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Documentário acompanha rotina atípica de mulheres com narcolepsia

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Publicado por Cinthya Leite em Blog - 13/08/2012 às 23:32

O programa conta história de mulheres como Cher, que sofreu 21 anos de ataques de sono crônicos (Foto: Divulgação)

Para a maioria das pessoas, o sono é bem-vindo, principalmente ao fim de um longo dia. Para quem sofre de narcolepsia, distúrbio que afeta cinco em cada 10 mil pessoas, o sono é um ladrão que rouba anos de vida e causa transtornos até quando as pessoas estão acordadas.

Esse é o mote do especial A vida entre sonhos, exibido pelo Discovery Home & Health, que conta as comoventes histórias de três mulheres neozelandesas que convivem com esse problema. Para elas, cada dia representa uma batalha contra o sono. O programa vai ao ar no dia 26 de agosto, às 23h.

A narcolepsia, vale frisar, causa sonolência excessiva e pode fazer com o doente caia no sono de repente. Não há cura para o transtorno e, sem tratamento, a pessoa pode ficar impossibilitada de realizar tarefas simples, como dirigir um automóvel ou tomar um banho de banheira, sob risco de sofrer graves acidentes.

O distúrbio também afeta o trabalho, o estudo e a vida social dos pacientes, que têm de contar com a compreensão de companheiros, parentes e colegas. O tratamento da narcolepsia, que inclui medicação e mudanças no estilo de vida, ajuda a ameniza os sintomas.

Assim, o especial A vida entre sonhos apresenta Justine, que sofreu ataques de narcolepsia durante toda a adolescência e tem uma filha de quatro anos. Durante anos, Justine não conseguiu viver tranquilamente com a doença. Agora, ela está decidida a retomar o controle da vida e enfrentar desafios, como completar a universidade.

Já Cher sofreu 21 anos de ataques de sono crônicos, acompanhados de terríveis pesadelos relacionados à narcolepsia, até que decidiu procurar tratamento e buscar uma forma de conviver melhor com a doença.

E Sharon, mãe de dois adolescentes, sabe que suas crises são provocadas por emoções fortes, que podem variar de ataques de riso à excitação e até tristeza. Envergonhada de sua condição, ela tenta evitar os ataques de forma obsessiva.


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