geralmente não tem medicação efetiva; é uma doença autolimitada. Ou seja, tem começo, meio e fim. É preciso ter cuidado para o quadro não evoluir para uma infecção secundária, como uma pneumonia ou sinusite. Esses medicamentos ajudam apenas a melhorar os sintomas”, explica.

Por estarem associados a componentes analgésicos, o paciente geralmente se sente um pouco melhor. “É uma medicação muito utilizada para vendas de farmácia, mas raramente se tem uma prescrição médica com esses medicamentos. O ideal é procurar um médico e tomar bastante líquido. Se tiver febre, tomar no máximo um antitérmico”, orienta a médica.

Resfriado ou gripe?

Apesar de doenças causadas por vírus diferentes, gripe e resfriado têm sintomas distintos. “A gripe é uma doença mais séria porque deixa o paciente acamado e com febre. Já o resfriado é menos sério e dura de quatro a cinco dias”, explica a infectologista Ana Antunes. Em muitos casos, a recomendação da especialista para evitarmos a gripe é fazer a vacinação preventiva. “A pessoa acaba ganhando muito mais do que tomando medicamentos que, nem sempre, são adequados”, defende.

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A vacina para a gripe é indicada para idosos acima de 60 anos, crianças de 6 meses a 5 anos, profissionais de saúde, população indígena e gestantes. Os interessados podem procurar a vacinação nos postos de saúde do município.


Barrinha de consumo eficiente da Celpe (Foto: divulgação)

Imagem de criança colocando a mão em tomada (Foto: Tiago Calazans/ Acervo JC Imagem)

É importante fazer uso do protetor plástico de tomada, que pode ser adquirido em qualquer mercado especializado (Foto: Tiago Calazans/Acervo JC Imagem)

Quem tem criança em casa sabe que é necessário ter atenção redobrada evitar acidentes domésticos, principalmente os choques elétricos. Alguns cuidados, no entanto, podem e devem ser tomados para prevenir ou minimizar os riscos. O Casa Saudável reuniu algumas dicas da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) para ajudar os pais a não transformar os momentos de lazer dos pequenos em muita dor de cabeça.

Para o engenheiro elétrico Evandro Simões, gestor da Celpe, a principal recomendação é utilizar sempre os protetores de tomadas. “Os acidentes elétricos com crianças em residências estão muito relacionados a inserção de algum objeto na tomada. Por isso, é importante fazer uso do protetor plástico de tomada, que pode ser adquirido em qualquer mercado especializado. O custo é baixíssimo em comparação ao benefício”, ressalta o especialista.

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Outra dica importante é o uso de aterramento nos eletrodomésticos, como na geladeira e na máquina de lavar. “Temos nas tomadas três pinos. O pino do centro é utilizado para drenar possíveis vazamentos de corrente para a terra sem que haja a possibilidade de passar energia para o corpo humano. Tanto em construções como em reformas, aproveite para se certificar que tenha aterramento nas tomadas”, explica Simões.

Para quem tem o hábito de usar extensões pela casa, é importante evitá-las. Além de poder ser o causador de tropeções, pode desencadear choque elétricos. “Se esses fios que a gente leva de um ponto para outro tiverem qualquer comprometimento da capa plástica, pode provocar choque elétrico”, diz o gestor da Celpe.

E mais: água e eletricidade não combinam. Por isso, o importante é manter os aparelhos elétricos longe de água e, ao utilizar qualquer equipamento, vale a pena estarmos sempre calçados e com as mãos enxutas. Na dúvida, não devemos permitir que as crianças usem eletrodomésticos se estiverem molhadas. “A água pode respingar do plug plástico e descer pela parte metálica da tomada. É bom evitar porque a umidade diminui a resistência e possibilita um caminho para a condução de energia elétrica”, alerta.

Em caso de acidentes com energia elétrica, a Celpe recomenda primeiramente ligar para o Samu (192) ou o Corpo de Bombeiros (193) e desligar o disjuntor elétrico ou a chave geral. O segundo ponto é prestar primeiros socorros (pessoa deve conhecer e saber realizar os primeiros atendimentos). Os pais também devem verificar como está a situação da língua da criança para evitar asfixia.

Cuidado com as pipas 

Para soltar pipas, a criança deve procurar lugares abertos e afastados da rede elétrico. Se a pipa por acaso ficar presa nos fios elétricos, nunca tente retirá-la. Além disso, não se deve usar cerol (mistura de cola e vidro moído muito utilizada na linha das pipas) porque esse composto se torna um condutor de energia, além de ser perigoso e oferecer risco alto de provocar sérios acidentes com motociclistas e transeuntes.


Imagem de dentista realizando higiene bucal em criança (Foto: divulgação)

Ação gratuita contará com higiene bucal e atividades recreativas para a criançada neste sábado, na comunidade de Chã de Cruz, em Abreu e Lima (Foto: divulgação)

O projeto Por um Sorriso, realizado pelo plano odontológico Ortoclin, chega neste sábado (30) à comunidade de Chã de Cruz, no município de Abreu e Lima, no Grande Recife, para mais uma edição gratuita da iniciativa social. Das 9h às 12h, uma equipe de dentistas orientará crianças de 6 a 10 anos sobre os cuidados com a higiene bucal, ensinando a forma correta de escovar os dentes e usar fio dental.

O projeto que, em menos de um ano já beneficiou 800 crianças, é aberto ao público infantil – com limite de 100 participantes. O chamado Odontomóvel, um consultório odontológico móvel equipado, estará no local com equipe pronta para realizar limpeza profunda nos dentes da criançada. Todos os participantes receberão um kit com escova e pasta de dente.

Esta edição traz como tema a sustentabilidade, com alerta importante para a economia de energia. A ação ainda contará com 30 voluntários que coordenarão oficinas de arte, pintura de rosto, salão de beleza com maquiagem e esmaltação de unhas e recreação para os pequenos e pequenas. E os pequenos que gostam de colorir poderão ainda soltar a imaginação em um painel montado no local por aquitetos que propõe interação com o público.

SERVIÇO
Projeto Por um Sorriso
Data: 30/5 (sábado), das 9h às 12h
Local: Parque Maguary, comunidade Chã de Cruz, Abreu e Lima


Imagem de olho humano (Foto: Free Images)

Como o glaucoma não costuma apresentar sintomas, a perda gradual da visão demora a ser detectada pelo paciente (Foto: Free Images)

No Brasil, 26 de Maio é o Dia Nacional do Combate ao Glaucoma, uma alteração do nervo óptico que pode afetar seriamente a visão. Só para ter uma ideia, o distúrbio é a 2ª causa de segueira no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No País, dados da Sociedade Brasileira de Glaucoma estimam que cerca de 1 milhão de pessoas convivem com a doença.

O glaucoma provoca uma alteração do nervo óptico, que entra em sofrimento e perde a capacidade de captar e transmitir os raios luminosos. Como não costuma apresentar sintomas, a perda lenta e gradual da visão demora para ser detectada pelo paciente e o distúrbio só é diagnosticado nos estágios mais avançados. Quando existem sintomas, geralmente são desconfortos nos olhos com sensação de pressão, embaçamento visual – principalmente pela manhã. O desconforto é ainda maior quando a pressão ocular sobe e a visão piora ainda mais.

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Embora não tenha cura, o glaucoma pode ser tratado com diagnóstico precoce. “A doença provoca uma perda progressiva da visão. Quando descoberta no início, é possível estacionar o seu avanço com o uso de colírios. Por isso, a importância do check-up regular com seu médico. Toda a perda de visão que ocorre não pode ser recuperada. O tratamento somente estaciona a doença, as células que já morreram não voltam, mas aquelas que ainda estão em sofrimento, podem ser recuperadas”, ressalta o oftalmologista Marco Canto, diretor da Clínica Canto.

Qualquer pessoa pode desenvolver a doença, mas a incidência é maior em familiares de pessoas portadoras de glaucoma, afrodescendentes, pessoas com doenças autoimunes, diabetes ou miopia. “O tipo mais comum é o glaucoma crônico simples, de origem genética”, comenta Marco Canto. Quando a doença é detectada, o tratamento é feito com colírios, laser ou cirurgias. “Entretanto, a visão perdida não é recuperada nem com a cirurgia. Por isso, a importância de diagnosticar precocemente para impedir o avanço do glaucoma”, ressalta Canto.

A consulta oftalmológica deve ser periódica, principalmente se o paciente fizer parte do grupo de risco, para que seja medida a pressão ocular e o oftalmologista possa observar o fundo do olho e a escavação do nervo óptico, que costuma aumentar com a progressão do glaucoma.

“Quando temos dúvidas, ainda podemos realizar exames adicionais como campimetria, que mede a periferia da visão; curvas tensionais para verificar a pressão ocular em diferentes horários do dia, a estereofoto de papila, que avalia o comprometimento do nervo óptico e a paquimetria para qualificar a medida da pressão ocular”, finaliza o especialista.


Mais de 90% dos brasileiros desconhecem a sepse, diz estudo

25 de maio de 2015 | postado por Cinthya Leite
Todo paciente com sepse é tratado nas UTIs (Foto: Igo Bione/Acervo JC Imagem)

Todo paciente com sepse é tratado nas UTIs (Foto: Igo Bione/Acervo JC Imagem)

Embora seja conhecida erroneamente como infecção generalizada ou falência múltipla dos órgãos, a sepse é desconhecida por 93% da população brasileira. Os dados foram revelados por uma pesquisa encomendada pelo Instituto Latino Americano de Sepse (Ilas), com sede no Brasil, ao Datafolha. O levantamento teve como objetivo traçar ações para a conscientização da população sobre o problema. Dos 2.126 entrevistados, apenas 7% já haviam ouvido falar sobre a sepse. Desse universo, 42% responderam corretamente o que era a síndrome: “resposta grave do organismo a uma infecção”.

Esses e outros dados serão apresentados durante o 12º Fórum Internacional de Sepse, que acontece nos dias 28 e 29 deste mês, no Caesar Business Vila Olímpia, em São Paulo. “A sepse é um importante problema de saúde pública no mundo, com estimativa de 400 mil casos por ano no Brasil. Esse total de casos acarreta cerca de 200 mil óbitos e elevados custos financeiros para o País”, diz o médico infectologista Reinaldo Salomão, presidente do Ilas.

“Infelizmente nosso país tem uma das maiores mortalidades de sepse do mundo. Alguns estudos epidemiológicos mostraram que a mortalidade brasileira por sepse é maior do que a de países economicamente semelhantes, como a Índia e a Argentina”, lamenta o médico intensivista Luciano Azevedo, membro da diretoria do Ilas.

Ele ressalta que não se sabe bem os motivos pelos quais as taxas no País são tão altas, mas se acredita que uma das razões seja devido ao pouco conhecimento da população sobre a síndrome, o que faz com que os pacientes com sepse sejam admitidos para tratamento em fases mais avançadas, quando o risco de óbito é maior.

“Além disso, os profissionais de saúde que atendem os pacientes com sepse nos prontos-socorros, enfermarias ou unidades de terapia intensiva também têm dificuldades no reconhecimento rápido da síndrome e de suas disfunções orgânicas”, acrescenta Luciano. Dessa maneira, segundo ele, o diagnóstico de sepse é feito de forma atrasada, e as horas iniciais são importantes para o tratamento.

A sepse na unidade de terapia intensiva (UTI)

Todo paciente com sepse é tratado nas UTIs e, segundo os recentes dados de uma pesquisa realizada pelo Ilas, 25% da ocupação de leitos em UTIs são com pacientes acometidos pela síndrome. “Atualmente é a principal causa de morte nas UTIs”, diz Reinaldo Salomão.

A pesquisa acompanhou durante 60 dias 794 pacientes internados em 277 UTIs espalhadas em todo território nacional e revelou uma prevalência de 29,6% – ou seja, 1/3 dos leitos de UTI do País estão ocupados com pacientes com sepse grave e choque. “Isso demonstra a pesada carga que a sepse representa para o Brasil, em termos de recursos alocados, incluindo disponibilidade de leitos”, diz a médica intensivista Flávia Machado, vice-presidente do Ilas.

O estudo mostrou que o aumento da mortalidade está ligado à gravidade dos pacientes, ao fato de terem adquirido infecção quando já estavam internados na UTI (infecção hospitalar) e à inadequação do tratamento, principalmente devido ao atraso para administração da primeira dose de antibióticos. Além disso, instituições com menor disponibilidade de recursos tiveram maior mortalidade.

E mais: o levantamento revelou que a prevalência e mortalidade por sepse no Brasil continuam alta e não há diferenças entre instituições públicas, privadas, hospitais universitários e não universitários ou entre as regiões. “O que confirma que nem a população está consciente e nem os médicos ao detectar rapidamente o quadro”, alerta Flávia Machado.


Atividades oferecidas tratam não apenas o local da dor, mas o organismo inteiro (Foto: Divulgação)

Atividades oferecidas tratam não apenas o local da dor, mas o organismo inteiro (Foto: Divulgação)

Nos próximos dias, a Físioclinica Physio Center chega ao Poço da Panela, na Zona Norte do Recife, com um novo conceito em movimento do corpo focado em tratamentos individualizados. A unidade, que funcionava no bairro de Casa Forte, também na Zona Norte, aposta num trabalho que analisa o indivíduo como um todo, ao tratar não apenas o local da dor, mas o organismo inteiro através de atendimento humanizado.

O novo centro, com uma área de 2,2 mil metros quadrados, privilegia tratamentos individualizados. Haverá programas específicos para idosos, gestantes e pessoas com obesidade, além de um trabalho voltado para o desenvolvimento motor de crianças de várias idades. Terá também o programa de transição em que o paciente da fisioterapia, após avaliação, passa ao treinamento funcional dirigido. Serão cerca de 30 atividades que se complementam nas áreas de saúde e bem-estar, numa lógica de tratamento integrado.

Com um investimento em torno de R$ 5 milhões, o centro abre as portas no dia 1º de junho. O espaço contempla duas piscinas aquecidas, salas amplas para as diversas atividades, quadra de areia com 100 metros quadrados para treinamento e reabilitação, equipamentos de ponta, lanchonete de refeições saudáveis e estacionamento privativo. Serão cerca de 50 profissionais, entre colaboradores e prestadores de serviços.

Treinamento específico para idosos é um dos diferenciais da Físioclinica Physio Center (Foto: Divulgação)

Treinamento específico para idosos é um dos diferenciais da Físioclinica Physio Center (Foto: Divulgação)

Serão oferecidas terapias manuais, fisioterapia aquática, fonoaudiologia, fisioterapia dermato-funcional, pilates, RPG, hidroginástica e diversos programas de treinamento, inclusive voltado para o emagrecimento. Para as crianças, haverá natação (infantil e bebê), educação corporal e atividades lúdicas. O centro contará ainda com dermatologistas e nutricionistas, além de aulas de balé, luta, ioga e dança. Para reunir tantas especialidades, foi necessário unir-se à Pratique Movimento – um grupo de educadores físicos focados no desenvolvimento de treinos e movimento do corpo.

A Físioclinica Physio Center possui uma infraestrutura que atende a todos os padrões de acessibilidade motora, como rampas, portas mais largas, banheiros adaptados, além de cadeira elétrica de acesso para ajudar no transporte de pacientes com mobilidade reduzida. A nova sede fica na Rua Luiz Guimarães, 153, Poço da Panela.


Semana do Bebê

Evento tem como compromisso acelerar esforços para reduzir as mortes evitáveis de crianças até 5 anos

Para renovar o compromisso com a sobrevivência infantil e acelerar os esforços dos governos e da sociedade de reduzir as mortes evitáveis de crianças até 5 anos, com ênfase nos primeiros dias de vida, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef)  sistematizou a metodologia da Semana do Bebê e está ajudando a promovê-la em centenas de municípios brasileiros. A partir desta segunda-feira (25/5), a ação toma conta do município do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife.

Foi criado o Comitê de Desenvolvimento Comunitário (CDC), com a participação do Governo Municipal, sociedade civil e voluntários da fábrica InterCement Brasil, um dos parceiros no evento. “A cada ano, é visível o número de pessoas envolvidas com a Semana do Bebê. Isso fortalece nossa mobilização social para um olhar diferenciado, capaz de sustentar relações e ideias que garantam transformações a favor de todos os bebês do Cabo de Santo Agostinho”, diz a representante da InterCement Brasil, Cybelle Brito.

Na terça-feira (26/5), das 13h às 15h, haverá Roda de Conversa com o tema Conhecendo seus direitos e do bebê e os cuidados com a primeiríssima infância no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Jussaral. O mesmo tema será levado para Casa do Mestre Goitá, em Pontezinha, na quarta-feira, 27, das 9h às 11h. Das 14h às 17h, haverá oficina de decoração para o quarto do bebê no Cras de Ponte dos Carvalhos.

Um curso de atualização em puericultura será oferecido na quinta-feira (28/5), das 8h às 17h, dentro das ações de Atenção a Saúde da Criança. O evento acontecerá no Restaurante Chácara, na Vila Social, e é destinado às enfermeiras da Rede de Atenção Básica do Município.

Na sexta-feira, 29, os Cras da Vila Roca, pela manhã, e da Charneca, à tarde, receberão a roda de conversa com as futuras mamães. No sábado (30), das 8h às 11h, as crianças poderão jogar futebol dentro da programação com a atividade Jogando pela 1ª infância na Escola Modelo Manoel Davi, de Ponte dos Carvalhos.

O encerramento da Semana do Bebê será no domingo, 31 de maio, das 14h às 17h, no Parque dos Eucaliptos , em Ponte dos Carvalhos, com recreadores para as crianças, Mateus e Catirina, final da gincana Todos juntos pela primeira infância e exposição de painéis e fotografias sobre a semana do bebê.


chupeta-cristais

Customização torna os produtos inseguros, com risco de as peças aplicadas, como cristais, soltarem-se durante o uso e manuseio pelo bebê (Foto: Reprodução/Internet)

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) disponibiliza, em consulta pública, a proposta de regulamento que proíbe a comercialização de chupetas, mamadeiras e bicos de mamadeiras customizados, todos considerados perigosos para uso infantil. Até o dia 19 de junho, a sociedade pode participar, enviando relatos de acidentes e sugestões para o Inmetro, que analisará todas as contribuições antes de publicar a portaria definitiva que determina a proibição das vendas, inclusive via comércio eletrônico, ainda no primeiro semestre.

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“A customização torna os produtos inseguros, com risco de as peças aplicadas, como cristais, soltarem-se durante o uso e manuseio pelo bebê, o que pode ocasionar grave sufocamento e até levar a óbito. Além disso, há a possibilidade de toxicidade por conta dos enfeites aplicados”, diz o diretor de Avaliação da Conformidade do Inmetro, Alfredo Lobo.

Ele acrescenta que relatos de acidentes de consumo no exterior influenciaram a decisão. “Identificamos acidentes com crianças na Europa e nos Estados Unidos, onde a customização de produtos infantis já é controlada. Esses tipos de produtos são comercializados em feiras de bebês, lojas de artigos infantis e sites.”

Vale lembrar que chupetas e mamadeiras (não customizadas) são produtos regulamentados pelo Inmetro, em conjunto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e certificados compulsoriamente no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade. A customização desses produtos é entendida como alteração do produto original e, portanto, não há como confiar que o produto se mantenha seguro e não coloque o usuário em risco.

Após o cumprimento do prazo de adequação, os estabelecimentos (lojas físicas e virtuais) onde forem encontradas irregularidades estarão sujeitos a penalidades previstas na lei, com multas que variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão.

O texto da Portaria encontra-se disponível no site do Inmetro. A sociedade em geral e todas as partes interessadas podem participar, enviando relatos e sugestões, por e-mail (dipac.consultapublica@inmetro.gov.br) ou pelos Correios: Rua Estrela, 67, 3º andar, Rio Comprido, RJ – A/C da Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade (Dipac).


Centro de Pesquisa em Alergia e Imunologia do HC/UFPE promove evento

24 de maio de 2015 | postado por Cinthya Leite
Alergias atingem até 40% da população mundial, segundo a OMS (Foto: Divulgação)

Alergias atingem até 40% da população do planeta, segundo a Organização Mundial de Saúde (Foto: Divulgação)

O Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC/UFPE) realiza de 28 a 30 de maio a Jornada Comemorativa de 15 anos do Centro de Pesquisa em Alergia e Imunologia Clínica. O evento acontece no Hotel Nobile, em Boa Viagem, Zona Norte do Recife, com atividades de abertura a partir das 19h30 da quinta (28), seguido de programação em horário integral a partir das 8h30 na sexta (29) e do sábado (30).

Com o objetivo de discutir temas pertinentes às especialidades que atendem casos relacionados à área de alergia, a jornada contará com palestras voltadas para médicos pediatras, alergologistas e clínicos gerais.

As inscrições estão sendo realizadas pela Sociedade de Pediatria de Pernambuco (Sopepe), pelo e-mail secretaria@sopepe.com.br, e poderão ser feitas pelos interessados até o preenchimento do número de vagas oferecidas.


 
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