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Blog – Casa Saudável

Imagem da fachada da unidade Recife da Faculdade Joaquim Nabuco (Foto: divulgação)

Serviços de saúde e beleza serão oferecidos na unidade Recife da instituição, no Centro da cidade (Foto: divulgação)

A unidade Recife da Faculdade Joaquim Nabuco contará com uma programação toda especial nesta quinta-feira (7) em homenagem ao Dia das Mães. A 2ª edição do projeto Mães Nabuco será aberta ao público e terá ações de saúde e beleza. A iniciativa acontece das 9h às 12h e das 18h às 21h, no pátio da instituição.

Entre os serviços gratuitos oferecidos estão massoterapia, estética facial e corporal e orientação para a saúde da mulher. O Núcleo de Prática Jurídica oferecerá atendimento sobre Direito de Família e da Mulher.

Também haverá arrecadação de peças de enxovais para as gestantes. “No ano passado arrecadamos enxovais para gestantes carentes. Este ano, além da ação para grávidas, queremos cuidar do bem-estar das mães”, explica a coordenadora do curso de administração da faculdade, Angela Fofan.


Tese de doutorado desmistifica malefícios da carne suína

6 de maio de 2015 | postado por Malu Silveira
Imagem de porcos em criadouro (Foto: Edmar Melo / JC Imagem)

Trabalho consistiu na inclusão do farelo de acerola, uma fonte de fibra, na alimentação de suínos, que reduziu teores de ácidos graxos (Foto: Edmar Melo / JC Imagem)

A tese de doutorado Farelo de Acerola em Programa de Restrição Alimentar para Suínos Pesados, defendida pelo zootecnista Fabricio Rogério Castelini na Universidade Estadual Paulista (Unesp), demonstrou resultados que desmistificam os malefícios da carne suína e podem contribuir para o aumento do seu consumo.

O trabalho consistiu na inclusão do farelo de acerola, uma fonte de fibra, na alimentação de suínos. Após abater os animais, o pesquisador avaliou as carcaças e descobriu que os animais que receberam o farelo apresentaram reduções nos teores dos ácidos graxos saturados, com destaque para o mirístico e palmítico. Estes ácidos graxos estão relacionados com o desenvolvimento de mudanças degenerativas nas paredes das artérias, e seu consumo demasiado pode provocar doenças cardiovasculares.

Outro ponto revelado foi o aumento teores dos ácidos graxos α linolênico (C18:3n3) e linoleico conjugado (CLA), popularmente conhecidos como ômega 3 e 6. A ingestão do ômega 3 auxilia na diminuição dos níveis de triglicerídeos e colesterol ruim (LDL), enquanto pode favorecer o aumento do colesterol bom (HDL).

O trabalho teve a coordenação da professora Maria Cristina Thomaz, docente do Departamento de Zootecnia da Unesp de Jaboticabal e financiada pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).


Mães médicas: a difícil tarefa de conciliar trabalho e maternidade

6 de maio de 2015 | postado por Malu Silveira

EspecialMaes-Barrinha

Dermatologista Luciana Lócio com os filhos e marido (Fotos: arquivo pessoal)

Dermatologista Luciana Lócio concilia a agenda médica para estar sempre presente nos momentos mais importantes dos filhos (Foto: Arquivo pessoal)

Só quem é mãe sabe o que é aquele aperto no coração por ter que deixar o filho em casa para trabalhar. Se já é complicado para aquelas que têm uma rotina definida, imagine o sufoco para as mães que não sabem o que é rotina? Plantões incontáveis, consultas de emergência, cirurgias de última hora e congressos ao redor do mundo. Perder datas importantes, faltar a reuniões do colégio, ter que deixar o pequeno doente aos cuidados de outras pessoas por estar presa no trabalho. Esse é um cotidiano comum para as mães médicas, profissionais dedicadas que precisam encontrar uma fórmula mágica para conciliar profissão e maternidade.

Mas se engana quem pensa que elas não conseguem dar conta. Em homenagem ao Dia das Mães, o Casa Saudável conversou com médicas que encontraram um jeito de exercer a profissão sem abrir mão dos momentos essenciais com os filhotes.

Confira os depoimentos inspiradores delas:

Luciana Lócio, dermatologista

Imagem da dermatologista Luciana Lócio com os filhos (Foto: arquivo pessoal)

A dermatologista Luciana Lócio em viagem com os filhos (Foto: arquivo pessoal)

A dermatologista Luciana Lócio é mãe dos adolescentes Rafael, 16 anos, e Maria Beatriz, 11. O segredo, acredita Luciana, é saber conciliar. “Eu procuro conciliar sempre na minha agenda com a rotina deles. Em reuniões do colégio, festa ou outra atividade fico atenta para não perder. É óbvio que já teve coisa que eu perdi. Para as mais importantes eu sempre vou. Assim, consigo conciliar essa minha vida de dermatologista com a minha vida de mãe”, conta.

O essencial, para a dermatologista, é aproveitar os momentos juntos. “Às sextas-feiras à tarde, por exemplo, eu não trabalho já para me dedicar a eles. À noite, eu chego em casa e tentamos fazer as coisas juntos”, explica.

Algumas fases difíceis chegaram a colocar em prova os dois ofícios. “Quando ela (Maria Beatriz) era menor, ficou doente e eu tive que passar um mês sem atender. Aí você pensa que tinha que se dedicar mais, mas também percebe que a criança tem que ter o espaço dela. Eu sou apaixonada pelo que faço, faz parte de mim ser médica. Seria muito infeliz se não pudesse ser médica e mãe”, diz.

Milena França, psiquiatra

Imagem da psiquiatra Milena França com o marido e o filho Bernardo (Foto: arquivo pessoal)

Com a chegada de Bernardo, a psiquiatra Milena França mudou rotina de trabalho e conta com ajuda do marido (Foto: arquivo pessoal)

Bernardo chegou na vida da psiquiatra Milena França há apenas dois anos. Por isso, a rotina da médica passou por uma transformação para que a nova mamãe pudesse dar conta de tudo. “Tive que reduzir os plantões, trabalhar mais dias para poder chegar mais cedo em casa e tenho que negociar horários. Sempre tem esses atropelos para a gente poder continuar a rotina de trabalho”, conta.

“Preciso dar conta não só do trabalho, mas dele também, apesar de o pai e de babá serem muito dedicados. A hora de sair de casa é certa, mas a gente nunca tem hora para voltar”, conta.

Mesmo com os contratempos, a mãe avalia: é possível conciliar. “Às vezes, a gente tem que deixar o filho em casa quando ele está doente e ir trabalhar. Ou acontece alguma coisa na escola e a gente não pode abandonar o  trabalho. Mas dá muito bem para conciliar. Temos que nos dedicar ao máximo quando estamos com ele”, defende.

Lúcia Salerno, cardiologista

A cardiologista Lúcia Salerno, o marido e filhos em viagem à Alemanha (Foto: arquivo pessoal)

Para a cardiologista Lucia Salerno, o importante é priorizar os filhos (Juliana, 20, Carolina, 19, e Pedro, 17) na rotina do casal, já que o marido, Pedro Salerno, também é médico. “Os filhos sempre vieram em primeiro lugar. Se por acaso tinha uma reunião no colégio, a gente sempre desmarcava as consultas e ia para a reunião. Minha rotina sempre os inclui nas férias e atividades profissionais. Se tinha um congresso na África, sempre levávamos eles. Ficava uma semana no congresso e na outra aproveitávamos as crianças”, lembra.

Mesmo com as crianças já crescidas e começando a seguir seus próprios caminhos, ainda há espaço para um momento em família diante de rotinas tão apertadas. “Tiramos as sextas-feiras para fazer um happy hour. Brincamos e colocamos sempre a conversa em dia”, comemora. A profissão escolhida e a ausência muitas vezes imposta aos filhos foram tão compreendidas que os três já estudam para seguir a mesma carreira dos pais.

Kátia Petribu, psiquiatra

Imagem da psiquiatra Kátia Petribu e do filho João Hélio (Foto: arquivo pessoal)

Para a psiquiatra Kátia Petribu, a qualidade do tempo que passa com o filho, João Hélio, é o mais importante (Foto: arquivo pessoal)

Quando a psiquiatra Kátia Petribu deu à luz João Hélio, hoje com 12 anos, a vida  profissional já estava bastante estável, o que facilitou a tarefa da maternidade. “Foi  em um momento muito certo da minha vida, pois eu já estava com a vida profissional  muito estável. Talvez por ele ter nascido nessa época, me deu um certo conforto”,  lembra.

Mesmo com a maternidade tardia, a profissão ainda toma muito tempo da vida da  médica. “É muito complicado porque a gente tem muitas atribuições. Um médico não termina suas atribuições à noite ou no fim de semana. A questão mesmo é a qualidade do tempo que a gente pode dar. E eu acredito que isso eu dou”, conta.

Por isso, a médica tenta estar presente nos momentos mais importantes. “Eu  sempre estive muito presente em todas as festas, reuniões da escola,  apresentações do colégio. Inclusive acompanhando muito de perto o estudo e as amizades de forma equilibrada. Eu sempre levo  para o colégio porque é um momento de a gente conversar. Tento três vezes por  semana almoçar com ele. É uma questão de efetivamente participar”, defende.

E para não perder as atividades profissionais, Kátia também dava um jeito. “Levava ele com minha mãe para congressos e atividades. Era uma forma de ir e de ele não ficar muito tempo longe de mim. É ver a importância dessa parceria: de saber que você está com ele o tempo todo”, finaliza a psiquiatra.


Aprovada em janeiro pela Anvisa, a vacina previne a meningite bacteriana tipo B (Foto: Free Images)

Aprovada em janeiro pela Anvisa, a vacina previne a meningite bacteriana tipo B (Foto: Free Images)

Por Felipe Viera

SÃO PAULO – Ainda não tem data para ser disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a nova vacina contra a meningite transmitida pelo meningococo tipo B. O imunizante chega às clínicas particulares brasileiras no fim da próxima semana e promete cobrir 85% dos cerca de mil subtipos do meningococo B.

A GSK, empresa que desenvolveu a vacina, afirma que cada dose será vendida às clínicas por R$ 340. O custo final para o consumidor dependerá dos estabelecimentos.

Chamada Bexsero, a nova vacina é indicada para lactentes, crianças, adolescentes e adultos. A faixa etária que será beneficiada com a vacina compreende 2 meses aos 50 anos de idade.


Consórcios procuram novos fármacos para doenças negligenciadas

5 de maio de 2015 | postado por Malu Silveira
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Célula infectada por Plasmodium Vivax, protozoário causador da malária (Wikimedia Commons)

Da Agência Fapesp

As indústrias farmacêuticas vêm aumentando a participação no desenvolvimento de novos fármacos ou de novas formulações já existentes para o tratamento de doenças negligenciadas, como malária, dengue e Chagas. Uma das principais razões para isso, segundo especialistas na área, são consórcios capitaneados por organizações internacionais sem fins lucrativos, como a Drugs for Neglected Diseases initiative (DNDi) e a Medicines for Malaria Ventures (MMV).

As duas organizações financiam as etapas mais caras de desenvolvimento de novos fármacos – a descoberta de moléculas e testes pré-clínicos e de toxicidade –, realizadas em universidades e instituições de pesquisa em diferentes países, incluindo o Brasil. Em contrapartida, as companhias farmacêuticas podem entrar nas fases de ensaios clínicos e produção em larga escala, diminuindo, dessa forma, o tempo necessário para o desenvolvimento de novos tratamentos para doenças típicas de países em desenvolvimento.

“O processo de pesquisa e desenvolvimento de um novo medicamento pode chegar a 15 anos”, disse Luiz Carlos Dias, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em um painel sobre saúde durante a FAPESP Week Buenos Aires, realizada entre os dias 7 e 10 de abril na capital argentina pela FAPESP em parceria com o Consejo Nacional de Investigaciones Científicas (Conicet).

“Um dos objetivos de organizações internacionais, como a DNDi e a MMV, é diminuir esse prazo para o desenvolvimento de novos tratamentos para doenças negligenciadas para sete ou oito anos”, disse Dias, que também é coordenador do Laboratório de Química Orgânica Sintética da Unicamp.

Leia a matéria completa no site da Agência Fapesp.


Vacinação é a medida mais eficaz para prevenir a gripe (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Vacinação é a medida mais eficaz para prevenir a gripe (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Para esclarecer sobre a imunização contra a gripe na população idosa, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), que reúne médicos geriatras e os gerontólogos, orienta sobre a campanha nacional contra a gripe, que iniciou na segunda-feira (4/5). Idosos acima de 60 anos estão entre o público-alvo da ação, que tem como objetivo reduzir os casos de complicações e óbitos causados pela doença.

>> Leia também:

Contra a gripe, seu escudo é a vacinação, alerta campanha do Ministério da Saúde

Gripe e resfriado são doenças diferentes

De acordo com o Guia de Vacinação da Geriatria, produzido através de uma parceria entre a SBGG e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), entre as infecções preveníveis por meio de vacinas, as mais frequentes são as do trato respiratório em idosos. Nesse contexto, destacam-se as infecções causadas pela gripe.

A vacinação, segundo orienta a SBGG, é a medida mais eficaz para prevenir a gripe e reduzir a morbimortalidade associada à doença entre idosos. Nas últimas décadas, essa medida tem sido usada com sucesso para reduzir os impactos da enfermidade nessa população.

Apesar de a vacina mais conhecida ser a da gripe, a SBGG acrescenta que é preciso chamar a atenção para as demais possibilidades preventivas, como a pneumonia e a herpes zoster.

Acesse o Guia de Vacinação da Geriatria na versão online e confira mais informações sobre o calendário de vacinação dos idosos. A publicação serve de apoio para médicos, profissionais da saúde e população em geral. Ainda assim, é fundamental o acompanhamento de um médico para análise individual das necessidades de cada pessoa.


Projeto de lei acaba com exigência do símbolo de transgênico nos rótulos dos produtos com organismos geneticamente modificados (Foto: Reprodução)

Projeto de lei acaba com exigência do símbolo de transgênico nos rótulos dos produtos com organismos geneticamente modificados (Foto: Reprodução)

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste)  avalia como um retrocesso a aprovação pela Câmara dos Deputados do Projeto de Lei nº 4148/08, do deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), que acaba com a exigência do símbolo de transgênico nos rótulos dos produtos com organismos geneticamente modificados (OGM).

Como ainda haverá votação pelo Senado, a Proteste se mobilizará para que a proposta não se torne lei. A entidade alega que retirar o símbolo T amarelo desrespeita o direito à informação, previsto no artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor, sobre o que se está adquirindo ao se comprar e consumir um produto. O consumidor, segundo a associação, deve poder optar se deseja ou não consumir transgênicos, já que ainda há muita polêmica sobre possíveis malefícios à saúde.

Além do fim do símbolo que identifica os produtos com transgênicos, no caso dos alimentos que não contenham OGM, o projeto permite o uso da rotulagem “livre de transgênicos”.

Há 12 anos, pelo Decreto nº 4.680/03, todos os produtos que contêm os chamados Organismos Geneticamente Modificados (OGMs), devem trazer em seus rótulos o símbolo T amarelo e a informação da espécie doadora dos genes.

De acordo com o texto aprovado, nos rótulos de embalagens para consumo final de alimentos e ingredientes alimentares destinados ao consumo humano ou animal, deverá ser informada ao consumidor a presença de elementos transgênicos em índice superior a 1% de sua composição final, se detectada em análise específica.

Para a Proteste, a redação do projeto deixa de lado a necessidade, imposta pelo decreto atual, de o consumidor ser informado sobre a espécie doadora do gene no local reservado para a identificação dos ingredientes.

A informação escrita sobre a presença de transgênicos deverá atender ao tamanho mínimo da letra definido no Regulamento Técnico de Rotulagem Geral de Alimentos Embalados, que é de 1 mm.


Coçar os olhos pode favorecer astigmatismo, principalmente em crianças

4 de maio de 2015 | postado por Malu Silveira
Imagem de menino com óculos (Foto: Free Images)

O astigmatismo é uma condição relativamente comum e facilmente tratável; problema pode surgir na infância (Foto: Free Images)

O astigmatismo é uma condição relativamente comum e facilmente tratável, mas sabia que o problema pode surgir na infância por um hábito muito comum nessa fase? A mania que algumas crianças têm de coçar vigorosamente os olhos, geralmente por causa de uma alergia, pode causar alterações na córnea e desencadear quadro de astigmatismo.

“O astigmatismo é uma imperfeição no formato da curvatura da córnea, que é a lente abaulada e transparente que protege a íris (parte colorida do olho), a pupila, e ainda permite a entrada de luz para a formação das imagens. Enquanto uma córnea normal é arredondada por igual, permitindo focar todos os raios de luz na retina (ao fundo do olho) e formar imagens nítidas, uma córnea imperfeita não deixará a luz entrar homogeneamente, resultando em distorções e borrões na imagem final. No caso das crianças e adolescentes que coçam demais os olhos, impondo força nas pálpebras, a córnea pode vir a sofrer alterações no formato. Por isso é fundamental a supervisão de um adulto que identifique o risco e faça todo o possível para interromper essa prática”, explica o oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos de São Paulo.

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“O tratamento do astigmatismo consiste, primeiramente, em detectar que parte da curvatura da córnea está causando problemas de visão e seguir com um tratamento personalizado. Isso inclui desde o uso de lentes corretivas até cirurgia refrativa. No caso das lentes, podem ser prescritos óculos que vão promover uma compensação na imagem e também podem corrigir miopia e hipermetropia. Esse tratamento é indicado principalmente para crianças que ainda não têm maturidade suficiente para manusear lentes de contato. Quanto às lentes, hoje existe grande variedade para corrigir o problema: rígidas, gelatinosas, de uso prolongado, descartáveis, permeáveis e bifocais. Vale a pena conhecer os prós e contras antes de fazer uma escolha. Mas o tratamento que corrige mesmo o formato da córnea é a cirurgia refrativa a laser”, diz o especialista.

O especialista primeiramente detecta que parte da curvatura da córnea está causando problemas de visão e segue um tratamento personalizado. “Isso inclui desde o uso de lentes corretivas até cirurgia refrativa. No caso das lentes, podem ser prescritos óculos que vão promover uma compensação na imagem e também podem corrigir miopia e hipermetropia. Esse tratamento é indicado principalmente para crianças que ainda não têm maturidade suficiente para manusear lentes de contato. Quanto às lentes, hoje existe grande variedade para corrigir o problema: rígidas, gelatinosas, de uso prolongado, descartáveis, permeáveis e bifocais. Vale a pena conhecer os prós e contras antes de fazer uma escolha. Mas o tratamento que corrige mesmo o formato da córnea é a cirurgia refrativa a laser”, explica Maranhão.


Ioga ajuda a promover o bem-estar na gestação

4 de maio de 2015 | postado por Cinthya Leite
Ioga pode ajudar gestante a diminuir ansiedade (Foto: Divulgação)

Ioga pode ajudar gestante a diminuir ansiedade (Foto: Rodrigo Cavalcanti Fotografia)

A gravidez é um período de intensas transformações físicas e psicológicas para as mulheres. Tantas mudanças e expectativas podem acabar gerando ansiedade. Então, esse pode ser o momento propício para iniciar a prática da ioga, que promove o bem-estar bem-estar.

Com o objetivo de ajudar futuras mamães e instrutores de ioga interessados em trabalhar com gestantes, o Pura Luz Yoga, no bairro da Madalena, Zona Oeste do Recife, oferece o curso de extensão em ioga para grávidas. A capacitação acontece no dia de maio e está com inscrições abertas.

Benefícios da ioga na gravidez

Os asanas (posturas) ampliam a flexibilidade corporal, pois ajudam a gestante a se adaptar com mais facilidade às mudanças físicas e, assim, conseguir se manter equilibrada diante das alterações hormonais que podem afetar o humor. E mais: a ioga ajuda a diminuir o inchaço: “Os exercícios de respiração fazem com que o coração trabalhe mais rápido, aumentando a circulação, impulsionando o funcionamento dos rins, o que minimiza a retenção de líquidos”, explica a terapeuta holística e instrutora de ioga Ma Prem Zaki.

Mais informações sobre o curso: 81 3097-5184.


Glaucoma em cães exige cuidados especiais

4 de maio de 2015 | postado por Cinthya Leite
Cães também estão sujeitos a glaucoma (Foto: Igo Bione/Acervo JC Imagem)

Cães também estão sujeitos a glaucoma (Foto: Igo Bione/Acervo JC Imagem)

Entre as principais causas de cegueira em cães está o glaucoma, doença oftalmológica que se caracteriza por uma neuropatia óptica progressiva com o aumento da pressão intraocular. É mais comum em algumas raças (cocker spaniel, basset hound, beagle, shitzu, husky siberiano e chow chow), mas também é resultado de traumatismos, inflamações e câncer. Assim, a doença exige atenção especial. Esse é o alerta da médica veterinária Natalie Rodrigues, especialista em oftalmologia, da rede Pet Center Marginal/Petz.

Diferentemente do que acontece com os humanos,o glaucoma costuma ser diagnosticado em estágios avançados no animal, quando parte da visão já foi perdida. Segundo a veterinária, isso não significa, no entanto, que a doença não exija cuidados. “Ela deve ser tratada para evitar que o animal sofra e para monitorar o olho que ainda não tem a doença”, informa Natalie.

Olhos avermelhados, mais fechados, pupilas dilatadas e opacidade de córnea são alguns dos sinais mais evidentes e comuns da doença que podem ser identificados pelos donos dos cães.

A melhor maneira de preveni-la é com as visitas anuais do cão ao veterinário, que consegue identificar o glaucoma em estágio inicial com o exame de fundo de olho e com o tonômetro (aparelho que consegue medir a pressão dos olhos dos animais). Feito no próprio consultório, o teste não dura mais do que 50 segundos.

“Com colírio anestésico, encostamos bem de leve o aparelho na córnea do paciente. Se diagnosticado precocemente, evitamos algumas das sequelas do glaucoma”, avisa.

O olho do animal é formado por um líquido chamado de humor aquoso que está sempre sendo produzido e eliminado. Quando, por alguma causa, isso não ocorre, há aumento na pressão interna do olho, o que causa danos a uma série de estruturas oculares internas.

Os veterinários classificam o glaucoma em dois tipos: primário e secundário. O primário é mais frequente em determinadas raças. Já o secundário acontece quando algo impede a drenagem desse líquido, como inflamações, traumas oculares e até tumores.


 
Todas as informações apresentadas neste blog estão disponíveis com objetivo exclusivamente educacional. Dessa maneira, nosso conteúdo não pretende substituir consultas médicas, realização de exames e tratamentos médicos. Sempre que tiver uma dúvida, não deixe de conversar com o seu médico, que é o profissional mais adequado para esclarecer todas as suas perguntas. E nunca se esqueça de que o direito à informação correta é essencial para a prevenção e o sucesso do tratamento. E mais: o conteúdo editorial do Casa Saudável não apresenta relações comerciais com possíveis anunciantes e patrocinadores do blog.
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