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Casa Saudável

Imagem de maçaneta (Foto: Free Images)

Algumas bactérias encontradas podem ser perigosas, inclusive, para pessoas saudáveis, como familiares e servidores em hospitais e especialmente perigosos para os pacientes imunocomprometidos (Foto ilustrativa: Free Images)

Da Agência USP de notícias

Botões de elevador, teclas de caixas eletrônicos, relógio de ponto biométrico. Locais aparentemente inofensivos se comparados às salas de isolamento, laboratórios e contêineres de lixo infectado são, na verdade, porto seguro para uma miríade de micro-organismos que causam as temidas infecções hospitalares. Foi utilizando uma tecnologia chamada sequenciamento de nova geração que uma equipe do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMT) da USP conseguiu identificar uma quantidade surpreendente de bactérias em superfícies frequentemente tocadas com as mãos dentro do Hospital das Clínicas (HC), maior complexo hospitalar da América Latina, ligado à Faculdade de Medicina (FM) da USP.

Métodos modernos de biologia molecular, com equipamentos que conseguem ler rapidamente milhões de fragmentos de DNA ao mesmo tempo, permitem análises antes impossíveis de fazer. Assim, o grupo liderado pelo pesquisador Sabri Sanabani coletou amostras que resultaram na identificação de 926 famílias de 2.832 gêneros de bactérias. Algumas delas, como a Salmonella enterica e a Staphylococcus aureus, podem ser perigosas, inclusive, para pessoas saudáveis, como os familiares e servidores, “mas especialmente perigosos para os pacientes imunocomprometidos, como pacientes com câncer submetidos a quimioterapia, e transplantados e pacientes que são HIV positivo”, ressalta.

Segundo Sanabani, pela própria metodologia utilizada, sabia-se de antemão que o resultado seria um número grande de bactérias, já que o foco eram superfícies de contato de áreas de grande circulação. “No entanto, a enorme diversidade de população bacteriana foi uma verdadeira surpresa para nós”, afirma.

Os resultados do estudo, publicados no International Journal of Environmental Research and Public Health, foram encaminhados ao HC e a equipe já se colocou à disposição para fazer as análises novamente para avaliar melhoras na higiene.

Saúde pública

O pesquisador explica que é impossível haver um hospital livre de germes, mas aponta caminhos, como campanhas educativas que alertem sobre higiene. Ele sugere, por exemplo, uma voz automatizada nos principais ambientes do hospital, como corredores, salas de espera e pronto-atendimento, que chame a atenção para a importância da higiene das mãos.

Outra medida básica apontada pelo especialista é a limpeza. “A limpeza completa e eficiente remove mais de 90% dos microrganismos. Ela tem que ser realizada de uma forma padronizada, ou se possível, por meios automatizados para garantir um nível adequado de higienização”. Segundo Sanabani, um ponto fundamental é que exista ampla oferta de pias com sabão liquido e papel toalha, bem como álcool antisséptico.

Confira a matéria completa no site da Agência USP de notícias.


Suplementação na prática clínica é tema de oficina no Recife

28 de abril de 2016 | postado por Malu Silveira
Remédios

Como identificar a necessidade de prescrever suplementos a partir do conhecimento científico e a avaliação clínica é um dos temas da oficina promovida pela Pharmapele (Foto: Free Images)

A nutricionista Denise Carreiro ministrará nesta sexta (29) e sábado (30), das 9h às 18h, uma oficina sobre suplementação de micronutrientes na prática clínica. O encontro, promovido pela Pharmapele, é voltado exclusivamente para médicos.

Como identificar a necessidade de prescrever suplementos a partir do conhecimento científico e a avaliação clínica é um dos assuntos da palestra. A especialista também abordará a questão de excessos e carências nutricionais, discussão de casos clínicos e toxicidade.

Os interessados em participar da oficina devem fazer a inscrição no site: https://www.pharmapele.com.br/oficina/denise-carreiro. O investimento é de R$ 500.

Serviço

Oficina – suplementação de micronutrientes na prática clínica
Data: 29 e 30 de abril
Horário: 9h às 18h
Local: MV Empresarial | Av. Pres. Dutra – Imbiribeira, Recife – PE
Informações: (81) 99752.7520 | (81) 99164.6468 (Viviane Amaral)


Imagem de pai segurando mãe de filha em caminhada na praia (Foto: Free Images)

Psicóloga Carolina Albuquerque, da 2ª Vara da Infância e Juventude do Recife, tirará dúvidas sobre o assunto (Foto ilustrativa: Free Images)

O Grupo de Apoio à Adoção do Paulista (GAAP) promoverá neste sábado (30) mais um encontro para debate sobre o tema. Desta vez a psicóloga Carolina Albuquerque, da 2ª Vara da Infância e Juventude do Recife, ministrará a palestra ‘Como lidar com os hábitos e a personalidade de um filho que chega por meio da adoção?’.

O encontro acontecerá das 15h às 17h, no auditório do Ministério Público, no Centro do Paulista. O acesso é gratuito. Outras informações na fanpage do GAAP no Facebook: www.facebook.com/gaapaulista.


Corte de frios pode levar a contaminação por bactéria, aponta pesquisa

27 de abril de 2016 | postado por Malu Silveira
Imagem de frios (Foto: Free Images)

Bactéria sobrevive a temperaturas muito frias e a alimentos com muito sal e pode colocar em risco vida de pessoas com imunidade baixa e a dos bebês durante a gravidez (Foto ilustrativa: Free Images)

Da Agência USP de notícias

Pesquisa da mestranda Daniele Faria, orientada pela professora Bernadette Franco, coordenadora do Centro de Pesquisa em Alimentos/ Food Research Center (FoRC) da USP, mostra como se dá a contaminação cruzada da bactéria Listeria monocytogenes no processo de corte de frios. A contaminação cruzada é o processo de transferência de micro-organismos de um alimento contaminado para outro não contaminado. No estudo, ela simulou em laboratório a contaminação cruzada em um fatiador de frios e conseguiu demonstrar que essa bactéria é transferida a duas centenas de fatias de rosbife cortadas por um aparelho contaminado com o micro-organismo.

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O estudo comprova que, apesar de o processamento térmico desses alimentos ser suficiente para eliminar esse micro-organismo, a ocorrência de contaminação cruzada pós-processamento pode resultar em aumento do risco à saúde do consumidor. A Listeria monocytogenes é uma bactéria que pode colocar em risco a vida de pessoas com imunidade baixa e a dos bebês durante a gravidez. O micro-organismo é um patógeno que pode estar presente em alimentos prontos para o consumo, pois são mantidos em refrigeração e possuem longa vida de prateleira, favorecendo a multiplicação deste patógeno. “O Brasil precisa estudar melhor essa bactéria. Trata-se de um patógeno que sequer aparece nas nossas estatísticas epidemiológicas”, afirma Daniele.

A Listeria monocytogenes é causadora da doença listeriose, infecção que tem incidência baixa, mas alto grau de severidade e alto índice de mortalidade (20% a 30%) e cujos sintomas em um adulto normal são semelhantes aos da gripe.”Trata-se de uma bactéria que pode causar problemas sérios em gestantes, recém-nascidos, idosos e pacientes debilitados e imuno-deprimidos”, alerta. “No caso das gestantes, a listeriose materno-fetal ocorre com mais frequência no último trimestre da gestação. Os sintomas iniciais são semelhantes a uma gripe, com febre, mialgias e dor de cabeça, seguidos de complicações, como aborto, feto natimorto, nascimento prematuro e infecções neonatais”, explica.

Já alisteriose invasiva, se caracteriza por bacteremia, doença caracterizada pela grande presença de bactérias no sangue, com ou sem focos evidentes de infecção, ou por afetar o sistema nervoso central podendo causar meningite, meningoencefalite e abscessos no cérebro. “Afeta principalmente pacientes com mais de 50 anos, causando febre, alterações na percepção sensorial e dor de cabeça”, acrescenta.

Contaminação

Para estudar a extensão da contaminação cruzada, Daniele adquiriu uma peça de rosbife não contaminado, inseriu a bactéria em uma peça e a cortou. Depois de contaminado o cortador, ela passou a fatiar uma peça não contaminada. O processo foi feito em laboratório, mas em temperatura ambiente. Ela estudou cada uma das fatias, verificando quantas bactérias estavam presentes, e descobrindo que até a ducentésima fatia ainda havia presença da Listeria monocytogenes. “Apesar da transferência de bactérias de uma fatia para outra ir decrescendo, em número, a pesquisa mostra que a contagem na última fatia obtida é alta”, aponta.

Confira a matéria completa no site da Agência USP de notícias.


Imagem do dispositivo (Foto: Divulgação)

Transistor presente no biossensor reage quando entra em contato com enzimas relacionada a doenças como Parkinson, Alzheimer e câncer (Foto: Divulgação)

Da Agência Fapesp de notícias

Um biosensor desenvolvido por pesquisadores do Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano), em Campinas, mostrou-se capaz de detectar moléculas relacionadas a doenças neurodegenerativas e alguns tipos de câncer. Trata-se de um dispositivo eletrônico manufaturado sobre uma plataforma de vidro. Nele, um transistor é formado por uma camada orgânica em escala nanométrica, contendo o peptídeo glutationa reduzida (GSH), que reage de maneira específica quando em contato com a enzima glutationa S-transferase (GST), relacionada a doenças como Parkinson, Alzheimer e câncer de mama, entre outras. A reação GSH-GST é detectada pelo transistor e pode ser utilizada no diagnóstico.

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O biossensor foi desenvolvido no âmbito do Projeto Temático “Desenvolvimento de novos materiais estratégicos para dispositivos analíticos integrados”, realizado com o apoio da FAPESP, que reúne pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento em torno da tecnologia dos dispositivos point of care, sistemas de teste simples executados junto ao paciente.

“Utilizando plataformas como esta, doenças complexas poderão ser diagnosticadas de forma rápida, segura e relativamente barata, uma vez que a tecnologia utiliza sistemas em escala nanométrica para identificar as moléculas de interesse no material analisado”, explica Carlos Cesar Bof Bufon, coordenador do Laboratório de Dispositivos e Sistemas Funcionais (DSF) do LNNano e pesquisador associado ao projeto coordenado pelo professor Lauro Kubota, do Instituto de Química da Unicamp.

Além da portabilidade e do baixo custo, Bufon destaca como vantagem do biossensor em escala nanométrica a sensibilidade com que o dispositivo detecta as moléculas.

“Pela primeira vez a tecnologia de um transistor orgânico é utilizada para detecção do par GSH-GST, visando diagnosticar doenças degenerativas, por exemplo. Isso possibilitará a detecção de tais moléculas mesmo presentes em baixas concentrações no material examinado, uma vez que as reações são detectadas em escala nanométrica, ou seja, de milionésimos de milímetros.”

O sistema pode ser adaptado para detecção de outras substâncias, como moléculas relacionadas a diferentes doenças e elementos presentes em material contaminado, entre outras aplicações. Para isso, alteram-se as moléculas incorporadas no sensor, que reagirão na presença dos componentes químicos que são alvo de análise no ensaio, chamados de analitos.

“O DSF do LNNano tem desenvolvido uma variedade de plataformas para sensoriamento químico, físico e biológico voltadas a setores estratégicos nacionais e internacionais, incluindo saúde, meio ambiente e energia”, diz Bufon. O objetivo, conta o pesquisador, é “ter em mãos uma série de soluções em dispositivos point of care para responder com agilidade a uma série de demandas”. Por exemplo, surtos de doenças ou análise de analitos contaminantes, como o chumbo e toxinas em amostras de água.

Confira a matéria completa no site da Agência Fapesp de notícias.


Foliculite: especialista explica a inflamação do pelo encravado

26 de abril de 2016 | postado por Malu Silveira
Imagem de depilação com lâmina (Foto: Reprodução / Internet)

Inflamação ocorre no folículo piloso, uma estrutura dérmica que envolve o pelo e, dependendo da gravidade, pode causar perda permanente do fio ou cicatrizes (Foto: Reprodução / Internet)

Quem se depila frequentemente com cera ou lâmina já deve ter sofrido com os pelos encravados, aqueles fios que, ao invés de crescer normalmente, se curvam e penetram novamente na pele. Quando o problema se agrava, há risco da condição passar para uma infecção chamada foliculite. Essa inflamação ocorre no folículo piloso, uma estrutura dérmica que envolve o pelo e, dependendo da gravidade, pode causar perda permanente do fio ou cicatrizes.

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“A infecção do folículo piloso pode ser superficial ou profunda, atingindo a totalidade do folículo. Existem várias regiões que podem surgir foliculite e as causa são as mais diversas. A mais comum é a depilação. Nesta hora podem ocorrer micro lesões, principalmente para quem usa lâmina, que propiciam a penetração da bactéria. Ou quando o pelo encrava, formando um corpo estranho. O organismo, por sua vez, reage e desencadeia uma reação inflamatória que pode levar à foliculite”, explica a dermatologista Thereza Pacheco, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Imagem que representa a foliculite (Ilustração: Guilherme Castro / NE10)

Virilha, pernas, axilas, barba e glúteo são as regiões mais comuns para o surgimento da inflamação. Enquanto nas três primeiras áreas a causa mais habitual é a depilação, no glúteo o problema pode ter relação com as roupas que usamos e a temperatura do local no qual vivemos. “O calor e roupas muito apertadas e grossas, especialmente calças jeans e justas, em uma área de atrito como as nádegas podem propiciar a foliculite”, pontua a especialista. Apesar de mais raro, também é possível casos de foliculite no couro cabeludo. “Pacientes que têm seborreia (oleosidade) e dermatite seborreica (caspa) são os mais predispostos a ter foliculite do couro cabeludo”.

A inflamação aparece na forma de pequenas espinhas com ponta branca em torno de um ou mais folículos pilosos. A região ao redor também pode ficar avermelhada e dolorida. A maioria é superficial e tende a desaparecer com o tempo. Casos mais graves, no entanto, podem necessitar de acompanhamento médico e alguns precisam até de intervenção cirúrgica.

Imagem da diferença entre os pelos (Ilustração: Guilherme Castro / NE10)

Automedicação, espremer o local, assim como fazer uso de substâncias caseiras não são hábitos recomendados. A pústula pode se transformar em um abscesso e o paciente pode ter que fazer tratamentos com antibióticos e outros remédios. Casos mais graves precisam até de drenagem cirúrgica. Por isso, o ideal é procurar orientação médica ao perceber que a foliculite vai se agravar”, ressalta.

Prevenção

Segundo a dermatologista, a melhor forma de prevenir a foliculite é optando por métodos de depilação mais duradouros. A depilação a laser é uma das opções. “Esta técnica destrói o folículo piloso, evitando o processo infeccioso. Outra opção, porém não definitiva, é a fotodepilação. A luz intensa pulsada promove uma diminuição do pelo. O único problema é que para este método a mulher não pode se bronzear e mulheres morenas não podem se submeter à técnica. As duas opções seriam a prevenção ideal para quem tem foliculite decorrente da depilação com cera ou lâmina”, comenta.

Se o preço dos métodos não estiver cabendo no orçamento, a dica da dermatologista é ter cuidado redobrado ao se depilar, principalmente quem prefere recorrer à lâmina. “A lâmina deve passar pela área no sentido do crescimento do pelo, nunca ao contrário. Dessa forma, causa menos trauma à pele, principalmente quando o pelo é encaracolado. Esses fios têm maiores chances de desenvolver foliculite porque já nascem com uma tendência de encravar dentro da pele”, alerta.

No caso dos homens, a depilação da barba requer cuidados ainda mais especiais. “Primeiro, é preciso fazer uma limpeza da área antes de se barbear. Assim como em outras regiões, a lâmina também deve passar pelo rosto no sentido do crescimento do pelo, nunca ao contrário, principalmente porque no pescoço os pelos nascem desordenadamente e na hora que o homem raspa a região pode causar micro lesões na pele, propiciando a foliculite”, explica. A espuma usada deve ser tipo gel, fazendo com o que a lâmina deslize mais facilmente.

Outra dica para ambos os sexos é usar sempre aparelhos novos, de preferência com duas a três lâminas, pois o traumatismo na região é menor.

Vale lembrar que algumas pessoas têm maior predisposição a desenvolver foliculite e devem ficar atentas aos cuidados essenciais. “Obesos e pessoas com sobrepeso, por terem mais atrito com a roupa, podem ter foliculite com mais facilidade. Aqueles que convivem com a hiperidrose também, uma vez que a transpiração causa a hiper-hidratação da pele e aumenta a colonização das bactérias. A pele seca é mais resistente às ações externas”, finaliza a dermatologista.


Imagem de bebê com microcefalia (Foto: Diego Nigro / JC Imagem)

Até agora, Pernambuco descartou, entre o universo de 1.883 bebês com suspeita de microcefalia, 816 casos notificados da malformação (Foto: Diego Nigro/JC Imagem)

O Estado de Pernambuco descartou, entre o universo de 1.883 bebês com suspeita de microcefalia registrados desde agosto de 2015, 816 casos que foram notificados para a malformação congênita, o que representa 43,3% de casos descartados no universo de bebês com suspeita. São bebês que não precisam mais seguir o protocolo de investigação de microcefalia e nem são mais acompanhados pela rede de atendimento destinada à malformação. Mas as crianças continuam com as consultas de puericultura na rede de atenção básica à saúde. Ou seja, permanecem a ser avaliadas de forma periódica por pediatras de acordo com a idade.

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Além disso, 334 bebês tiveram o diagnóstico de microcefalia confirmado em todo o Estado. Os dados são do boletim divulgado na tarde desta terça-feira (26), pela Secretaria Estadual de Saúde, com base em dados até 23 de abril.

O balanço ainda mostra que, em Pernambuco, o Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães (unidade da Fiocruz Pernambuco) e o Instituto Evandro Chagas, no Pará, confirmaram 148 casos de microcefalia relacionados ao vírus zika por detecção laboratorial. Outros 76 casos deram negativos e três inconclusivos, totalizando 227 testes realizados.

Também foram registrados 50 óbitos de bebês com diagnóstico de microcefalia.


Imagem de mulher pulando (Foto ilustrativa: Free Images)

Ações online serão realizadas até esta sexta-feira para gerar informações sobre saúde, sustentabilidade e cidadania para conscientizar a população (Foto ilustrativa: Free Images)

A farmacêutica Novartis promove até ESTA sexta-feira (29) diversas atividades em referência ao Dia da Parceria em Comunidade, ação conduzida pelo grupo em prol da saúde, cidadania, sustentabilidade e conscientização da sociedade sobre as mais diversas causas. Para aumentar o alcance da iniciativa e garantir que mais pessoas se envolvam com as atividades, neste ano todas as atividades serão realizadas no ambiente digital.

Para isso, a comunidade criada no Facebook “Embaixadores do voluntariado” contará com posts diários com conteúdos voltados para cidadania, cuidados com saúde, inclusão, mobilidade urbana e qualidade de vida. A ação terminou gerando interesse de outras empresas, sociedades médicas, associações de pacientes e Organizações Não Governamentais (ONGs), que serão parceiros neste movimento. Para selar esta parceria, as postagens serão compartilhados nas redes sociais dos parceiros.

“A expectativa é fazer com que este movimento contribua, por meio de seus colaboradores e parceiros, com mensagens de utilidade pública que gerem um engajamento genuíno nas redes sociais de tal forma que as pessoas sejam multiplicadores dessas informações. Com isso, aumentaremos a possibilidade de transformar ambientes, estilos de vida, atitudes, em favor de um local mais cidadão”, afirma Yara Carnevalli Baxter, diretora de Comunicação e Responsabilidade Social da Novartis. A cada dia será apresentada uma série de ações digitais realizada pelos colaboradores voluntários.

Confira as atividades:

» Educação e sensibilização: Divulgação de posts educativos na página do Facebook “Embaixadores do Voluntariado” sobre saúde da mulher e do homem, hipertensão, antibióticos, puberdade precoce e deficiência do hormônio de crescimento, olho seco, glaucoma, catarata, lentes de contato e benefícios, psoríase, deficiência pulmonar obstrutiva crônica, insuficiência cardíaca, câncer de mama, entre outros assuntos. Essa ação tem como objetivo levar informação para as pessoas e conscientizá-las sobre a importância de cuidar da saúde;

» Apoio a criação de ambiente digital de ONGs e Instituições sem fins lucrativos: A área de comunicação e digital da Novartis irá oferecer workshops digitais sobre construção da estratégia digital e planejamento da comunicação para associações de pacientes e ONGs que não dispõem de recursos;

» Captação de recursos via Apps em prol de associações de pacientes e ONGs: Recursos serão enviados para instituição via cadastramento de notas fiscais para ajudar as crianças e adolescentes com deficiências múltiplas, doenças cardíacas, assim como pacientes com leucemia e linfoma. Por meio da rede social serão informados os links e Apps para que a sua doação seja canalizada para estas instituições durante esta semana do movimento. Voluntários da Novartis irão realizar esse cadastro durante a semana;

» “Story lt” no YouTube: Foi criada uma página no YouTube chamada “HISTÓRIA QUE MELHORA” onde poderão ser armazenadas histórias que foram criadas por voluntários da empresa, games interativos juvenis, além de outras histórias já de poder público. Nesta semana, voluntários da Novartis da força de vendas visitarão instituições com crianças carentes com doenças do coração para contar essas histórias por meio dos seus Ipads;

» Palestras online: Por meio de plataforma online, voluntários realizarão de palestras sobre carreiras e mercado de trabalho, tecnologia, educação e inclusão no mercado de pessoas com deficiência para pais e alunos de escolas estaduais, municipais e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai);

» Sensibilização para a inclusão de pessoas com deficiência em escolas por meio da rede social: O Comitê de Diversidade e Inclusão da Novartis conduzirá uma palestra sobre esse assunto em uma escola estadual em Guarulhos via conexão digital receberá depoimento de colaborador com Síndrome de Down dando destaque a sua carreira e oportunidades de crescimento que ele teve ao longo de seus quase 20 anos de trabalho. Espera-se um debate em torno desta ação inclusiva com base em fatos reais.

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Imagem de homem doando sangue (Foto: Hélia Scheppa / Acervo JC Imagem)

Ação ‘Doe sangue, doe vida’ começará a partir das 8h30 e seguirá até as 16h (Foto: Hélia Scheppa / Acervo JC Imagem)

A Faculdade dos Guararapes realizará nesta terça-feira (26), em parceria com o Hemope (Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco), a ação ‘Doe sangue, doe vida’. A mobilização para doação de sangue começará a partir das 8h30 e seguirá até as 16h, no centro de simulação de saúde da instituição, em Piedade, Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife.

“A instituição disponibiliza o espaço juntamente com alunos voluntários, todos mobilizados por esta ação social, que tem como finalidade contribuir com a sociedade na qual estamos inseridos”, diz Raniere Rodrigues, Diretor de Extensão da Faculdade dos Guararapes.

Para ser um doador é necessário apresentar documento de identificação com foto (carteira de identidade, carteira de trabalho ou CNH), ter entre 16 e 69 anos e pesar no mínimo 50 kg. Para os doadores menores de 18 anos é necessário a presença e o acompanhamento de um dos pais ou responsável legal, durante o processo de doação. Mais informações podem ser obtidas através do site do Hemope: http://www.hemope.pe.gov.br/queroserdoador-criterios.php.

Serviço

Ação “Doe sangue, doe vida”
Data: terça-feira, 26 de abril
Horário: 8h30 às 16h
Local: Escola de Saúde da Faculdade dos Guararapes, campus Piedade | Rua Comendador José Didier, 27, Piedade, Jaboatão dos Guararapes


Imagem de edição do Ciclista na Rota (Divulgação)

Quinta edição do Ciclista na Rota contará com ponto de convivência e serviços gratuitos de manutenção de bicicletas (Foto: Divulgação)

Na Rota dos Coqueiros, rodovia que corta a Reserva do Paiva e dá acesso às praias do Litoral Sul, mais de 400 ciclistas passam por mês na sua ciclovia para passear, se deslocar para o trabalho, ou mesmo de um bairro a outro. Para homenagear o número expressivo de pedaleiros na ciclovia, a concessionária realizará nesta quinta-feira (28) mais uma edição da iniciativa Ciclista na Rota. O encontro acontecerá das 19h às 22h.

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A quinta edição do Ciclista na Rota contará com um ponto de apoio e convivência com o Grupo Verda para os ciclistas e seus grupos de pedal com água, alongamento, serviços gratuitos de manutenção fornecidos pela loja Bike 10 (calibragem, regulagem de freios, câmbio e lubrificação) e música para dar um clima de confraternização.

Pesquisa

Um levantamento realizado por duas organizações não governamentais, a Observatório das Metrópoles e a Transporte Ativo, mostra que a maioria dos ciclistas de dez regiões metropolitanas do Brasil usa a bicicleta como transporte para ir ao trabalho (88,1%) e pedala cinco dias ou mais por semana (71,6%). Entre as capitais com o maior índice de utilização da bicicleta está Recife, com 89,6%, sendo seguida do Rio de Janeiro com 81,2%, e Manaus com 77,8%. Atualmente, a frota brasileira já é de mais de 70 milhões de bicicletas.

Ainda segundo a pesquisa, 43% dos entrevistados se motivaram a usar o meio de transporte pela rapidez e praticidade que a bicicleta oferece. Porém, dois problemas ainda impedem o crescimento desse modal. A falta de educação no trânsito, apontada por 34,6% dos entrevistados, e de mais infraestrutura cicloviária. 50% responderam que com ciclovias adequadas pedalariam mais.


 
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