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Casa Saudável

Imagem de idoso (Foto: Free Images)

Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2013 trouxe novos dados sobre o acesso à saúde para idosos no Nordeste e em outras regiões do País (Foto: Free Images)

Dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2013 apontaram um novo retrato do idoso no Nordeste e outras regiões do País. Do total de indivíduos de 60 anos ou mais de idade, estimada em 13,2% da população brasileira, 28,7% foi diagnosticada com catarata, com maiores proporções para o Centro-Oeste (33,7) e Nordeste (31,9). Do total de diagnosticados no Brasil, 72,7% tiveram indicação de cirurgia e a realizaram: 47,6% usaram o Sistema Único de Saúde (SUS) e 37,9% foram cobertas por plano de saúde – do total, 66,5% dos que tiveram indicação de cirurgia no Nordeste realizaram o procedimento. Já 27,7% das pessoas de 60 anos ou mais de idade, que tiveram indicação de cirurgia de catarata, não realizaram a cirurgia.

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Em 2014 foram realizadas 469.820 cirurgias de catarata em maiores de 60 anos, e 185.598 em 2015. A cirurgia de catarata faz parte do rol de procedimentos das Cirurgias Eletivas (marcadas com antecedência) do SUS. Entre 2010 e junho de 2015, o Ministério da Saúde afirmou ter disponibilizado R$ 1,7 bilhão aos estados e municípios para a realização desses procedimentos, que incluem também ortopedia e outras áreas que vão variar de acordo com as necessidades de cada estado, como cirurgias vasculares e urológicas.

Considerado um dos grupos de mais riscos de desenvolver complicações causadas pela gripe, os idosos também têm buscado o SUS, através do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, para a vacinação. Nos 12 meses anteriores à realização da PNS 2013, 73,1% dos brasileiros de 60 anos ou mais de idade tomaram a vacina contra a gripe. O Nordeste foi a região que registrou a menor proporção (69,4%), enquanto as Regiões Centro-Oeste e Sul apresentaram as maiores proporções desse indicador (77,1% e 77,9%, respectivamente).

A primeira campanha de vacinação do idoso contra gripe foi em 1999, contemplando a população acima de 65 anos. A partir de 2010, a vacinação foi ampliada para pessoas a partir de 60 anos. A adesão dos idosos à campanha de vacinação contra gripe aumenta ao longo dos anos. Em 2010, 15,3 milhões de pessoas acima de 60 anos receberam a vacina, o que representa 79,07% das pessoas que formavam esse público. Em 2014, foram vacinadas 17,9 milhões de pessoas acima de 60 anos, 86,7% do público-alvo. Em 2014, o investimento foi de R$ 469,2 milhões para aquisição de 53,5 milhões doses.

“As projeções populacionais do Brasil evidenciam o avanço do envelhecimento da população, o que exige uma adequação do sistema da saúde para receber essa população. Por isso, a Pesquisa Nacional de Saúde investigou alguns fatores relacionados à saúde das pessoas de 60 anos ou mais de idade. Os resultados irão auxiliar o Ministério da Saúde a traçar suas políticas públicas para os próximos anos”, ressalta o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

O terceiro volume da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) foi realizado em 64 mil domicílios em 1.600 municípios de todo o País entre agosto de 2013 e fevereiro de 2014. Para os dados antropométricos e pressão arterial, um morador foi selecionado; para Saúde da mulher, foram aquelas de 18 anos ou mais e para Saúde das crianças de menos de dois anos de idade, a mãe respondeu. Durante o levantamento, foram coletadas informações sobre toda a família a partir de entrevistas válidas para 205 mil indivíduos em domicílio, escolhidos por meio de sorteio entre os moradores da residência para responder ao questionário.

EXPECTATIVA DE VIDA

O ministro da Saúde destacou, durante a divulgação dos dados do PNS 2013, que a expectativa do brasileiro passou de 62,7 para 73,9 anos entre 1980 e 2013, um crescimento real de 11,2 anos. “Esse aumento se deve às medidas de combate à desnutrição, redução da mortalidade materna e infantil, ampliação do acesso a vacinas e medicamentos gratuitos, entre outras ações promovidas pelo governo federal em parceria com estados e municípios”, defende o ministro.


Trombose em recém-nascidos e crianças não é mapeada na América Latina

29 de agosto de 2015 | postado por Cinthya Leite
Em recém-nascidos, as causas da trombose podem incluir o baixo peso e a infecção generalizada  (Foto: JC Imagem)

Em recém-nascidos, as causas da trombose podem incluir o baixo peso e a infecção generalizada (Foto: JC Imagem)

Apesar de soar estranho, a trombose pode acometer recém-nascidos. O problema, caracterizado pelo acúmulo de coágulos dentro de vasos sanguíneos, veias e artérias, impedindo a circulação adequada de sangue no organismo, é tema do Congresso Internacional do Grupo CLAHT (Cooperativo Latino-Americano de Hemostasia e Trombose), que termina neste sábado (29) em São Paulo.

“Há dois tipos de trombose pediátrica: a neonatal e a que ocorre durante o restante da vida da criança. Em ambos os casos, tanto o território venoso quanto o território arterial podem ser acometidos”, explica o hematologista pediátrico Leonardo Brandão, professor associado do Departamento de Pediatria da Universidade de Toronto, no Canadá.

A trombose pediátrica é uma comorbidade que está cada vez mais em evidência na área médica e deve ter tanta atenção como as outras doenças. “Nos Estados Unidos, por exemplo, gasta-se 90 milhões de dólares por ano para tratar trombose em crianças. Ainda há uma falta quase que total de registros da doença em âmbito nacional e latino-americano, que seriam imprescindíveis para gerar hipóteses científicas e projetos para linhas de pesquisas”, esclarece o hematologista pediátrico.

A trombose acontece devido a vários fatores. Em recém-nascidos, por exemplo, as causas podem incluir o baixo peso, a sepse (infecção generalizada), o uso do cateteres centrais e outros tipos de procedimentos usados no tratamento de doenças complexas.

Os sintomas da trombose variam de acordo com a área acometida. Tromboses arteriais estão associadas à perda de cor e temperatura do membro acometido, com ou sem dor. Por outro lado, a obstrução venosa pode levar ao inchaço, aumento da temperatura local e dor, de acordo com o grau de edema que se instala.

O diagnóstico é feito a partir de exames de imagem que indicam a obstrução da veia e/ou artéria. O tratamento varia de acordo com o caso, mas geralmente é feito à base de anticoagulantes.

“A esperança é que, com encontros como o congresso do grupo CLAHT, a difusão desses problemas médicos possa facilitar o reconhecimento e aumentar a colaboração entre colegas de mesma especialidade, para que iniciativas em prol de uma melhora do tratamento, pesquisa e educação possam continuar a crescer no continente”, frisa Leonardo Brandão.


Pernambuco ainda não vacinou 30% das crianças contra poliomielite

28 de agosto de 2015 | postado por Malu Silveira
Foto de criança tomando gotinhas da vacinação (Foto: Hélia Scheppa / Acervo JC Imagem)

Campanha de vacinação contra poliomielite chega ao fim nesta segunda-feira (31). A expectativa é que a vacina seja aplicada em, no mínimo, 95% do público total (Foto: Hélia Scheppa / Acervo JC Imagem)

A três dias do término da campanha de vacinação contra a poliomielite em crianças entre 6 meses e menores de 5 anos, 30% dos 625.686 meninos e meninas pernambucanos contemplados ainda não foram imunizados contra a doença. Até o momento, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), 443.036 pequenos foram vacinados. A campanha chega ao fim nesta segunda-feira (31). A expectativa é que a vacina seja aplicada em, no mínimo, 95% do público total. Em 2014, Pernambuco imunizou 619.807 (99,08% do público total).

A poliomielite, uma doença viral que pode afetar os nervos e causar a paralisia parcial ou total, não é registrada no Brasil há 26 anos. O último caso foi no município de Souza, na Paraíba, em 1989. Em Pernambuco, foi em 1988. Desde 1994, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o Certificado Internacional de Erradicação da Transmissão Autóctone do Poliovirus Selvagem. A partir de então, o país assumiu o compromisso de manter altas coberturas vacinais maiores ou igual a 90%. Em 2001, esta meta foi alterada para 95% da população alvo.


Usado a longo prazo, o narguilé causa câncer de pulmão, boca e bexiga, estreitamento das artérias e doenças respiratórias (Foto: Free Images)

Usado a longo prazo, o narguilé causa câncer de pulmão, boca e bexiga, estreitamento das artérias e doenças respiratórias (Foto: Free Images)

O alerta vem do Ministério da Saúde: fumar narguilé é como fumar 100 cigarros. Esse aviso sobre o uso do cachimbo oriental marca o Dia Nacional de Combate ao Fumo (29/8) e mostra o quanto o produto, que é bastante ofensivo, pode ser a porta de entrada para a dependência do cigarro. Por isso, as ações deste ano para o Dia Nacional de Combate ao Fumo relacionam o narguilé e a iniciação ao fumo. O público-alvo são adolescentes e adultos jovens (entre 13 a 35 anos), de ambos os sexos, fumantes ou não.

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A estratégia é prevenir a experimentação e a iniciação, que acontece principalmente entre os 13 e os 25 anos. Nos países em desenvolvimento, a média de idade de iniciação ao tabagismo é de 12 anos. Isso faz os especialistas considerarem o tabagismo como uma doença pediátrica.

De uso coletivo e aparência exótica, o narguilé chega a parecer menos nocivo do que outros produtos de tabaco fumados por usar um filtro d’água e, muitas vezes, aromatizantes e flavorizantes (aditivos que conferem aroma e sabor agradáveis ao tabaco). Mas, usado a longo prazo, o narguilé (assim como todos os produtos de tabaco fumados) causa câncer de pulmão, boca e bexiga, estreitamento das artérias e doenças respiratórias.

Além disso, ao compartilhar o narguilé com outros usuários, o fumante pode ficar exposto ao vírus do herpes, a outras doenças da boca, à hepatite C e à tuberculose.

E mais: segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma sessão de narguilé dura em média de 20 a 80 minutos, o que corresponde à exposição de todos os componentes tóxicos presentes na fumaça de 100 a 200 cigarros.

O que revelam os números

De acordo com a pesquisa Vigilância de Tabagismo em Escolares (Vigescola), do Ministério da Saúde, o consumo de narguilé por jovens de três capitais (São Paulo/SP, Campo Grande/MS e Vitória/ES) foi elevado em meninas e meninos. A prevalência do consumo do cachimbo oriental em São Paulo foi a mais alta: 93,3% dos entrevistados que consumiam outros derivados do tabaco fumado, além do cigarro industrializado, declararam usar o narguilé com maior frequência. Em Campo Grande, 87,3% dos estudantes ouvidos disseram usar o cachimbo oriental. Já em Vitória, o percentual ficou em 66,6%. O narguilé era o produto de tabaco mais consumido após o cigarro.

Entre estudantes universitários da área de saúde, em pesquisa feita nos municípios de São Paulo, Brasília (DF) e Florianópolis (SC), do total das pessoas que declararam consumir com frequência outros produtos de tabaco além do cigarro industrializado, mais de 55%, declararam fazer uso do narguilé. Em São Paulo, esse percentual chegou a aproximadamente 80%.

Jovens fumantes

No Brasil, segundo a Vigescola, entre 20% e 45% dos jovens entre 13 e 15 anos já experimentaram o cigarro. A Pesquisa Especial sobre Tabagismo (PETab), realizada em 2008 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), comprova a iniciação ao tabagismo antes da vida adulta: 75% dos fumantes brasileiros iniciam-se no tabagismo até os 18 anos e 67% começam a fumar regularmente com 18 anos ou menos.

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Nova maternidade do Esperança Recife passa a ser a maior unidade materno-infantil privada de Pernambuco (Foto: Divulgação)

Nova maternidade do Esperança Recife passa a ser a maior unidade materno-infantil privada de Pernambuco (Foto: Divulgação)

O Hospital Esperança Recife, que integra a Rede D’Or São Luiz em Pernambuco, chega aos 15 anos nesta sexta-feira (28) e acaba de dar um upgrade na maternidade, que passa a ser a maior unidade materno-infantil privada de Pernambuco. Ela reúne, em um mesmo prédio, o centro cirúrgico, a unidade de terapia intensiva neonatal (destinada aos bebês prematuros ou com risco), além das emergências pediátrica e obstétrica.

O investimento na nova estrutura e equipamentos foi de R$ 2 milhões. O 7º e o 9º andares da unidade principal, local ocupado pela antiga maternidade, terão os leitos direcionados para atender outras demandas do hospital. Agora, a nova unidade está distribuída em quatro andares (3º, 4º, 5º e 6º) da unidade 3.

Outra novidade é a instalação de uma sala de cuidados para o bebê nos andares de internação, o que torna mais próxima a relação das mães com os filhos. Com essa repaginada, a capacidade de internação da maternidade passa de 35 para 60 leitos. Já na UTI neonatal, a capacidade é de 20 leitos.


microscópio

Experimentos feitos em laboratório estão em fases iniciais (Foto: Free Images)

O aumento dos novos casos de câncer no mundo e a mortalidade pela doença têm levado pesquisadores a investigar o efeito de novas possibilidades terapêuticas capazes de debelar o mal de forma eficaz e pouco agressiva. Na segunda-feira (24), um time de cientistas da Mayo Clinic (Flórida), hospital universitário dos Estados Unidos sem fim lucrativos, anunciou que há um caminho para reprogramar células cancerosas e fazer com que elas voltem a ser saudáveis.

Os experimentos feitos em laboratório estão em fases iniciais, mas os pesquisadores já conseguem perceber que a nova estratégia controla o crescimento de tumores agressivos. A descoberta foi publicada na revista Nature Cell Biology e representa “uma nova biologia que fornece o código, o software para desligar o câncer”, segundo explicou o presidente do Departamento de Biologia do Câncer da Mayo Clinic (campus Flórida), Panos Anastasiadis. Ele acrescenta que as experiências iniciais em alguns tipos de câncer agressivos são realmente muito promissoras.

Convidamos a oncologista Cristiana Tavares, do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), no Recife, para falar sobre esse passo importante que pode dar um novo rumo ao tratamento do câncer. “Os pesquisadores descobriram que células normais, quando se unem através de moléculas de adesão, têm a capacidade de impedir o crescimento celular, porém isso não acontece com as células cancerígenas. Os pesquisadores fazem essa reprogramação através do RNA celular para que essas células bloqueiem a reprodução desacelerada quando entrem em contato umas com as outras”, explica Cristiana.

“Para que os achados desta pesquisa se apliquem como medida populacional, ainda há uma longa jornada, mas muitas drogas eficazes e métodos diagnósticos começaram dessa maneira”, diz Cristiana Tavares (Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem)

“Para que os achados desta pesquisa se apliquem como medida populacional, ainda há uma longa jornada, mas muitas drogas eficazes e métodos diagnósticos começaram dessa maneira”, diz Cristiana Tavares (Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem)

Ela reforça que, apesar de o estudo estar numa fase muito embrionária, pode indicar uma luz na terapia do câncer. “Para que esses achados se apliquem como medida populacional, ainda há uma longa jornada, mas muitas drogas eficazes e métodos diagnósticos começaram dessa maneira”, diz a oncologista.

Mortalidade por câncer

Esses novos experimentos não deixam de ser uma esperança capaz de ajudar a frear, a longo prazo, as estatísticas relacionadas à doença. A Organização Mundial da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) preveem que, em 2020, o câncer se torne a principal causa de morte no Brasil.

Só em relação ao câncer de mama, o mais prevalente entre as mulheres e a principal causa de morte entre as brasileiras, somam-se 57 mil novos casos a cada ano, segundo estimativas do Inca.

Um detalhe é que 50% das pacientes diagnosticadas no Sistema Único de Saúde (SUS) já estão em estágio avançado. Apesar das campanhas educativas que alertam sobre a necessidade da realização da mamografia, exame capaz de detectar o câncer de mama em estágio inicial (fase em que as chances de cura são altas), as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas no Brasil e chegando a mais de 13 mil mulheres por ano.


Imagem de cigarro (Foto: Free Images)

Campanha de Combate ao Tabagismo contará com abordagens educativas e consultas médicas no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, a partir das 15h (Foto: Free Images)

Para chamar atenção sobre os perigos do cigarro e marcar o Dia Nacional de Combate ao Fumo, o Real Hospital Português promove neste sábado (29) uma Campanha de Combate ao Tabagismo, a partir das 15h, no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. O evento, realizado através do Ambulatório de Beneficência Maria Fernando e Polícia Militar de Pernambuco, será focado na juventude.

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“Diferentes fatores podem estimular o hábito de fumar. Curiosidade, estresse, influência de amigos e familiares tabagistas estão entre alguns deles. O tabagismo afeta a performance física e cognitiva de crianças e adolescentes e é a principal causa de muitas enfermidades, especialmente, doenças respiratórias, dermatológicas, digestivas, vasculares periféricas, geniturinárias, da cavidade oral, odontológicas e psiquiátricas”, alerta a pneumologista Blancard Torres. Na programação da campanha, abordagens educativas, consultas médicas e, nos casos indicados, exames como peak flow e espirometria.

PROGRAMA

O Ambulatório de Beneficência Maria Fernanda do Hospital Português realiza semanalmente, quintas-feiras, às 11 horas, palestras educativas sobre as consequências do cigarro, orientações e tratamento para quem deseja deixar o vício. O tratamento envolve desde medidas cognitivo-comportamentais até o uso de medicações.

Serviço:
Dia Nacional de Combate ao Tabagismo
Data: 29 de agosto
Local: Parque Dona Lindu – Boa Viagem
Horário: 15h


Imip promove encontro neste sábado sobre clínica psicanalítica com bebês

26 de agosto de 2015 | postado por Malu Silveira
Entre os temas abordados durante o evento, está a constituição psíquica do bebê (Foto: Cinthya Leite/Acervo pessoal)

Entre os temas abordados durante o evento, está a constituição psíquica do bebê (Foto: Cinthya Leite/Acervo pessoal)

O Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip) promove neste sábado (29) o 1º Encontro da Clínica com Bebês, um debate entre profissionais e estudantes da área de saúde sobre psicanalítica com os bebês. O evento acontecerá no auditório Alice Figueira.

Entre os temas apresentados nas palestras e minicursos, aspectos introdutórios dessa clínica, ressaltando a importância da interdisciplinaridade. A primeira infância, segundo os especialistas, é um período fundamental para a constituição psíquica do sujeito. Os interessados podem se inscrever e consultar a programação no site do evento.

Inscrições:
Profissionais – R$ 60
Estudantes – R$ 40
Estudantes da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS) – R$ 30


Imagem de cigarro (Foto: Free Images)

Organização Mundial de Saúde estima que cerca de 2 bilhões de pessoas, o que equivale a um terço da população mundial adulta, sejam fumantes (Foto: Free Images)

Os Hospitais Memorial Jaboatão (HMJ) e Memorial Guararapes (HMG) promovem nesta sexta-feira (28) uma ação de saúde gratuita para marcar o Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado no próximo sábado (29). Os serviços acontecerão na estação de metrô de Jaboatão, das 8h às 12h. Testes do nível de nicotina e glicose, além de aferição de pressão, são algumas das atividades oferecidas por enfermeiros, técnicos e psicólogos do HMJ e do HMG.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que cerca de 2 bilhões de pessoas, o que equivale a um terço da população mundial adulta, sejam fumantes. Com mais de 4,7 mil substâncias tóxicas na fumaça expelida, o cigarro está relacionado a várias doenças, como hipertensão arterial, impotência sexual no homem, trombose vascular e osteoporose. Pelo risco causado à saúde, o tabagismo é considerado pela OMS a principal causa de morte evitável no mundo.

Serviço:
Ação do Dia Nacional de Combate ao fumo
Local: Estação de metrô de Jaboatão
Horário: 8h às 12h
Gratuito


Quando as famílias fazem um corte por idade para adotar uma criança, o processo demora mais a ser concluído (Foto: Free Images)

Quando as famílias fazem um corte por idade para adotar uma criança, o processo demora mais a ser concluído (Foto: Free Images)

A escolha da idade da criança é um dos pontos que mais geram dúvidas entre casais que pretendem adotar. Com o objetivo de discutir essa questão, o Grupo de Apoio à Adoção do Paulista (GAAP) realiza, neste sábado (29), um encontro sobre adoção tardia.

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A reunião é aberta ao público que mora em Paulista, no Grande Recife, e municípios vizinhos. O evento acontece às 16h, na Escola Firmino da Veiga, na Rua do Sabugi, área central de Paulista.

O encontro contará com a participação da educadora e mãe adotiva Rozenaide Moreira dos Santos. Ela falará sobre a experiência de ter adotado uma criança com quase 7 anos. O tema também será abordado pela psicóloga da 2ª Vara da Infância e Juventude do Recife, Carolina Albuquerque.

Mais informações: 81 98886-1769 e 81 99979-9714.


 
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